MPEs são fundamentais para geração recorde de empregos no Brasil

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A geração de emprego e renda para a população brasileira atingiu mais um recorde: a taxa de desemprego caiu para 5,6% no trimestre encerrado em julho deste ano e registra o menor índice do indicador desde 2012. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), refletem a grande participação das micro e pequenas empresas nesse resultado.

De acordo com levantamento do Sebrae a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 853,8 mil contratações já foram realizadas pelo setor de janeiro a julho.

É mais um reflexo da inclusão promovida pelos pequenos negócios a partir de uma política econômica assertiva realizada pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Em julho, por exemplo, as micro e pequenas empresas responderam por 80% das contratações, o que representa essa capacidade de levar mais dignidade à população.

Décio Lima, presidente do Sebrae

De acordo com a PNAD Contínua, o total de trabalhadores do país bateu novo recorde, chegando a 102,4 milhões – o número de empregados com carteira assinada foi de 39,1 milhões. No trimestre encerrado em julho, a taxa de informalidade chegou a 37,8%, ligeiramente menor que a do trimestre móvel anterior (38,0%) e inferior, também, à do mesmo período do ano passado (38,7%).

O empreendedorismo também foi avaliado pela pesquisa. O número de trabalhadores que atuam por conta própria (25,9 milhões) também foi recorde, crescendo 1,9% no trimestre e 4,2% no ano. Números semelhantes também aparecem em levantamento do Sebrae sobre a abertura de empresas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram criadas 3,5 milhões de empresas, das quais 97% são pequenos negócios.

O setor de Serviços se destacou e concentrou 64% dos novos empreendimentos (262 mil empresas). Em seguida aparece o setor de Comércio, com 87.585 empresas (21% do total). “Os pequenos negócios são a força que movimenta o Brasil. São homens e mulheres que enfrentam um mercado que não foi feito para eles. Para o país, isso representa mais geração de empregos e mais inclusão”, defende Décio Lima.

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