O desabamento da ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, não pode ser tratado apenas como falha estrutural.
A presença de um juiz aposentado debaixo da ponte e a informação de que a estrutura estaria interditada exigem uma resposta mais ampla.
É preciso apurar a causa da queda.
Mas também é preciso esclarecer se a interdição era efetiva.
Havia bloqueio?
Havia sinalização?
Havia fiscalização?
Havia orientação clara à população?
Uma ponte interditada não pode continuar funcionando como área acessível sem controle.
Se o risco era conhecido, a prevenção precisava ser proporcional.
Sena Madureira precisa de resposta.
O Acre precisa de método.
E a infraestrutura pública precisa deixar de ser lembrada apenas quando cai sobre a vida de alguém.





