Mpox chega a 81 casos no Brasil em 2026

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O Brasil já registrou 81 casos confirmados de mpox em 2026, afirmou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (23/2). A pasta informou que a predominância é de  quadros leves ou moderados, sem registro de óbitos. Ao longo de 2025, foram registrados no país 1.079 casos da doença e dois óbitos.

A maior parte dos casos foi registrada no estado de São Paulo: 57 confirmações. Também foram contabilizados 13 no Rio de Janeiro, 4 em Rondônia, 3 em Minas Gerais,  2 no Rio Grande do Sul, 1 no Distrito Federal e 1 no Paraná.

Segundo o ministério, o país “segue com vigilância ativa e resposta estruturada para a mpox e reforça que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para a identificação precoce, manejo clínico adequado e acompanhamento dos pacientes. As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão”.

A pasta recomenda que pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar histórico de contato próximo com casos suspeitos ou confirmados. Recomenda-se, sempre que possível, o isolamento até avaliação médica, além da adoção de medidas de higiene, como a lavagem frequente das mãos, para reduzir o risco de transmissão.

O que é a mpox e quais os principais sintomas?

Causada por um vírus da mesma família da varíola humana (erradicada em 1980), a mpox é uma doença que exige atenção ao diagnóstico visual. A mudança no nome da condição foi adotada internacionalmente para evitar estigmas, uma vez que o vírus, embora originário da África, tem disseminação global.

A detecção da mpox é feita por meio do teste de PCR, analisando a secreção das lesões cutâneas. Uma vez confirmada a suspeita, a orientação é clara: isolamento total até que todas as feridas desapareçam por completo.

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