Justiça manda prender goleiro Bruno após ele descumprir condicional

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) revogou, na última quinta-feira (6/3), a liberdade condicional do goleiro Bruno após descumprimento do livramento condicional.

Metrópoles confirmou a informação com o Tribunal de Justiça do Rio. A decisão se dá após o Bruno viajar no começo de fevereiro para o Acre, no qual assinou um contrato para atuar como goleiro profissional do Vasco do Acre.

Bruno disputou pelo time acreano uma partida pela 1ª fase da Copa do Brasil. Na ocasião, o arqueiro jogou pelo Vasco do Acre diante do Velo Clube. Durante os 90 minutos o confronto terminou empatado em 1 x 1. Nos pênaltis, Bruno defendeu dois pênaltis e converteu uma cobrança. Mesmo assim, o Vasco do Acre foi superado por 3 x 2.

Após passagem relâmpago no Acre, Bruno assinou no último dia 28 de fevereiro com o Menezes Esporte Clube, time amador de Minas Gerais.

“Acolho o parecer ministerial e REVOGO o livramento condicional concedido ao apenado na forma da primeira parte do artigo 87 do Código Penal. Expeça-se mandado de prisão, no regime semiaberto, com validade de 16 (dezesseis) anos”, diz trecho da decisão.

Bruno cumpre pena pelo assassinato de Eliza Samudio. Eliza foi morta, esquartejada e jogada para os cachorros, de acordo com declarações do goleiro no julgamento no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 2013. O goleiro foi condenado a uma pena de 22 anos e 3 meses de prisão.

Em atualização.

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