Imperatriz aponta prejuízo causado por desfile da Acadêmicos de Niterói e cobra Liesa

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A Imperatriz Leopoldinense afirmou que teve a evolução comprometida durante o desfile realizado na noite de domingo (15/02), na Marquês de Sapucaí, em razão de problemas na dispersão atribuídos à Acadêmicos de Niterói. Segundo a agremiação, três alegorias da escola que se apresentou anteriormente bloquearam a passagem, provocando cerca de cinco minutos de paralisação.

Em nota oficial, a presidência da Imperatriz informou que o contratempo ocorreu no momento da dispersão, etapa final do desfile, quando os carros alegóricos da Acadêmicos de Niterói, escola que fez uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teriam impedido a fluidez da escola seguinte.

De acordo com o comunicado, a presidente Catia Drumond e a diretoria entraram em contato imediato com representantes da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) para relatar o ocorrido ainda na avenida.

A escola, que neste ano homenageou o cantor Ney Matogrosso, declarou que cumpriu o planejamento estabelecido para o desfile e que o episódio não foi causado por sua organização. A Imperatriz também informou que mantém diálogo com a entidade nesta segunda-feira (16/02) para acompanhar o caso.

Ainda conforme a nota, a agremiação avalia quais medidas poderão ser adotadas no processo de apuração, diante dos prejuízos apontados em decorrência da paralisação registrada na Sapucaí.

Leia a nota completa:

O G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense, em nome da presidente Catia Drumond e de sua diretoria, esclarece que a escola teve sua evolução impactada devido a um problema na dispersão provocado por alegorias da escola que a antecedeu na ordem de apresentação. Três carros alegóricos da Acadêmicos de Niterói bloquearam a passagem da Imperatriz, ocasionando aproximadamente 5 minutos de paralisação. A presidência e a direção da Imperatriz contactaram representantes da LIESA para relatar o ocorrido imediatamente. A escola segue em diálogo com a entidade nesta segunda-feira (16) para acompanhar o caso. A Imperatriz reforça que cumpriu seu planejamento e que o ocorrido é alheio à responsabilidade da agremiação. Diante dos prejuízos causados, a escola avalia as providências cabíveis para resguardar seus direitos no processo de apuração.

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