Programa Dignidade Menstrual distribuiu 773 mil absorventes no Acre

⏱️ 1 min de leitura

No primeiro ano de execução, o Programa Dignidade Menstrual alcançou cerca de nove mil pessoas em situação de vulnerabilidade no Acre, distribuindo 773 mil absorventes e investindo R$ 415,4 mil no estado, em 2024. A ação, promovida pelo Ministério da Saúde, faz parte de uma iniciativa nacional que beneficiou 2,1 milhões de pessoas em todo o Brasil, com a entrega de 240,3 milhões de absorventes e um investimento total de R$ 119,7 milhões.

Lançado em 17 de janeiro de 2024, o programa tem como objetivo garantir o acesso a itens essenciais de higiene menstrual, combatendo a chamada “pobreza menstrual”, que afeta especialmente pessoas de baixa renda. No Acre, a medida foi fundamental para auxiliar estudantes, mulheres em situação de rua e outras pessoas em vulnerabilidade social.

O programa expandiu sua cobertura para todas as regiões do país, com as distribuições realizadas em mais de 31 mil estabelecimentos credenciados ao Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB).

Para retirar os absorventes, é essencial apresentar a autorização emitida no aplicativo Meu SUS Digital, válida por 180 dias. Além disso, é necessário levar um documento de identidade com foto e o CPF. Para menores de 16 anos a retirada deve ser feita por um de seus responsáveis.

Mais Lidas

Viaduto da Avenida Ceará é liberado, mas obra ainda não terminou

O viaduto da Avenida Ceará foi liberado para o trânsito em Rio Branco, mas o Complexo Viário ainda tem etapas pendentes.

Restrições eleitorais no Acre: entenda o que muda para governos, prefeituras e agentes públicos

Entenda como as restrições eleitorais no Acre mudam atos públicos, publicidade, nomeações e uso da máquina por governos e prefeituras.

A caneta é da governadora, mas quem segura a mão?

Governar não é apenas ocupar a cadeira. É decidir quem entra, quem sai e quem permanece. No Acre, a discussão sobre nomeações e exonerações no governo Mailza Assis mostra que a caneta formal pode estar nas mãos da governadora, mas cada decisão também comunica força, dependência, ruptura ou acomodação política. A pauta investiga o que existe por trás das pressões, das validações públicas e das conversas de bastidor.

O perdão não começa no outro. Começa na prisão que construímos dentro de nó

Perdoar não significa justificar o erro de quem nos feriu. Significa recuperar o controle sobre a própria vida. A partir de Mateus 18, este artigo mostra por que a mágoa aprisiona, como nosso cérebro registra a dor emocional e por que Jesus apresenta o perdão como um caminho de liberdade, e não de fraqueza.

Homem e Propósito: quando a força vira prisão

Homem e propósito: a história de Bruce Lee revela como força, disciplina e ambição podem virar prisão quando não há estrutura interior.

Últimas Notícias

Categorias populares