Prisões e participação em “A Fazenda”: Saiba quem era Oscar Maroni, que morreu aos 74 anos

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O empresário Oscar Maroni morreu aos 74 anos nesta quarta-feira (31/12) e a causa do falecimento não foi divulgada. Ele convivia com Alzheimer e teve uma vida intensa, com episódios de prisão e polêmicas. Saiba mais quem era o homem fiel às suas convicções e à sua liberdade.

No Instagram, com mais de 18 mil seguidores, Oscar se denominava como empresário do ramo de entretenimento para adultos, fazendeiro, hoteleiro e hedonista [filosofia que busca o prazer]. Ele ainda participou da sétima edição de “A Fazenda”, no ano considerado repleto de polêmicas, e ficou conhecido como “edição dos vilões”.

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Reprodução Instagram Oscar Maroni
Oscar MaroniReprodução Instagram Oscar Maroni
Crédito: Reprodução Instagram @dom_maroni69
Oscar Maroni, empresário conhecido na noite de São Paulo, faleceu aos 74 anosCrédito: Reprodução Instagram @dom_maroni69
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Oscar Maroni, empresário conhecido na noite de São Paulo, faleceu aos 74 anosCrédito: Reprodução Instagram @dom_maroni69

Além disso, o empresário tinha uma longa ficha na polícia de São Paulo. Tudo começou em 1998, quando preso pela primeira vez por explorar a prostituição em uma boate. Na época, aproximadamente outras 150 pessoas também foram detidas.

Anos mais tarde, foi levado pelos agentes por porte de arma de uso restrito do Exército. Ainda dentro dos mesmos 12 meses, a boate de Maroni sofreu, após o fazendeiro declarar que enriqueceu em 10 anos e que, com a inauguração de um hotel, o Bahamas ia se tornar uma “Disneylândia do prazer”.

Na época, documentos apreendidos na boate mostraram o pagamento de propinas a funcionários da prefeitura, policiais e militares da Aeronáutica para facilitar o funcionamento dos negócios e a construção do hotel no estabelecimento.

Em 2007, após afirmações dele, a prefeitura do estado lacrou a casa Bahamas e aplicou multas. Na ocasião, o hoteleiro disse que o estabelecimento era uma casa de prostituição, o que é ilegal pela legislação brasileira e que não poderia ser licenciada pelo órgão municipal.

No mesmo ano, ele ficou detido por 50 dias, suspeito de manter o esquema de prostituição na boate. O hedonista foi acusado pelo Ministério Público Estadual de formação de quadrilha, tráfico de mulheres, exploração de prostíbulo e favorecimento à prostituição.

Por fim, em 2009, Oscar ficou preso por cerca de seis dias, suspeito de ameaçar uma ex-companheira, que era testemunha em um processo contra o empresário.

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