Maria Antônia pede sensibilidade do governo em demissões na Saúde e elogia atuação de Adailton Cruz

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Durante a sessão ordinária desta terça-feira (15), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a deputada Maria Antônia (PP) demonstrou preocupação com a situação dos servidores contratados emergencialmente na área da Saúde, que estão sendo desligados para a convocação de concursados. A parlamentar relatou que participou de uma reunião da Comissão de Saúde para tratar do tema e lamentou o impacto das demissões.

Maria Antônia parabenizou o deputado Adailton Cruz (PSB) pela forma como vem conduzindo os debates na comissão. “Quero aqui te parabenizar, deputado, por sempre conduzir tão bem as reuniões que a gente participa na Comissão de Saúde presidida por Vossa Excelência. Mesmo na Semana Santa, o senhor estará trabalhando, junto com o secretário de Saúde, para discutir esse assunto tão delicado”, destacou.

A deputada também pediu mais sensibilidade por parte do governo e das instituições envolvidas no processo. “É importante que o governo, a Secretaria de Saúde e principalmente o Ministério Público tenham um olhar mais humano para essa situação. São pessoas que já estão há anos prestando um serviço essencial no Pronto Socorro e agora enfrentam o desemprego. A gente lamenta muito por isso”, afirmou. Ela explicou ainda que não poderá participar da próxima reunião porque estará em agenda no Vale do Juruá.

Na continuidade de seu discurso, Maria Antônia reforçou a importância da permanência desses profissionais até junho, como foi discutido na Comissão. “Essas pessoas já estão há anos trabalhando no Pronto Socorro, na Fundação, no Into, em todos os órgãos da Saúde, levando atendimento à nossa população. Tenho certeza de que a população é quem mais perde com essa defasagem. Não desmerecendo os concursos, mas é lamentável que quem tanto tempo serve à população fique sem renda e sem sustento para suas famílias”, disse.

Para a deputada, a retirada desses servidores trará prejuízos diretos ao atendimento. “Quanto mais servidor atendendo, mais a saúde da população será assistida. Pedimos que as pessoas responsáveis tenham empatia e deem essa luz a esses servidores, permitindo que fiquem ao menos até junho.”

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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