Barroso dá mais 30 dias para São Paulo detalhar uso de câmeras pela PM

⏱️ 4 min de leitura

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu mais 30 dias de prazo para que o governo de São Paulo apresente mais informações sobre o uso de câmeras corporais pelos policiais militares do estado.Barroso dá mais 30 dias para São Paulo detalhar uso de câmeras pela PMBarroso dá mais 30 dias para São Paulo detalhar uso de câmeras pela PM

 

Pela determinação, o governo de Tarcísio de Freitas deverá detalhar quais indicadores serão utilizados para avaliar a efetividade da medida. Também deve ser esclarecida a ordem de adoção prioritária das câmeras corporais nas fardas dos policiais militares de acordo com os riscos de letalidade policial.

 

O aumento de prazo havia sido pedido pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo. O órgão alegou que o Centro de Inteligência da Polícia Militar está elaborando os levantamentos, mas seria preciso mais tempo, diante da quantidade de dados que precisam ser coletados e analisados.

 

O tempo inicial de resposta era de 45 dias e constava na decisão de 9 de dezembro em que Barroso determinou a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais pela PM paulista. Por essa decisão, os equipamentos devem ser capazes de gravação ininterrupta. Ele atendeu a pedido da Defensoria Pública de São Paulo.

Em nova decisão, de 26 de dezembro, Barroso limitou a obrigatoriedade das câmeras somente para “operações de grande envergadura”, incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais.

O ministro reconheceu a alegação do governo paulista de que não teria câmeras suficientes para todo o efetivo da PM, que supera os 80 mil agentes. Ele ordenou que os equipamentos fossem destinados a regiões com maior letalidade policial.

Histórico

O governo de São Paulo se comprometeu com o STF, em abril do ano passado, a usar câmeras corporais em operações policiais no estado e apresentou cronograma que estabelecia a implementação do sistema. O estado previa nova licitação e aquisição de novos equipamentos.

A adoção da medida, contudo, tem demorado diante de dúvidas a respeito da compra de 12 mil câmeras da empresa Motorola. A compra foi criticada, no entanto, por prever mudanças na forma de acionamento do equipamento, que não faria uma gravação ininterrupta, conforme determinado pelo Supremo.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu mais 30 dias de prazo para que o governo de São Paulo apresente mais informações sobre o uso de câmeras corporais pelos policiais militares do estado.

Pela determinação, o governo de Tarcísio de Freitas deverá detalhar quais indicadores serão utilizados para avaliar a efetividade da medida. Também deve ser esclarecida a ordem de adoção prioritária das câmeras corporais nas fardas dos policiais militares de acordo com os riscos de letalidade policial.

O aumento de prazo havia sido pedido pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo. O órgão alegou que o Centro de Inteligência da Polícia Militar está elaborando os levantamentos, mas seria preciso mais tempo, diante da quantidade de dados que precisam ser coletados e analisados.

O tempo inicial de resposta era de 45 dias e constava na decisão de 9 de dezembro em que Barroso determinou a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais pela PM paulista. Por essa decisão, os equipamentos devem ser capazes de gravação ininterrupta. Ele atendeu a pedido da Defensoria Pública de São Paulo.

Em nova decisão, de 26 de dezembro, Barroso limitou a obrigatoriedade das câmeras somente para “operações de grande envergadura”, incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais.

O ministro reconheceu a alegação do governo paulista de que não teria câmeras suficientes para todo o efetivo da PM, que supera os 80 mil agentes. Ele ordenou que os equipamentos fossem destinados a regiões com maior letalidade policial.

O governo de São Paulo se comprometeu com o STF, em abril do ano passado, a usar câmeras corporais em operações policiais no estado e apresentou cronograma que estabelecia a implementação do sistema. O estado previa nova licitação e aquisição de novos equipamentos.

A adoção da medida, contudo, tem demorado diante de dúvidas a respeito da compra de 12 mil câmeras da empresa Motorola. A compra foi criticada, no entanto, por prever mudanças na forma de acionamento do equipamento, que não faria uma gravação ininterrupta, conforme determinado pelo Supremo.

Leia Também: Pastor diz que matou menina de 13 anos na Grande BH após ter levado um tapa

Mais Lidas

Vagas de estágio do CIEE no Acre exigem cadastro atualizado

Estudantes regularmente matriculados podem consultar vagas de estágio do CIEE no Acre. Cada oportunidade possui critérios próprios de curso, cidade, jornada, bolsa e prazo de inscrição.

Estudantes do Acre podem concorrer a vagas de estágio na área administrativa ofertadas pelo CIEE

O Centro de Integração Empresa-Escola- CIEE está com vagas abertas de...

AD Rio Branco reúne mais de 1.500 participantes no 8º Encontro Estadual de Lideranças

A Assembleia de Deus Ministério Rio Branco realizou, entre 23 e 25 de julho, o 8º Encontro Estadual de Lideranças. Segundo a organização, mais de 1.500 participantes estiveram na programação, que terminou com a consagração de mais de cem obreiros.

Alysson Bestene anuncia revitalização do Parque Chico Mendes aos 30 anos, mas custo e cronograma ainda não foram divulgados

A Prefeitura de Rio Branco realizou uma vistoria técnica no Parque Ambiental Chico Mendes em 10 de julho de 2026 e anunciou melhorias no pavimento, na academia ao ar livre e nos brinquedos. O espaço completa 30 anos em 31 de julho e possui 57 hectares de floresta preservada, reunindo lazer, educação ambiental, pesquisa e conservação da fauna e da flora amazônicas. A gestão do prefeito Alysson Bestene também apresentou, em maio, o projeto de um novo mirante com 30 metros de altura, elevador panorâmico e espaço para café ou lanchonete. Apesar dos anúncios, ainda não foram divulgados o orçamento consolidado, a fonte dos recursos, o cronograma, a modalidade de contratação e a data prevista para início e conclusão das intervenções. A reportagem acompanhará a transformação da vistoria e dos projetos anunciados em obras contratadas, executadas e entregues.

Quanto custa preparar a Expoacre 2026? Prefeitura e Governo ainda não detalham o investimento total da operação

A preparação da Expoacre 2026 já mobiliza centenas de trabalhadores, máquinas e estrutura pública em Rio Branco. Embora a dimensão operacional tenha sido divulgada, informações fundamentais sobre o custo total da operação, contratos, origem dos recursos, patrocínios e estimativa oficial de retorno econômico ainda não foram detalhadas pelos órgãos responsáveis. A reportagem reúne as informações confirmadas, identifica os agentes públicos responsáveis e aponta quais dados permanecem pendentes de divulgação.

Últimas Notícias

Categorias populares