A festa é nossa, mas o medo também. E ninguém fala disso na Cavalgada.

Do Sofá para o Site – Um olhar cotidiano com afeto e ironia
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Do Sofá para o Site – Um olhar cotidiano com afeto e ironia

Todo ano é assim: tem Cavalgada, tem briga.
Tem trio elétrico, tem confusão.
Tem nota da prefeitura avisando que o trânsito vai mudar, mas ninguém avisa que o povo vai andar com medo.

Você quer levar seu filho, mas tem medo da multidão.
Quer curtir, mas tem medo de pisar no lugar errado, esbarrar na pessoa errada, falar alto demais e virar alvo de gente alterada pela bebida.
É uma mistura de festa com tensão. De alegria com sobrevivência.

E o pior é que todo mundo sabe.
A segurança é reforçada… no papel.
Mas, no chão da rua, o que se vê é a PM correndo atrás do prejuízo, e famílias encurtando a diversão pra evitar o pior.

Tá na hora de mudar a regra do jogo.
Controlar bebida, sim. Fiscalizar com força, também.
Porque não é normal sair de casa pra uma festa e voltar pra casa com história de terror.
Festa boa é aquela que termina com lembrança, não com boletim de ocorrência.

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