41 pessoas desaparecem após avalanche nos Himalaias

Pelo menos 41 pessoas estão desaparecidas após terem sido arrastadas por uma avalanche, esta sexta-feira (28), em uma região montanhosa no norte da Índia, nos Himalaias, na região de Chamoli. 

 

De acordo com a Sky News, o incidente ocorreu junto dos estaleiros de uma construção.

A polícia revelou que, inicialmente, pelo menos, 57 pessoas estavam desaparecidas. No entanto, 16 já foram resgatadas.

“Um total de 57 trabalhadores do departamento de estradas de fronteira da Índia ficou soterrado após ocorrer uma avalancha. Entretanto, 16 destes já foram resgatados”, disse o ministro-chefe do estado de Uttarakhand, Pushkar Singh Dhami, em uma declaração para imprensa.

Cinco das pessoas até agora resgatadas estão em estado grave e foram transportadas para uma instalação militar para receberem tratamento.

Um repórter da Índia, da Sky News, afirmou que o exército indiano está também ajudando, em conjunto com os serviços de resgate, com cerca de 150 militares.

“Neste momento, a operação de resgate é lenta porque estamos enfrentando dificuldades devido à chuva”, informou o magistrado do distrito de Chamoli, Sandeep Tiwari, acrescentando que “assim que o tempo melhorar” vão acelerar o resgate. 

A área montanhosa no oeste dos Himalaias, a 20 quilômetros da fronteira com a China, foi atingida por precipitações nas últimas horas e continua em alerta laranja, de acordo com o mais recente relatório do departamento meteorológico indiano (IMD, na sigla em inglês).

Segundo o engenheiro chefe do departamento de estradas de fronteira da Índia, C.R. Meena, pelo menos três ambulâncias foram enviadas para a área, mas a equipe de resgate está com dificuldades em chegar ao local onde ocorreu o incidente.

As tempestades de neve e as avalanchas são os dois maiores perigos nos Himalaias indianos, localizados no norte do país.

As avalanchas costumam afetar os visitantes que vêm à região para admirar as suas paisagens e caminhar pelas suas montanhas.

Pelo menos nove turistas morreram nos Himalaias indianos em 06 de junho do ano passado, depois de terem ficado presos durante quase 48 horas numa tempestade de neve.

Os acidentes durante a construção de infraestruturas são comuns na Índia, onde as condições nem sempre são as mais seguras ou cumprem as normas de segurança.

Leia Também: Papa Francisco “continua melhorando”, diz Vaticano

Mais Lidas

Expoacre soma 254 mil visitas, mas maioria dos rio-branquenses dizia não pretender ir

A Expoacre 2026 acumulou 254 mil entradas nos seis primeiros dias, enquanto pesquisa Fecomércio/DataControl mostra que 56,5% dos entrevistados em Rio Branco disseram que não pretendiam visitar a feira. Os números medem fenômenos diferentes e ajudam a explicar alcance, frequência e adesão ao maior evento do Acre.

PF investiga fraude no Seguro-Defeso no Acre e apura participação de agentes públicos

A Polícia Federal deflagrou a Operação Maré de Apate para investigar suspeitas de emissão e utilização irregular de registros de pescador artesanal no Acre. Seis mandados foram cumpridos em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A apuração também alcança a possível participação de agentes públicos e particulares e busca dimensionar eventual prejuízo aos cofres públicos.

Expoacre 2026: veja os principais fatos que marcaram as últimas 24 horas no maior evento do Acre

A Expoacre 2026 segue concentrando a agenda econômica, política e institucional do Acre. Confira os principais acontecimentos das últimas 24 horas e os impactos do maior evento do estado.

Marilza Brás e Cadmiel Bomfim: dois nomes ligados à Assembleia de Deus na disputa pela Aleac

Marilza Brás e Cadmiel Bomfim pretendem disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo PL. Enquanto Cadmiel recebeu o apoio da direção da Assembleia de Deus em Rio Branco, Marilza apresenta currículo técnico, formação acadêmica e ligação com a mesma tradição religiosa. A disputa revela os limites do chamado “candidato da igreja” e reforça que a decisão eleitoral pertence ao cidadão.

Tião Viana e Peixes da Amazônia: após arremate de R$ 13,151 milhões, falta explicar qual é o papel atual

Tião Viana afirmou no Papo Informal que continua ajudando no “resgate” da Peixes da Amazônia. A antiga empresa está falida, enquanto os ativos do complexo foram arrematados pela OZ Earth. A declaração não esclarece se a atuação do ex-governador terminou na busca de investidores ou continua na estruturação da nova operação.

Últimas Notícias

Categorias populares