No Acre, a política nem sempre acontece onde a câmera está apontada. Este artigo editorial analisa a disputa por poder, visibilidade e narrativa, mostrando por que aparecer não é o mesmo que decidir, por que silêncio também comunica e por que contexto vale mais do que reação.
Há cargos que permanecem no organograma, mas parecem presos ao ciclo político anterior. Em governo de continuidade, a pergunta é simples: quem ficou inteiro para servir ao novo momento?