Depois de analisar promessas, acordos, burocracia e o custo das decisões políticas, este episódio apresenta os princípios que podem fortalecer a governança pública no Acre sem eliminar a política, mas impedindo que interesses particulares passem a comandar o Estado.
Nenhum acordo político é pago apenas por quem o assinou. Quando decisões públicas deixam de seguir critérios técnicos para atender interesses de grupos, a conta aparece em outro lugar: filas maiores, obras atrasadas, serviços piores, menor eficiência e mais desperdício de recursos. Este episódio analisa como o custo da política no Acre ultrapassa os gabinetes e chega ao cotidiano da população.
Quando dois servidores enfrentam o mesmo diagnóstico, fazem o mesmo tratamento e apresentam laudos semelhantes, por que apenas um pode trabalhar remotamente? Este episódio analisa como o regime de teletrabalho experimental no Acre criou uma seleção administrativa que ultrapassa o debate sobre produtividade e alcança saúde, igualdade e dignidade do servidor público.
Há cargos que permanecem no organograma, mas parecem presos ao ciclo político anterior. Em governo de continuidade, a pergunta é simples: quem ficou inteiro para servir ao novo momento?