Gil convence Caixinha e vai de vetado a solução para deficiência no Santos

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SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gil perdeu espaço no início da temporada do Santos pois, de acordo com o técnico Pedro Caixinha, ele não seria útil para o estilo de jogo. A deficiência do setor fez o estrangeiro mudar de ideia e dar nova chance ao zagueiro.

 

Gil iniciou o ano vetado por Caixinha. O fato chamou a atenção, pois defensor foi um dos nomes de maior destaque da Série B por sua regularidade, bom posicionamento e técnica.

Inicialmente, Caixinha não o via acompanhando o grupo fisicamente e, consequentemente, o seu estilo de jogo com linhas altas. João Basso foi o nome escolhido para ser a dupla de Zé Ivaldo.
Gil era um nome de segurança da torcida e foi frequentemente aplaudido nas escalações enquanto reserva. Basso oscilou na competição e, ao longo dela, participou diretamente de falhas no gol.

Em uma sequência de jogos ruins, Caixinha reconheceu a deficiência na bola aérea e viu Gil como solução. Reconhecido por seu bom posicionamento e jogo aéreo, ele era a peça ideal.

“Não vou discutir decisões técnicas, mas posso dizer que o Luisão, pelo gol contra o Botafogo-SP, não estaria no melhor nível de confiança para poder iniciar nessa posição. Nós jogamos com uma estrutura diferente, de três zagueiros. O Gil saiu no último jogo e não tinha nenhuma condição de iniciar esse jogo. Nós queremos que nossa equipe jogue com a linha defensiva no meio-campo. Com as características do Gil, é um pouco mais difícil”, afirmou Caixinha sobre Gil fora contra o Corinthians.

A derrota no clássico foi o pontapé para a mudança da defesa, pois João Basso falhou em dois dos gols naquela noite. Caixinha se viu na nona rodada precisando vencer os três próximos jogos para classificar.

A chegada de Gil na zaga foi um complemento para as características de Zé Ivaldo e a defesa deixou de ser um problema para o Santos. Hoje a dupla é titular absoluta.

Caixinha considera o camisa 4 um elo entre comissão e elenco e reconhece que sua experiência pesa para a titularidade.

“Tive uma segunda conversa com ele, é um jogador com importância e experiência, mas é igual a todos os outros que fazem parte do plantel. É igual em todas as regras e decisões. Hoje, não pudemos trazer Escobar, então abriu-se uma brecha. Além de ser um jogador que contamos, Gil vai ter relação com elenco e comissão técnica. Vai ser um elo entre comissão e elenco. Ajudar jovens jogadores em particular na defesa. Vai seguir trabalhando bem com eles. Terá chance quando entendermos que é a hora certa”, afirmou o treinador após a derrota para o São Bernardo.

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