Juliana Paes explica emoção no ensaio técnico da Viradouro: “Difícil controlar”

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O retorno de Juliana Paes ao posto de Rainha de Bateria da Unidos do Viradouro após 17 anos não foi apenas um ensaio técnico, foi um reencontro de alma. Em entrevista exclusiva para Leo Dias, titular deste portal, na Marquês de Sapucaí, a atriz admitiu que ficou “desnorteada” com a recepção e não conseguiu segurar as lágrimas ao pisar novamente na Avenida.

Apesar do enorme assédio da imprensa e dos fotógrafos, a artista revelou que sua prioridade absoluta era o Setor 1, conhecido como o setor popular, onde as arquibancadas são gratuitas e o público chega cedo com isopores para garantir lugar. “Minha angústia era: ‘Turma, eu quero atender todo mundo, mas o setor 1 está aqui’”, explicou ela.

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Juliana Paes durante o ensaio técnicoReprodução / Instagram
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Juliana Paes no ensaio técnico da ViradouroReprodução / Instagram
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Juliana Paes retorna como Rainha de Bateria da Viradouro no Carnaval 2026Crédito: @renataxavierfoto
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Juliana Paes retorna como Rainha de Bateria da Viradouro no Carnaval 2026Crédito: @renataxavierfoto
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Juliana Paes retorna como Rainha de Bateria da Viradouro no Carnaval 2026Crédito: @renataxavierfoto
Foto/Portal LeoDias
Juliana Paes é Rainha de Bateria da Unidos do ViradouroFoto/Portal LeoDias

Para a atriz, aquele espaço representa a essência da festa. “Desculpa, não tem entrevista, não tem emoção [para a imprensa] agora. Ali naquele momento, eu quero me comunicar com aquelas pessoas… A galera do setor 1 merece esse carinho, merece esse respeito”, desabafou, justificando por que tentou furar o bloqueio de repórteres para saudar a comunidade.

A emoção transbordou de vez quando Juliana encontrou Mestre Ciça, lendário comandante da bateria “Furacão Vermelho e Branco”. Segundo ela, ao vê-lo com a camisa de paetê listrada, “a ficha caiu” de que o Carnaval havia recomeçado.

A rainha também exaltou o enredo da escola, que neste ano olha para dentro e homenageia seus próprios ícones. “A gente conta história de tanta gente, de personalidade da TV, do cinema… E agora a Viradouro olhou para si, para a turma que faz o Carnaval há 50 anos, igual ao Ciça. Tudo isso veio na cabeça e a vontade de chorar tomou conta. É difícil controlar a emoção genuína”, concluiu.

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