sexta-feira, 13 fevereiro, 2026
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Bolsa se aproxima de máxima histórica: será que ainda vale a pena investir?

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O Ibovespa encerrou nesta segunda-feira (12) aos 131.115 pontos e começa a se aproximar de sua máxima histórica de fechamento, obtida na reta final do ano passado, de 134.193 pontos. Ou seja, para isso, basta que a Bolsa brasileira acumule uma valorização de aproximadamente 2,3% nos próximos pregões, para um novo recorde de pontos.

Apesar disso, o cenário ainda exige cautela para os investidores. Isso porque analistas entendem que o preço das ações pode ser considerado barato – com valuation atrativo –, entretanto eles mantêm uma perspectiva neutra no curto prazo.

Com isto, o mercado acionário vive aparentes contradições: o recente rally da Bolsa não foi suficiente para tornar os papéis da Bolsa “caros” e, mesmo sendo considerados “baratos” (nos fundamentos), podem ainda não estar tão atrativos.

O que faz o Ibovespa subir? 

Para entender este cenário, vamos começar com os fatores que levaram o Ibovespa a romper os 131 mil pontos. Entre eles, está a safra de resultados corporativos do 2º trimestre, com o desempenho das empresas sendo considerado positivo, como um todo, segundo analistas.

Para especialistas, as companhias seguem entregando resultados robustos, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador.

O setor financeiro, por exemplo, teve seus resultados bem avaliados, sobretudo com Itaú (ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4).

“Ainda há oportunidade em bancos, o que é incomum, já que é um setor com precificação alta. Vemos atratividade no Itaú, tanto para dividendos quanto para crescimento”, afirma Victor Bueno, analista da Nord Investimentos. 

Houve, ainda, reações positivas das ações aos números do 2º trimestre para empresas como B3 (B3SA3), Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Renner (LREN3) e Casas Bahia (BHIA3). 

Bueno também elenca a volta – mesmo que ainda tímida – do fluxo estrangeiro, como um fator essencial para as altas recentes da Bolsa e argumenta que a curva de juros dos Estados Unidos “vem fechando”, o que favorece mercados emergentes. 

Por que a Bolsa segue barata? 

Em relação à Bolsa, Bueno destaca que ela está “barata”, argumentando que o indicador fundamentalista P/L (preço das empresas sobre lucro) está na faixa de 9,7 vezes, ante uma média histórica de 14,6 vezes, dos últimos dez anos.

Enquanto isso, o P/EBIT (preço das empresas sobre lucros antes de juros e impostos) encontra-se em 5,2 vezes contra média de 9,1 vezes na última década. Quando mais baixo for tanto o P/L quanto o P/EBIT, mais barato o ativo é considerado – e vice-versa. 

“Não podemos afirmar que os múltiplos vão convergir para a média de forma orgânica, sem mudanças no cenário macroeconômico e fiscal. Ainda veremos empresas entregando bons resultados, o que pode, inclusive, deixar a Bolsa ainda mais barata”, argumenta o analista da Nord. 

Já Marcos Duarte, analista da Nova Futura Investimentos, explica que “os 130 mil são um divisor de águas para o investidor de curto a médio prazo, já que agora o índice tem como alvo os 134 mil pontos e depois os 138 mil pontos (pela análise técnica”.

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Daqui para frente, a retomada da Bolsa ainda depende dos próximos indicadores de inflação e atividade econômica do Brasil e dos Estados Unidos, segundo analistas.

Se não surpreenderem negativamente, “há chances de uma recuperação mais forte, mas a volatilidade de curto prazo ainda pode persistir devido às incertezas globais e a possíveis ajustes nos mercados”, reforça Raquel Zucchi, Head de Research da Investo. 

Neutralidade no curto prazo 

Mas se a Bolsa vem subindo e há possibilidade de alcançar novo recorde, por que analistas não estão otimistas com as ações no curto prazo?

“Não basta apenas esperarmos a entrada do investidor estrangeiro, ele voltará de vez quando a percepção de risco fiscal melhorar. Ainda temos uma situação delicada”, justifica Bueno.

Para ele, não é preciso resolver todos os problemas que o Brasil tem no âmbito fiscal, mas sinalizações de corte de gastos, entre outras pro-mercado, já seriam suficientes para destravar valor na Bolsa. 

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Renda fixa atrativa

Os analistas também não escondem que a competição com a renda fixa vem atrapalhando a Bolsa. “O investidor precisa fazer escolhas e vê as empresas com números surpreendentes, mas uma renda fixa ainda muito forte. Há uma sedução pela segurança (da renda fixa)”, avalia Duarte.

Mas para quem mira um horizonte de pelo menos três anos pode valer a pena correr um pouco mais de risco neste momento: “estamos diante de uma grande oportunidade na Bolsa, mesmo com possíveis solavancos no meio deste caminho”, explica Bueno.

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Fundhacre efetua três novos transplantes de córnea bem-sucedidos

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A Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre) realizou, de forma bem-sucedida, três novos procedimentos de transplante de córnea, em Rio Branco, na última semana. As cirurgias, realizadas com precisão, trouxeram novas perspectivas para os pacientes Hallinan Silva, Ronaldo dos Santos e Nildes Carneiro.

Com as novas cirurgias, Fundhacre já realizou 36 transplantes de córnea em 2024. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

A operação foi conduzida pela médica oftalmologista Natália Moreno, responsável técnica pelos transplantes de córnea da Fundação. A equipe do Serviço de Transplantes e do Centro Cirúrgico trabalhou em conjunto para garantir o melhor resultado possível para cada paciente.

Ronaldo dos Santos, de 31 anos, perdeu a visão do olho esquerdo em 2020. Ele, que trabalha na construção civil, demonstrou esperança de que a cirurgia possa lhe devolver a capacidade de enxergar com clareza. “Vai mudar muito, porque a gente está acostumado com os dois olhos. Se Deus quiser, vai dar tudo certo e vou voltar a enxergar. Vai ser muito bom”, disse Ronaldo, otimista quanto à recuperação.

Ronaldo perdeu a visão do olho esquerdo em 2020. Foto: Luanna Lins/Fundhacre

Já Hallinan Silva, de 22 anos, é portadora de leucoma corneano desde os 6 anos de idade. A jovem veio de Cruzeiro do Sul em busca da cirurgia. “Estou muito feliz, porque vai melhorar bastante minha visão, que é uma dificuldade para mim há bastante tempo”, compartilhou Hallinan, que precisava lidar com o embaçamento da visão e a sensibilidade ao sol no olho esquerdo.

Hallinan veio de Cruzeiro do Sul para realizar o procedimento. Foto: Luanna Lins/Fundhacre

E, para Nildes Carneiro, de 71 anos, o transplante é a realização de um sonho. De Sena Madureira e com a visão do olho esquerdo comprometida desde 2020, agradeceu pela oportunidade de voltar a enxergar. “Não tenho nem palavras, sou grata a Deus por isso. O dia finalmente chegou, e vou poder voltar a fazer minhas coisas em casa”, afirmou, ansiosa para retomar suas atividades sem as limitações anteriores.

Nildes aguarda a cirurgia desde 2021, quando recebeu encaminhamento médico para o procedimento. Foto: Luanna Lins/Fundhacre

“É com muita alegria que realizamos mais três transplantes de córnea. Seguimos na nossa missão de ampliar esse serviço a cada dia, realizando mais procedimentos e mantendo sempre a qualidade e o cuidado com nossos pacientes. Isso só é possível graças ao compromisso dos nossos gestores e o cuidado do governo do Estado em ofertar o que há de melhor em saúde para nossa população”, afirmou Valéria Monteiro, coordenadora do Serviço de Transplantes da Fundhacre.

Todas as cirurgias foram realizadas com êxito: os pacientes já receberam alta e estão em recuperação. Referência em transplantes na Região Norte, a Fundhacre já completou 36 transplantes de córnea em 2024, somando um total de 335 procedimentos realizados desde o início do programa de transplantes, em 2009.

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Áudio: Plenário tem ajuda ao RS, dívidas dos estados, desoneração e segurança privada

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O Plenário deve votar nesta terça-feira (13) duas medidas provisórias: a que liberou mais R$ 12 bilhões para o Rio Grande do Sul (MP 1.218/2024) e a que liberou R$ 369 milhões para o combate aos efeitos do fenômeno climático El Niño (MP 1.214/2024). Os senadores podem analisar ainda a criação do Estatuto da Segurança Privada (SCD 6/2016 – PLS 135/2010) e as renegociações das dívidas dos estados com a União (PLP 121/2024). Também está na pauta da semana a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e pequenos municípios.

Morre, aos 96 anos, Antonio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda

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Voepass aciona seguradora para indenizar famílias das vítimas do acidente em Vinhedo (SP)

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A Voepass, companhia aérea responsável pelo avião que caiu na última sexta-feira, 9, em Vinhedo (SP), acionou sua seguradora para indenizar as famílias das vítimas. O desastre deixou 62 mortos.

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De acordo com a empresa, a seguradora está fazendo tratativas individuais com a família de cada um dos passageiros. Os corpos das vítimas foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) central, em São Paulo, com 12 identificados e 8 liberados.

A indenização envolve danos morais e materiais 

Segundo a Defensoria Pública do Paraná, que acompanha as investigações junto com a de São Paulo, a responsabilidade da empresa em acidentes de consumo é objetiva. “Os danos morais e materiais devem ser indenizados, independentemente da culpa da transportadora aérea na queda.”

https://www.youtube.com/watch?v=b0QtJD6WmsA

Os danos morais referem-se ao sofrimento pela perda de um familiar. Os danos materiais incluem a perda de bens e lucros cessantes, como pensão mensal vitalícia baseada nos rendimentos mensais e expectativa de vida da pessoa que morreu.

Havia 58 passageiros e quatro tripulantes no avião da Voepass que caiu 

O avião ATR 72-500 da Voepass, prefixo PS-VPB, decolou de Cascavel (PR), com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, mas caiu em Vinhedo (SP), depois de uma hora e meia de voo. Todas as 62 pessoas a bordo, incluindo 58 passageiros e quatro tripulantes, morreram.

A Delegacia de Vinhedo instaurou um inquérito policial para investigar o acidente. A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), também investiga as causas da queda.

Ex-primeira-dama da Argentina fala pela primeira vez sobre agressões de Fernández

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A ex-primeira-dama da Argentina Fabiola Yáñez falou publicamente pela primeira vez depois de denunciar o ex-presidente Alberto Fernández por violência física e mental enquanto foram casados. Ela deu entrevista para o portal argentino Infobae.

Visivelmente abalada durante a entrevista, Fabiola relatou episódios de “terrorismo psicológico”.

“A outra violência da qual fui sujeita durante muito tempo foi o assédio telefônico e o terrorismo psicológico”, disse a ex-primeira dama. “Essa pessoa passou dois meses me ameaçando dia sim, dia não, dizendo que se eu fizesse isso ou aquilo ele cometeria suicídio. Isso não se faz. Isso é um crime.”

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“A violência que existia antes era o assédio”, acrescentou. “Eu tinha que ficar ao telefone o dia todo, porque se não estivesse era como se estivesse fazendo uma coisa ou outra. Com isso, comecei a ficar cada vez mais trancada dentro do apartamento. Não podia ir a um restaurante com os meus amigas.”

Questionada pelo portal se foi vítima de outros tipos de ataques, Fabiola se recusou a responder. Segundo ela, isso se tratava de uma informação que fazia parte do processo judicial e não podia comentar o assunto.

A ex-primeira-dama disse ainda que inibidores foram instalados no carro que possuía para que o veículo fosse desligado caso ela dirigisse para longe de casa.

A ex-primeira-dama da Argentina Fabiola Yañez aparece com hematomas pelo corpo depois de supostas agressões de Alberto Fernández | Foto: Reprodução/Infobae

Denúncia contra o ex-presidente da Argentina

A imprensa argentina revelou as acusações de agressão da ex-primeira-dama contra Fernández no último dia 6 de agosto.

De acordo com o jornal argentino Clarín, algumas dessas agressões teriam ocorrido durante a gravidez do filho do casal Francisco, em 2022.

O caso veio à tona depois do compartilhamento de fotos e áudios entre Fabiola e a secretária do ex-presidente, María Cantero.

Alberto Fernández foi aliado do presidente Lula em campanha para o amigo petista em 2022 | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Essas evidências foram coletadas durante uma investigação do Ministério Público sobre abuso de autoridade e peculato. Os crimes teriam sido cometidos por Fernández durante o mandato presidencial.

Durante a investigação, as autoridades argentinas fizeram uma perícia no celular de María Cantero, em que encontraram mídias que comprometem o ex-presidente.

Segundo o Clarín, as fotos mostram Fabiola com hematomas no rosto, maxilar inchado e escoriações.

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Áudios também revelaram relatos das agressões na residência oficial da Presidência, a Quinta de Olivos.

Os registros foram divulgados sete meses depois do fim do mandato de Fernández, que deixou o cargo em dezembro de 2023. O caso permanece arquivado na Justiça, já que a mulher decidiu retirar a queixa contra o marido.

O advogado do casal, Juan Pablo Fioribello, confirmou a troca de mensagens entre Fabiola e María Cantero, mas afirmou não ter tido acesso às mensagens.

Segundo Fioribello, o ex-presidente negou veementemente as agre

No Dia dos Pais, Fiuk desabafa sobre relação com Fábio Júnior: ‘Sua ausência me faz falta todos os dias’

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O cantor Fiuk utilizou suas redes sociais para manifestar sua insatisfação em relação ao pai, Fábio Júnior, no Dia dos Pais, celebrado neste domingo (11). Em uma mensagem publicada no Instagram, ele desejou um feliz Dia dos Pais, ressaltando a ausência do pai e como isso impactou sua vida, afirmando que Fábio deixou uma marca significativa, apesar da distância. “Pai, eu nem sei explicar o tamanho da dor que é te ter tão longe. É triste sentir que alguém que deveria dar amor, suporte e carinho não quer nem saber de você. A sua ausência me faz falta todos os dias”, postou Fiuk. Nos stories, o ex-BBB declarou que o dia era especialmente sensível para ele. Além disso, revelou que estava se dedicando ao autoconhecimento como uma maneira de entender melhor suas emoções e lidar com a situação familiar.

Fiuk confessou que se inspirou em um texto encontrado na internet para compor sua mensagem, explicando que buscava uma forma mais autêntica de transmitir seus sentimentos. Essa escolha reflete sua busca por uma expressão mais genuína em meio a um momento de vulnerabilidade. Fábio Júnior não se manifestou sobre a postagem de seu filho.

Confira o post de Fiuk sobre o pai

 

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Uma publicação compartilhada por fiuk (@fiuk)

Publicado por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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