quarta-feira, 25 fevereiro, 2026
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Presidente do Fórum Empresarial recebe representantes da Fecomércio e do Senac do Amapá para discutir futuras parcerias

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Presidente do Fórum Empresarial recebe representantes da Fecomércio e do Senac do Amapá para discutir futuras parcerias

O presidente do Fórum Empresarial do Acre, José Adriano, recebeu, na tarde desta quinta-feira, 7, representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/AP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac) do Amapá para uma apresentação das ações desenvolvidas no estado para em prol do turismo sustentável por meio do Programa DEL Turismo.

A reunião ocorreu na Federação das Indústrias do Acre (Fieac) e contou com a presença do diretor de Turismo da Fecomércio do Acre, João Bosco, a coordenadora Tíssia Veloso e o consultor regional Estácio Guimarães.

A equipe do Amapá é composta pelo superintendente da Fecomércio, Welton Cardoso da Costa, a coordenadora do Conselho Estadual de Turismo (Cetur) da federação, Josiane Coutinho, a diretora de Educação Profissional do Senac/AP, Obde Conrado, e da instrutora do Segmento de Turismo, Hospitalidade e Lazer do Senac/AP, Gabriela Dias Nascimento.

O objetivo da visita é mostrar a operacionalização, o funcionamento, avanços e resultados alcançados nos municípios que trabalham com o DEL turismo. Atualmente, o Acre, por meio do Fórum Empresarial do Acre, é o único estado da Região Norte que possui parceria com a BBW para implementação do projeto.

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Durante o encontro, o presidente falou sobre o início da parceria com o DEL Turismo, firmada em 2020, e fez um breve relato dos projetos desenvolvidos em Xapuri, Epitaciolândia e a capital Rio Branco, municípios que trabalham com o programa atualmente. “Ficamos muito alegres em recebê-los, espero que estejam aproveitando e aproveitem nossos pontos turístico. Gosto muito do Amapá, conheço alguns municípios. Temos desenvolvido aqui um trabalho muito importante, queremos ajudar e trocar experiências com vocês, o Amapá tem muito potencial. “, destacou.

O superintendente da Fecomércio/AP, Welton Cardoso, disse que a comitiva se sente em casa no Acre e explicou que a federação realizou, recentemente, um mapeamento do turismo com intuito de trabalhar melhor o setor nos 16 municípios. Na manhã desta quarta, a comitiva participou da reunião ordinária do Conselho Municipal de Turismo de Rio Branco (Comtur) para conhecer os projetos já executados na capital acreana.

Já nesta sexta-feira, 8, a programação inclui visitas técnicas em pontos turísticos de Epitaciolândia e Xapuri, bem como compromissos com os prefeitos das respectivas cidades.

“Temos alguns municípios voltados para a indústria, temos tentado motivar os demais setores. A Fecomércio vai chancelar esse projeto, por meio do Senac, que vai fazer a atuação direta do DEL Turismo. O Acre é muito próximo da nossa realidade geográfica, da nossa floreste e tem sido muito interessante conhecer como vocês têm desenvolvido esse projeto em Rio Branco e nos demais municípios”, disse o superintendente da Fecomércio/AP, Welton Cardoso.

 

Imbróglio sobre a gestão do skate no Brasil está perto do fim

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Imbróglio sobre a gestão do skate no Brasil está perto do fim

O imbróglio entre a Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk), World Skate e Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação (CBHP) está chegando em seus capítulos finais. Isto porque o Ministério do Esporte enviou ofício à Federação Internacional afirmando que a CBSk é a gestora do skate no Brasil.

Tabela de conteúdos

No documento assinado pelo ministro André Luiz Carvalho Ribeiro, o André Fufuca, a entidade máxima do esporte no Brasil ratificou o posicionamento do Comitê Olímpico do Brasil (COB). No fim de outubro, o Comitê encaminhou ofício à World Skate, entidade comanda mundialmente o skate em termos olímpicos, definindo a CBSk legítima administradora da modalidade em território nacional.

“O Ministério do Esporte não se opõe ao posicionamento do Comitê Olímpico do Brasil — COB que considerou “a CBSK foi a entidade escolhida” “para planejar e gerenciar o skateboarding no ciclo olímpico de 2025-2028”, notadamente porquanto os recursos públicos destinados às ações preparatórias aos Jogos Olímpicos de 2028 deverão ser endereçados às entidades que tenham modalidades ali representadas”, diz um trecho do documento.

O Ministério do Esporte ainda se colocou à disposição para sediar e mediar uma reunião para a solução consensual entre a CBSk e CBHP. Assim como o COB, o Ministério também deixa aberta a criação de uma nova entidade para a representação internacional.

Terceira entidade

Para o presidente da CBSk, Eduardo Musa, os posicionamentos oficiais do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico do Brasil resolvem a questão. Além disso, o mandatário também disse que já entrou em contato com a CBHP para tratar sobre a criação e formato de uma terceira entidade para representação internacional.

“O posicionamento do Ministério do Esporte, somado ao ofício do COB, resolve a questão. De maneira muito clara, as autoridades desportivas brasileiras já se posicionaram no sentido de que, internamente, cada modalidade seja representada pela sua própria entidade. No caso do Skateboarding, a CBSk é essa entidade e nunca tivemos dúvida sobre isso. Há 25 anos estamos fazendo isso diariamente”, disse Musa.

“A World Skate já afirmou por escrito e confirmou em audiência que respeitaria a decisão tomada pelas autoridades esportivas do nosso país. Então, já entramos em contato e estamos esperando uma resposta da CBHP sobre um encontro para tratar a criação e o formato dessa terceira entidade de representação”, completou.

A briga

A disputa sobre em qual federação fica pendurado o skate olímpico no Brasil vem de longa data. A CBSk ou a Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação. Diante do impasse, a World Skate exigiu uma solução. Ano passado cobrou que ou houvesse uma fusão entre as duas federações ou que o COB definisse quem seria a responsável. No início deste ano, a World Skate desfiliou a CBSk e colocou a gestão do skate nas mãos do COB. Após apelar para a Corte Arbitral do Esporte (CAS), a CBSk retomou o controle provisoriamente em virtude dos Jogos de Paris. Porém segue desfiliada da World Skate.

Presidente sanciona lei que permite custeio de despesas de locomoção para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias

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Presidente sanciona lei que permite custeio de despesas de locomoção para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira, 6 de novembro, o Projeto de Lei nº 2.012, de 2019, que permite o custeio das despesas de locomoção para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) que utilizarem veículo próprio durante o trabalho.

A nova legislação inclui a possibilidade de indenização pelo uso de transporte particular, ampliando a autonomia dos profissionais no desempenho de atividades externas. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que a pasta trabalha para avançar mais na saúde da família em todo o país, e que a sanção é um dos caminhos para atingir esse objetivo.

“Estamos também trabalhando para a profissão ser mais valorizada, a educação permanente de trabalho, com o curso Mais Saúde com Agentes. Eu acho que os desafios são muito grandes, os desafios são enormes, mas estamos trabalhando para melhorar o acesso à saúde e reconstruir o SUS, e isso não pode ser feito sem o papel dos agentes”, destacou Nísia.

MOBILIDADE – Com a sanção, os agentes passam a ter melhores condições de trabalho, já que a medida incentiva a mobilidade e a eficácia dos serviços prestados. Além disso, reforça a importância da integração dos ACSs com a comunidade, essencial para a Estratégia de Saúde da Família. A nova lei confere ainda maior dignidade e respaldo às funções desempenhadas por ACSs e ACEs, fundamentais na promoção da saúde e prevenção de doenças em todo o país.

“Não é apenas de comunitários de saúde ou agentes de combate à endemia. São agentes da vida, do bem. Eles que cuidam lá da ponta daquelas famílias que você menos imagina. Eles que chegam lá na zona rural, onde não tem asfalto, onde não tem energia, onde não tem política pública, mas tem um agente comunitário lá, levando o mínimo de solução ou de alento para aquelas famílias para poder levar o melhor. E hoje, muitos deles fazem com tanto amor que usam o seu transporte particular”, ressaltou o autor do projeto de lei, senador Weverton Rocha.

RECURSOS – O relator do projeto na Câmara dos Deputados, Duarte Jr, parabenizou o Governo Federal pela sanção da lei e pontuou a necessidade de criar possibilidades para que os agentes possam ter recursos para chegar aos locais mais distantes e atender pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Quando a gente sai do conforto do gabinete, quando a gente sai do conforto das estruturas que estão à disposição para servir as pessoas, a gente passa a ouvir as dores, ouvir aqueles que mais precisam. E é isso que simboliza o seu governo, presidente Lula, de fazer com que as vozes roucas que vêm das ruas possam não somente serem ouvidas, mas sobretudo atendidas”, finalizou.

Governo do Acre apoia produção de mel no Juruá e impulsiona desenvolvimento sustentável na região

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Governo do Acre apoia produção de mel no Juruá e impulsiona desenvolvimento sustentável na região

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), deu mais um passo para fortalecer a economia do Vale do Juruá, ao apoiar a produção de mel na região. A iniciativa integra o Plano Estadual de Incentivo à Agricultura Familiar e à Sustentabilidade, beneficiando diretamente apicultores e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico local. Com o apoio, os produtores recebem recursos, insumos e capacitação técnica, reforçando a produção de mel de alta qualidade.

Governo do Acre apoia produção de mel no Juruá e impulsiona desenvolvimento sustentável na região | Cidade AC News – Notícias do Acre
Apicultores recebem apoio do Estado para produzir de mel de alta qualidade. Foto: cedida

O incentivo à apicultura no Juruá não apenas fortalece a renda das famílias envolvidas, mas promove práticas agrícolas sustentáveis. A região, caracterizada por sua biodiversidade e riqueza de flora, oferece um ambiente ideal para a atividade, e o mel produzido carrega propriedades únicas, provenientes das flores e plantas nativas da Amazônia. Para os pequenos apicultores, o apoio governamental representa uma oportunidade de ampliar a produção, diversificar a fonte de renda e agregar valor ao produto.

Governo do Acre apoia produção de mel no Juruá e impulsiona desenvolvimento sustentável na região | Cidade AC News – Notícias do Acre
Abelhas nativas sem ferrão são mais dóceis que tipos introduzidos no Brasil. Foto: Marcos Santos/Secom

As ações desenvolvidas incluem o fornecimento de equipamentos especializados, como colmeias e roupas de proteção, além de treinamentos sobre técnicas de manejo sustentável e boas práticas de colheita. Com isso, o governo assegura que a apicultura no Juruá não só cresça, mas também respeite o meio ambiente e a saúde das abelhas, essenciais para a preservação de ecossistemas.

Segundo o chefe da Divisão de Produção Familiar da Seagri, Josicley Azevedo, o programa de apoio à apicultura busca ainda viabilizar a inclusão do mel do Juruá no mercado nacional e internacional, valorizando o produto e reconhecendo a qualidade regional. “Nosso objetivo é transformar o Juruá em uma referência na produção de mel sustentável. Com os incentivos, estamos mostrando que é possível desenvolver a economia com respeito à natureza e aos pequenos produtores, promovendo sustentabilidade e inclusão social”, afirmou o engenheiro agrônomo.

Governo do Acre apoia produção de mel no Juruá e impulsiona desenvolvimento sustentável na região | Cidade AC News – Notícias do Acre
Abelhas sem ferrão produzem mel de alta qualidade em Mâncio Lima. Foto: Marcos Santos/Secom

Com o apoio técnico e financeiro do governo estadual, os produtores já vislumbram a expansão nas colheitas de mel. As parcerias firmadas como os pequenos produtores locais ajudam a estruturar a cadeia produtiva e a garantir melhores condições de futuras comercializações, além de assegurar que o produto final atenda a padrões de qualidade exigidos no mercado.

Para o apicultor Gladson Muniz, de Mâncio Lima, o apoio chegou em um momento importante. “Havia dificuldade em manter a produção e até em garantir a qualidade do mel. Hoje, com o apoio do governo, vamos melhorar a estrutura e investir no nosso trabalho. Esse incentivo muda a vida de muita gente aqui, especialmente a minha. Comecei a produção a partir de uma problema de gastrite, quando me ensinaram um remédio à base do mel de abelha; fiz e deu certo, então pensei que poderia ajudar outras pessoas e comecei a criação”, relatou.

O Programa de Apoio à Apicultura no Juruá se alinha com as metas de desenvolvimento sustentável do governo estadual, que busca promover a preservação ambiental aliada ao crescimento econômico regional. A previsão é de que, nos próximos anos, o mel do Juruá se consolide como marca de qualidade e símbolo do potencial amazônico, atraindo investimentos e ampliando o reconhecimento do estado como um produtor de mel sustentável e diferenciado.

 

Prêmio de Comunicação do Governo do Acre recebeu inscrição de 106 trabalhos

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Prêmio de Comunicação do Governo do Acre recebeu inscrição de 106 trabalhos

Com o encerramento das inscrições ao 2° Prêmio de Comunicação do Governo do Acre – Jornalista Val Sales, que será realizado no dia 28 de novembro, foram contabilizados 106 trabalhos concorrentes.

Em seu segundo ano, o prêmio promovido pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) concederá, ao todo, R$ 107 mil em premiações, sendo R$ 15 mil para os primeiros colocados nas modalidades Texto, Áudio, Telejornalismo, Web Vídeo e Foto. Os segundos colocados vão receber premiação no valor de R$ 5 mil. Na categoria Estudante, o prêmio para o primeiro melhor avaliado será de R$ 5 mil e de R$ 2 mil para o segundo colocado.

Com alcance em todo o Acre, o Prêmio de Comunicação do Governo do Estado busca estimular e valorizar a produção jornalística que divulgue conteúdos que contribuam para o cumprimento do dever constitucional de dar publicidade aos atos e ações de governo relevantes para a sociedade acreana, estimulando a comunicação social nas mais diversas áreas, como agricultura, educação, cultura, cidadania, direitos humanos, meio ambiente, segurança pública e turismo, entre outras.

“A quantidade de inscritos, demonstra a importância desse prêmio que, além de promover os profissionais da imprensa acreana, contribui para a disseminação dos trabalhos e serviços realizados pelo governo do Acre em prol da população”, destacou o secretário em exercício, Elenilson Oliveira.

As modalidades do certame são:

– Texto: matérias publicadas por profissionais em veículos impressos (jornais e revistas) sediados no Acre, bem como em portais, sites de notícias ou mídias digitais;

– Áudio: conteúdos jornalísticos veiculados por profissionais em emissoras de rádio sediadas no Acre ou podcasts produzidos no Acre e publicados em plataformas de streaming ou digitais;

– Telejornalismo: conteúdos jornalísticos veiculados por profissionais em canais de televisão sediados no Acre;

– Web vídeo: vídeos produzidos no Acre e publicados em canais de jornalismo nas plataformas digitais;

– Foto: fotos publicadas por profissionais em matéria de veículos impressos (jornais, revistas ou outros) ou virtuais (blogs, sites, portais).

– Estudante: concedido à melhor reportagem, produzida em texto, áudio ou vídeo, por acadêmico da área jornalística ou áreas afins, publicada em jornal impresso ou portais digitais sediados no Acre, observando-se as peculiaridades técnicas adequadas a cada meio e canal de comunicação.

Governo divulga resultado preliminar da prova de aptidão física do concurso público do Detran

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Governo divulga resultado preliminar da prova de aptidão física do concurso público do Detran

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AC), divulgou no Diário Oficial desta sexta-feira, 8, o resultado preliminar da prova de aptidão física referente ao concurso público para provimento de cargos de nível superior do Detran/AC. A etapa faz parte do certame regido pelo Edital de Abertura n.º 001/2024, publicado em 8 de abril de 2024.

O edital, de número 016/2024, traz a lista de candidatos considerados aptos na prova de aptidão física, distribuídos por municípios e identificados por nome e número de inscrição. Além disso, informa a relação de candidatas que tiveram o exame adiado por motivo gestacional.

Os candidatos podem acessar individualmente o resultado e, caso tenham sido considerados inaptos, visualizar a filmagem do teste através do site do Instituto AOCP. Para aqueles que desejarem interpor recurso, o prazo será de 11 a 12 de novembro, também por meio do portal do Instituto AOCP.

A próxima etapa do concurso será o exame psicotécnico, previsto para ser divulgado em 20 de novembro de 2024, no mesmo site.

 

Cúpula da Polícia Civil do Acre participa de palestra com coordenador de operações e recursos especiais do Rio de Janeiro

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Cúpula da Polícia Civil do Acre participa de palestra com coordenador de operações e recursos especiais do Rio de Janeiro

A cúpula da Polícia Civil do Acre (PCAC) assistiu nesta quinta-feira, 7, a uma palestra realizada pelo chefe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core/RJ), delegado Fabrício Oliveira. O evento foi realizado no Centro Cultural da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro (RJ), e contou também com a presença de representantes da Polícia Militar (PMAC) e do Corpo de Bombeiros (CBMAC).

Cúpula da Polícia Civil do Acre participa de palestra com coordenador de operações e recursos especiais do Rio de Janeiro | Cidade AC News – Notícias do Acre
Cúpula da PCAC esteve presente em palestra realizada pelo delegado Fabrício Oliveira, chefe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core/RJ). Foto: cedida

Fabrício Oliveira abordou as atribuições, os desafios e as operações conduzidas pela Core no estado fluminense, destacando a importância da troca de conhecimentos e experiências entre as forças de segurança pública de diferentes regiões do país.

O delegado-geral da PCAC, Henrique Maciel, enfatizou a relevância da iniciativa. “Participar de encontros como este é fundamental para aprimorarmos nossa atuação e nos mantermos atualizados sobre as melhores práticas de operações especiais. A colaboração entre estados é uma ferramenta poderosa para a segurança pública”, afirmou.

Após a palestra, Maciel gravou um vídeo com Oliveira, em que o delegado confirma sua próxima visita ao Acre, ministrando uma capacitação voltada à equipe da Core/AC, visando elevar o padrão das operações no Acre e reforçando o preparo das equipes para lidar com situações de alta complexidade.

 

Abandono Afetivo: Uma Perspectiva Jurídica

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Imagem produzida com Inteligência Artificial
Imagem produzida com Inteligência Artificial

O abandono afetivo configura-se como uma manifesta omissão dos pais na prestação dos cuidados emocionais e afetivos necessários ao pleno e saudável desenvolvimento de seus filhos. Este fenômeno transcende a mera ausência física, englobando a carência do suporte emocional vital ao equilíbrio psíquico da criança. Ainda que não tipificado como delito no ordenamento jurídico brasileiro, o abandono afetivo encontra amparo nos princípios constitucionais e na legislação infraconstitucional, justificando a reparação civil pelos danos morais ocasionados

O abandono afetivo encontra amparo na Constituição Federal, especificamente no art. 227, o qual estabelece o direito fundamental à convivência familiar digna e harmônica. Além disso, o art. 186 do Código Civil trata da responsabilidade civil por ato ilícito, abrangendo, portanto, os danos morais advindos do abandono afetivo.

O art. 227 atribui à família, à sociedade e ao Estado o dever de assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à convivência familiar saudável e harmoniosa. Este preceito constitucional é reforçado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), que explicita os direitos fundamentais das crianças e adolescentes, garantindo-lhes um ambiente propício ao seu desenvolvimento integral.

No campo da responsabilidade civil, o art. 186 do Código Civil prescreveaquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo. Assim, o abandono afetivo, ao configurar uma omissão que viola o direito fundamental da criança à convivência familiar, enseja a reparação por danos morais.

Dentre os exemplos de abandono afetivo, temos a deficiência de carinho e apoio emocional, cuja ocorrência se dá quando os pais se abstêm de fornecer o afeto e o suporte emocional indispensáveis, resultando em sentimentos de rejeição e desamparo; a negligência nas necessidades primárias. Nesse caso, trata-se da omissão no atendimento às necessidades fundamentais, como alimentação, higiene e cuidados de saúde. Outro exemplo é a ausência prolongada e não justificada. Essa se caracteriza quando os pais se afastam por longos períodos sem razões plausíveis, privando a criança de orientação e apoio.

Para se insurgir judicialmente contra o abandono afetivo, é imperativo buscar a orientação de um advogado especializado em direito de família. Este profissional guiará a coleta de provas e a elaboração da petição inicial, essencial para o sucesso da demanda.

A comprovação do abandono afetivo exige robustez probatória, englobando: testemunhas idôneas, quais sejam relatos de amigos, familiares e educadores que corroborem a negligência e os danos infligidos. Outra prova necessária, também indispensável, é a documentação escolar; estes registros servem para evidenciar o desempenho acadêmico e possíveis perturbações emocionais.

Há, ainda, a necessidade de laudo médico, isto é, relatórios profissionais da saúde mental que atestem o impacto psicológico do abandono. A tomada de depoimentos, declarações da própria criança, ajustada à sua capacidade de entendimento e idade, é indispensável pata interposição de uma ação judicial por abandono afetivo.

O instituto do abandono afetivo revela-se, portanto, uma grave afronta aos direitos fundamentais das crianças e adolescentes, exigindo uma atuação enérgica e criteriosa do Poder Judiciário para a reparação dos danos causados.

Dito isto, convém lembrar que o instituto do abandono afetivo revela-se como uma grave afronta aos direitos fundamentais das crianças e adolescentes, exigindo uma atuação enérgica e criteriosa do Poder Judiciário para a reparação dos danos causados.

O princípio da dignidade da pessoa humana, norteador do ordenamento jurídico brasileiro, impõe a tutela dos direitos das crianças e adolescentes, assegurando-lhes um desenvolvimento saudável em um ambiente familiar afetuoso e harmonioso. Portanto, a reparação por abandono afetivo não apenas restaura a justiça, mas também reafirma o compromisso da sociedade com a proteção integral das futuras gerações.

(*) Francisco Araújo é advogado e jornalista, graduado em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), com mais de 30 anos de experiência no jornalismo.


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Monitoramento Eletrônico versus violência doméstica

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Monitoramento Eletrônico versus violência doméstica
Monitoramento Eletrônico versus violência doméstica
Monitoramento Eletrônico versus violência doméstica | Cidade AC News – Notícias do Acre

A Resolução 412/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabelece diretrizes cruciais para o monitoramento eletrônico, especialmente em casos de violência doméstica. No entanto, a eficácia dessa medida tem sido frequentemente questionada. Infelizmente, ainda há casos em que indivíduos monitorados cometem novos crimes, incluindo feminicídios, mesmo sob o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de aproximação.

Embora a tornozeleira eletrônica seja uma ferramenta útil, ela não é infalível. Casos emblemáticos demonstram que indivíduos monitorados continuam a praticar crimes. Em vários lugares do Brasil, homens monitorados por tornozeleira eletrônica cometem feminicídios, desrespeitando a proibição de aproximação da vítima. Esses incidentes evidencia a necessidade de supervisão contínua e resposta rápida às violações.

O Estado tem a responsabilidade inegociável de garantir a segurança das vítimas. Quando o monitoramento eletrônico falha em prevenir novos crimes, há uma clara necessidade de revisar e aprimorar as políticas e práticas atuais. O artigo 6º do Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/1994) sublinha a importância da inviolabilidade dos direitos dos advogados, e, por analogia, podemos argumentar que a inviolabilidade dos direitos das vítimas deve ser igualmente garantida.

As famílias das vítimas podem e devem interpor ações judiciais para responsabilizar o Estado pela falha no controle dos monitorados. Isto pode incluir pedidos de indenização e a implementação de medidas mais rigorosas. No âmbito do artigo 37, § 6º da Constituição Federal, o Estado pode ser responsabilizado por danos causados por seus agentes.

Endurecer a lei pode ser uma solução, mas é necessário um equilíbrio entre punição e prevenção. Investir em programas de reabilitação e apoio às vítimas é essencial. Ademais, as famílias podem buscar medidas protetivas adicionais, como ordens de restrição mais rigorosas e acompanhamento mais frequente.

A situação é complexa e requer uma abordagem multifacetada para garantir a segurança das vítimas e prevenir novos crimes. O Estado deve assumir sua responsabilidade com seriedade e adotar medidas eficazes para evitar tragédias futuras. As famílias, por sua vez, devem ser capacitadas a buscar justiça e proteção eficaz para seus entes queridos.

Assim, ao refletir sobre a questão, é evidente que a proteção dos direitos das vítimas, frequentemente desrespeitados, deve ser prioridade inegociável no sistema de justiça brasileiro.

(*) Francisco Araújo. Advogado e jornalista. Graduado em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), com sedes em Brasília e São Paulo. Atua no jornalismo há mais de 30 anos. Sócio do escritório Araújo & Mendes Advocacia.

(**) Wallison Mendes. Advogado. Graduado em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Sócio do escritório Araújo & Mendes Advocacia.


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Pensão Alimentícia: Direitos, Procedimentos e Diferenciações

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Foto por Ivan Samkov em Pexels.com
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A pensão alimentícia é um dos temas mais relevantes no direito de família brasileiro, não apenas pela sua importância prática, mas também pela sua profundidade jurídica e social. Prevista no Código Civil Brasileiro, especificamente nos artigos 1.694 a 1.710, ela tem como objetivo garantir o sustento necessário de parentes, cônjuges ou companheiros que não têm condições de prover suas próprias necessidades.

O direito à pensão alimentícia é abrangente e inclui diferentes situações e relações de parentesco. Filhos menores de idade (são os beneficiários mais comuns, mas o direito não se restringe a eles; filhos maiores e incapazes, que não têm condições de se sustentar, também têm direito à pensão. Além disso, ex-cônjuges ou ex-companheiros podem requerer a pensão quando comprovam a necessidade e a impossibilidade de prover o próprio sustento, assim como pais em idade avançada ou com necessidades especiais.

O processo para obtenção da pensão alimentícia inicia-se com a petição inicial, onde o requerente expõe a sua situação e solicita o auxílio financeiro. Em seguida, ocorre a audiência de conciliação, na qual se busca um acordo amigável entre as partes. Não havendo acordo, o juiz procederá à fixação dos alimentos, determinando um valor que atenda às necessidades do requerente e respeite as capacidades financeiras do alimentante. Em caso de inadimplência, o processo de execução de alimentos pode ser acionado, resultando em medidas como a penhora de bens ou até mesmo a prisão civil do devedor.

Um aspecto notável é a previsão de alimentos gravídicos, um direito garantido à gestante para cobrir as despesas adicionais decorrentes da gravidez. Estes incluem alimentação especial, assistência médica e medicamentos necessários para a saúde tanto da mãe quanto do bebê. A legislação brasileira é sensível a estas necessidades, assegurando que a responsabilidade pelo sustento comece desde a concepção.

Durante o trâmite do processo, o juiz pode determinar uma pensão alimentícia provisória, que visa suprir as necessidades imediatas do requerente até a decisão final. Uma vez concluído o processo, a pensão alimentícia definitiva é fixada, estabelecendo o valor e as condições que deverão ser mantidas regularmente.

Embora a presença de um advogado não seja obrigatória, é altamente recomendável. O advogado não apenas garante que todos os procedimentos legais sejam seguidos corretamente, como também oferece suporte técnico e jurídico, facilitando a defesa dos direitos do requerente e contribuindo para a obtenção de um resultado justo e eficiente.

A pensão alimentícia é um direito fundamental que visa assegurar a dignidade e o bem-estar dos indivíduos que não podem, por razões diversas, prover o seu próprio sustento. Garantir esse direito é uma responsabilidade que envolve não apenas o cumprimento das leis, mas também uma compreensão profunda das necessidades e das dinâmicas familiares.

A legislação brasileira, ao prever mecanismos como os alimentos gravídicos e a diferenciação entre pensão provisória e definitiva, demonstra um compromisso com a proteção e a dignidade de todos os cidadãos, desde os primeiros momentos da vida até a velhice.

(*) Francisco Araújo. Advogado e jornalista. Graduado em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), com sedes em Brasília e São Paulo. Atua no jornalismo há mais de 30 anos. Sócio do escritório Araújo & Mendes Advocacia.

(**) Wallison Mendes. Advogado. Graduado em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Sócio do escritório Araújo & Mendes Advocacia.


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