terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky

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EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky


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Em comunicado publicado nesta sexta-feira (12), o governo dos Estados Unidos retirou o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes da lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky. EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky | Cidade AC News – Notícias do AcreEUA retiram Alexandre de Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky | Cidade AC News – Notícias do Acre

Também foi retirado o nome da esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes, e do Instituto Lex, ligado à família do ministro. 

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A decisão é do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano.

As sanções da Lei Magnitsky foram impostas a Alexandre de Moraes pelo governo de Donald Trump no fim de julho. Em setembro, a lista passou a incluir também o nome de Viviane.

Entenda

A Lei Magnitsky é um mecanismo previsto na legislação estadunidense usado para punir unilateralmente supostos violadores de direitos humanos no exterior. Entre outros pontos, a medida bloqueia bens e empresas dos alvos da sanção nos EUA.

Entre as sanções previstas estão o bloqueio de contas bancárias, de bens e interesses em bens dentro da jurisdição em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.

Ao aplicar a sanção a Moraes, o órgão do Departamento de Tesouro norte-americano acusou Alexandre de Moraes de violar a liberdade de expressão e autorizar “prisões arbitrárias”, citando o julgamento da tentativa de golpe de Estado e decisões contra empresas de mídia social estadunidenses. 

De acordo com o Secretário do Tesouro, Scot Besset, Moraes seria responsável por uma campanha opressiva de censura, por detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e por processos politizados, “inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro”.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

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Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil


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As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil | Cidade AC News – Notícias do AcreDesigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil | Cidade AC News – Notícias do Acre

O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

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O CadÚnico é um registro administrativo que reúne informações socioeconômicas de famílias de baixa renda no Brasil, como escolaridade, renda, condições de moradia e matrícula escolar das crianças. Constitui uma ferramenta essencial para a formulação e implementação de políticas públicas de proteção social.

O Censo Escolar é o levantamento estatístico oficial sobre a educação básica no Brasil, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele contém informações sobre matrículas, infraestrutura escolar, alunos e docentes nas instituições de ensino públicas e privadas, sendo a principal fonte para análise da cobertura escolar no país.

A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

 


Cuiabá - Escola Municipal de Ensino Básico Antonio Ferreira Valentim (Antonio Cruz/Agência Brasil)

  De acordo com o estudo da Fundação, as evidências comprovam que, se a criança tem uma educação infantil de qualidade, ela vai melhorar toda a sua trajetória escolar (Antonio Cruz/Agência Brasil) – Antonio Cruz/Agência Brasil

Em entrevista à Agência Brasil, Mariana lembrou que, em uma creche integral, a criança se alimenta até cinco vezes por dia, é um espaço de combate à violência.

“A gente olha para a creche como uma grande prioridade. E o que se vê é que as crianças do Cad são as que estão menos na creche”, destacou.

“A gente está falando de um percentual de atendimento, depois desse paliamento Cad x Censo Escolar, que passou de 20% para 30%. Mas isso significa dizer que 70% ainda estão fora. E, em uma média nacional hoje de 40%. A gente está falando, portanto, de dez pontos percentuais atrás da média nacional”, completou.

Por regiões

A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

Para Mariana Luz, a questão da idade é muito importante, porque há muitas unidades escolares do país que não oferecem creche para crianças até 2 anos. Na creche, a probabilidade de matrícula aumenta conforme a idade da criança. Quanto mais velha ela for, maiores são as chances de acesso, que atingem 148,29% a mais.

Ela destaca também “a falta de informações das mães sobre a importância da creche, da escola como espaço de desenvolvimento”. Além disso, muitas vezes, “as mães não encontram vagas, não têm com quem deixar os filhos e isso influencia o papel da mulher no mercado de trabalho”.

>>Falta de acesso a creches e escolas impacta mulheres de favelas

O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança.

Raça, gênero e deficiência

De acordo com o estudo da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, questões de raça, gênero e deficiência influenciam também no acesso à creche.

“Crianças não brancas têm menores possibilidades de estarem na escola”.

Entre as famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico, as crianças brancas têm 4% mais chance de estar na creche e quase 7% mais chances de estar na pré-escola do que crianças pretas, pardas e indígenas.

O estudo mostra que as meninas têm menor probabilidade de frequentar creche (-4,05%), enquanto as crianças com deficiência têm 13,44% menos chance de estarem matriculadas na pré-escola.

“É um problema da desigualdade estrutural, do racismo estrutural”.

De acordo com Mariana, o fato de meninas terem menos chance de irem para a creche evidencia que a desigualdade de gênero começa já na primeira etapa da educação infantil. “Você está falando de raça, gênero e deficiência: são três prioridades para a gente inserir na escola. Sobretudo sendo a escola um local para combater desigualdades”.

“E a desigualdade tem essas camadas de cor, de gênero, também o caso das pessoas com deficiência. Na verdade, eles deveriam ser colocados em primeiro lugar nessa primeira etapa, que é tão estruturante, porque são os que estão mais fora e é uma fase de maior pico de desenvolvimento”, defendeu.

Renda e moradia

Também a renda e o local de moradia determinam quem tem acesso à creche e à pré-escola no Brasil. Quando o responsável familiar tem emprego formal, a probabilidade de a criança estar na creche é 32% maior.

Já a remuneração informal dos responsáveis diminui em 9% as chances de a criança frequentar a creche e em 6% a pré-escola. A escolaridade dos pais ou responsáveis também conta para a inserção na educação infantil: quanto maior a escolaridade, maior a probabilidade de o adulto inserir o filho na creche.

O domicílio também favorece ou não a entrada das crianças na creche e na pré-escola. Crianças que moram em domicílios com mais infraestrutura, com maior grau de calçamento, mais iluminação, em bairro organizado, têm mais chance de ir para a escola. Isso se aplica sobretudo na área urbana, indicou a presidente da Fundação.

Mariana salientou, por outro lado, que se a família é beneficiada por um programa de transferência de renda, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Programa Bolsa Família ((PBF), isso aumenta a probabilidade de as crianças ingressarem na educação infantil.

O BCP, por exemplo, eleva em 12% a probabilidade de a criança estar na creche e em cerca de 8% na pré-escola. Já o Programa Bolsa Família (PBF), que exige matrícula a partir dos 4 anos, aumenta em 9% a chance de ingresso na pré-escola e em torno de 2% a entrada na creche.

PNE

O estudo foi lançado em um momento importante, quando está em discussão o novo Plano Nacional de Educação (PNE), a Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) e o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade da Educação Infantil (Conaquei). Mariana Luz analisou que o mais importante é entender a desigualdade do acesso da educação infantil, “que é a etapa de maior estruturação do desenvolvimento da criança”.

Muitas evidências comprovam que, se a criança tem uma educação infantil de qualidade, ela vai melhorar toda a sua trajetória escolar em até três vezes mais, ao longo das etapas subsequentes da educação.

“A gente garantir essa base sólida na educação infantil, no início da vida, é muito importante. Mas o que a gente vê é que o acesso a essa educação infantil é tão desigual como o nosso país”.

Para a presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, isso significa que quem acessa mais são os segmentos mais ricos da população e quem acessa menos são os quartis mais pobres.

“É preciso deixar claro que mesmo dentro da educação pública, há o reflexo da desigualdade do acesso”, destacou.

Segundo ela, a meta é mostrar que, nas mudanças da educação do Brasil para os próximos dez anos, devem ser adotados princípios básicos que consistem em “oferecer mais para quem tem menos, colocar para dentro da política pública, do serviço e do programa da sala de aula quem mais precisa”.

Mariana que o estudo da Fundação sublinha que não se está conseguindo fazer isso na prática de garantir esse acesso para as crianças que mais precisam. “As crianças do CadÚnico deveriam estar todas, obrigatoriamente, na sala de aula. Porque, se a educação infantil é um instrumento eficaz, comprovado, de combater a desigualdade, a gente para conseguir retirá-la de uma condição de vulnerabilidade, ela não pode estar fora. E o que o estudo mostra é que crianças do Cad estão muito mais fora do que outras. Isso é inadmissível”.

O estudo é mais um elemento para subsidiar o que os pesquisadores da Fundação, do MEC e do MDS defendem, que o acesso tem que vir com priorizações que tragam equidade para a educação infantil, sustentou Mariana. A equidade na educação infantil depende da boa implementação dessas políticas e um esforço conjunto entre União, estados e municípios.

A Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal foi criada em 1965, em memória da filha do banqueiro Gastão Eduardo de Bueno Vidigal, que morreu de leucemia aos 12 anos de idade. O objetivo era fomentar pesquisas no campo da hematologia. Em 2007, porém, a instituição abraçou a causa da primeira infância, considerando que as experiências vividas no começo da vida são fundamentais para o desenvolvimento não só da criança, mas de toda a sociedade.

Um em cada 10 agentes penitenciários teve diagnóstico de depressão

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Um em cada 10 agentes penitenciários teve diagnóstico de depressão


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Pelo menos 10,7% dos agentes penitenciários brasileiros tiveram diagnósticos de depressão, aponta pesquisa realizada com 22,7 mil profissionais da área entre 2022 e 2024 em todo o país.Um em cada 10 agentes penitenciários teve diagnóstico de depressão | Cidade AC News – Notícias do AcreUm em cada 10 agentes penitenciários teve diagnóstico de depressão | Cidade AC News – Notícias do Acre

Outros dados relacionados à saúde mental divulgados nesta semana pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostram, por exemplo, que 20,6% afirmaram ter transtorno de ansiedade, além de haver 4,2% com relatos de transtorno de pânico.

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Os dados foram organizados na pesquisa Cenários da Saúde Física e Mental dos Servidores do Sistema Penitenciário Brasileiro, que  teve parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o governo federal, os mais de 100 mil servidores penitenciários brasileiros desempenham uma função estratégica para a segurança pública, embora muitas vezes invisibilizada.

>> Veja aqui a íntegra da pesquisa

Os organizadores da pesquisa reconhecem que os resultados evidenciam desafios vivenciados pelos servidores, relacionados ao ritmo intenso de trabalho e às exigências emocionais e físicas da atividade.

No entanto, o levantamento mostra também que 15,9% dos servidores estão “muito satisfeitos” com o trabalho enquanto 59,3% se dizem “satisfeitos” com as atividades desenvolvidas. Ao mesmo tempo, a maioria (50,7%) entende que a sociedade poucas vezes reconhece o valor do trabalho, enquanto 33% “nunca” se sentem reconhecidos.

Doenças físicas

Em relação às doenças físicas, os agentes penitenciários destacaram problemas como obesidade (12,5% dos servidores), hipertensão (18,1%) e doenças ortopédicas (12,3% dos casos).

Diante dos números, o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, apontou a necessidade de urgência de políticas estruturadas de cuidado para a categoria, de acordo com o que divulgou o governo federal. Ele considera que esses profissionais sustentam uma estrutura essencial para a segurança pública e tiveram necessidades ignoradas.

“A partir deste diagnóstico, consolidamos um compromisso: aprimorar as ações já iniciadas, ampliar o cuidado e garantir que cada servidor tenha as condições necessárias para exercer sua função com dignidade e qualidade”, afirmou o secretário em nota.

O diretor de Políticas Penitenciárias, Sandro Abel Sousa Barradas, avaliou que é necessário implementar políticas de cuidado que impactam diretamente o bem-estar, a valorização e o desempenho dos servidores.

SUS faz mutirão com 61 mil cirurgias e exames neste fim de semana

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SUS faz mutirão com 61 mil cirurgias e exames neste fim de semana


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O Ministério da Saúde fará, neste sábado (13) e domingo (14), um mutirão com 61,6 mil cirurgias e exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Deste número, 11,5 mil são cirurgias eletivas. Todos os estados e o Distrito Federal serão contemplados. SUS faz mutirão com 61 mil cirurgias e exames neste fim de semana | Cidade AC News – Notícias do AcreSUS faz mutirão com 61 mil cirurgias e exames neste fim de semana | Cidade AC News – Notícias do Acre

A mobilização nacional reunirá 188 hospitais — entre Santas Casas, unidades filantrópicas, hospitais universitários da Rede Ebserh e institutos federais.

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Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ação marca um esforço inédito do governo federal para acelerar o acesso à atenção especializada.

“Neste sábado e domingo, vamos realizar o maior mutirão da história do Sistema Único de Saúde. Pela primeira vez, além dos hospitais universitários, as Santas Casas, hospitais filantrópicos e instituições privadas que atendem pelo ‘Agora Tem Especialistas’ participarão de um esforço nacional conjunto”, disse o ministro.

O mutirão busca reduzir a fila reprimida de cirurgias em áreas como gastroenterologia, urologia, ortopedia, cardiologia e plásticas reparadoras, além de ofertar consultas especializadas e exames como ultrassonografias, tomografias, ressonâncias e endoscopias. O atendimento é voltado a pacientes previamente agendados no SUS.

As Santas Casas terão participação decisiva: 134 unidades filantrópicas devem realizar mais de 9 mil cirurgias em 19 estados. Entre os procedimentos programados estão bariátrica por videolaparoscopia, hernioplastias, plástica abdominal, colecistostomia e vasectomia.

Também integram o mutirão hospitais federais do Rio de Janeiro, como o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), o Instituto de Cardiologia (INC) e unidades como os Hospitais da Lagoa, Andaraí, Ipanema, Bonsucesso, Cardoso Fontes e dos Servidores.

O mutirão faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que tem como meta qualificar e acelerar o acesso a consultas, exames e cirurgias no SUS. Além das ações concentradas, o programa inclui carretas de saúde da mulher, oftalmologia e diagnóstico por imagem; ampliação de horários de atendimento; formação e provimento de especialistas; e parcerias com hospitais privados para atendimento gratuito mediante abatimento de dívidas com a União.

Os 45 hospitais universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) promovem a terceira edição do Mutirão no Dia E – Ebserh em Ação. Ao lado dos institutos e hospitais federais, a rede deverá realizar 2,2 mil cirurgias, 9,2 mil consultas e 40,7 mil exames.

As duas primeiras edições do Dia E, realizadas em julho e setembro, somaram mais de 46,7 mil procedimentos.

Opas alerta que próxima temporada de gripe pode ser mais intensa

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Opas alerta que próxima temporada de gripe pode ser mais intensa


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A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu um alerta nesta quinta-feira (11) para que os países da região das Américas se prepararem para a possibilidade de a temporada de influenza em 2026 ser antecipada ou mais intensa. O documento foi divulgado um dia depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitir um comunicado sobre o subclado K do Influenza A (H3N2), relacionado ao aumento de casos no Hemisfério Norte, que está no inverno, época em que há mais circulação do vírus.Opas alerta que próxima temporada de gripe pode ser mais intensa | Cidade AC News – Notícias do AcreOpas alerta que próxima temporada de gripe pode ser mais intensa | Cidade AC News – Notícias do Acre

Para a região das Américas, a Opas reforça a importância de monitorar atentamente a evolução do vírus, manter uma elevada cobertura vacinal, tratar os casos em tempo oportuno e assegurar a preparação para uma possível atividade precoce ou mais intensa durante a temporada 2026.

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“É fundamental que a população, especialmente os idosos e as pessoas com fatores de risco, recebam a vacina contra a influenza, a fim de se protegerem individualmente e reduzir a pressão sobre os serviços de saúde, em particular os de hospitalização”, alerta a organização.

A Opas destacou que, com o início da temporada de maior circulação da influenza e de outros vírus respiratórios, os Estados-Membros devem ajustar os planos de preparação e organização dos serviços para uma eventual sobrecarga no sistema de saúde.

A organização recomenda reforçar a vigilância da influenza, do vírus sincicial respiratório (VSR) e do SARS-CoV-2, adotar as medidas necessárias de prevenção e controle contra infecções por vírus respiratórios, implementar medidas que garantam o diagnóstico precoce e o manejo clínico adequado, especialmente entre a população de alto risco de apresentar doença grave.

A Opas também orienta os países a garantir a vacinação contra vírus respiratórios, assegurando uma elevada cobertura vacinal em grupos de alto risco, realizar a previsão e organização adequadas dos serviços de saúde, para garantir o cumprimento rigoroso das medidas de controle e prevenção de infecções, o fornecimento adequado de antivirais e equipamentos de proteção individual, bem como uma comunicação adequada dos riscos à população e aos profissionais de saúde.

Vacinação

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, explica que vírus com menos circulação no país tendem a produzir temporadas mais agressivas, já que a população brasileira tem menos imunidade gerada pelo contato com o patógeno em anos anteriores. Mas a alta cobertura vacinal pode fazer a diferença.

“O que a gente recomenda sempre é que os grupos mais vulneráveis estejam vacinados. Crianças, idosos, gestantes, imunocomprometidos, portadores de doenças crônicas, esses precisam ser vacinados porque representam 3/4 dos óbitos de influenza no nosso país”, enfatiza. 

Kfouri lembra que os países do Hemisfério Norte já estão vivendo a temporada de influenza, o que deve antecipar como será a temporada no Hemisfério Sul, no ano que vem. 

“Começou mais cedo lá e em alguns países está chamando a atenção, mas o final da temporada é que vai nos revelar”, disse.

Bolsa sobe 0,99% e volta a superar os 160 mil pontos

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Bolsa sobe 0,99% e volta a superar os 160 mil pontos


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Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro, a bolsa subiu quase 1% e voltou a superar os 160 mil pontos. O dólar teve pequena alta, mas caiu no acumulado da semana.Bolsa sobe 0,99% e volta a superar os 160 mil pontos | Cidade AC News – Notícias do AcreBolsa sobe 0,99% e volta a superar os 160 mil pontos | Cidade AC News – Notícias do Acre

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (12) aos 160.766 pontos, com avanço de 0,99%. Apesar de operar perto da estabilidade no início da tarde, o indicador reagiu nas horas finais de negociação e flertou com os 161 mil pontos.

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Após cair 4,31% na sexta-feira da semana passada (5), a bolsa brasileira reverteu a queda e subiu 2,16% na semana.

O mercado de câmbio teve um dia menos otimista. O dólar comercial fechou esta sexta vendido a R$ 5,411, com alta de R$ 0,006 (+0,11%). A cotação caiu durante a manhã, chegando a R$ 5,38 por volta das 10h20, mas inverteu o movimento durante a tarde, em meio à instabilidade no mercado externo.

Apesar de ter chegado a R$ 5,46 na quarta-feira (10), a moeda estadunidense reverteu o desempenho e fechou a semana com queda de 0,39%. A divisa sobe 1,42% em dezembro, mas cai 12,44% em 2025.

No cenário interno, o mercado acomodou-se depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou a pré-candidatura para a Presidência da República no fim da semana passada. Além disso, a suspensão da aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e a esposa dele reacendeu os ânimos com a normalização das relações entre o Brasil e os Estados Unidos.

No cenário internacional, no entanto, os temores de um estouro de bolha nas ações de empresas de inteligência artificial voltaram a pesar, empurrando para baixo as bolsas estadunidenses. Isso pressionou o dólar em todo o planeta, principalmente em relação a moedas de países emergentes, como o Brasil.

 

* com informações da Reuters

Copa Intercontinental: Fla enfrenta Pyramids em busca de vaga na final

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Copa Intercontinental: Fla enfrenta Pyramids em busca de vaga na final


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Em busca da classificação para a decisão da Copa Intercontinental de clubes da Fifa, o Flamengo entra em campo contra o Pyramids (Egito) a partir das 14h (horário de Brasília) deste sábado (13) no estádio Ahmad bin Ali, na cidade de Al Rayan (Catar).Copa Intercontinental: Fla enfrenta Pyramids em busca de vaga na final | Cidade AC News – Notícias do AcreCopa Intercontinental: Fla enfrenta Pyramids em busca de vaga na final | Cidade AC News – Notícias do Acre

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O confronto pelas semifinais vem após uma estreia na qual o Rubro-Negro da Gávea não atuou bem, mas contou com o brilho do meia-atacante uruguaio Giorgian de Arrascaeta para derrotar o Cruz Azul (México) pelo placar de 2 a 1 na última quarta-feira (10).

Agora, diante dos egípcios, o técnico Filipe Luís afirmou, em entrevista coletiva, que não espera encontrar facilidades: “Esperamos um jogo muito difícil. Sei muito sobre o futebol egípcio, pois joguei com o Salah no Chelsea [Inglaterra]. Mas acho que a parte que me faz olhar mais é o físico dos jogadores. Eles são muito fortes, podem correr muito tempo e nunca ficam cansados. É por isso que é muito difícil vencer as partidas [contra eles]”.

Na última sexta-feira (12), o técnico do Pyramids, o croata Krunoslav Jurcic, também concedeu entrevista coletiva, na qual disse que respeita muito o Flamengo: “O Flamengo tem grandes jogadores e talvez não tenhamos jogadores tão experientes. Tenho respeito pelo Flamengo”.

Do lado do Flamengo uma boa notícia pode ser a aparição do centroavante Pedro no decorrer da partida com os egípcios. Segundo Filipe Luís, o jogador, que passou um período afastado dos gramados por causa de uma lesão muscular na coxa esquerda, deve receber minutos no jogo deste sábado: “Nosso planejamento para ele [Pedro] depende da evolução no dia a dia. No treino de hoje decidiremos se ele pode ter minutos ou não amanhã. Minha expectativa é que tenha minutos”.

Quem avançar entre Flamengo e Pyramids disputará a decisão da Copa Intercontinental de clubes da Fifa na próxima quarta-feira (17), a partir das 14h (horário de Brasília) no estádio Ahmad bin Ali.

Praia e Osasco encaram clubes italianos na semi do Mundial de vôlei

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Praia e Osasco encaram clubes italianos na semi do Mundial de vôlei


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O Praia Clube e o Osasco estão a dois jogos do título do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino, no Ginásio do Pacaembu, em São Paulo. Neste sábado (13) as equipes brasileiras disputarão as semifinais contra duas potências italianas. Atual campeão sul-americano, o time de Uberlândia (MG) entra em quadra às 13h (horário de Brasília) contra o Scandicci. Já o clube paulista, campeão da Superliga, enfrentará às 16h30 o Conegliano, onde joga a ponteira da seleção Gabi Guimarães. Os jogos terão transmissão ao vivo na VBTV, streaming da Federação Internacional de Vôlei.Praia e Osasco encaram clubes italianos na semi do Mundial de vôlei | Cidade AC News – Notícias do AcrePraia e Osasco encaram clubes italianos na semi do Mundial de vôlei | Cidade AC News – Notícias do Acre

Contando com o apoio da torcida, o Osasco vai buscar a vaga na final contra o tricampeão Conegliano (2019, 2022 e 2024), que desponta como o melhor time da atualidade. Nesta temporada, a equipe de Gabi Guimarães gabaritou com quatro títulos: Champions League, Campeonato Italiano, Copa Itália e Supercopa. A missão do Praia Clube contra o Scandicci também não será fácil. O clube europeu tem um elenco de estrelas, como Ekaterina Antropova (oposta da seleção italiana, campeã mundial), Maja Ognjenovci (levantadora da Sérvia, bicampeã mundial) e Brenda Castillo, considerada uma das principais líberos do mundo.

O Osasco se classificou às semifinais na vice-liderança do Grupo A, atrás do Scandicci, para quem perdeu por 3 sets a 0 na segunda rodada da primeira fase. O clube paulista iniciou a campanha com vitória por 3 sets a 0 sobre o Alianza Lima (Peru) e derrotou o Zhetysu (Cazaquistão) por 3 sets a 2, no terceiro e último jogo da fase inicial. O clube paulista sonha com o bicampeonato no Mundial – o primeiro título foi em obtido em 2012, com vitória na final sobre o Rabita Baku (Azerbaijão), no Catar.

Já o Praia Clube sonha com o título inédito na competição. Pelo terceiro ano seguido o time mineiro assegura presença nas semifinais. A equipe se classificou em segundo lugar do Grupo B, cuja liderança ficou com o Conegliano. Na estreia, o Praia bateu o Zamalek (Egito) por 3 sets a 0, mesmo placar da vitória sobre o Orlando Valkyries (Estados Unidos) na segunda rodada. No encerramento da primeira fase, o time brasileiro foi superado pelo Conegliano por 3 sets a 0.

Calderano é eliminado por Lebrun na estreia de simples do WTT Finals

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Calderano é eliminado por Lebrun na estreia de simples do WTT Finals


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Número 3 do mundo, o carioca Hugo Calderano está fora da disputa de simples do WTT Finals, competição que reúne os 16 melhores mesatenistas da temporada 2025, em Hong Kong (China). O brasileiro lutou, mas perdeu de virada a estreia para um velho conhecido: o francês Félix Lebrun, que já o derrotara na disputa do bronze olímpico nos Jogos de Paris. Nesta quinta-feira (11) Lebrun superou o carioca por 4 sets a 2, com parciais de 11/5, 10/12, 6/11, 11/8, 8/11 e 7/11.Calderano é eliminado por Lebrun na estreia de simples do WTT Finals | Cidade AC News – Notícias do AcreCalderano é eliminado por Lebrun na estreia de simples do WTT Finals | Cidade AC News – Notícias do Acre

Calderano começou bem, liderando o primeiro set e chegou a abrir 6 a 1 de vantagem na segunda parcial. A partir daí, Lebrun emplacou pontos seguidos até o empate em 7 a 7. O embate seguiu parelho, mas o francês levou a melhor por 12/10. No terceiro set, o francês voltou a sobressair na metade final: fechou em 11/6 e virou o placar para 2 a 1. Na quarta parcial, Calderano foi mais assertivo: abriu 8 a 5 e seguiu na dianteira até fechar em 11/6, empatando novamente a partida. Embora equilibrados, os dois últimos sets terminaram com predomínio do francês – 11/8 e 11/7 –, que cravou a vitória de virada por 4 a 2.

Dupla Calderashi vence a primeira

Antes da estreia no torneio de simples, o carioca venceu a segunda rodada da disputa de duplas mistas ao lado da paulista Bruna Takahashi.  Após revés no jogo de estreia, a parceria “Calderashi” – apelido dado pela torcida brasileira – venceu na madrugada de hoje os espanhóis Alvaro Robles e Maria Xiao por 3 sets a 1 (11/7, 11/3, 7/11 e 11/8).  

A dupla Amarelinha, número 6 do mundo, faz jogo decisivo pela classificação às semifinais às 7h25 (horário de Brasília) desta sexta (12). Calderano e Takahashi terão pela frente os japoneses Harimoto Miwa e Matsushima Sora, que ocupam o quarto lugar no ranking mundial. Ambas as duplas somam uma vitória e uma derrota no torneio. 

Carlos Bolsonaro renuncia a cargo de vereador no Rio após sete mandatos

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Carlos Bolsonaro renuncia a cargo de vereador no Rio após sete mandatos

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL) renunciou ao seu cargo na Câmara Municipal. Ele foi eleito o vereador mais jovem do país, com apenas 17 anos, e estava cumprindo seu sétimo mandato consecutivo. O comunicado informando a decisão do político foi publicado na última quinta-feira (11/12).

Durante uma sessão no órgão do governo carioca, ele deu a notícia: “Hoje, 11 de dezembro de 2025, eu encerro um ciclo que marcou profundamente a minha vida, e faço isso com sentimento que cabe inteiro em uma palavra: gratidão”.

Veja as fotos

Reprodução Instagram Carlos Bolsonaro
Carlos BolsonaroReprodução Instagram Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro explicou o que aconteceu com o pai, Jair Bolsonaro, que passou mal nesta sexta (11/4)Reprodução Instagram
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A decisão ocorreu após a mudança do filho de Jair Messias Bolsonaro para Santa Catarina, onde concorrerá a uma vaga ao Senado no próximo ano, 2026. Sobre o assunto, ele afirmou:

“Vou para Santa Catarina para cumprir um chamado que não poderia realizar aqui, pois fiz uma escolha sempre guiada pelo meu coração. Uma [escolha] que me levou a um estado que sempre amei e fez grande parte da minha vida. Parto desta cidade com o coração cheio de saúde. Mas também com a serenidade de quem sabe que está atendendo a uma missão maior, da qual sempre fiz parte”.

Durante o discurso, o parlamentar mencionou a “luta” por valores como liberdade, família e soberania do país: “Não é uma fuga, é a continuidade de uma luta (…) por um Brasil que respeita o seu povo, sua identidade e, principalmente, num momento tão conturbado no país, buscando o equilíbrio entre os poderes. Levo comigo o Rio, sempre, mas agora preciso contribuir em outra trincheira, honrando tudo o que aprendi e construí nessa cidade e agregando a todo um movimento nacional.”

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