Ex-Malhação revela ter sido vítima de estupro e afirma ter realizado aborto

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A atriz Renata Sayuri, que participou de “Malhação” (Globo), revelou ter sido vítima de um estupro quando tinha 23 anos.

 

Ela contou que engravidou e precisou realizar um aborto três meses depois. Ela explicou os motivos de não ter denunciado o crime na época.

“Eu tinha 23 anos. Essa situação aconteceu dentro de uma relação de trabalho. E foi nesse ambiente que ocorreu. Tive que fazer um aborto três meses depois”, disse Renata.

Artista relatou que crime teria acontecido após uma confraternização. A atriz lembra de ter deixado o local “dopada”, sem saber como isso aconteceu, mencionando que bebia pouco na época.

“Foi muito confuso entender como havia acontecido. Havia uma hierarquia de pessoas, a empresa com poder imenso. A pessoa não era um colega de trabalho da equipe em que eu trabalhava, mas ele era da mesma empresa”, afirma.

Meses após o ocorrido, Renata foi internada pela primeira vez e, pouco depois, recebeu o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar. Ela também contou ter desenvolvido pânico, chegando a ter crises em locais públicos e ao ponto de seu corpo reagir de forma desesperada em situações que lhe causavam medo.

Atriz tem passagens pela TV por produções como “Malhação”, “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, “Pequena Travessa” e, entre outros, como apresentadora infantil na Band Kids. Seu último trabalho como atriz foi no filme “Deixe-me Viver” (2016). Atualmente, ela vive afastada dos holofotes no interior de Minas Gerais.

DENUNCIE
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 180 e denuncie. A ligação é gratuita. O serviço recebe denúncias, oferece orientação de especialistas e faz encaminhamento para serviços de proteção e auxílio psicológico. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp no número (61) 99656-5008.

A denúncia também pode ser feita pelo Disque 100, que apura violações aos direitos humanos. Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos (ONDH) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

Caso esteja se sentindo em risco, a vítima pode solicitar uma medida protetiva de urgência.

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