Republicano adiou ofensivas contra a infraestrutura energética iraniana; enquanto Washington celebra possível paz, agência de Teerã nega negociações
Donald Trump (Reprodução / CBS)
Nesta segunda-feira (23/3), o presidente Donald Trump anunciou a suspensão, por cinco dias, de eventuais ataques à infraestrutura energética iraniana. Falando diretamente de Palm Beach, na Flórida (EUA), o republicano baixou o tom das recentes ameaças e sinalizou que um acordo diplomático pode estar muito próximo, garantindo que ambas as nações têm interesse em resolver o conflito.
O detalhe que mais chamou a atenção no discurso do líder norte-americano, foi a menção direta a Mojtaba Khamenei, uma das figuras mais poderosas do regime e sucessor do líder supremo do país. Em uma declaração considerada atípica diante do histórico de hostilidades, o presidente dos EUA foi categórico ao afirmar: “Não quero que ele seja morto”.
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Donald TrumpReprodução / YouTube

Mojtaba KhameneiReprodução / YouTube: @Kare11

Ataque no Irã e TrumpReprodução / Globo e Band
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A fala evidencia uma clara intenção de Washington em não desestabilizar a alta cúpula do Oriente Médio neste momento sensível. Para justificar a trégua temporária nas ofensivas, Trump revelou ter mantido conversas “muito boas e produtivas” com líderes do alto escalão iraniano durante o fim de semana.
O presidente chegou a mencionar que conversou com um “líder respeitado de topo” e antecipou que uma nova ligação telefônica pode acontecer ainda hoje, reforçando a aposta na diplomacia de bastidores. Por outro lado, a narrativa norte-americana esbarra em uma forte negativa do outro lado, já que os veículos iranianos garantem que não houve absolutamente nenhum diálogo.
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