quinta-feira, 2 abril, 2026

Salas de aula e biblioteca do presídio de Tarauacá passam por reforma e adequação

Com o objetivo de garantir um ambiente mais adequado para a educação, o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) realizou a reforma das salas de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

“Prefeito tira barricada” ganha visibilidade no RJ e aparece em pesquisa para governo do estado

O prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União/RJ), vem se consolidando como um dos nomes mais bem avaliados da política fluminense e começa a despontar como forte candidato em um eventual cenário para o governo do Estado do Rio de Janeiro. Levantamentos recentes mostram que Canella, conhecido como “prefeito Tira Barricada”, surpreende ao figurar entre os mais lembrados quando o eleitor é estimulado a escolher um nome para o Palácio Guanabara.

Em um cenário de segundo turno contra Eduardo Paes (PSD/RJ), gestor da capital carioca, o prefeito de Belford Roxo aparece com 20,4% das intenções de voto para governador. O desempenho é considerado expressivo para um gestor municipal da Baixada Fluminense, especialmente diante de um adversário já consolidado no cenário estadual.

Veja as fotos

Foto: Pablo Carmo/PMBR
Márcio Canella (União/RJ), prefeito de Belford RoxoFoto: Pablo Carmo/PMBR
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Eduardo Paes, prefeito do Rio de JaneiroFoto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Além do desempenho eleitoral, Canella apresenta baixíssima rejeição, registrada em 4,8%, um dos menores índices entre os nomes testados. Em comparação ao seu maior adversário, o número é ainda mais positivo, já que Eduardo Paes conta com 29,4% de rejeição. O dado indica espaço para crescimento e reforça a leitura de que sua imagem ainda encontra pouca resistência entre os eleitores fluminenses.

Outro indicador que chama atenção é a forte associação do prefeito ao atual governador Cláudio Castro (PL/RJ). Ele surpreendeu e desponta como preferido, com 90% de aprovação. A proximidade política e administrativa com o governo estadual tem sido vista por aliados como um algo importante para ampliar a popularidade de Canella em diferentes regiões do estado.

A pesquisa foi feita com 1008 entrevistados residentes no Rio de Janeiro, entre homens e mulheres a partir dos 16 anos de idade. Foram 76 cidades pesquisadas entre 8 e 10 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 3,1% dentro do índice de confiabilidade de 95%.

A projeção ocorreu após uma série de ações de impacto na Baixada Fluminense, com destaque para a retirada de barricadas erguidas pelo crime organizado em comunidades, medida que ampliou sua visibilidade e repercussão fora do município.

O trabalho conduzido por Canella acabou servindo de modelo para uma ofensiva mais ampla do governo estadual, que agora reúne municípios da Região Metropolitana em uma força-tarefa conjunta.

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