quarta-feira, 1 abril, 2026

Vice-governadora Mailza se reúne com secretários e presidentes de autarquias para transição de gestão

A vice-governadora Mailza Assis se reuniu, nesta quarta-feira, 1º, com secretários estaduais e presidentes de autarquias para dar início ao processo de transição de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

Preço da picanha no Acre atinge R$ 73,66 e registra maior alta do ano

Foto: Istock

Por Redação

O preço da picanha no Acre chegou a R$ 73,66 por quilo em março, registrando um aumento de 5,4% em relação a fevereiro, de acordo com dados do Observatório do Preço das Carnes no Acre, do Pet Economia da Universidade Federal do Acre (Ufac), consultados nesta terça-feira (24).

No acumulado de 2026, o corte já apresenta alta de 5,5%, e nos últimos 12 meses, o aumento chega a 5,7%.

Os números consideram o canal “Geral Economia”, que calcula a média de preços praticados em todo o estado. A plataforma também permite a consulta específica por açougues, supermercados ou por todos os pontos de venda no Acre.

A variação de 5,4% em março é a maior registrada para a picanha no estado desde o início do ano, colocando o corte entre os produtos que mais impactam o bolso das famílias consumidoras de carne bovina.

O aumento acumulado de 5,5% em apenas três meses evidencia uma pressão contínua sobre o preço do produto, enquanto a alta anual de 5,7% mostra que a tendência de valorização não é isolada, mas persistente.

A picanha é um dos cortes mais buscados pelos consumidores e funciona como um termômetro da inflação da carne. No Acre, onde a logística de distribuição encarece os produtos, sucessivas altas no preço do corte pesam ainda mais no orçamento das famílias.

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