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Equipe acreana transformou arqueologia amazônica em tecnologia e garantiu vaga para etapa nacional da FLL

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Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus
Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus

Manaus – AM | Atualizado em 22/11/2025, às 17h00
Leitura rápida: 3 min

A equipe Acrebóticos, da Escola SESI de Referência de Rio Branco (AC), participou nesta semana, em Manaus, do torneio FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED, reforçando mais uma vez o papel da Acrebóticos como vitrine de robótica educacional no Acre. O desafio deste ano propôs identificar uma dificuldade enfrentada por arqueólogos e apresentar uma solução eficiente — e foi aí que o Acre entrou em cena com um projeto inspirado nos geoglifos amazônicos.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

O desafio: unir arqueologia, tecnologia e preservação

A FLL é reconhecida mundialmente por promover aprendizagem prática e cidadania tecnológica. A temporada UNEARTHED exigiu que cada equipe:

• identificasse um problema real da arqueologia
• desenvolvesse uma solução inovadora
• apresentasse um projeto de impacto comunitário
• executasse as missões técnicas no tapete oficial do Desafio do Robô

Tudo isso respeitando os Core Values: Descoberta, Inovação, Impacto, Inclusão, Trabalho em Equipe e Diversão — além de Gracious Professionalism® e Coopertition®, pilares éticos da liga.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

Acrebóticos integra arqueologia e inovação na FLL

A solução desenvolvida pela Acrebóticos chamou atenção por transformar os geoglifos amazônicos em uma trilha pedagógica que conecta ciência, patrimônio e tecnologia:

• mitos e narrativas dos povos ancestrais
• conhecimentos científicos sobre os sítios arqueológicos
• a importância da preservação desses monumentos
• métodos acessíveis de educação patrimonial

A proposta busca gerar consciência coletiva: quanto mais a população entende o valor dos geoglifos, mais tempo e condições os arqueólogos ganham para estudar, documentar e proteger esse patrimônio histórico.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

Expansão para escolas e espaços educativos

A Acrebóticos consolidou-se como referência no Acre, resultado de esforço contínuo, disciplina e dedicação exemplar. O projeto deixou de ser apenas uma iniciativa escolar para se tornar uma verdadeira mola propulsora que inspira outras instituições. A proposta pode — e deve — alcançar todos os públicos e faixas etárias, ampliando seu impacto em:

• escolas públicas e privadas
• museus, bibliotecas e centros culturais
• eventos de ciência e tecnologia

A meta é que o projeto ultrapasse os limites da FLL e se transforme em uma ferramenta permanente de educação amazônica, fortalecendo vocações científicas e preservando a memória ancestral da região.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

A equipe que representou o Acre

7º ano: Filipe Muniz, Ysadora Nascimento, Luiza Aguiar
8º ano: Maria Clara, Daniel Pereira, Luiz Francisco
9º ano: Annie Heloíse, Breno da Mota, Beatriz Sales

Técnicos responsáveis: Eucimar Rocha e Jusley Santos.


Para alegria dos alunos do SESI, a equipe Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral. Com o resultado, a Acrebóticos está classificada para o Circuito Nacional, que será realizado na Bienal de São Paulo em 2026. Parabéns aos Técnicos responsáveis: Eucimar Rocha e Jusley Santos.

Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral.
Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral.

O que se sabe até agora

• A Acrebóticos concluiu todas as missões técnicas e ajustes do robô.
• O projeto da Acrebóticos foi validado por educadores e pesquisadores.
Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral e estará  representando o estado na Bienal em São Paulo em Março de 2026


FAQ — Perguntas rápidas

1. O que é a FLL?
Um torneio internacional de robótica educacional que estimula solução de problemas reais.

2. Por que os geoglifos foram escolhidos?
Porque são patrimônios arqueológicos únicos da Amazônia e exigem preservação urgente.

3. O Acre já competiu antes?
Sim. O SESI Acre é referência regional em equipes de robótica e inovação.


Leia também

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Link externo

https://www.portaldaindustria.com.br/sesi/ (Informações oficiais do SESI e da FLL)


Conclusão

A Acrebóticos levou para a FLL mais do que um robô: levou identidade amazônica, ciência e memória ancestral.

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Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Fotos Cedidas:

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FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
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Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus
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Saúde do Acre enfrenta críticas por desabastecimento

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Avanços logísticos não escondem falhas de gestão de pessoas e denúncias de falta de remédios básicos em unidades de ponta.

📍 Rio Branco – AC | 30 de setembro de 2025 | Atualizado há 1h

Saúde Acre gestão em foco na Sesacre
Fachada da SESACRE em Rio Branco (AC), sede da gestão estadual de saúde

Na gestão atual da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), chefiada pelo médico Pedro Pascoal, profissional formado em medicina e com histórico de atuação no SAMU e em diferentes unidades da rede pública, a imagem inicial de eficiência técnica foi marcada por avanços visíveis na logística e pela redução das crises de desabastecimento que, no passado, eram constantes nas manchetes. No entanto, relatos de servidores e usuários apontam fragilidades na condução da política de recursos humanos, na resolutividade da rede de atenção básica e até no fornecimento de medicamentos comuns, o que levanta questionamentos sobre a real prioridade da pasta e sobre a coerência entre discurso e prática.

Um gestor técnico que conhece a ponta

Pedro Pascoal não chegou à Sesacre como um político tradicional. Ele é médico, e sua trajetória profissional foi marcada pela atuação direta em unidades de urgência, especialmente no SAMU. Essa vivência lhe deu um olhar diferenciado sobre a realidade dos atendimentos e o cotidiano de profissionais que trabalham em condições muitas vezes precárias.

O fato de conhecer a rotina de plantões, a falta de insumos e as limitações da rede de saúde foi um dos argumentos que sustentaram sua escolha para o cargo. A lógica era simples: se alguém já viveu os problemas da ponta, teria condições de conduzir soluções mais realistas na gestão central.

Contudo, ao longo do tempo, a prática mostrou que ser técnico não basta. Governar a saúde pública exige também liderança política, capacidade de comunicação e, sobretudo, valorização do servidor.

Avanços logísticos reconhecidos

É preciso reconhecer que a Sesacre, sob comando de Pascoal, conseguiu reduzir os chamados “apagões” — momentos em que a falta de medicamentos atingia toda a rede e ocupava manchetes negativas. Produtos como dipirona, omeprazol e antibióticos básicos, que antes eram constantemente apontados como ausentes, tiveram uma reposição mais organizada.

Houve melhorias também no fluxo de insumos hospitalares, na regulação de leitos e na organização de compras emergenciais. Para o paciente comum, isso significou menos idas em vão à farmácia de referência.

Mas esse avanço não foi suficiente para neutralizar outras falhas que permanecem: servidores desmotivados, processos administrativos em excesso e denúncias de desabastecimento pontual de itens essenciais.

Servidores entre processos e desvalorização

Saúde do Acre enfrenta críticas por desabastecimento | Cidade AC News – Notícias do Acre

A crítica mais recorrente é o distanciamento da gestão em relação aos servidores. Estima-se que centenas de trabalhadores da saúde estejam hoje em processos administrativos disciplinares (PADs). Muitos relatam sensação de perseguição e falta de diálogo, o que fragiliza o ambiente interno.

Na visão de sindicatos e representantes de classe, a secretaria estaria mais preocupada em manter a imagem institucional do que em valorizar quem sustenta o sistema. O gabinete, que deveria funcionar como porta aberta para o servidor, é visto como blindado e inacessível.

Essa postura gera um paradoxo: ao mesmo tempo em que o secretário é lembrado por visitar unidades e ouvir pacientes, internamente sua equipe é criticada por falta de acolhimento e por decisões consideradas autoritárias.

Em 2023, Pedro Pascoal fez duas declarações que ecoaram dentro e fora dos corredores da Sesacre. Primeiro, afirmou: “Eu sou médico e pretendo trabalhar na Saúde que eu vou deixar depois dos quatro anos, então a valorização dos servidores tem que ser de uma forma urgente.” Segundo, reforçou: “Desistir não é uma opção. Vamos lutar até o último minuto.”
Essas frases, ditas com firmeza no início da gestão, hoje voltam à tona como contraste. Para servidores que enfrentam PADs e para usuários que relatam falta de medicamentos, a sensação é de que o compromisso assumido não foi plenamente traduzido em ações.

Reflexão necessária

O afastamento do trabalho, as terapias, os medicamentos e a socialização não são favores, mas direitos fundamentais do servidor. Negá-los é violar a dignidade humana. Ainda assim, o Estado trata o adoecimento como indisciplina, ignorando as causas estruturais: sobrecarga, falta de apoio e ambiente precário.

O resultado é um ciclo perverso: o servidor adoece, não recebe suporte, é punido e judicializa. Esse modelo enfraquece não apenas o sistema de saúde, mas também a confiança nas instituições.

A pergunta central que o Acre precisa responder é: qual o valor da vida e da saúde do servidor para o Estado? A resposta definirá como a sociedade entende a relação entre trabalho, dignidade e humanidade.

Faltam medicamentos básicos nas UPAs

A percepção pública da saúde costuma se traduzir na prateleira da farmácia. Se o remédio está disponível, há confiança. Se falta, a descredibilização é imediata.

Embora os grandes apagões de anos anteriores tenham sido controlados, usuários relatam recentemente falta de medicamentos básicos em unidades de pronto-atendimento. Mensagens encaminhadas à redação citam desabastecimento em itens de uso rotineiro. Essa fragilidade, mesmo que pontual, corrói o discurso de eficiência.

A falta de medicamentos na rede pública do Acre é uma mini-série que invariavelmente se transforma em novela, repetida a cada temporada com novos capítulos de frustração. Hoje, relatos dão conta de que itens básicos e indispensáveis como prometazina, omeprazol e até tramal injetável estão em falta em unidades de referência e nas UPAs. Não são medicamentos de luxo, mas remédios corriqueiros, usados tanto em situações de urgência quanto em tratamentos contínuos.

A ausência desses insumos evidencia a fragilidade da logística e da governança clínica: o problema deixa de ser técnico para se tornar humano, pois compromete diretamente a qualidade do atendimento e a confiança do paciente no SUS. Quando um pai sai de madrugada em busca de prometazina para uma criança alérgica e encontra a prateleira vazia, ou quando um idoso não encontra omeprazol para o tratamento gástrico, não há justificativa burocrática que sustente a falha. A novela da falta de medicamentos não apenas corrói a credibilidade da gestão, mas expõe, em cada episódio, o custo social da ineficiência.

Gestão de saúde não se mede apenas em relatórios ou indicadores internos. Mede-se também na experiência do paciente que chega a uma UPA em busca de dipirona para uma criança com febre e sai sem atendimento adequado.

Saúde e política no mesmo tabuleiro

A Sesacre é a maior secretaria do governo do Acre. Comanda mais de 8 mil servidores, administra hospitais, UPAs, unidades básicas e a logística de medicamentos em 22 municípios. É uma estrutura que consome uma fatia significativa do orçamento estadual e que influencia diretamente a vida de praticamente toda a população.

Nesse cenário, a presença de Pedro Pascoal como possível pré-candidato a deputado federal deixa de ser apenas especulação: sua candidatura já é uma realidade dentro da Sesacre. A estratégia, segundo fontes internas, é inspirada no modelo utilizado por José Augusto Soares, o “Aiache”, eleito vereador em 2024 após usar a máquina de forma articulada. A diferença, desta vez, é a ambição maior: transformar a estrutura da saúde estadual em trampolim para uma vaga na Câmara Federal.

Além disso, Pascoal foi eleito recentemente vice-presidente da Região Norte do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), um posto que lhe dá visibilidade nacional e reforça sua imagem de gestor técnico e articulado. Esse título, que poderia fortalecer políticas públicas e parcerias, também serve como ativo político para pavimentar sua campanha.

E aqui está o ponto mais grave: quando há uma pretensão política no meio do caminho, tudo muda — os interesses, a velocidade de alguns processos, as prioridades de gestão. O que era para ser cuidado com zelo, vira um gabinete de negociações políticas. É nesse momento que tudo perde o sentido. O usuário sente, o servidor sente, e a própria secretaria sente o peso de uma máquina que se move mais pela lógica da campanha do que pela lógica da vida.

A fragilidade da governança clínica

Governança clínica é um conceito que envolve três pilares: eficiência logística, valorização do capital humano e transparência.

  • Eficiência logística: houve avanços, mas falhas persistem em medicamentos básicos.

  • Capital humano: centenas de servidores em PADs e relatos de desmotivação fragilizam o sistema.

  • Transparência: a comunicação institucional tenta blindar a imagem, mas não responde de forma clara às denúncias de desabastecimento.

O resultado é um sistema que avança em alguns pontos, mas permanece frágil no essencial: a confiança da população.

O que se sabe até agora

  • O secretário Pedro Pascoal é médico e atuou no SAMU antes de assumir a Sesacre.

  • A secretaria reduziu os grandes apagões de medicamentos.

  • Servidores relatam desvalorização e excesso de processos administrativos.

  • Usuários denunciam falta recente de remédios como prometazina, omeprazol e tramal injetável.

  • Em 2023, Pascoal prometeu valorização urgente dos servidores e disse que “desistir não é uma opção”.

  • Sua candidatura a deputado federal já é tratada como realidade na Sesacre.

  • Foi eleito vice-presidente da Região Norte do Conass.

  • Especialistas apontam risco de desgaste eleitoral se as falhas não forem corrigidas.

FAQ – Perguntas e respostas

1. Quem é Pedro Pascoal?
Médico acreano, com atuação destacada no SAMU e experiência em unidades da rede pública.

2. O que melhorou na gestão dele?
Controle dos apagões de insumos e melhorias logísticas em hospitais e UPAs.

3. E os problemas?
Falta de acolhimento aos servidores, PADs em excesso e falta de medicamentos básicos.

4. A falta de medicamentos continua?
Sim, ainda há denúncias em unidades de ponta, mesmo após avanços logísticos.

5. Quantos servidores a Sesacre administra?
Mais de 8 mil, distribuídos em todo o estado.

6. O gestor é pré-candidato?
Sim, sua candidatura a deputado federal é tratada como realidade nos bastidores da Sesacre.

7. Isso interfere na saúde?
Críticos dizem que divide prioridades entre gestão e política.

8. O SUS no Acre é sustentável nesse ritmo?
Especialistas alertam que, sem valorização dos servidores, há risco de retrocesso.

9. Qual o maior desafio hoje?
Reconstruir a confiança de servidores e pacientes, garantindo remédios e acolhimento.

10. O que esperar daqui pra frente?
Se a gestão não ajustar o foco, a novela da falta de medicamentos pode voltar a ser manchete frequente.

Conclusão – Editorial opinativo

A Sesacre avançou em logística, mas a saúde pública não se resume a planilhas e licitações. É feita de gente cuidando de gente. Quando servidores se sentem perseguidos e pacientes não encontram prometazina ou omeprazol, o discurso de gestão técnica perde força.

Pedro Pascoal pode ser um bom médico, mas precisa mostrar que é também um bom gestor de pessoas e de prioridades. O maior patrimônio da saúde não está apenas nos remédios, mas no servidor motivado e no cidadão que confia no SUS.

Gestão técnica sem gestão humana é gestão incompleta. E incompletude, em saúde, cobra seu preço em credibilidade, em votos e, sobretudo, em vidas.

Eu acreditei em você, Dr. Essa frase, que poderia ser dita por qualquer servidor ou paciente, carrega a dor da decepção e a urgência de quem não pode mais esperar.

O Acre não pode mais esperar. A saúde pública não sobrevive de discursos. Ou Pedro Pascoal age agora, ou será mais um nome na longa lista dos que prometeram muito, mas deixaram pouco.

Leia tambem: Demissões na Saúde do Acre

Servidores e usuários do SUS

👉 Este espaço é para você.
📌 Se é servidor da saúde, conte: há acolhimento, respeito e motivação?
📌 Se é usuário do SUS, relate: encontrou medicamento, atendimento digno ou enfrentou falta em sua unidade?

📢 Sua voz fortalece a fiscalização social e mostra o que os relatórios oficiais não revelam. Saúde pública se constrói com transparência, participação e coragem.

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Crise hídrica em Rio Branco: água pouca, desculpa muita

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crise hídrica em Rio Branco – Rio Acre baixo com lixo exposto
Rio Acre em Rio Branco durante a estiagem, com lixo acumulado nas margens.

A crise hídrica em Rio Branco expõe o improviso da gestão e a responsabilidade que também é nossa.

📍 Rio Branco – AC | Atualizado em 30/09/2025

crise hídrica em Rio Branco – Rio Acre baixo com lixo exposto
Rio Acre em Rio Branco durante a estiagem, com lixo acumulado nas margens.


Em Rio Branco, a estiagem deixou de ser exceção para virar rotina. O Rio Acre baixou, as torneiras secaram, os baldes viraram moeda de sobrevivência e os discursos oficiais, mais uma vez, encheram mais que qualquer caixa d’água. A cada ano, a cena se repete com nova maquiagem, mas o roteiro é sempre o mesmo: promessa em alta, planejamento em baixa.

A política do improviso

Aqui, toda seca é tratada como se fosse a primeira. Autoridade corre para coletiva, anuncia “medidas emergenciais” e posa ao lado de um carro-pipa. É uma encenação que se renova a cada setembro, como novela reprisada em horário nobre. O final, porém, o leitor já sabe: a água some, e a gestão segue improvisando.

É como se o improviso fosse política pública. Em vez de planejamento, vêm justificativas. Em vez de obras estruturantes, vêm discursos de ocasião. Enquanto isso, o povo se adapta como pode: balde na cabeça, mangueira atravessada na rua, banho de cuia e café reaproveitado.


O que se sabe até agora

  • O Rio Acre permanece abaixo da cota de segurança.

  • A estiagem já compromete escolas, hospitais e bairros inteiros.

  • Carros-pipa não suprem a demanda e, muitas vezes, chegam “evaporados”.

  • Segundo a previsão, a chuva só retorna em novembro.

Reflexo do descaso

A seca não é surpresa — todo ano ela dá as caras com pontualidade britânica. Surpresa mesmo seria encontrar um gestor preparado. O que falta em água, sobra em desculpa. “Não houve previsão”, “o sistema é antigo”, “a culpa é do clima”. Sempre existe um culpado externo, raramente um responsável interno.

O rio, esse sim, não engana: baixa e mostra tudo que a cidade insiste em esconder. Sofá, bicicleta, geladeira, fogão — não é apenas entulho, é metáfora. O Rio Acre é o espelho da nossa cultura de jogar problema na correnteza e torcer para que desapareça.

O humor que cansa

O acreano é criativo. Improvisa banho de cuia, faz fila na casa do vizinho e até transforma mangueira em ponte. Dá para rir, até certo ponto. Depois de alguns dias, o humor perde a graça, e o improviso cobra caro.

Ironia das ironias: em plena Amazônia, onde a chuva é marca registrada, a capital aprende a viver como se fosse sertão. O que nos falta não é recurso natural. É gestão — e, sejamos honestos, também consciência coletiva.

Perguntas rápidas, respostas diretas

As dúvidas que sempre retornam são simples: por que a seca pega Rio Branco de surpresa todo ano? Porque planejamento, por aqui, virou mito urbano. O que poderia mudar esse cenário? Investimento real, diversificação de mananciais e menos coletiva de imprensa, mais entrega concreta.

Quando o rio baixa, a realidade aparece

E não é só a gestão que falha — nós também temos parcela de culpa. O sofá e a geladeira não caíram sozinhos no leito do rio. Foi a sociedade que tratou o manancial como depósito. Da mesma forma, o desperdício que escorre pela torneira enquanto o vizinho raciona na cuia não é culpa de político. É nosso.

Sim, o poder público é mestre no improviso, mas nós também nos acostumamos com a acomodação. A estiagem expõe o problema duplo: falta responsabilidade lá em cima e sobra descuido aqui embaixo.

Conclusão

A crise hídrica em Rio Branco não é apenas climática. É política, social e cultural. A natureza cumpre seu ciclo: seca no verão, cheia no inverno. Já a gestão insiste em não cumprir o seu, e a população muitas vezes prefere reclamar sem mudar hábitos.

Enquanto isso, seguimos no improviso: transformando balde em coroa, mangueira em ponte e carro-pipa em milagre sobre rodas. Rimos para não chorar, mas a verdade é que improviso não enche caixa-d’água. E cada vez que repetimos esse roteiro, quem paga a conta — salgada e sem desconto — é sempre o mesmo: o cidadão.

💬 E você, vizinho: vai esperar o carro-pipa ou já entendeu que a próxima seca não perdoa nem a nossa própria falta de responsabilidade?

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Demissões na saúde do Acre: quando o Estado escolhe punir em vez de cuidar

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Demissões na saúde do Acre expõem fragilidade legal e abandono de servidores

O Acre atravessa uma das mais graves crises morais e administrativas de sua história. Centenas de servidores efetivos da saúde pública, já fragilizados por transtornos mentais e dependência química, estão sendo demitidos via Processos Administrativos Disciplinares (PADs) como se fossem culpados por adoecer. O que deveria ser enfrentado como direito à saúde virou carimbo de punição.

Esses trabalhadores não são eventuais, mas servidores de carreira, concursados e estáveis, que por anos sustentaram hospitais e postos de saúde mesmo em meio à falta de estrutura e à sobrecarga de trabalho. Muitos adoeceram justamente por conta do ambiente exaustivo, da pressão constante e da ausência de suporte institucional. Ainda assim, em vez de receberem tratamento, foram transformados em alvo de processos que os reduzem a números em portarias.

O Estado, que deveria ser o primeiro a proteger, mostra frieza e indiferença. Ignora laudos, atropela fluxos periciais obrigatórios e transforma sofrimento em “falta funcional”. Essa escolha não é apenas administrativa: é ética, legal e moral.

Demissões na saúde do Acre servidores efetivos vulnerabilidade
Profissionais de saúde enfrentam sobrecarga e adoecimento em meio a PADs no Acre

O que a lei assegura

Estatuto do Servidor (LC nº 39/1993)

  • Licença médica de até 730 dias remunerados.

  • Avaliação obrigatória pela junta médica oficial do Estado.

  • Garantia de contraditório e ampla defesa.

Política Estadual de Saúde Mental (Leis nº 4.314/2024 e nº 4.556/2025)

  • Atendimento psicológico, psiquiátrico e multiprofissional custeado pelo Estado.

  • Programas de prevenção ao suicídio e combate à dependência química.

  • Readaptação funcional e vedação à discriminação.

Em síntese: saúde mental e vícios incapacitantes exigem cuidado e tratamento, não punição.


Fluxo legal de avaliação de saúde

Conforme a Lei Complementar nº 39/1993 (de autoria do então deputado Romiudo Magalhães), o processo de avaliação da capacidade laborativa deve seguir este fluxo obrigatório:

  1. Especialista médico avalia o servidor;

  2. Encaminhamento para a Junta Médica da Acreprevidência;

  3. Emissão de Laudo Médico Pericial oficial.

Com base no laudo, só então podem ser definidas três condições:

  • Retorno ao trabalho;

  • Mudança de função (readaptação);

  • Prorrogação do prazo de afastamento, que pode chegar a 730 dias remunerados.


Fragilidades do processo atual

  • Muitos servidores relatam que não tiveram esse fluxo respeitado.

  • Há questionamentos se as notificações publicadas apenas no Diário Oficial substituem a comunicação direta: “Foi colocado no DOE na busca de funcionário?”

  • Sem o salário, trabalhadores ficam impossibilitados de manter medicação, alimentação e exames médicos, agravando ainda mais seu estado de saúde.


Onde a realidade falha

  • Servidores foram notificados apenas pelo Diário Oficial, sem ciência efetiva.

  • PADs instaurados sem laudos completos da junta médica.

  • Faltou acompanhamento multiprofissional previsto em lei.

  • O adoecimento foi tratado como indisciplina.

Essas falhas comprometem a legalidade dos processos e podem levar à nulidade dos PADs e à reintegração de servidores demitidos, com indenizações retroativas.


Riscos para o Estado e para os servidores

Para os servidores

  • Agravamento de transtornos e risco de suicídio.

  • Perda de renda e exclusão social.

  • Estigma permanente no histórico funcional.

  • Impossibilidade de readaptação profissional.

Para o Estado

  • Reintegrações em massa e pagamentos retroativos.

  • Indenizações milionárias por danos materiais e morais.

  • Responsabilização administrativa de gestores.

  • Judicialização coletiva com sindicatos e Defensoria.

  • Fragilização ainda maior da rede de saúde pública.


⚖️ Em resumo jurídico

  • brechas constitucionais, internacionais e administrativas para contestar as demissões.

  • O Estado corre risco de nulidade dos PADs, indenizações coletivas, ação por improbidade administrativa e até responsabilização pessoal de gestores.

  • A defesa mais forte se ancora em três pilares:

    1. Contraditório negado;

    2. Junta médica ignorada;

    3. Política de Saúde Mental descumprida.


Demissões na saúde do Acre — Cidade AC News
Profissionais de saúde enfrentam sobrecarga e adoecimento em meio a PADs no Acre

Reflexão necessária

O afastamento temporário do trabalho, o acesso a terapias regulares, o fornecimento de medicamentos adequados e a possibilidade de socialização não são privilégios ou favores que o Estado concede a quem adoece. São direitos fundamentais garantidos por lei, conquistados ao longo de décadas de luta e reafirmados em marcos constitucionais e estatutários. Negar esses direitos é mais do que falhar na gestão: é violar a essência da dignidade humana.

Um servidor que adoece precisa de acolhimento, de escuta, de cuidado especializado e de suporte multiprofissional. O que se vê, no entanto, é um Estado que insiste em tratar o adoecimento como se fosse indisciplina, improdutividade ou até desleixo. Essa inversão de lógica desrespeita não apenas a legislação em vigor, mas também os valores éticos mais básicos de qualquer sociedade civilizada.

É preciso lembrar que o adoecimento não acontece em um vácuo. Ele é fruto de pressões diárias no ambiente de trabalho, da sobrecarga de funções, da falta de estrutura e da ausência de suporte institucional. Punir o trabalhador nesse contexto é transferir para o indivíduo a culpa de um sistema que já nasceu combalido. Mais do que um erro jurídico, é um erro estrutural que mina a confiança no Estado e agrava a fragilidade da máquina pública.

O ciclo perverso é claro e já se repete: o servidor adoece → não recebe apoio → é estigmatizado → é punido → judicializa sua situação → e o resultado é um sistema de saúde cada vez mais enfraquecido e uma população desassistida. Trata-se de um círculo vicioso que corrói tanto a base humana do serviço público quanto a confiança social nas instituições.

A reflexão que se impõe é dura, mas inevitável: qual é o valor da vida e da saúde do servidor para o Estado do Acre? Ao responder a essa pergunta, o governo não estará apenas decidindo sobre processos administrativos; estará definindo como a sociedade inteira enxerga a relação entre trabalho, dignidade e humanidade.

📩 Denúncias e relatos podem ser enviados para: [email protected].


Nossa posição

O Acre precisa tomar uma decisão histórica. E essa escolha não pode mais ser adiada. O Estado será lembrado como uma administração que acolheu seus servidores no momento mais frágil de suas trajetórias ou como uma máquina fria que os puniu quando mais precisavam de apoio?

Optar pelo acolhimento significa aplicar a lei como está escrita: garantir licença médica remunerada, laudos periciais completos, acompanhamento multiprofissional e políticas públicas de saúde mental que já foram aprovadas pela Assembleia Legislativa. Significa reconhecer que o servidor público não é descartável, mas sim peça central na engrenagem que garante atendimento de saúde à população. É reafirmar que cuidar de quem cuida é não apenas um dever legal, mas um compromisso moral.

Escolher a via da punição, ao contrário, significará perpetuar a injustiça e abrir espaço para um colapso administrativo e social. Serão inevitáveis as reintegrações determinadas pela Justiça, as indenizações milionárias por danos materiais e morais, a responsabilização administrativa de gestores omissos e a desconfiança crescente da população em relação às instituições. Pior: significará carregar a marca de um Estado que virou as costas para seus trabalhadores em sofrimento.

Nossa posição, como editorial, é clara e inegociável: demitir servidores adoecidos é uma afronta à lei, à ética e à humanidade. O caminho correto está traçado na legislação estadual e federal: prevenir, tratar, readaptar, escutar e proteger. O que falta é vontade política de transformar letra de lei em prática cotidiana.

A história julgará essa decisão. O Acre pode ser lembrado como referência em proteção aos seus trabalhadores ou como exemplo de abandono e indiferença. O rumo que será seguido depende de coragem, sensibilidade e compromisso com a dignidade humana. E esse é o teste que o Estado precisa enfrentar agora.

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Leis Estaduais do Acre


Leis Federais


Convenções Internacionais


Este texto tem caráter de opinião editorial, baseado em documentos oficiais, legislação vigente e relatos públicos. Não representa julgamento jurídico individual, mas uma análise institucional e jornalística sobre políticas públicas em andamento.


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3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez

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Festival do Carneiro Rio Branco 2025 com open food e show de Léo Rodriguez
3º Festival do Carneiro em Rio Branco terá 1,5t de carneiro e show nacional

A Associação dos organizadores locais realiza o 3º Festival do Carneiro, um open food beneficente com 1,5 tonelada de carneiro, no dia 20 de setembro, das 16h às 22h, na Chácara Modelo, em Rio Branco (AC), com o objetivo de celebrar a gastronomia e arrecadar em prol de projetos sociais, em um evento que reúne comida liberada, shows ao vivo e ingressos à venda pela Bilheteria Digital e pontos físicos.


 Sabor, música e solidariedade: 3º Festival do Carneiro chega para marcar o calendário cultural do Acre


O que vai rolar

Prepare-se para uma experiência única. O 3º Festival do Carneiro promete unir o que Rio Branco mais gosta: boa comida, música ao vivo e solidariedade. O evento vai transformar a Chácara Modelo no ponto de encontro dos acreanos neste sábado, dia 20.

Serão 6 horas de open food, com 1,5 tonelada de carneiro abatido no Frigorífico Annasara, referência em qualidade. O cardápio será servido sem interrupções, garantindo que ninguém fique de fora da festa gastronômica. E, claro, haverá venda de bebidas à parte para completar o clima.

Além do sabor, o festival é beneficente, fortalecendo o lado social da festa. Participar é também apoiar projetos e iniciativas que geram impacto positivo na comunidade.


Atrações musicais

O line-up foi pensado para agradar públicos diversos:

  • Machine Blues abre os trabalhos com muito rock clássico.
  • Gil e Banda traz a força do sertanejo raiz e universitário.
  • DJ Carlos comanda as batidas no pôr do sol até a noite.
  • Léo Rodriguez, atração nacional, fecha a noite em grande estilo.

O cantor Léo Rodriguez é dono de sucessos que embalam festas e playlists em todo o Brasil. No repertório esperado para Rio Branco, estarão hits como “A Fila Anda”, “Poemas e Versos”, “Não Esqueço”, “O Cara Certo” e “Alguém do Meu Lado” (em parceria com Juliano). É garantia de muita cantoria e energia contagiante.


Ingressos e pontos de venda

O ingresso promocional do 1º lote custa R$ 140,00, com direito ao open food completo. As vendas estão abertas na plataforma oficial:

👉 www.bilheteriadigital.com/3o-festival-do-carneiro-20-de-setembro

Além disso, quem preferir pode comprar nos pontos físicos, disponíveis nas Conveniências Pão de Queijo espalhadas por Rio Branco. Mas atenção: os lotes são limitados e a procura é intensa.


Por que você não pode perder3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez | Cidade AC News – Notícias do Acre

👉 6 horas de carneiro à vontade.
👉 1,5 tonelada preparada exclusivamente para o festival.
👉 Show nacional com Léo Rodriguez.
👉 Música para todos os gostos: rock, sertanejo e DJ.
👉 Evento beneficente que transforma diversão em solidariedade.
👉 Oportunidade única de viver uma noite histórica em Rio Branco.


O que se sabe até agora

  • Data: 20 de setembro
  • Horário: 16h às 22h
  • Local: Chácara Modelo, Rio Branco (AC)
  • Ingresso: R$ 140,00 (1º lote)
  • Open food: 6 horas de carneiro liberado
  • Atrações: Machine Blues, Gil e Banda, DJ Carlos e Léo Rodriguez
  • Venda online: Bilheteria Digital
  • Pontos físicos: Conveniências Pão de Queijo

Conclusão

O 3º Festival do Carneiro não é apenas um evento: é O EVENTO do dia em Rio Branco. Uma festa que já entrou no calendário cultural do Acre e que promete lotar a Chácara Modelo. Imagine reunir os amigos, curtir shows inesquecíveis, cantar junto com Léo Rodriguez e ainda se deliciar com um open food de 1,5 tonelada de carneiro. É a combinação perfeita de sabor, música e solidariedade em uma noite que vai ficar na história.

Se você ainda não comprou o ingresso, não deixe para depois. Os lotes são limitados e a cidade inteira está se organizando. Se você não estiver lá, pode ter certeza: seus amigos estarão. Não perca a chance de ser parte dessa festa. Garanta já o seu ingresso na Bilheteria Digital, convide a galera e prepare-se para viver uma experiência única em Rio Branco.

3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez
3º Festival do Carneiro em Rio Branco terá 1,5t de carneiro e show nacional

Serviço

@festivaldocarneiro
3º Festival do Carneiro — Um festival open food beneficente!
🗓️ Dia 20.09
🕒 16h
🚩 Chácara Modelo – Rio Branco
🎟️ Venda: Bilheteria Digital + Conveniências Pão de Queijo


Agradecimentos aos patrocinadores

Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Governador do Acre sofre nova derrota no STJ em ação penal

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Governador do Acre sofre nova derrota no STJ na Operação Ptolomeu – Cidade AC News
Corte Especial do STJ rejeita recurso de Gladson Cameli por unanimidade em ação penal da Operação Ptolomeu.

Governador do Acre sofre nova derrota no STJ em ação penal – O Gladson Cameli (PP), apelidado de “Dançarino” por divulgar vídeos em festas oficiais, teve recurso negado pela Corte Especial do STJ. A decisão mantém em curso a Ação Penal 1067/DF, que apura desvios de R$ 150 milhões. O caso ganha força no Acre e pode redefinir o cenário político em 2025.

Governador do Acre sofre nova derrota no STJ na Operação Ptolomeu – Cidade AC News
Corte Especial do STJ rejeita recurso de Gladson Cameli por unanimidade em ação penal da Operação Ptolomeu.

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O que aconteceu

O Cameli sofreu nova derrota nesta quarta-feira (3), quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, por unanimidade, o Agravo Regimental apresentado por sua defesa. Cameli é réu por corrupção passiva, peculato, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa, no âmbito da Operação Ptolomeu, deflagrada pela Polícia Federal em 2019.

📑 Decisão oficial (APn nº 1076/DF – 2021/0044467-7):
“Conhecido o recurso de Gladson de Lima Cameli e não provido, por unanimidade, pela Corte Especial. Proclamação Final de Julgamento: a Corte Especial, por unanimidade, negou provimento ao agravo, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora Nancy Andrighi.”

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Nos últimos dias, Cameli intensificou articulações em Brasília, tentando adiar o julgamento. No Acre, circularam rumores sobre um “acordão” para salvar o mandato, desmentidos como estratégia de propaganda.

Por que importa

A negativa da relatora Nancy Andrighi representa a terceira derrota consecutiva da defesa. O argumento central era aguardar definição do STF sobre o Tema 990 (corrupção ligada a crimes eleitorais) e o Tema 1.404 (compartilhamento de dados do COAF). Andrighi, porém, ressaltou que o STJ já consolidou entendimento validando o uso de relatórios do COAF.

Esse movimento reforça a imagem de enfraquecimento político do governador, que permanece no cargo, mas cada vez mais pressionado por investigações.

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Repercussão

A Procuradoria-Geral da República e a Controladoria-Geral da União sustentam que os desvios chegaram a R$ 150 milhões. Entre os contratos suspeitos, está o firmado com a Murano Construções Ltda., avaliado em R$ 18 milhões, com sobrepreço de R$ 8 milhões.

Os recursos, segundo a investigação, teriam financiado um apartamento de R$ 5 milhões em São Paulo e veículos de luxo para familiares do governador.

O caso repercute em Rio Branco, onde setores da sociedade civil e opositores políticos pressionam por mais transparência.

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Contexto histórico

A Operação Ptolomeu é considerada a maior investigação contra corrupção já registrada no Acre. Desde 2019, o inquérito reúne centenas de documentos e relatórios da Polícia Federal, CGU e MPF.

O Governador do Acre Gladson Cameli já sofreu outras tentativas de afastamento, mas conseguiu manter-se no cargo. Esta nova derrota, entretanto, reforça a tese de que a Corte Especial pode levar o caso a julgamento em breve.

Próximos passos

O voto da ministra Nancy Andrighi será revisado pelo ministro João Otávio de Noronha antes da inclusão em pauta da Corte Especial. O julgamento está previsto para 2025, sem data definida.

Se Cameli for cassado ou afastado, a sucessão no Acre seguirá a ordem constitucional: o vice-governador Mailza Gomes (PP) assumiria o comando do Estado. Isso mudaria significativamente a correlação de forças políticas, já que Mailza mantém diálogo com grupos de oposição e setores evangélicos, podendo redesenhar alianças para as eleições de 2026.

Enquanto isso, a permanência de Cameli mantém a crise política aberta no Acre, aumentando a expectativa de desdobramentos que podem impactar diretamente a sucessão estadual.

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📌 3 coisas que você precisa levar desta notícia

  • STJ rejeitou, por unanimidade, recurso de Gladson Cameli.
  • Governador é acusado de liderar esquema de R$ 150 milhões.
  • Julgamento final da Corte Especial pode ocorrer ainda em 2025.

O que isso significa para o Acre

A nova derrota do governador evidencia um desgaste crescente da classe política local. Enquanto a economia acreana enfrenta desafios, o foco do governo se volta para a sobrevivência judicial do chefe do Executivo.

Para a sociedade, isso reforça a desconfiança em relação ao uso de recursos públicos e aumenta a cobrança por mecanismos de fiscalização mais rígidos. O cenário futuro pode abrir espaço para novas lideranças, caso Cameli perca força ou seja afastado.

Conclusão

O caso Gladson Cameli segue como um divisor de águas na política acreana. O desfecho poderá influenciar eleições futuras e consolidar um debate sobre ética na gestão pública.

Se houver cassação, o Acre pode passar por uma reconfiguração imediata do poder, com o vice assumindo e novas alianças sendo testadas. Para a população, isso representa tanto o risco de instabilidade quanto a possibilidade de renovação política.

👉 Você acredita que a cassação de Cameli abriria espaço para novas lideranças no Acre ou fortaleceria grupos já estabelecidos?


✍️ Eliton Muniz – Editor do Cidade AC News
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MPAC solicita convocação de 62 aprovados no concurso da Polícia Civil

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) solicitou, por meio de despacho ministerial, que o Estado adote medidas urgentes para convocar os aprovados no concurso da Polícia Civil de 2017. A medida foi tomada após uma inspeção realizada pelo MPAC na Delegacia de Senac Madureira, que revelou uma significativa defasagem de efetivo. A análise apontou a necessidade urgente de pelo menos cinco agentes de polícia, dois escrivães e três auxiliares de necropsia para o bom funcionamento da unidade.

Em diligências subsequentes, o Promotor de Justiça também encontrou um ofício do Delegado-Geral da Polícia Civil, Dr. José Henrique Maciel Ferreira, datado de 5 de março de 2024, direcionado ao Procurador do Estado do Acre, Dr. João Paulo Aprígio de Figueiredo. O documento trata da reposição de efetivo na Delegacia Geral de Polícia Civil de Manoel Urbano/AC e menciona a possibilidade de abertura de uma nova turma para o curso de formação de policiais.

O MPAC também abordou a escassez de efetivo na região do Juruá, mais especificamente na regional de Cruzeiro do Sul. Em 2023, os próprios policiais civis relataram a falta de recursos humanos e as precárias condições de trabalho, o que levou o Sindicato a apresentar uma proposta de notícia de fato à Promotoria de Cruzeiro do Sul. A situação se agravou em 2025, com a exoneração de um delegado em Cruzeiro do Sul e o afastamento do delegado Railson de Feijó, que assumiu a Prefeitura de Feijó.

O concurso de 2017, que segue válido até 16 de março de 2025, já identificou a necessidade de convocação de servidores. O MPAC destaca que, apesar dessa demanda, o Estado ainda não tomou providências para convocar os candidatos aprovados. Em novembro de 2024, um processo SEI gerado pelo Gabinete do Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre indicou a necessidade de um novo concurso público para diversos cargos, incluindo os de delegado, agente e escrivão. O Delegado-Geral solicitou, nesse processo, a convocação de 61 candidatos aprovados no concurso de 2017 para dar início ao curso de formação.

Promotoria de Justiça reforçou que a convocação de candidatos é urgente, já que há necessidade de provimento das vagas revelada dentro do prazo de validade do concurso. O MPAC cobrou informações e providências do Estado sobre a convocação de 6 delegados, 9 escrivães e 47 agentes aprovados, considerando que já há a NECESSIDADE do provimento de vagas REVELADA dentro do prazo de validade do concurso a fim de suprir a carência de efetivo e melhorar a estrutura da Polícia Civil no Acre.

Acesse o documento na integra:

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Policlinica Mais Saúde oferece consulta com Clínico Geral por R$ 99,90

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Policlinica Mais Saúde oferece consulta com Clínico Geral por apenas R$ 99,90
Policlinica Mais Saúde oferece consulta com Clínico Geral por apenas R$ 99,90

Policlinica Mais Saúde oferece consulta com Clínico Geral por R$ 99,90 e estrutura completa em Rio Branco

Cuidar da saúde exige atenção, rapidez e acesso facilitado. Pensando nisso, a Policlinica Mais Saúde oferece consulta com Clínico Geral por apenas R$ 99,90, de segunda a sábado, além de uma estrutura completa de exames e especialidades médicas em um só lugar.

A proposta é clara: proporcionar atendimento acessível, resolutivo e eficiente, sem burocracia e sem longas esperas. Aqui, o paciente encontra consulta, diagnóstico e exames no mesmo espaço, economizando tempo e garantindo mais segurança no cuidado com a saúde.

Nem sempre os sintomas são evidentes. Pequenas mudanças no corpo podem indicar algo que merece atenção. O Clínico Geral é a porta de entrada para avaliação inicial, solicitação de exames e encaminhamento para especialidades quando necessário.

E quando falamos em estrutura completa, a Policlinica Mais Saúde realmente entrega.

A clínica oferece:

✔ Raio-X
✔ Ultrassonografia
✔ Colonoscopia
✔ Endoscopia
✔ Laboratório de análises clínicas
✔ Especialidades médicas diversas
✔ Atendimento em Medicina do Trabalho
✔ MAPA 24 horas
✔ Holter 24 horas
✔ Espirometria
✔ Teste ergométrico

Isso significa que o paciente não precisa se deslocar para vários locais. A maioria dos exames e procedimentos pode ser realizada no mesmo ambiente, com agilidade e acompanhamento profissional.

Outro diferencial importante é o atendimento em Medicina do Trabalho, atendendo empresas e colaboradores com exames admissionais, periódicos e complementares, garantindo segurança e conformidade com as normas vigentes.

Para quem precisa de exames cardiológicos específicos, a clínica disponibiliza MAPA 24 horas, Holter 24 horas e teste ergométrico, fundamentais para avaliação detalhada do coração. Já a espirometria auxilia na análise da função pulmonar, sendo essencial em diversos diagnósticos.

O horário de funcionamento também facilita a vida do paciente. A Policlinica Mais Saúde atende de segunda a sexta-feira das 7h às 17h e aos sábados das 7h às 11h, permitindo agendamento em horários estratégicos para quem trabalha ou possui rotina intensa.

A rapidez no atendimento é um dos pilares da clínica. O agendamento pode ser feito diretamente pelo WhatsApp, de forma prática e imediata, pelo número (68) 99986-3090.

Localizada na Av. Ceará, 1436 – Centro, Rio Branco – AC, a clínica possui fácil acesso e estrutura moderna, proporcionando conforto e segurança.

A consulta com Clínico Geral por R$ 99,90 amplia o acesso à medicina de qualidade e reforça o compromisso da Policlinica Mais Saúde com atendimento humanizado e preço justo.

Se você precisa de avaliação médica, exames ou acompanhamento especializado, esta é a oportunidade ideal para cuidar da sua saúde com quem entende do assunto.

🩺 Especialidades Médicas – Policlinica Mais Saúde

Na Policlinica Mais Saúde, você encontra um time de profissionais qualificados e diversas especialidades médicas em um só lugar. Nossa estrutura foi pensada para oferecer atendimento completo, humanizado e resolutivo, garantindo mais comodidade e segurança para você e sua família.

Conheça nossas especialidades:

🏥 Clínica Geral

Atendimento completo para toda a família. Avaliação inicial, acompanhamento de doenças crônicas, solicitação de exames e encaminhamento para outras especialidades quando necessário.

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Cuidados com a saúde do coração, prevenção e acompanhamento de doenças cardiovasculares. Realização de exames como MAPA 24h, Holter 24h e teste ergométrico.

🦴 Ortopedia

Diagnóstico e tratamento de problemas ósseos, articulares e musculares, incluindo dores na coluna, lesões e acompanhamento pós-trauma.

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Cuidado integral com a saúde da mulher, acompanhamento pré-natal, exames preventivos e orientação especializada.

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Tratamentos para pele, cabelos e unhas, avaliação de manchas, alergias, acne e cuidados dermatológicos gerais.

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Atendimento especializado para crianças, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil, vacinação e orientação aos pais.

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Atenção à saúde mental, avaliação e tratamento de transtornos emocionais, ansiedade, depressão e outras condições.

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Segunda a sexta-feira das 7h às 17h
Sábados das 7h às 11h

Policlinica Mais Saúde – atendimento completo, especialistas qualificados e tudo em um só lugar.

Correio das 07 estreia e já está no ar na Rádio Acre Cidade FM 107.1

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"Rádio Acre Cidade FM 107.1 lança novo programa jornalístico com Marcela Jansen para fortalecer a programação matinal
"Rádio Acre Cidade FM 107.1 lança novo programa jornalístico com Marcela Jansen para fortalecer a programação matinal

O seu encontro diário com a informação já é realidade. O Correio das 07, apresentado por Marcela Jansen, está no ar na Rádio Acre Cidade FM 107.1 e convida você a ouvir, acompanhar e participar todas as manhãs.

Correio das 07 estreia e já está no ar na Rádio Acre Cidade FM 107.1 | Cidade AC News – Notícias do Acre

De segunda a sexta-feira, a partir das 7h20, o programa leva ao público as principais notícias do Acre com organização, clareza e responsabilidade. A proposta vai além do modelo tradicional de leitura de manchetes. O Correio das 07 foi criado para explicar os fatos, contextualizar decisões públicas e mostrar, de forma objetiva, como cada assunto interfere na vida da população.

O programa reúne um giro completo das notícias do estado, análise dos principais temas políticos, entrevistas com aprofundamento responsável, informações sobre economia, produção local e prestação de serviço. Tudo isso com linguagem acessível e ritmo dinâmico, pensado para quem precisa começar o dia bem informado.

A proposta editorial é simples e eficiente: organizar o dia do ouvinte por meio da informação. Aqui, você entende o que foi decidido, quem decidiu e o que muda na prática. O conteúdo é voltado tanto para quem vive na cidade quanto para quem está no campo, garantindo uma cobertura que contempla as diferentes realidades do Acre.

À frente desse projeto está Marcela Jansen, conduzindo o programa com firmeza, equilíbrio e proximidade. Com experiência e compromisso com a verdade, Marcela traduz temas complexos em linguagem clara, aproximando o rádio da vida real. Sua presença no microfone fortalece a identidade do programa e reforça a credibilidade da emissora.

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Outro diferencial do Correio das 07 é a participação ativa do público. Os ouvintes podem enviar mensagens, opiniões e sugestões de pauta, contribuindo diretamente para a construção do conteúdo. A Rádio Cidade entende que o rádio é diálogo, escuta e presença diária na rotina das pessoas.

Para o diretor da emissora, Eliton Muniz, o programa marca uma nova fase na programação da rádio e consolida um projeto estratégico para o horário da manhã.

“O Correio das 07 já faz parte da rotina do nosso ouvinte. É um programa pensado com responsabilidade e organização, que entrega informação clara e útil logo nas primeiras horas do dia. Nosso objetivo é fortalecer a credibilidade da Rádio Cidade e oferecer um conteúdo que realmente ajude a população a entender o que está acontecendo no estado”, afirma Eliton Muniz.

Segundo o diretor, a escolha de Marcela Jansen para comandar o programa reforça o compromisso da emissora com profissionalismo e proximidade.

“A Marcela tem uma comunicação firme, segura e acessível. Ela traduz os fatos com equilíbrio e aproxima o conteúdo do ouvinte. Essa combinação é fundamental para o momento que estamos vivendo”, completa.

Com essa iniciativa, a Rádio Acre Cidade FM 107.1 reafirma seu compromisso com um jornalismo sério, participativo e conectado às demandas reais da comunidade acreana. O Correio das 07 chega para fortalecer a programação matinal e ampliar o espaço da informação responsável no rádio.

Se você ainda não acompanhou, essa é a oportunidade de fazer parte.
Se já está ouvindo, participe ainda mais.


E o tempo?

23.4°C
Rio Branco

RIO BRANCO

Nublado


📌 Por que acompanhar o Correio das 07?

  • Informação clara e organizada

  • Análise das decisões políticas do Acre

  • Entrevistas com aprofundamento responsável

  • Economia e produção local

  • Participação ativa do público

  • Atualizações diárias

📻 De segunda a sexta-feira
⏰ Às 7h20 da manhã
📍 Rádio Acre Cidade FM 107.1

Correio das 07 com Marcela Jansen.
Informação que esclarece, orienta e acompanha você todos os dias.
Rádio Acre Cidade FM 107.1 – a rádio que pensa em você.

Perseguição com tiros termina com dois presos após sequestro de motorista de aplicativo em Rio Branco

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Perseguição com tiros termina com dois presos após sequestro de motorista de aplicativo em Rio Branco

Joab Castelo Jinkings, de 27 anos, e Mateus Lucas Amim de Souza foram presos na noite de quarta-feira, 11, após uma perseguição policial com troca de tiros no bairro Cidade Nova, região do Segundo Distrito de Rio Branco. A dupla é investigada por sequestro, porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio contra policiais militares.

De acordo com a Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar, comandada pelo 3º sargento Mauro, a guarnição realizava patrulhamento pela Avenida Ceará quando avistou um Fiat Mobi branco saindo da Rua Santa Catarina em atitude suspeita. Os policiais deram ordem de parada, mas o condutor desobedeceu e fugiu em alta velocidade em direção à Avenida Amadeu Barbosa.

Foi iniciado um acompanhamento tático por várias ruas do Segundo Distrito, com apoio de outras viaturas acionadas via rádio. Nas proximidades da Arena da Floresta, os ocupantes do carro efetuaram disparos contra a guarnição, que revidou e manteve a perseguição.

Já na Rua Beira Rio, o veículo parou bruscamente. No momento da abordagem, os policiais constataram que o carro estava sendo conduzido por um motorista de aplicativo, identificado como Bruno, que havia sido rendido e obrigado a dirigir sob ameaça.

Joab e Mateus se renderam e foram presos no local. Um terceiro envolvido, conhecido pelo apelido “Big Boy”, fugiu pulando em um buraco às margens do Rio Acre, levando uma das armas utilizadas na ação.

Durante a fuga, uma pistola Taurus foi arremessada pela janela do automóvel. A arma, contendo seis munições intactas, foi encontrada e apreendida por outra equipe policial que dava apoio à ocorrência.

Na Delegacia de Flagrantes (Defla), os suspeitos informaram que seguiam para o bairro 6 de Agosto, onde pretendiam roubar a caminhonete de uma família. Segundo relato, o veículo já estaria negociado com um comprador boliviano e cada integrante do grupo receberia R$ 2 mil após a entrega do automóvel fora do país.

Após os procedimentos, Joab Castelo Jinkings e Mateus Lucas Amim de Souza foram autuados pelos crimes de sequestro, porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio contra policiais militares e permanecem à disposição da Justiça. O motorista de aplicativo foi ouvido como vítima e liberado.

Alerta para o Carnaval: chuvas intensas podem causar alagamentos e elevar rios, diz Friale

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Alerta para o Carnaval: chuvas intensas podem causar alagamentos e elevar rios, diz Friale

O período de Carnaval no Acre deve ser marcado por chuvas intensas e tempo instável, com possibilidade de impactos em áreas vulneráveis. O alerta foi divulgado pelo pesquisador meteorológico Davi Friale, que aponta condições atmosféricas favoráveis à ocorrência de precipitações fortes entre sexta-feira, 13, e terça-feira, 17.

Segundo a previsão, as chuvas poderão ocorrer a qualquer hora do dia, com possibilidade de raios e rajadas moderadas de vento. Em algumas regiões, o acumulado pode superar 150 milímetros apenas durante o feriadão, o que pode provocar elevação rápida de córregos e igarapés, além de alagamentos e outros transtornos à população.

overlay-cleverFriale também destaca que os principais rios do estado devem voltar a subir rapidamente a partir deste fim de semana, podendo atingir cota de alerta ou até de transbordamento na próxima semana.

Temperaturas e ventos

As temperaturas devem apresentar variações ao longo dos dias. As máximas à tarde poderão ficar abaixo de 28°C em alguns momentos e acima de 32°C em outros, enquanto as mínimas devem oscilar entre 21°C e 24°C em todos os municípios do estado.

Os ventos sopram predominantemente do norte, com variações de noroeste e nordeste, geralmente fracos a calmos, mas com possibilidade de rajadas moderadas. Em alguns momentos, podem ocorrer ventos vindos do sul, com variações de sudoeste e sudeste.

Possíveis impactos

O pesquisador alerta para a alta probabilidade de transtornos em áreas vulneráveis, como inundação de ruas, transbordamento de igarapés, deslizamentos de terra e possíveis danos a edificações. A orientação é que moradores de regiões ribeirinhas e áreas de risco acompanhem as atualizações meteorológicas durante o período.

A tendência, segundo a previsão, é de que as chuvas diminuam a partir da quarta-feira, 18, quando o calor abafado, com sol e nuvens, deve voltar a predominar no estado.

Arlenilson Cunha apresenta anteprojeto para atualizar banco de horas do Iapen

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Arlenilson Cunha apresenta anteprojeto para atualizar banco de horas do Iapen

No retorno dos trabalhos legislativos, nesta quarta-feira (11), durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Arlenilson Cunha (PL) utilizou a tribuna para apresentar o anteprojeto de lei nº 101, que propõe alterações na Lei nº 2.944/2014, responsável por instituir o banco de horas no âmbito do Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre (Iapen). A proposta busca corrigir distorções e atualizar regras consideradas defasadas.

Ao explicar a iniciativa, o parlamentar afirmou que o anteprojeto trata de três pontos centrais: a readequação do valor da hora trabalhada, a autorização para participação de servidores que exercem funções gratificadas e a regulamentação da escala em horário especial. Segundo ele, a legislação em vigor já não acompanha a realidade atual da carreira. “A lei de 2014 ainda utiliza o termo agente concursado, que foi superado em 2019 pela Emenda Constitucional Estadual nº 53 e, posteriormente, pela Lei Orgânica nº 392 de 2021”, destacou.

Arlenilson Cunha ressaltou que a proposta visa dar segurança jurídica tanto aos gestores quanto aos servidores, uma vez que atualmente o banco de horas é regulamentado por ato administrativo. Para o deputado, transformar essa regulamentação em lei garante maior estabilidade e clareza nas regras aplicadas ao sistema penitenciário. “Estamos trazendo um projeto que corrige falhas, atualiza conceitos e dá respaldo legal à gestão”, afirmou.

O parlamentar chamou atenção para a defasagem do valor pago atualmente, que é de R$ 25 por hora, e avaliou que isso tem desestimulado a adesão dos policiais penais ao banco de horas, instrumento que hoje sustenta grande parte das atividades nas unidades prisionais. “Muitos acabam optando por outras atividades, inclusive mais arriscadas, porque o valor pago não compensa, ainda mais com a incidência de imposto de renda, já que se trata de verba remuneratória”, explicou.

Como alternativa, o anteprojeto propõe o valor de R$ 35 por hora nos finais de semana e feriados, com acréscimo de 20%, medida que, segundo o deputado, não resolve todos os problemas, mas melhora significativamente as condições oferecidas. Ele informou ainda que a proposta foi discutida com a direção do Iapen, que se manifestou favorável à mudança.

Ao finalizar, Arlenilson Cunha enfatizou que o anteprojeto não gera aumento de despesa com pessoal, pois os pagamentos serão realizados dentro do orçamento já previsto para o instituto. “Não haverá impacto financeiro adicional. Os recursos já estão previstos e a proposta apenas reorganiza e torna mais justa a forma de utilização”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Maria Antônia pede recuperação de ramal que dá acesso à comunidade na BR-364

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Maria Antônia pede recuperação de ramal que dá acesso à comunidade na BR-364

Deputada afirma que moradores do Ramal 7 enfrentam dificuldades de trafegabilidade e cobra ação do Deracre

 

A deputada Maria Antônia (Progressistas) pediu, na sessão desta quarta-feira (11) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a recuperação do Ramal 7, que dá acesso à comunidade Boa Era, localizada às margens da BR-364.

 

Em pronunciamento, a parlamentar afirmou que a solicitação partiu de moradores da região, que enfrentam dificuldades para trafegar pelo trecho. Segundo ela, a precariedade atinge agricultores, ribeirinhos e famílias que dependem da via para escoar produção e acessar serviços básicos.

 

“Quem anda nos ramais, visitando os ribeirinhos, vê as dificuldades que o homem do campo passa no dia a dia”, disse.

 

A progressista informou que apresentará indicação formal ao governo do Estado e pediu que o governador e a presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), Sula Ximenes, avaliem a situação. Ela reconheceu ainda que o Estado possui extensa malha de ramais e limitações orçamentárias, mas defendeu prioridade para o trecho.

 

A deputada também mencionou a proximidade do fim do mandato do atual governador e sugeriu que a recuperação do acesso à comunidade seja considerada entre as ações finais da gestão.

 

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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Após aprovação na Aleac, Edvaldo Magalhães defende sanção de PL que garante incentivo à indústria acreana do café

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Após aprovação na Aleac, Edvaldo Magalhães defende sanção de PL que garante incentivo à indústria acreana do café

O oposicionista diz que projeto foi aprovado por unanimidade, mas até agora não apareceu no Diário Oficial; prazo para veto já expirou

 

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou, na sessão desta quarta-feira (11) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a publicação de uma lei de sua autoria, aprovada no fim do ano passado que cria mecanismos para priorizar a compra de café industrializado produzido no Estado nas aquisições governamentais.

 

Segundo o parlamentar, o projeto que acrescenta um capítulo à lei de compras públicas, recebeu apoio unânime nas comissões e no plenário, mas até o momento não foi publicado no Diário Oficial, apesar de também não constar na lista de vetos do Executivo.

 

A proposta prevê o credenciamento de indústrias por regionais, modelo semelhante ao adotado na aquisição de fardamento escolar. Nesse formato, o governo estabelece o preço a ser pago e as empresas locais se habilitam para fornecer dentro de cada região do Estado, o que, segundo o deputado, evita a “guerra de preços” e amplia a participação de fornecedores acreanos.

 

Edvaldo afirmou que o Estado movimenta valores expressivos na compra de café para secretarias e, sobretudo, para a merenda escolar. Ele citou como referência uma aquisição que pode chegar a R$ 150 milhões, valor que, segundo explicou, não corresponde necessariamente a um ano inteiro, mas a um grande volume de compra.

 

Para o deputado, a medida fortaleceria a indústria local, que tende a adquirir a matéria-prima produzida no próprio Acre. “É caro trazer café de fora tendo produção aqui, inclusive por conta da tributação”, argumentou.

 

O parlamentar afirmou ter recebido informação extraoficial de que a lei teria sido sancionada, inclusive mencionada em reuniões do governo com cooperativas, com a presença do governador e da vice-governadora. Ainda assim, até a edição do Diário Oficial da manhã desta quarta-feira, a norma não havia sido publicada.

 

O oposicionista destacou que o prazo regimental para veto já se encerrou. Nesses casos, explicou, a ausência de manifestação do Executivo implica sanção tácita, cabendo à Mesa Diretora promulgar a lei se necessário. “Todas as leis sancionadas ou vetadas foram publicadas. Esta, não”, afirmou.

 

O deputado fez um apelo ao líder do governo, Manoel Moraes, e ao presidente da Aleac, para que esclareçam a situação. Segundo ele, o início do ano letivo exige rapidez, já que o processo de credenciamento das indústrias demanda tempo. “Se não tivermos a lei em vigor agora, vamos perder o ano de 2026 para utilizar um instrumento que beneficiaria de forma imediata a indústria local”, disse.

 

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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Luiz Gonzaga destaca interesse internacional e aponta novos investimentos para o Acre

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Luiz Gonzaga destaca interesse internacional e aponta novos investimentos para o Acre

Ao usar a tribuna durante a sessão ordinária desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), primeiro-secretário da Casa, informou sobre o recebimento de comitivas internacionais em Rio Branco e ressaltou o potencial de investimentos que podem impulsionar o desenvolvimento econômico, tecnológico e científico do Estado.

No início do pronunciamento, o parlamentar agradeceu a oportunidade de iniciar mais um ano legislativo e relatou a visita de uma comitiva russa ao Acre, recepcionada pela vice-governadora Mailza Assis (PP). Segundo ele, após o encontro institucional, a delegação conheceu a Zona de Processamento de Exportação (ZPE), onde apresentou proposta para instalação de uma empresa de fertilizantes. “O Brasil importa fertilizantes da Rússia e agora temos a possibilidade de produzir aqui no Acre, com impacto direto na melhoria do solo, redução de custos e ampliação da comercialização para outros estados, para o país e até para o exterior”, afirmou.

Luiz Gonzaga avaliou que o projeto representa um avanço estratégico para a economia acreana, ao fortalecer a produção local e ampliar as oportunidades de exportação. Além da indústria de fertilizantes, o deputado destacou o interesse da comitiva russa na implantação de um parque tecnológico no Estado, iniciativa que considera fundamental para a inovação e a pesquisa. “Esse parque tecnológico demonstra a real intenção de investimento e abre novas possibilidades para o Acre”, disse.

O parlamentar também relatou uma visita à Universidade Federal do Acre (UFAC), onde foram discutidas parcerias acadêmicas entre a Instituição e universidades russas. De acordo com ele, a proposta prevê intercâmbio de pesquisadores, com todas as despesas custeadas pela parte estrangeira. “Isso é muito importante, porque valoriza nossos doutores e cria um ambiente propício para pesquisa, inovação e desenvolvimento científico”, destacou.

Durante o discurso, Luiz Gonzaga ressaltou ainda o potencial da biodiversidade acreana, afirmando que a cooperação internacional pode resultar na produção de medicamentos e cosméticos a partir da flora local. “Temos uma riqueza natural enorme, que pode ser explorada de forma sustentável e gerar produtos para o Brasil e para o mundo”, afirmou.

O deputado informou também que houve reunião com representantes de um banco privado russo, que demonstraram interesse em apoiar financeiramente os projetos, e mencionou a presença de uma comitiva chinesa no Acre desde o último domingo. Segundo ele, o grupo asiático pretende investir na construção de três empresas na ZPE, além da previsão de nova missão chinesa entre os dias 18 e 22. “Isso mostra que o Acre está sendo visto como um ponto estratégico, próximo de mercados importantes como China e Rússia”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Ucrânia reage à exclusão de atleta nos Jogos de Inverno e fala em “momento de vergonha”

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Ucrânia reage à exclusão de atleta nos Jogos de Inverno e fala em “momento de vergonha”

O governo da Ucrânia criticou a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de desclassificar o piloto de skeleton Vladislav Heraskevich nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O atleta foi impedido de competir após se recusar a utilizar um capacete diferente do modelo que trazia imagens de esportistas ucranianos mortos no conflito com a Rússia.

A medida foi condenada publicamente pelo ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sibiga. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “O COI vetou não apenas o atleta ucraniano, mas também a sua própria reputação. As gerações futuras se referirão a isso como um momento de vergonha”.

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Jogos Olímpicos de Inverno começam em 22 de fevereiroReprodução
Reprodução/COB
Brasil no desfile dos atletas em Pequim 2022Reprodução/COB

Em comunicado, o COI informou que o competidor “não poderá participar” dos Jogos Olímpicos de Inverno “após se recusar a cumprir as diretrizes do COI sobre a expressão dos atletas”. A decisão foi confirmada por um porta-voz do Comitê Olímpico Ucraniano: “Foi desclassificado”.

A entidade olímpica explicou que havia proposto, na terça-feira (10/2), uma alternativa ao atleta: o uso de uma braçadeira preta no lugar do capacete com as imagens. Segundo o COI, na manhã seguinte, Heraskevich se reuniu com a presidente Kirsty Coventry.

“Esta manhã, ao chegar às instalações da competição, Heraskevich se reuniu com a presidente do COI, Kirsty Coventry, que lhe explicou pela última vez a posição do COI. Como nas reuniões anteriores, ele se recusou a mudar a sua”, afirmou a entidade.

Diante da recusa, o caso foi encaminhado aos juízes da Federação Internacional de Bobsleigh e Skeleton (IBSF). “Foi tomada a decisão por parte dos juízes da Federação Internacional (de Bobsleigh e Skeleton, IBSF), com base no fato de que o capacete que ele queria usar não está de acordo com o regulamento”, informou o comunicado.

O COI acrescentou: “O COI decidiu, portanto, com pesar, retirar sua credencial para os Jogos Olímpicos de 2026. Apesar das numerosas conversas e discussões presenciais com Heraskevich (…) ele não quis chegar a um ponto de encontro”.

Porta-bandeira da Ucrânia na competição, Heraskevich havia treinado na segunda-feira (9/2) e na quarta-feira (11/2) utilizando o que pessoas próximas definiram como um “capacete memorial”, de cor cinza, com imagens serigrafadas de atletas ucranianos mortos na guerra.Após a decisão, o piloto se manifestou na rede social X: “Este é o preço da nossa dignidade”.

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, também comentou o caso. Em publicação no Instagram, escreveu: “Essa decisão parte o meu coração. Sinto que o Comitê Olímpico Internacional (COI) está traindo os atletas que fizeram parte do movimento olímpico ao não permitir que eles sejam homenageados onde nunca mais poderão competir. E nossos atletas mortos pela Rússia. O patinador artístico Dmytro Sharpar, caído em combate perto de Bakhmut; Yevhen Malyshev, biatleta de 19 anos, morto pelos ocupantes perto de Kharkiv; e outros atletas ucranianos cujas vidas foram ceifadas pela guerra travada pela Rússia”, afirmou.

O presidente ainda acrescentou: “Heraskevich lembrou para o mundo o preço de nossa luta. Esta verdade não pode ser considerada vergonhosa, inapropriada nem ser classificada como uma ‘manifestação política em um evento esportivo’”.

O atleta anunciou que pretende recorrer. Citando precedentes “nos quais o COI autorizou homenagens do tipo”, declarou: “Estamos preparando uma apelação formal perante o COI e vamos lutar para poder competir com este capacete”.

Atlético-MG demite Jorge Sampaoli após empate com o Remo em casa

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Atlético-MG demite Jorge Sampaoli após empate com o Remo em casa

O argentino Jorge Sampaoli não é mais o técnico do Atlético-MG. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (12/02) após o empate do clube mineiro contra o Remo, pela 3ª rodada do Brasileirão, dentro de casa. A equipe comandada pelo argentino vinha tendo um começo ruim de temporada, com classificação ameaçada no campeonato mineiro e sem vitórias nas primeiras rodadas do campeonato brasileiro.

O clube deve ir ao mercado nas próximas horas para procurar um substituto para o argentino. Sampaoli coloca um fim a sua segunda passagem no Atlético-MG com apenas duas vitórias em oito jogos até agora nesta temporada. Na primeira passagem, em 2020, o argentino conduziu a equipe ao título do campeonato mineiro. O auxiliar técnico Lucas Gonçalves assume a equipe nas próximas rodadas.

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Hulk voltou a perder um pênalti decisivo com a camisa atleticana.Pedro Souza/Atlético-MG
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SampaoliReprodução/ Fernando Dantas/Gazeta Press
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Dudu, com duas assistências, foi outro destaque da partida.Pedro Souza/Atlético-MG
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Depois de 120 minutos truncados, a decisão foi para as penalidades.Pedro Souza/Atlético-MG
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Hulk quebrou jejum e se aproximou do gol 500 na carreira.Pedro Souza/Atlético-MG

Leia a nota do clube:

“Jorge Sampaoli não é mais o treinador do Galo

Após reunião na Cidade do Galo, no início da tarde desta quinta-feira (12/2), as partes chegaram a um entendimento para encerramento do trabalho do técnico.

Para a partida diante do Itabirito, neste sábado (14/2), em Nova Lima, a equipe será comandada pelo auxiliar técnico Lucas Gonçalves.

O Clube agradece a Jorge Sampaoli e sua comissão técnica pelos serviços prestados e deseja sucesso na sequência de sua trajetória profissional.”

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