sexta-feira, 13 fevereiro, 2026
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Delegado diz que donos de academia tentaram incriminar funcionário e cita “descaso e ganância”

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Delegado diz que donos de academia tentaram incriminar funcionário e cita “descaso e ganância”

Em coletiva realizada nesta quinta-feira (12/2), o delegado Alexandre Bento afirmou que a Polícia Civil concluiu que houve responsabilidade direta dos proprietários da academia C4 Gym na morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e nas demais intoxicações registradas.

“Chegamos a conclusão de que houve, por parte dos proprietários da empresa, um descaso deliberado de forma gananciosa para que o resultado ocorresse, por isso eles foram indiciados na noite de ontem por homicídio com dolo eventual”, declarou o delegado.

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Foto: Reprodução
Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Produtos utilizados na piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Severino Silva, manobrista responsável pela manutenção da piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Produtos utilizados na piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Veja o momento em que mulher sai da piscina passando mal horas antes de morrer por intoxicaçãoFoto: Reprodução
Foto: Reprodução / TV Globo
Donos da C4 Gym e funcionários responsável por manusear produtos químicos da manuteção da piscinaFoto: Reprodução / TV Globo

Segundo o delegado, os empresários prestaram depoimento na delegacia no fim da tarde de quarta-feira (11/2), após chegarem sem aviso prévio formalizado no inquérito, e que o pouco que declararam em depoimento, foi no intuito de incriminar o funcionário Severino, que exercia a função sob orientações de um dos proprietários da academia, sem qualquer qualificação técnica para manuseio dos produtos químicos.

“Que fique claro que os proprietários apareceram aqui sem o agendamento prévio, havia uma comunicação, uma conversa com o advogado manifestando o interesse de apresentá-los, mas a delegacia solicitou que isso fosse feito de forma formal, documentada no inquérito policial, o que não houve, então a delegacia não esperava essas pessoas na tarde de ontem, contudo, como elas se faziam presentes nessa delegacia, nós já aproveitamos para colher os depoimentos dessas pessoas que disseram muito pouco sobre os fatos e o pouco que disseram foi para tentar incriminar o colaborador Severino”, declarou.

Para a Polícia Civil, no entanto, os elementos colhidos até o momento indicam que os proprietários tinham conhecimento sobre os procedimentos adotados e assumiram o risco ao manter a rotina de manutenção da forma como vinha sendo realizada.

Além da morte de Juliana, o marido dela, Vinicius, segue internado em estado grave na UTI. Um adolescente de 14 anos também permanece hospitalizado, respirando com auxílio de aparelhos. Outras vítimas apresentaram sintomas de intoxicação.

A investigação aponta que o excesso de cloro em ambiente fechado pode ter provocado a liberação de gases tóxicos, levando ao quadro de envenenamento coletivo. O inquérito continua em andamento, e a Justiça ainda deve analisar o pedido de prisão dos proprietários.

Delegado afirma que criança de 5 anos também foi vítima de intoxicação em piscina de academia

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Delegado afirma que criança de 5 anos também foi vítima de intoxicação em piscina de academia

A investigação sobre a morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, após um episódio de intoxicação na piscina da academia C4 Gym, na Zona Leste de São Paulo, ganhou um desdobramento ainda mais grave. Em coletiva realizada na tarde desta quinta-feira (12/2), o delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial, no bairro Parque São Lucas, zona Leste de São Paulo, revelou que uma criança de apenas 5 anos também foi vítima dos efeitos dos produtos químicos utilizados na manutenção da piscina do estabelecimento.

Segundo a autoridade policial, durante as investigações descobriu o caso de uma crinaça de 5 anos, que apresentou uma agravamento de seu quadro respiratório após passar a frequentar a piscina do local para prática de natação, por orientação médica, provocado pelos químicos utilizados na água.

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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Mulher morre por suspeita de intoxicação após nadar em piscina de academia de SPReprodução/Divulgação
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Mulher morre por suspeita de intoxicação após nadar em piscina de academia de SPReprodução/Divulgação
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Mulher morre e quatro pessoas são internadas após nadarem em piscina de academiaFoto: Reprodução
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Veja o momento em que mulher sai da piscina passando mal horas antes de morrer por intoxicaçãoFoto: Reprodução
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Produtos utilizados na piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Severino Silva, manobrista responsável pela manutenção da piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Produtos utilizados na piscina da academia C4 GymFoto: Reprodução
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Polícia não localiza donos de academia em SP onde professora morreu na piscinaPortal LeoDias
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Professora morta em piscina: Delegado relata confusão com advogados que dizem academiaPortal LeoDias
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Donos da C4 Gym e funcionários responsável por manusear produtos químicos da manuteção da piscinaFoto: Reprodução / TV Globo
Gemini
A manipulação de químicos só deve ser realizada por profissionais capacitados.Gemini

“Ficou claro que o uso excessivo de cloro foi o responsável pela morte da Juliana, pelas intoxicações e internação do esposo de Juliana, Vinicius, que está na UTI em estado grave, do adolescente Gabriel que com apenas 14 anos também permanece internado na UTI, respirando com auxílio de aparelhos”, relatou o delegado.

De acordo com a polícia, a menina havia sido matriculada justamente por orientação médica, para auxiliar no tratamento de questões respiratórias. Em vez de melhora, o quadro clínico se agravou ao longo do tempo.

“E nós temos um histórico mais triste, que é uma criança, a Maria Eduarda, que ela tem apenas 5 anos, e ela há algum tempo, desde que iniciou a prática de natação, que ela vem apresentando uma piora no seu quadro do sistema respiratório e os médicos não conseguiam entender o que estava acontecendo de errado e com a divulgação desses casos, o médico identificou o problema e emitiu um laudo apontando essa intoxicação por cloro como sendo o problema que estava envenenando a criança de 5 anos, que se matriculou na academia por recomendação médica para melhorar os seus problemas de saúde”, contou.

Ambiente considerado insuportável

O delegado também detalhou as dificuldades enfrentadas pelas equipes no primeiro acesso ao imóvel para perícia, no último domingo.

“Precisamos contar com o auxílio do corpo de bombeiros para acessar o local. Ainda no domingo o local apresentava um excessivo odor de cloro, tornando insuportável a presença no estabelecimento, tanto que para o trabalho a perita do Instituto de Criminalística teve que usar máscara de oxigênio e ser auxiliada pelos integrantes do Corpo de Bombeiros para fazer o trabalho pericial no local”, disse o delegado.

A constatação do forte odor reforçou, segundo a polícia, a hipótese de que houve manuseio inadequado e excessivo de produtos químicos na piscina, em ambiente fechado.

As investigações seguem para apurar todas as circunstâncias do caso, que já resultou no indiciamento dos três proprietários da academia por homicídio com dolo eventual.

Fim de parceria profissional e rumores de traição com fã casada agitam os bastidores de dupla sertaneja

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Fim de parceria profissional e rumores de traição com fã casada agitam os bastidores de dupla sertaneja

Os bastidores de uma das maiores duplas sertanejas do Brasil estão longe de viver dias tranquilos. O Portal LeoDias apurou que a relação entre os artistas e seus atuais empresários entrou em rota de colisão. O que antes era tratado como um ruído interno evoluiu para uma crise aberta, envolvendo embates com a equipe empresarial, troca de notificações extrajudiciais e um escândalo pessoal que caiu como uma bomba no meio artístico.

A dupla — cuja identidade será preservada por esta reportagem — enfrenta uma disputa judicial com seus empresários. De acordo com fontes ouvidas pelo portal, a comunicação entre as partes é praticamente inexistente. Grupos profissionais no WhatsApp estariam sem qualquer movimentação, com o diálogo restrito a conversas formais entre advogados, por meio de notificações extrajudiciais trocadas nos últimos dias.

Como se o conflito profissional não fosse suficiente, um episódio de cunho pessoal veio à tona e aumentou ainda mais a pressão nos bastidores. Um dos integrantes da dupla, casado e pai de dois filhos, estaria vivendo um relacionamento extraconjugal com a presidente de um de seus fã-clubes mais antigos e ativos.

Segundo relatos, o envolvimento não seria recente e vinha sendo mantido longe dos holofotes até agora. A situação ganhou novos contornos após imagens de câmeras de segurança de um hotel em Minas Gerais começarem a circular entre pessoas próximas. Os registros mostram o cantor e a fã em clima íntimo, reforçando os rumores que já vinham sendo comentados nos bastidores.

O sucesso da agenda climática depende de alinhamento nacional

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O sucesso da agenda climática depende de alinhamento nacional

Imagine uma orquestra em que cada músico toca em um tom e em um ritmo diferentes, sem a orientação de um maestro ou de uma partitura comum. Em vez de música, o resultado é ruído. Na agenda climática brasileira, a multiplicação de iniciativas estaduais e municipais sem coordenação nacional cria risco semelhante para o setor produtivo.

O setor industrial acompanha a intensificação de compromissos subnacionais de mitigação e adaptação às mudanças do clima. Embora a descentralização tenha um papel relevante, a fragmentação de políticas e a falta de alinhamento com os marcos nacionais ampliam a insegurança jurídica e elevam os custos para o planejamento de investimentos. Por isso, o setor defende que a transição para uma economia de baixo carbono ocorra de forma integrada, previsível e orientada por critérios técnicos.

O mercado de carbono é um exemplo claro dessa necessidade de harmonia regulatória. Com a sanção da Lei nº 15.042/2024, o Brasil criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que estabelece metas obrigatórias, regras de monitoramento, verificação e mecanismos nacionais de registro, concebido para ser o eixo central da precificação de emissões no país.

Para que esse sistema cumpra sua função estratégica, a governança do SBCE precisa assegurar um diálogo qualificado com os setores diretamente impactados. O conselho consultivo, ainda que sem poder decisório, é peça-chave nesse arranjo ao permitir que as considerações do setor produtivo sejam incorporadas desde o desenho até a implementação do mercado de carbono. Isso fortalece a previsibilidade, a segurança jurídica e a legitimidade do sistema – condições necessárias para o engajamento da indústria.

Assim, a criação de mercados estaduais paralelos não representa avanço, mas retrocesso. A fragmentação regulatória provoca sobreposição de normas, eleva custos de conformidade e aumenta o risco de carbon leakage, com o deslocamento de emissões para estados com regras menos restritivas. Além de ineficiente do ponto de vista econômico, esse modelo fragiliza a contabilidade nacional de emissões e dificulta o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris. O caminho, portanto, é fortalecer o SBCE como instrumento estruturante da política climática, assegurando o alinhamento das iniciativas subnacionais ao marco federal.

A ausência de critérios comuns também se reflete no reporte de dados de emissões. Para assegurar comparabilidade e credibilidade das informações, é fundamental o alinhamento a metodologias reconhecidas, como o GHG Protocol e a ABNT NBR ISO 14064-1. Esses padrões já fazem parte da rotina da indústria e contribuem para evitar a duplicidade de exigências.

No mesmo sentido, as plataformas estaduais de relato precisam dialogar com o SIRENE Organizacional, sistema federal que centraliza as informações sobre emissões. A existência de sistemas isolados dificulta a consolidação dos dados e enfraquece a formulação de políticas públicas mais eficazes.

Essa lógica de coordenação também deve orientar outros instrumentos da política ambiental. No licenciamento ambiental, por exemplo, o foco precisa permanecer no controle dos impactos locais. A exigência de cálculos de emissões de Escopo 3 em fases iniciais de instalação carece de viabilidade técnica e tende a estimular litígios, o que desestimula novos investimentos.

Por fim, os planos estaduais de mitigação precisam dialogar com o Plano Clima e com as metas da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil. Os estados exercem um papel estratégico quando atuam como facilitadores, oferecendo apoio técnico, linhas de financiamento e estímulos à inovação, em vez de criar sistemas concorrentes. A racionalização do arcabouço normativo é essencial para assegurar a competitividade da indústria e a efetividade da política climática nacional.

Roberto Muniz é diretor de Relações Institucionais da CNI.

O post O sucesso da agenda climática depende de alinhamento nacional apareceu primeiro em Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre – FIEAC.

Editais liberam R$ 9 milhões para projetos ligados à pesca artesanal

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Editais liberam R$ 9 milhões para projetos ligados à pesca artesanal

O Ministério da Pesca lançou, nesta quarta-feira (11), dois editais do Plano Nacional da Pesca Artesanal que destinam R$ 9 milhões para projetos de ações culturais e produtivas.Editais liberam R$ 9 milhões para projetos ligados à pesca artesanal | Cidade AC News – Notícias do AcreEditais liberam R$ 9 milhões para projetos ligados à pesca artesanal | Cidade AC News – Notícias do Acre

O primeiro edital, de Culturas Pesqueiras Artesanais, é inédito e será realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará. Serão selecionados 114 projetos do campo de estudos da pesca artesanal, além de produções artístico-culturais ligadas às tradições pesqueiras. As inscrições estarão abertas de 16 de fevereiro até 31 de março.

Já o segundo edital, de Fortalecimento Produtivo dos Territórios Pesqueiros Artesanais, tem parceria com o Ministério das Mulheres. O objetivo é promover geração de trabalho e renda, com prioridade para as mulheres pescadoras. O lançamento contou com a presença da ministra Márcia Lopes.

“As mulheres representam quase metade da força de trabalho da pesca artesanal do Brasil. São mais de 780 mil mulheres que trabalham diariamente nos rios, mares e manguezais. Nossa parceria, neste edital, é incentivar a organização das cooperativas de mulheres.”

Podem participar entidades privadas sem fins lucrativos e cooperativas. Os recursos por projeto variam de R$ 25 mil a R$ 350 mil. As inscrições estão abertas até o dia 13 de março.
 

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Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima

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Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima


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Quase metade (47%) das mulheres brasileiras já sofreram alguma forma de assédio sexual no carnaval e 80% delas têm medo de passarem por alguma experiência do tipo. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e divulgada nesta quarta-feira (11). Além disso, 86% dos entrevistados concordam que o assédio ainda existe no Carnaval.Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima | Cidade AC News – Notícias do AcreCarnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima | Cidade AC News – Notícias do Acre

De acordo com a diretora de pesquisa do instituto, Maíra Saruê, os resultados demonstram um problema que extrapola a folia.

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“A gente está falando do direito de ir e vir, mas também do direito ao lazer, e do acesso à cidade, da possibilidade de viver na cidade e de ocupar os espaços públicos. São questões super importantes. Querer ou não participar do Carnaval é uma decisão individual de cada um, mas poder ter acesso a ele é um direito muito importante”

O assédio também interfere de forma injusta na maneira como as mulheres aproveitam a festa, segundo Maíra. “Para se proteger, elas precisam adotar estratégias individuais nesse momento que deveria ser de diversão, como só andar em grupo, planejar rotas mais seguras e evitar certos horários.”

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Homens x Mulheres


Brasília, DF 13/02/2024 O bloco Calango Careta empolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

 O bloco Calango Careta empolgou os foliões em Brasília – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A pesquisa foi realizada em todo o país, com 1503 pessoas com mais de 18 anos que compõem uma amostra representativa da população brasileira. O levantamento mediu também a concordância com algumas afirmações relacionadas à violência sexual. Em todos os casos, o grau de concordância foi maior entre os homens.

O estudo identificou que 22% dos brasileiros concordam que quem está pulando Carnaval sozinho “quer ficar com alguém” (28% entre homens e 16% entre mulheres); 18% acreditam que a roupa usada por uma mulher pode indicar intenção de beijar (23% entre homens e 13% entre mulheres); e 17% consideram que, no Carnaval, “ninguém é de ninguém” (20% entre homens e 14% entre mulheres).

A pesquisa também questionou sobre uma prática que configura violência sexual: para 10% de todos os entrevistados e 12% dos homens, é aceitável que um homem “roube” um beijo de uma mulher alcoolizada durante a festa.

Para Maíra, além de serem usados para justificar a violência, esses pensamentos podem até afastar as mulheres da festa “O assédio é uma experiência tão concreta, seja da própria mulher ou de outras mulheres que ela conhece, que muitas, inclusive, acham que o Carnaval não pode ser para qualquer um. Elas ficam com medo de ir e serem assediadas porque acham que os outros vão ter esse pensamento.”

Pelo lado positivo, a grande maioria dos entrevistados, 86%, defende que combater essas violências é responsabilidade de todos, mas novamente, há diferença nas respostas de homens e mulheres, 89% contra 82%. Além disso, 96% reconhecem a importância das campanhas de combate ao assédio durante o período carnavalesco.

“Isso tem que ser uma responsabilidade coletiva, porque não é um problema das mulheres, é um problema da sociedade como um todo. A gente precisa mudar o comportamento de todo mundo para que as mulheres sejam encaradas de outra forma e os homens mudem de atitude”, conclui a diretora do Instituto Locomotiva, responsável pela pesquisa.

OAB-RJ terá plantão para orientar vítimas de violência contra mulher

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OAB-RJ terá plantão para orientar vítimas de violência contra mulher


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No carnaval, a Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) terá equipes de plantão 24 horas por dia para prestar auxílio e orientação a vítimas de violência contra a mulher, LGBTIfobia e intolerância religiosa e racial. Os atendimentos serão feitos por meio do WhatsApp.OAB-RJ terá plantão para orientar vítimas de violência contra mulher | Cidade AC News – Notícias do AcreOAB-RJ terá plantão para orientar vítimas de violência contra mulher | Cidade AC News – Notícias do Acre

Para os casos relacionados a gênero, a Ouvidoria da Mulher disponibiliza o número (21) 99753-9037 para receber mensagens de texto, de sábado (14) a terça-feira (17).

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Para situações de LGBTIfobia e demais crimes de intolerância, a Diretoria de Defesa da Diversidade terá equipes de plantão entre o próximo sábado (14) e a quarta-feira de cinzas (18).

O plantão da Ouvidoria da Mulher faz parte da campanha institucional “Respeito é Lei”, com foco na prevenção e no enfrentamento à violência contra a mulher durante o período do Carnaval, que prevê ações de orientação jurídica, distribuição de material informativo e atividades de conscientização.

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Segundo a presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basilio, o carnaval é um momento que deveria ser só de alegria, mas infelizmente é preciso lidar com situações de violência.

“Nesses momentos, muitas pessoas não sabem o que fazer ou a quem recorrer. Por isso, a OAB-RJ decidiu oferecer esse atendimento, que visa exatamente orientar as pessoas sobre onde buscar ajuda e acolhimento adequado”, disse.

Abaixo, seguem os nomes e números de WhatsApp dos advogados que estarão de plantão pela Diretoria de Defesa da Diversidade, de acordo com os dias em que cada grupo de profissionais estará prestando auxílio e orientação via mensagens de texto:

Sábado (14)

  • Francisco Dantas – (21) 98089-0254
  • J.C. Gomes – (21) 98808-6911
  • Sergio Santos – (21) 99047-8156
  • Felipe Ribeiro – (21) 98700-5218

Domingo (15/)

  • Natália Lacerda – (21) 97520-9072
  • Beatriz Pereira – (21) 98196-9085
  • Cristian Lins – (21) 97362-2690
  • Rafael Quenil – (21) 96870-8077

Segunda-feira (16)

  • Flávia Mendonça – (21) 99724-0654
  • Dandara Calisto – (21) 99412-3954
  • Luiz Elesbão – (21) 98293-3474
  • Claudia Araujo – (21) 97536-7035

Terça-feira (17)

  • Fabiana Netto – (21) 96453-6986
  • Adriano Fonseca – (21) 98892-0102
  • Regitania Dantas – (21) 98518-4775
  • Rodrigo Teixeira – (21) 98154-0379

Quarta-feira (18)

  • Guilherme Henrique – (21) 98836-6451
  • Lucas de Oliveira Lima – (21) 97197-9331
  • Iris Bazilio Ribeiro – (21) 98090-5536
  • Priscila de Fátima – (21) 99083-0766

População LGBTI+

O programa Rio Sem LGBTIfobia da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos funcionará em esquema de plantão durante os dias de carnaval para acolher denúncias. O serviço Disque Cidadania e Direitos Humanos, vinculado ao programa, funcionará 24h para receber denúncias ocorridas em todo o estado do Rio.

As denúncias de LGBTIfobia podem ser encaminhadas por meio de ligação para o número 08000234567. A ligação é gratuita. Não é preciso ter créditos no celular. Pelo WhatsApp, a população LGBTI+ pode mandar mensagem para o número (21) 977062831.

Segundo o programa, as demandas recebidas serão encaminhadas aos técnicos do programa que atuam nas 24 unidades distribuídas em todas as regiões do estado. São profissionais que prestam assistência social, jurídica e psicológica que também estarão em esquema de plantão para dar encaminhamento às denúncias. 

“A população LGBTI+ tem um canal direto para demandas de urgência e emergência. Estaremos disponíveis 24h neste Carnaval”, disse o superintendente de Políticas LGBTI+ e coordenador do programa Rio Sem LGBTIfobia, Ernane Alexandre.

O Rio Sem LGBTIfobia funciona com 24 unidades em todo o estado do Rio: são 20 Centros de Cidadania, três Centros Comunitários e um Polo de Cidadania.  Em 2025, mais de 4 mil pessoas foram atendidas pelo programa.

Carnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador

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Carnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador


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A pureza de crianças brincando livremente o carnaval ilumina os olhares e as lembranças do momento. Por outro lado, as famílias, a sociedade e o poder público devem ficar muito mais atentos com o avanço de violações contra os pequenos nesse período.Carnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador | Cidade AC News – Notícias do AcreCarnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador | Cidade AC News – Notícias do Acre

Pesquisador em políticas públicas para infância e adolescência, o presidente da organização social internacional ChildFund no Brasil, Maurício Cunha, alerta que se trata de uma época de maior vulnerabilidade dos pequenos.

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Essas violações, segundo explicou em entrevista à Agência Brasil, estão no mundo virtual e também nos cenários reais. Cunha recomenda, inclusive, que as famílias evitem postar imagens de crianças em redes sociais e que a sociedade seja estimulada a denunciar ameaças e violências diversas. 

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Cunha vai ser uma dos participantes de uma audiência pública nesta quinta-feira (12) na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, a partir das 10h. O encontro vai debater os riscos e violações de direitos enfrentados por crianças e adolescentes no contexto do carnaval, como adultização, erotização, desaparecimento, trabalho infantil e exploração sexual.

O especialista explicou que dados do Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, revelam que mais de 26 mil casos suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes foram registrados durante o carnaval de 2024.

O pesquisador aponta que o quadro é agravado pelos riscos da internet por haver exposição de imagens de crianças e adolescentes em fóruns, grupos fechados e redes sociais, além de violência sexual na internet, conforme apontou o estudo do ChildFund Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes Brasileiros na Internet, publicado no ano passado 

 A pesquisa com mais de 8 mil adolescentes de 13 a 18 anos de todas as regiões do país mostrou que 54% dos entrevistados já sofreram algum tipo de violência sexual online.

Confira abaixo trechos da entrevista

Agência Brasil – Por que as crianças e adolescentes estão ainda mais vulneráveis no carnaval? 

Maurício Cunha – Acaba sendo um período em que as crianças e adolescentes estão mais vulneráveis a todo tipo de violência. Isso pode ser comprovado com evidências. A própria Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, o Disque 100, apontou, por exemplo, o registro, no ano passado,  de 26 mil denúncias de violações ou de crimes contra criança e adolescente nesse período. 

Isso significou um crescimento de 38% em relação ao ano anterior. É um dado alarmante, porque quase 40% de todas as violações registradas no período se referiam à violência contra a criança. 

Agência Brasil – Quais são as principais preocupações em relação às violências que elas sofrem?

Maurício Cunha – As crianças sofrem mais violência nesse período por uma série de razões. Existe uma superexposição, aumento da circulação, disposição de eventos de massa. O debate da sociedade sobre a da adultização, que foi o termo usado, mas seria mesmo a erotização precoce, que é uma violação dos direitos, considerando o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente.

>>Saiba mais sobre ECA

A criança precisa ser preservada de situações e conteúdos. Então, é um período também de mais desaparecimentos de crianças pelas grandes aglomerações, além de aumento de crianças também em atividades informais e que exploram o trabalho infantil. Há um aumento também da exploração sexual e precisamos chamar muita atenção dos riscos digitais. 

Agência Brasil – Isso ocorre com o aumento da exposição de imagens de crianças?

Maurício Cunha – Sim. A gente orienta as famílias a desligar localização e evitar fotos, vídeos e lives.

O que para as famílias é um conteúdo simples pode gerar exposição dos filhos.  Aquilo pode parar em uma rede em que essa foto pode ser manipulada. 

Agência Brasil – Como é possível prevenir?

Maurício Cunha – Nós orientamos às famílias a utilizar ferramentas de segurança como controles parentais, limitar mensagens desconhecidas para as crianças e revisar a privacidade dos aplicativos.

Temos pesquisas que mostram, por exemplo, que adolescentes no Brasil passam, em média, quatro horas por dia nas redes sociais. É muito  tempo. Ao menos, 30% dos adolescentes passam mais de 6 horas de dia nas redes sociais. 

Quanto mais tempo ali, mais a criança está exposta também a violações. Há riscos no mundo offline e também no online. 

Agência Brasil – Em ambos, a família deve estar vigilante, certo?

Maurício Cunha – O Estatuto da Criança e do Adolescente é claro ao mostrar que o dever da família, da comunidade, da sociedade e do poder público é assegurar os direitos da criança.  A gente fez recentemente uma pesquisa com nove mil adolescentes de todos os estados do Brasil mostrando que apenas cerca de 35% dos adolescentes brasileiros têm algum tipo de supervisão parental no que diz respeito ao uso da internet. 

O adolescente quer liberdade, mas a gente percebeu que esse mesmo adolescente se ressente do fato de não ter tanta proteção. 

Essa mesma pesquisa apontou um dado alarmante: 54% desses adolescentes relatam já haver sofrido alguma violência sexual no ambiente online. É gravíssimo. Isso é muito grave porque são marcas que vão ficar no desenvolvimento dessa pessoa, e que vão comprometer o seu desenvolvimento psíquico e emocional. 

Agência Brasil – O senhor recomenda que se evite imagens de crianças no carnaval?

Maurício Cunha – A imagem dessa criança pode ficar eternamente na internet, e compartilhada em redes de pedofilia. O que funciona é o diálogo: orientar crianças e adolescentes a não interagir com desconhecidos no ambiente digital, nem enviar fotos ou informações pessoais e ativar ferramentas de segurança. São ferramentas que as famílias desconhecem, mas que estão acessíveis a toda a população. 

Agência Brasil – Nesta semana, soubemos que um piloto de avião foi preso acusado de exploração sexual infantil. Uma avó de três crianças integrava o grupo. É possível identificar perfis desses criminosos?

Maurício Cunha –  Esse é um bom ponto. A gente precisa quebrar alguns tabus. A violação sexual contra criança não se dá, na absoluta maioria dos casos, por aquela figura do tarado babando na esquina, para usar um português claro. Mais de 85% das violações são cometidas por alguém de confiança da família ou da criança. 

São muitos casos de que as próprias famílias vendem imagens. Todas as pesquisas apontam que perto de 90% dos casos ocorrem em ambientes domiciliares, com familiares do convívio desta criança ou desta família. 

Agência Brasil – Em relação a isso, que a maior parte dos casos acontece em casa, é um papel difícil de monitorar, de fiscalizar e de denunciar? Qual é o papel da sociedade e do poder público?

Maurício Cunha – No que diz respeito à violência sexual online, a gente fez um grande avanço, que é o ECA Digital, que já foi sancionado e que a partir do mês que vem, agora em março, vai ser implementado e vai reduzir a violência contra a criança certamente. 

>>Saiba mais sobre o ECA digital 

Agência Brasil – O Disque 100 é uma importante conquista nesse contexto…

Maurício Cunha – Sim. Com o Disque 100, é possível ligar gratuitamente, 24 horas por dia, sem o ônus da prova. Isso é algo que a gente precisa dizer para a sociedade. Se há uma suspeita de crime contra a criança, ele já pode ligar para o Disque 100 e a denúncia é encaminhada para o município. 

Na dúvida, as pessoas devem fazer a denúncia porque aquela criança é hipervulnerável. Alguém vai precisar ver o que está acontecendo com ela e denunciar. Isso inibe muito a ação dos criminosos. Eles não vão parar se não houver uma reação forte  e vigilante da sociedade. 

Agência Brasil – E, na época do carnaval, podemos flagrar também crimes como o trabalho infantil…

Maurício Cunha – A gente precisa ter um olhar vigilante sobre isso. No Brasil, é proibido o trabalho até os 14 anos. Entre 14 e 16 é permitido uma condição de aprendiz. Criança tem que brincar, estudar e ser protegida. A criança é mais explorada porque é um trabalho mais barato. Isso é intolerável.

Campanha “Não é não!” conscientiza população sobre assédio no carnaval

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Campanha “Não é não!” conscientiza população sobre assédio no carnaval


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“Não é não! Respeite a Decisão”, com essas palavras, o Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu nesta quarta-feira (11) uma campanha que combate o assédio e a importunação sexual contra mulheres durante o Carnaval. A ação foi no Largo da Carioca, na região central da cidade do Rio, com distribuição de material informativo. Campanha “Não é não!” conscientiza população sobre assédio no carnaval | Cidade AC News – Notícias do AcreCampanha “Não é não!” conscientiza população sobre assédio no carnaval | Cidade AC News – Notícias do Acre

O estudo Percepção sobre o assédio no carnaval, do Instituto Locomotiva, de 2024, mostra que 50% das mulheres já foram vítimas de assédio sexual durante a festividade de carnaval e que 73% têm receio de passar por essa situação pela primeira vez ou novamente. 

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Para que situações de abuso e crimes não ocorram, a Lei 14.786/2023 criou o protocolo “Não é Não”, para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à vítima. 

Pela lei, é considerado constrangimento qualquer insistência, física ou verbal, sofrida pela mulher depois de manifestada a sua discordância com a interação. 

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Importunação sexual, também prevista na legislação brasileira, por sua vez, é qualquer prática de cunho sexual realizada sem o consentimento da vítima.

Essa prática pode configurar crime de acordo com legislação penal brasileira vigente, com pena de um a cinco anos de prisão, podendo ser agravada se o agressor tiver relação afetiva com a vítima. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 11/02/2026 – A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Capacitação

No estado do Rio de Janeiro, a Lei Estadual nº 8.378, de 2019 regulamenta que espaços de lazer e entretenimento adotem medidas de suporte e auxílio a mulheres que se sintam em situações de risco.

Já o Decreto Estadual nº 49.520, de fevereiro de 2025 criou, no estado, o protocolo Não é não! Respeite a Decisão, que reforça medidas de garantia à segurança de mulheres em espaços de aglomeração. 

Entre essas medidas estão, por exemplo, capacitações de funcionários de bares, casas noturnas e boates para o auxílio a mulheres que, em suas dependências, encontrem-se em situação de violência ou de vulnerabilidade, para que não se tornem alvos de abuso. 

No site oficial da campanha, é possível se inscrever no curso de capacitação gratuita da Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro (SEM-RJ), voltado para bares e restaurantes, hotéis, eventos e outros. 

Parcerias

Além da intervenção feita nesta quarta no Largo da Carioca, foram firmadas, no âmbito do protocolo, parcerias com outros setores da cidade para reforçar a campanha durante o carnaval. 

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a SEM-RJ assinaram um Termo de Cooperação Técnica na última segunda-feira (9).

Além disso, colaboradores de um dos camarotes da Sapucaí participaram de uma ação de capacitação do protocolo e alguns dos grandes blocos da cidade passaram a contar com a presença de campanhas de conscientização.  

Segundo a SEM-RJ, as ações do protocolo já impactaram cerca de 2 milhões de pessoas e qualificaram mais de 15 mil profissionais em todo o estado

 


Rio de Janeiro (RJ), 11/02/2026 – A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Placas informativas 

Na capital, a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Cuidados do Rio (SPM-Rio) vai instalar placas informativas com a mensagem “Peça Ajuda. Ask for help! www.mulher.rio | 1746” em vários pontos da cidade durante o carnaval, sendo o primeiro na Marquês de Sapucaí, onde desfilam as principais escolas de samba. O objetivo é facilitar o acesso de brasileiras e turistas a uma rede pública de proteção e acolhimento. 

*Colaborou Alice Rodrigues, estagiária sob supervisão da Jornalista Mariana Tokarnia.

Caso Master: Fachin convoca ministros para tratar de menções a Toffoli

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Caso Master: Fachin convoca ministros para tratar de menções a Toffoli


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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou uma reunião com ministros da Corte para tratar do relatório da Polícia Federal (PF) sobre as investigações do Banco Master que faz menções ao ministro Dias Toffoli. O encontro será realizado na sala da presidência do STF e está previsto para às 16h. Caso Master: Fachin convoca ministros para tratar de menções a Toffoli | Cidade AC News – Notícias do AcreCaso Master: Fachin convoca ministros para tratar de menções a Toffoli | Cidade AC News – Notícias do Acre

Durante o encontro, Fachin vai dar ciência aos demais membros do STF sobre o material entregue pela PF e o conteúdo da defesa entregue por Toffoli.

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Na segunda-feira (9), a PF informou ao presidente do Supremo que encontrou uma menção ao nome de Toffoli em uma mensagem no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante busca e apreensão. A menção está em segredo de Justiça.

Após ser informado de menção ao nome de Toffoli, Fachin abriu um processo interno e determinou a notificação do ministro para apresentar defesa. Caberá ao presidente do STF decidir se Toffoli continuará como relator da investigação do Master.

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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também já foi notificado sobre o relatório da PF.

No mês passado, Toffoli passou a ser criticado por permanecer na condição de relator do caso após matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro.

Mais cedo, Toffoli divulgou nota à imprensa, confirmou que é um dos sócios do resort e disse que não recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro.

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