quarta-feira, 1 abril, 2026

Vice-governadora Mailza se reúne com secretários e presidentes de autarquias para transição de gestão

A vice-governadora Mailza Assis se reuniu, nesta quarta-feira, 1º, com secretários estaduais e presidentes de autarquias para dar início ao processo de transição de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

Osmar Girardi: um nome que virou abrigo no Conjunto Universitário

O texto presta uma homenagem sensível e humana a Osmar Girardi, figura querida e respeitada do Conjunto Universitário, em Rio Branco.

Redação - Cidade AC News - Eliton Muniz

Hoje, as palavras não nascem com a frieza de um texto informativo. Elas vêm com saudade. Falar de Osmar Girardi é falar de alguém que ultrapassou o papel de comerciante e se tornou parte da vida de muita gente. Para quem morou, cresceu, criou filhos ou envelheceu no Conjunto Universitário, em Rio Branco, Osmar não era apenas “o dono da farmácia”. Ele era presença, confiança e cuidado — daqueles que não se compra e não se esquece.

Osmar Girardi: um nome que virou abrigo no Conjunto Universitário
Osmar Girardi: um nome que virou abrigo no Conjunto Universitário
Osmar foi reconhecido por um jeito raro: carinhoso, solícito e amável. Muita gente entrou em sua farmácia procurando um remédio e encontrou algo que vale ainda mais: acolhimento. Ele sabia atender sem pressa, ouvir com respeito e orientar com calma. Seu balcão virou ponto de encontro, e sua rotina virou referência. Há bairros que se sustentam em grandes obras; outros se sustentam em pessoas como ele, que todos os dias fazem o lugar ser mais humano.

Uma trajetória construída com trabalho e coração

Natural do Paraná, Osmar chegou ao Acre em 1983 e, alguns anos depois, abriu sua primeira farmácia. Não foi só um empreendimento: foi um compromisso diário com a comunidade. Com o tempo, a drogaria se consolidou como uma das mais tradicionais do Conjunto Universitário e como um “porto seguro” para moradores antigos, famílias e vizinhos. Em momentos de dúvida, urgência ou aflição, havia sempre uma palavra orientadora e um gesto de gentileza.

“Há pessoas que não passam pela vida da gente: elas ficam. Osmar ficou no bairro, nas histórias e na memória de quem foi bem tratado.”

O que a comunidade aprendeu com Osmar Girardi

O legado de Osmar se mede em atitudes simples, mas gigantes. Ele ensinou, na prática, que respeito não depende de título; depende de postura. Ensinou que atendimento é mais do que vender: é se importar. E mostrou que, quando alguém trabalha com honestidade e empatia por muitos anos, vira parte da identidade do lugar.

  • Gentileza constante: tratar cada pessoa com atenção, sem distinção.
  • Escuta verdadeira: olhar no olho e entender antes de responder.
  • Confiança construída: um relacionamento feito de anos e pequenas provas diárias.
  • Serviço à comunidade: presença ativa no cotidiano do bairro.

Uma despedida com gratidão

Osmar Girardi faleceu nesta sexta-feira (06), deixando esposa e três filhos, além de uma rede imensa de amigos, clientes e admiradores. O velório será na Igreja São Judas Tadeu, no Conjunto Universitário. A causa da morte não foi divulgada pela família. O que se sabe, com certeza, é que ficam a saudade e a gratidão por tudo o que ele representou.

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Quem desejar entender mais sobre a cidade onde essa história foi construída pode conhecer um pouco de Rio Branco (AC). Mas, para entender Osmar, basta ouvir o bairro: sempre haverá alguém dizendo que foi atendido com respeito, cuidado e humanidade.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem foi Osmar Girardi?

Osmar Girardi foi um farmacêutico e empresário conhecido no Conjunto Universitário, em Rio Branco, por sua farmácia tradicional e pelo atendimento acolhedor.

Por que ele é tão lembrado pela comunidade?

Porque seu atendimento era humano, gentil e constante, transformando a farmácia em um ponto de apoio e confiança para moradores de várias gerações.

Onde será o velório?

O velório será realizado na Igreja São Judas Tadeu, no Conjunto Universitário.

Ele era natural de onde?

Osmar era natural do Paraná e chegou ao Acre em 1983.

Quantos filhos ele deixa?

Ele deixa três filhos e a esposa.

A causa da morte foi divulgada?

Não. A família não divulgou a causa da morte até o momento.

Mensagem final

Osmar Girardi parte, mas permanece no que ensinou: no respeito ao outro, na escuta e na gentileza. Há legados que não se escrevem em placas; se escrevem no coração de um bairro inteiro. E esse, ele deixou.


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