terça-feira, 17 fevereiro, 2026
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Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged

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Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged


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Pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, a criação de empregos formais caiu no Brasil em 2025. Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 1.279.498 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no ano passado.Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged | Cidade AC News – Notícias do AcreBrasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged | Cidade AC News – Notícias do Acre

O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo é 23,73% menor em relação a 2024, quando o país tinha criado 1.677.575 empregos. Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Dezembro

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Apenas em dezembro, mês tradicionalmente marcado por demissões, foram eliminados 618.164 empregos, 11,29% a mais em relação ao mesmo mês de 2024. No mesmo mês do ano anterior, tinham sido fechados 555.430.

Em relação aos meses de dezembro, o total foi o pior desde dezembro de 2020, quando foram eliminadas 156.243 vagas. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

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Setores

Mesmo com a queda em dezembro, na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em 2025.

  • Serviços: 758.355 postos;
  • Comércio: 247.097;
  • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 144.319;
  • Construção civil: 87.878;
  • Agropecuária: 41.870.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 318.460 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 194.903 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 114.127 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 14.346 vagas. A indústria extrativa abriu 9.554 vagas em setembro

Regiões e estados

Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais no ano passado.

>> Veja abaixo o desempenho de cada região:

  • Sudeste: 504.972 postos;
  • Nordeste: 347.940;
  • Sul: 186.126;
  • Centro-Oeste: 149.530;
  • Norte: 90.613.

Na divisão por unidades da Federação, todas registraram saldo positivo em 2025. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+311.228 postos); Rio de Janeiro (+100.920) e Bahia (+94.380).

Os menores saldos de criação de emprego foram registrados no Tocantins (+7.416 postos); Acre (+5.058) e Roraima (+2.568).

Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda

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Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda


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O advogado Regis Dudena é o novo secretário de Reformas Econômicas (SRE) do Ministério da Fazenda. A nomeação foi publicada na edição desta quinta-feira (29) do Diário Oficial da União. Ele substitui Marcos Barbosa Pinto, que deixou o cargo no início de janeiro para retornar à iniciativa privada.Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda | Cidade AC News – Notícias do AcreRegis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda | Cidade AC News – Notícias do Acre

Até então à frente da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), Dudena passa a comandar uma das áreas estratégicas da Fazenda, responsável pela política microeconômica do ministério. Entre as atribuições da SRE estão a revisão de benefícios fiscais, a modernização de marcos regulatórios, propostas de tributação sobre renda de capital, a agenda de crédito, infraestrutura financeira e mudanças no mercado de capitais.

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Marcos Pinto atuou diretamente na elaboração e tramitação da reforma tributária, além de programas como o Desenrola e da proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Ao anunciar sua saída, no fim do ano passado, afirmou que deixaria o governo para se dedicar à família.

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À frente da Secretaria de Prêmios e Apostas desde abril de 2024, Dudena teve papel central na regulamentação do mercado de apostas de quota fixa e das chamadas bets, cujas regras entraram em vigor em 1º de janeiro de 2025. A iniciativa buscou coibir a atuação de sites ilegais e reduzir a evasão fiscal no setor.

Advogado especializado em Direito Público e Regulatório, Regis Dudena é graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor na área de Estudos do Sistema Financeiro Nacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele já atuou na Casa Civil da Presidência da República, tanto na área jurídica quanto na Secretaria Executiva, além de ter passagens por setores regulados e instituições financeiras.

Dudena também é próximo do secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, com quem trabalhou como assessor especial na Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil durante o governo de Dilma Rousseff.

Com a saída de Dudena da SPA, a secretaria passa a ser comandada interinamente por Daniele Correa Cardoso, até então secretária adjunta do órgão. Servidora pública federal, ela já chefiou a pasta em outras ocasiões e deve dar continuidade às ações em andamento, incluindo a regulamentação de promoções comerciais, loterias e apostas, além das políticas de jogo responsável.

Daniele teve atuação destacada na criação de mecanismos de proteção à população, como a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, e já foi coordenadora-geral de Monitoramento do Jogo Responsável, uma das pautas prioritárias da secretaria.

* Matéria alterada às 15h55 para acrescentar informações sobre a substituição de Dudena na Secretaria de Prêmios e Aposta.

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

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Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025


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Pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2025 com déficit primário de R$ 61,69 bilhões, o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025 | Cidade AC News – Notícias do AcreDéficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025 | Cidade AC News – Notícias do Acre

O número foi divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, junto com o resultado de dezembro. No último mês do ano, houve superávit primário de R$ 22,1 bilhões.

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“O resultado [do ano] conjugou um superávit de R$ 255,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central e um déficit de R$ 317,2 bilhões na Previdência Social (RGPS). Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões)”, explicou o Tesouro Nacional.

O déficit no ano teve aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário tinha ficado em R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), puxado pelos gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e também pelo crescimento de gastos obrigatórios da Previdência Social e BPC.

O resultado do ano passado veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 68,21 bilhões em 2025.

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Meta fiscal

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto para cima ou para baixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso equivale a déficit de até R$ 31 bilhões.

Ao considerar apenas os gastos dentro do arcabouço fiscal, o déficit primário ficou em R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, estão excluídos da meta R$ 48,68 bilhões de compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, despesas para ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, despesas temporárias de educação e saúde e gastos em projetos estratégicos de defesa.

O déficit de 2025 poderia ter sido ainda maior não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que são os recursos empenhados (autorizados) que não conseguem ser gastos pelo governo, como emendas impositivas ou gastos vinculados que não podem ser remanejados dentro do mesmo ministério.

Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto.

Receitas e despesas

No ano de 2025, entre os destaques para o crescimento das receitas estão:

  •  R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos dos residentes no exterior, além de aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;
  •  R$ 15,4 bilhões (21,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), crédito a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;
  •  R$ 13,7 bilhões (38,3%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, cujo resultado decorreu, em parte, de maiores recolhimentos de participação da União nas receitas de loteria;
  •  R$ 37 bilhões (5,4%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;
  •  R$ 14,8 bilhões (11,7%) com exploração de recursos naturais, explicada, majoritariamente, pela maior arrecadação na área do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de recursos derivados da celebração de acordo referente à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como de leilão de alienação dos direitos e obrigações da União.

Porém, houve queda de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas em dividendos e participações, justificado especialmente pela redução nos pagamentos da Petrobras e BNDES.

Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:

  •  R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;
  •  R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC. Esses dois primeiros itens influenciados pelo aumento do número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;
  •  R$ 16,9 bilhões (4,3%) com pessoal e encargos sociais, em razão dos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;
  •  R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;
  •  R$ 11,9 bilhões (6,1%) com despesas discricionárias.

Por sua vez, houve redução de R$ 20,7 bilhões (76,3%) com gastos extraordinários, em razão das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul no ano de 2024, o que não houve em 2025.

Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano

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Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano


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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em dezembro.Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano | Cidade AC News – Notícias do AcreInflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano | Cidade AC News – Notícias do Acre

No entanto, no acumulado de 12 meses, o indicador recua 0,91%, marcando o terceiro mês seguido de retração nas janelas de um ano. Em janeiro de 2025, quando o IGP-M subiu 0,27%, o acumulado chegava a 6,75%.

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Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

O IGP-M é chamado de inflação do aluguel porque o resultado acumulado costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.

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Componentes

Os pesquisadores levam em conta três componentes para apurar o IGP-M. O de maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.

Em janeiro, o IPA subiu 0,34%, puxado principalmente pelas altas do minério de ferro (4,47%), carne bovina (1,37%) e tomate (29,5%).

Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. Em janeiro, o IPC subiu 0,51%. As maiores pressões de alta no bolso das famílias vieram do curso de ensino fundamental (3,83%), curso de ensino superior (3,13%) e gasolina (1,02%).

O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que ficou 0,63% no mês. Dentro do INCC, o item materiais, equipamentos e serviços subiu 0,34%; e a mão de obra, 1,03%.

Aluguel vai cair?

Apesar de ser conhecido como a inflação do aluguel, o IGP-M acumulado negativo não é certeza de que os aluguéis serão reajustados para baixo. Isso acontece porque alguns contratos incluem a expressão “reajuste conforme variação positiva do IGP-M”, o que faz, na prática, que só haja reajuste se o índice for positivo.

Para chegar ao IGP-M do mês, a FGV faz coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento foi de 21 de dezembro de 2025 a 20 de janeiro.

 

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9


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A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (29) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9.Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9 | Cidade AC News – Notícias do AcreCaixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9 | Cidade AC News – Notícias do Acre

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com adicionais o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.

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Além do benefício mínimo, há o pagamento dos seguinte adicionais:

  • Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança
  • Acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam)
  • Adicional de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
  • Adicional de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

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Pagamento unificado

Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 19, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

No ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.


Calendário do Bolsa Família de 2026

Calendário do Bolsa Família de 2026 – Arte EBC

Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano

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Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano


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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (28), teve repercussão negativa entre representantes da indústria, da construção civil e de entidades sindicais, que apontam impactos sobre o crescimento econômico, o crédito e o emprego.Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano | Cidade AC News – Notícias do AcreSetor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano | Cidade AC News – Notícias do Acre

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o atual patamar dos juros impõe um custo elevado à economia e desconsidera a trajetória recente de desaceleração da inflação. Para o presidente da entidade, Ricardo Alban, o Banco Central deveria ter iniciado o ciclo de flexibilização monetária.

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“Ao manter a Selic em nível insustentável, o Copom prejudica a economia e aprofunda a desaceleração do crescimento. É indispensável iniciar a redução dos juros já na próxima reunião”, afirmou em nota.

Segundo a CNI, a inflação corrente e as expectativas inflacionárias caminham para o centro da meta. O IPCA fechou 2025 em 4,26%, abaixo do teto de 4,5%, enquanto projeções do Boletim Focus indicam inflação de 4% em 2026 e convergência gradual para 3% nos anos seguintes. Ainda assim, a taxa real de juros segue em torno de 10,5% ao ano, cerca de 5,5 pontos percentuais acima da taxa neutra estimada pelo próprio Banco Central.

O setor da construção civil também manifestou preocupação. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, os juros elevados restringem o crédito imobiliário, reduzem a demanda por novos empreendimentos e dificultam a viabilização de projetos. “Uma política monetária contracionista desacelera a atividade e afeta toda a cadeia produtiva, com reflexos prolongados sobre emprego e renda”, disse.

Em tom mais moderado, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) avaliou que a decisão reflete cautela diante de incertezas fiscais e externas. O economista Ulisses Ruiz de Gamboa destacou que, apesar da desaceleração da atividade, inflação e expectativas ainda se mantêm acima da meta. Para ele, o comunicado do Copom será decisivo para entender se há sinalização de início do ciclo de cortes.

Centrais sindicais

Já as centrais sindicais reagiram de forma mais dura. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) afirmou que a manutenção da Selic mantém o Brasil no topo do ranking mundial de juros reais e penaliza a população. “Juros altos encarecem o crédito, reduzem o consumo e resultam em menos empregos”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a entidade, cada ponto percentual da Selic acrescenta cerca de R$ 50 bilhões aos gastos públicos com juros da dívida.

A Força Sindical classificou a decisão como “irresponsabilidade social” e acusou o Banco Central de favorecer a especulação financeira em detrimento do setor produtivo. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, a política monetária atual restringe o crédito, eleva o endividamento das famílias e trava o desenvolvimento econômico.

Apesar das críticas, o Copom manteve a Selic pela quinta vez consecutiva em 15% ao ano, o maior nível desde 2006. A decisão veio em linha com a expectativa da maioria dos analistas de mercado, em um cenário de inflação ainda acima da meta, incertezas fiscais e riscos externos.

Receita desmente novo imposto para todos os aluguéis por temporada

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Receita desmente novo imposto para todos os aluguéis por temporada


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A Receita Federal desmentiu na noite desta quarta-feira (28) a informação de que todos os proprietários que alugam imóveis por temporada passarão a pagar um novo imposto a partir de 2026. Segundo o órgão, a afirmação é falsa e generaliza regras da reforma tributária que não se aplicam à maioria das pessoas físicas.Receita desmente novo imposto para todos os aluguéis por temporada | Cidade AC News – Notícias do AcreReceita desmente novo imposto para todos os aluguéis por temporada | Cidade AC News – Notícias do Acre

A mudança na tributação dos aluguéis está prevista na Lei Complementar (LC) 214/2025, que cria o novo sistema de impostos sobre consumo, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), no modelo de Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual.

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Segundo a Receita, a LC 227/2026, sancionada há duas semanas e que conclui a regulamentação da reforma tributária, não trata de cobrança imediata de impostos sobre aluguéis, como chegou a ser divulgado.

Pelas regras aprovadas, a locação por temporada, de contratos de até 90 dias, só pode ser equiparada à hotelaria quando o locador for contribuinte regular do IBS/CBS. No caso de pessoas físicas, isso só ocorre se dois critérios forem atendidos simultaneamente: possuir mais de três imóveis alugados e ter receita anual com aluguéis superior a R$ 240 mil, valor que será corrigido anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Quem não se enquadrar nesses critérios continuará sujeito apenas ao Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), sem incidência dos novos tributos sobre consumo. A Receita afirma que a regra foi desenhada justamente para evitar a tributação de pequenos proprietários e reduzir o risco de cobrança indevida.

Transição

Outro ponto destacado é que a reforma prevê um período de transição. Embora 2026 marque o início do novo sistema, a cobrança efetiva e plena do IBS e da CBS será escalonada de 2027 a 2033. Dessa forma, os efeitos financeiros não serão imediatos para todos os contribuintes.

No caso dos aluguéis residenciais tradicionais, a carga do IBS/CBS terá redução de 70%, resultando em uma alíquota efetiva estimada em 8%, além do IR. Já na locação por temporada equiparada à hospedagem, o benefício é menor, mas, segundo a Receita, não chega aos percentuais elevados que vêm sendo divulgados.

Para grandes proprietários, aqueles com muitos imóveis e alta renda, a tributação também será amenizada por mecanismos como alíquota reduzida, cobrança apenas sobre valores acima de R$ 600 por imóvel, possibilidade de abatimento de custos com manutenção e reforma, além de cashback (devolução de impostos) para inquilinos de baixa renda.

Ajustes

A Receita ressalta ainda que ajustes posteriores à lei original trouxeram mais segurança jurídica, diminuindo as hipóteses de enquadramento como contribuinte e tornando as regras mais favoráveis às pessoas físicas que alugam imóveis por temporada.

A LC 227/2026, esclareceu o Fisco, favoreceu as pessoas físicas que alugam imóveis, diminuindo as hipóteses em que elas são enquadradas como contribuintes da CBS e do IBS. A lei complementar também tornou mais clara a aplicação do redutor social para contribuintes de baixa renda, especificando que o benefício será aplicado mensalmente e não reduzirá direitos.

Segundo o Fisco, a reforma busca simplificar o sistema, reduzir distorções e diminuir a carga sobre aluguéis de menor valor. “A ideia de aumento generalizado de impostos ou de aluguéis não se sustenta nos dados nem na legislação aprovada”, destaca a nota.

Eco Invest registra maior leilão do programa, com demanda de R$ 80 bi

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Eco Invest registra maior leilão do programa, com demanda de R$ 80 bi


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O Programa Eco Invest Brasil alcançou o maior leilão de sua história. O resultado do terceiro leilão, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, aponta demanda com potencial de mobilizar cerca de R$ 80 bilhões em investimentos em equity (compra de participação em empresas), dos quais R$ 24 bilhões em recursos públicos.Eco Invest registra maior leilão do programa, com demanda de R$ 80 bi | Cidade AC News – Notícias do AcreEco Invest registra maior leilão do programa, com demanda de R$ 80 bi | Cidade AC News – Notícias do Acre

Dos R$ 80 bilhões demandados, foram homologados R$ 15 bilhões em capital público, capazes de viabilizar aproximadamente R$ 53 bilhões em investimentos privados. Mais de R$ 11 bilhões deverão ser destinados ao desenvolvimento de startups e pequenas e médias empresas (PME), com foco em inovação, sustentabilidade e crescimento de longo prazo.

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Criado em 2024, o Eco Invest Brasil tem como objetivo impulsionar investimentos privados sustentáveis e atrair capital externo para projetos estratégicos da transição ecológica. O programa oferece instrumentos financeiros inovadores, como proteção parcial contra a volatilidade cambial, e apoia iniciativas ligadas à indústria verde, recuperação de biomas, infraestrutura climática e inovação tecnológica.

Dados da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) indicam que, em um período de 12 meses, as propostas homologadas neste leilão equivalem a 32,5% de todo o investimento realizado no setor no Brasil, entre outubro de 2024 e setembro de 2025.

Nesta edição, seis instituições financeiras tiveram propostas vencedoras. O Itaú liderou, com cerca de 50% do volume homologado, equivalente a quase R$ 30 bilhões. Em seguida aparecem a Caixa Econômica Federal, com R$ 9 bilhões, além de Bradesco, HSBC, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco do Brasil.

Projetos

A maior parte dos recursos será destinada a projetos de Transição Energética, que concentraram 64,5% das propostas homologadas. Bioeconomia respondeu por 16%, Infraestrutura Verde para Adaptação por 10,4% e Economia Circular por 9,1%, em linha com o Plano de Transformação Ecológica – Novo Brasil.

Potencial

Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Eco Invest ultrapassou R$ 127 bilhões em potencial de mobilização de recursos e demonstra o crescente interesse do setor privado por projetos sustentáveis.

Entre os setores estratégicos, destacam-se investimentos em combustível sustentável de aviação (SAF), com R$ 12,2 bilhões indicados, e nas cadeias de baterias e veículos elétricos, que somam R$ 9,3 bilhões. O objetivo é inserir o Brasil de forma competitiva na economia verde global.

Coordenado pelos Ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Embaixada do Reino Unido no Brasil, o Eco Invest Brasil já concluiu três leilões e se consolida como o maior programa de finanças verdes do país. As instituições financeiras vencedoras terão até 24 meses para mobilizar capital externo e até 60 meses para realizar os aportes nos projetos selecionados.

O que é equity?

O termo equity refere-se a investimentos feitos por meio da aquisição de participação societária em empresas, ou seja, o investidor passa a ser sócio do negócio. Diferentemente de financiamentos tradicionais ou empréstimos, esse modelo não envolve pagamento de juros, mas aposta no crescimento e na valorização da empresa ao longo do tempo.

No Eco Invest Brasil, o equity é destinado principalmente a startups e empresas em expansão ligadas à economia verde, por meio de estratégias de venture capital (voltadas a negócios em estágio inicial) e private equity (destinada a empresas estruturadas, com potencial de escala). O uso de recursos públicos como capital catalítico ajuda a reduzir riscos e atrair investidores privados, ampliando o volume total de investimentos.

Bolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos

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Bolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos


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Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde e superou os 184 mil pontos. O dólar oscilou ao longo do dia, mas fechou estável e manteve-se no menor nível em quase dois anos.Bolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos | Cidade AC News – Notícias do AcreBolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos | Cidade AC News – Notícias do Acre

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (28) aos 184.691 pontos, com alta de 1,52%. Em apenas duas semanas, a bolsa brasileira subiu 11,83%. Das últimas 11 sessões, o Ibovespa atingiu recorde em oito.

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O mercado de câmbio teve um dia de ajustes. Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial fechou o dia em R$ 5,206, mesmo nível de ontem (27). A cotação oscilou, chegando a cair para R$ 5,17 por volta das 10h, mas passou a subir quando investidores aproveitaram a moeda barata para comprar. Por volta das 16h, a moeda subiu para R$ 5,22, mas recuou nos minutos finais de negociação.

A moeda estadunidense está no menor valor desde 28 de maio de 2025, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,16% em 2026.

Num dia sem surpresas em relação aos juros no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado financeiro reagiu positivamente. A bolsa acelerou após o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) manter os juros básicos da maior economia do planeta entre 3,5% e 3,75% ao ano.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, mas confirmou que deverá começar a reduzir a taxa em março. A diferença em relação aos juros nos Estados Unidos ajuda a atrair capitais financeiros para o Brasil, contribuindo para manter baixa a cotação do dólar.

* com informações da Reuters

Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase

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Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase


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Os confrontos, mandos de campos e chaveamento das primeiras três fases da Copa do Brasil 2026 foram definidos por sorteio nesta quarta-feira (28), na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O torneio reunirá ao todo 126 times, sendo que apenas 28 deles começam a competir na primeira fase, a partir de 18 de fevereiro.Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase | Cidade AC News – Notícias do AcreDefinidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase | Cidade AC News – Notícias do Acre

A edição deste ano, com 34 times a mais que na edição do ano passado, distribuirá duas vagas para a Copa Libertadores (campeão e vice) e terá nove fases eliminatórias, as primeira quatro com jogos únicos. Os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro entrarão na disputa na quinta etapa da Copa do Brasil – início dos jogos de ida e volta -, programada para o final de abril.

Os 14 duelos da primeira fase serão entre os times com menos pontuação no Ranking Nacional de Clubes (RNC), elaborado pela CBF. Os times classificados se juntarão a outros 74 clubes que disputarão a segunda etapa, totalizando 88 equipes. A terceira etapa reunirá os 44 classificados na etapa anterior e também os campeões da Copa Verde (Paysandu), Copa Nordeste (o vice-campeão Confiança herdou a vaga do Bahia, vencedor), Série C (Ponte Preta) e Série D.

A quarta fase está prevista para os dias 18 19 de março, com os 24 classificados na etapa anterior. Na quinta etapa da Copa do Brasil, entram na competição os 20 clubes da Série A: Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Bragantino, Mirassol, Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Athletico-PR, Coritiba, Bahia, Vitória, Remo e Chapecoense. A elite do futebol nacional se junta aos 14 classificados na quarta etapa. As partidas únicas serão nos dias 22 e 23 de abril (jogos de ida) e 13 e 14 de maio (volta).

A partir das oitavas de final, com exceção da decisão do título, os mandos de campos serão definidos por sorteio. O calendário prevê a disputa das oitavas em 1º e 2 de agosto (jogos de ida), e 5 e 6 de agosto (volta).  As quartas ocorrerão em 26 e 27 de agosto (ida) e 2 e 3 de setembro (volta). Já as semifinais estão programadas para 1º e 8 de novembro. A decisão do título da Copa do Brasil 2026, em 6 de dezembro, será realizada em estádio a ser definido pela CBF, com no mínimo 30 dias de antecedência.

Confira a lista de jogos, com os times mandantes de campo sempre à esquerda.

Primeira fase – dias 18 e 19 de fevereiro

Ji-Paraná-RO x Pantanal-MS

Ivinhema-MS x Independente-AP

Baré-RR x Madureira-RJ

Gama-DF x Monte Roraima-RR

Galvez-AC x Guaporé-RO

Vasco-AC x Velo Clube-SP

Araguaína-TO x Primavera-SP

Sampaio Corrêa-RJ x Desportiva Ferroviária-ES

Betim-MG x Piauí

América de Propriá-SE x Tirol-CE

Santa Catarina x IAPE-MA

Porto-BA x Serra Branca-PB

Maguary-PE x Laguna-RN

Primavera-MT x Bragantino-PA

Segunda fase – 25 e 26 de fevereiro, e 4 e 5 de março

Grupo 15 – Atlético-MG x América de Propriá-SE ou Tirol-CE

Grupo 16 – Ivinhema-MS ou Independente-AP x Volta Redonda

Grupo 17 – América-RN x Grêmio Sampaio-RR

Grupo 18 – Anápolis-GO x Cianorte-PR

Grupo 19 – Sampaio Corrêa-RJ ou Desportiva Ferroviária-ES x Sport 

Grupo 20 – Ypiranga-RS x Ji-Paraná-RO ou Pantanal

Grupo 21 – Rio Branco-ES x Athletic-MG

Grupo 22 – Manauara-AM x Itabaiana-SE

Grupo 23 – Fortaleza  x Maguary-PE ou Laguna-RN

Grupo 24 – Castanhal-PA x Guarani

Grupo 25 – Nova Iguaçu-RJ x Lagarto-SE

Grupo 26 – Ceilândia-DF x Jacuipense-BA

Grupo 27 – Santa Catarina ou IAPE-MA x Cuiabá

Grupo 28 – Novorizontino x Nacional-AM

Grupo 29 – Mixto-MT x Botafogo-PB

Grupo 30 – São Luiz-RS x Maranhão

Grupo 31 – Ceará x Araguaína-RO ou Primavera-SP

Grupo 32 – Joinville x CSA

Grupo 33 – São Bernardo FC-SP x Atlético-BA

Grupo 34 – ASA-AL x Operário-MS

Grupo 35 – Velo Clube-SP ou Vasco-AC x Vila Nova

Grupo 36 – Tombense-MG x Oratório-AP

Grupo 37 – Caxias-RS x Guarany de Bagé-RS

Grupo 38 – Operário VG-MT x Gazin de Porto Velho-RO

Grupo 39 – Atlético-GO x Primavera-MT ou Bragantino-PA

Grupo 40 – Retrô x Uberlândia-MG

Grupo 41 – Boavista-RJ x Maringá-PR

Grupo 42 – Trem-AP x Fluminense-PI

Grupo 43 – Gama-DF ou Monte Roraima x Goiás

Grupo 44 – Baré-RR ou Madureira x ABC

Grupo 45 – Águia de Marabá-PA x Independência-AC

Grupo 46 – Tuna Luso-PA x Tocantinópolis

Grupo 47 – Juventude x Galvez-AC ou Guaporé-RO

Grupo 48 – Londrina x Penedense-AL

Grupo 49 – Capital-TO x Manaus

Grupo 50 – Juazeirense-BA x Capital-DF

Grupo 51 – Betim-MG ou Piauí x Operário-PR

Grupo 52 – Imperatriz-MA x Amazonas

Grupo 53 – Figueirense x Azuriz-PR

Grupo 54 – Santa Cruz x Sousa-PB

Grupo 55 – CRB x Porto-BA ou Serra Branca-PB

Grupo 56 – Avaí x Porto Vitória-ES

Grupo 57 – Portuguesa x Altos-PI

Grupo 58 – Portuguesa-RJ x Maracanã-CE

Terceira fase – 11 e 12 de março

Grupo 59 – Barra-SC x vencedor do grupo 15

Grupo 60 – vencedor do grupo 16 x vencedor do grupo 17

Grupo 61 – vencedor do grupo 19 x vencedor do grupo 18

Grupo 62 – vencedor do grupo 21 x vencedor do grupo 20

Grupo 63 – vencedor do grupo 22 x vencedor do grupo 23

Grupo 64 – vencedor do grupo 24 x vencedor do grupo 25

Grupo 65 – vencedor do grupo 27 x vencedor do grupo 26

Grupo 66 – vencedor do grupo 29 x vencedor do grupo 28

Grupo 67 – vencedor do grupo 30 x vencedor do grupo 31

Grupo 68 – vencedor do grupo 32 x vencedor do grupo 33

Grupo 69 – vencedor do grupo 35 x vencedor do grupo 34

Grupo 70 – Confiança x vencedor do grupo 36

Grupo 71 – Ponte Preta x vencedor do grupo 37

Grupo 72 – vencedor do grupo 38 x vencedor do grupo 39

Grupo 73 – vencedor do grupo 41 x vencedor do grupo 40

Grupo 74 – vencedor do grupo 43 x vencedor do grupo 42

Grupo 75 – vencedor do grupo 44 x vencedor do grupo 45

Grupo 76 – vencedor do grupo 46 x vencedor do grupo 47

Grupo 77 – vencedor do grupo 49 x vencedor do grupo 48

Grupo 78 – vencedor do grupo 51 x vencedor do grupo 50

Grupo 79 – vencedor do grupo 52 x vencedor do grupo 53

Grupo 80 – vencedor do grupo 54 x vencedor do grupo 55

Grupo 81 – vencedor do grupo 57 x vencedor do grupo 56

Grupo 82 – Paysandu x vencedor do grupo 58

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