Calderano e Bruna Takahashi de despedem de WTT Champion Frankfurt
Os mesatenistas brasileiros Hugo Calderano e Bruna Takahashi se despediram nesta sexta-feira (7) do WTT Champions Frankfurt nas oitavas de final da chave de simples. Número 3 do mundo, o carioca foi superado pelo francês Simon Gauzy (17º no ranking), a quem chama de “irmão”. Os dois jogaram por anos no clube Liebherr Ochsenhausen (Alemanha) e conquistaram títulos juntos. Mas hoje, foi o francês que levou a melhor sobre o carioca, ao ganhar por 3 sets a 1, com parciais de 11/4, 11/8, 6/11 e 11/9.
A vitória de Gauzy quebra a sequência de cinco triunfos seguidos de Calderano – a última vitória do francês ocorreu em 2021 (WTT Contender Doha). No histórico de 11 partidas entre os dois, o brasileiro segue à frente com seis vitórias contra cinco do francês.
Calderano encerra o circuito mundial no WTT Finals, torneio que reúne os 16 melhores mesatenistas da temporada. A competição ocorrerá de 10 de dezembro.
Já a paulista Takahashi (17ª no ranking), que tentava se classificar pela primeira vez às quartas de um torneio WTT Champion, foi eliminada pela egípcia Hana Goda (26ª), de apenas de 17 anos, única representante do continente africano no top 30 do ranking feminino. Em confronto inédito entre as duas, a brasileira acabou superada por 3 sets a 2, com parciais de 11/8, 10/12, 11/8, 6/11 e 11/8.
Stefani garante Brasil pela 1ª vez em decisão feminina do WTA Finals
Estreante no WTA Finals, torneio com as oito melhores duplistas da temporada, a tenista brasileira Luisa Stefani garantiu a classificação à decisão do título da competição, disputada em Riad (Arábia Saudita). Ela é a primeira tenista mulher na história do país a chegar à final. Ao lado da húngara Timea Babos, a paulista derrotou nesta sexta-feira (7) a parceria da letâ Jelena Ostapenko com a taiwanesa Su-wei-Hisieh, única dupla até então invicta na competição. Stefani e Babos avançaram com placar de 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7-5).
A final será neste sábado (8), a partir das 10h (horário de Brasília. As adversárias de Stefani e Babos serão as vencedoras do confronto desta sexta (7), às 15h35, entre a dupla da belga Elise Mertens e a russa Veronika Kudermetova contra a parceria da norte-americana Taylor Townsend com a tcheca Katerina Siniaková.
“Estou muito orgulhosa de nós, foi uma partida muito dura, de muita luta no placar, um tipo de jogo diferente do que estávamos jogando nos últimos dias, um time diferente, elas têm ritmos e estilos distintos, mas nos mantivemos perto no placar, nos puxamos como um time no torneio todo até aqui, estou muito orgulhosa por ter avançado”, afirmou Stefani, que sonha com seu primeiro título na competição, uma das cinco maiores do mundo.
Finals BOUND! ✈️@Luisa__Stefani and Babos defeat Hsieh/Ostapenko 6-4, 7-6(5) and book their ticket into the final.
Se vencer a final, Stefani vai superar a melhor campanha do Brasil no torneio de duplas do WTA Finals protagonizada pelo mineiro Marcelo Melo em duas oportunidades: em 2014 ele foi vice-campeão ao lado do croata Ivan Dodig e, três anos depois, ele voltou a ser vice jogando junto com o polonês Lukasz Kubot.
Stefani e Babos conquistaram quatro títulos em 2025 e garantiram a sétima vaga entre as oito melhores duplas que competem em Riad. Nesta temporada elas foram campeãs do WTA 250 SP Open, na capital paulista, e de outros três WTA 500 – Linz (Áustria), Estrasburgo (França) e Tóquio (Japão).
“A opção pelo Secretário de Segurança do governador Tarcísio de Freitas contamina o debate com os objetivos eleitoreiros de seu campo político”, escreveu a ministra em postagem no X.
Ela frisou, na mensagem, que a indicação da relatoria é uma prerrogativa do presidente da Câmara. O projeto é de autoria do Executivo e foi encaminhado ao Congresso na sexta-feira passada (31).
Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a proposta é uma prioridade do governo ao trazer mais força ao Estado para reprimir as organizações criminosas que exercem controle de territórios e atividades econômicas.
“O governo do presidente Lula enviou ao Legislativo o Projeto de Lei Antifacção Criminosa na expectativa de um debate consequente sobre o combate ao crime organizado, como exige a sociedade brasileira”, apontou Gleisi.
Ao fim da mensagem, a ministra ponderou que o governo seguirá trabalhando no Congresso “para que prevaleça o interesse público e seja resguardada a soberania nacional”.
Segundo o projeto, os condenados pelo crime de “organização criminosa qualificada”, que passaria a ser um novo tipo penal, poderão receber a pena de 30 anos de prisão.
“Diálogo entre bancadas”
O deputado Guilherme Derrite ocupava até quarta-feira (5) o cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo. Ele reassumiu o mandato parlamentar para relatar o texto no plenário.
Segundo Motta, a escolha do parlamentar da oposição para relatar um projeto do governo busca garantir uma tramitação técnica e ampla, com diálogo entre bancadas.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou nesta sexta-feira (7) o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto de lei antifacção, apresentado pelo governo federal após a operação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro. A proposta deve ser transformada em um Marco Legal do Combate ao Crime Organizado.
Derrite, que até quarta-feira (5) ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo, reassumiu o mandato parlamentar para relatar o texto no plenário. Segundo Motta, a escolha do parlamentar da oposição para relatar um projeto do governo busca garantir uma tramitação técnica e ampla, com diálogo entre bancadas.
O projeto apresentado pelo governo tem caráter de urgência e propõe endurecimento das penas para integrantes de facções criminosas, além de ampliar as ferramentas de investigação. O texto cria a figura da “organização criminosa qualificada”, com penas de 8 a 15 anos de prisão para quem exercer controle territorial ou econômico mediante violência ou intimidação. Em casos de homicídio praticado em nome da facção, a pena pode chegar a 30 anos.
Também há previsão de agravantes, como o envolvimento de menores, uso de armas de fogo de uso restrito, infiltração de agentes públicos e ligações com organizações transnacionais. O projeto autoriza ainda o acesso a dados de geolocalização e transações financeiras de investigados e prevê a criação de um Banco Nacional de Facções Criminosas.
Substitutivo
Após ser confirmado relator, Derrite anunciou que apresentará um substitutivo ao texto original, incorporando pontos enviados pelo governo, mas com mudanças consideradas “essenciais” para fortalecer o combate ao crime organizado. Entre as alterações, estão:
aumento da pena para 20 a 40 anos em casos de domínio de cidades, ataques a presídios ou uso de explosivos;
obrigatoriedade de cumprimento de pena em presídios de segurança máxima para líderes de facções;
proibição de anistia, graça, indulto, liberdade condicional e corte do auxílio-reclusão para familiares de condenados por esses crimes;
aumento da progressão de regime de 40% para 70% do cumprimento da pena.
A expectativa é que o texto de Derrite não inclua a equiparação entre facções criminosas e terrorismo, tema tratado em outro projeto. Essa proposta criou polêmica, por abrir brechas para intervenções estrangeiras no Brasil.
Desrespeito
O anúncio gerou reação de parlamentares da base governista. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), classificou a escolha de Derrite como um “desrespeito” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em postagem nas redes sociais, Farias afirmou que o projeto é prioridade do governo e que entregá-lo a um aliado do governador paulista Tarcísio de Freitas “beira a provocação”.
Motta é próximo de Derrite e de Tarcísio, ambos aliados em pautas de segurança pública. Nas redes sociais, o presidente da Câmara não justificou a escolha de Derrite, apenas anunciou a decisão. Na quinta-feira (6), ele se reuniu com o presidente Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir a tramitação de propostas relacionadas ao tema.
Votação remota
A Câmara deverá analisar o projeto em regime semipresencial, modalidade que permite votação remota pelos deputados, autorizada devido à realização da COP 30, em Belém.
A previsão é que o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado seja votado ainda neste ano pelos deputados e senadores.
Brasil reafirma compromisso de reduzir uso de amálgama com mercúrio
O Ministério da Saúde reafirmou na 6ª Conferência das Partes da Convenção de Minamata (COP 6) o compromisso do país de reduzir gradualmente o uso de amálgamas dentário contendo mercúrio. A pasta manifestou ainda que apoia a eliminação total do uso da liga.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil está em condições de apoiar a eliminação do uso de amálgama dentário, mas defendeu uma transição “gradual e segura”, de modo a não comprometer o acesso da população aos tratamentos odontológicos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“O posicionamento brasileiro destaca a saúde pública, a proteção ambiental e o cumprimento das metas da Convenção de Minamata, que visa reduzir os impactos do mercúrio na saúde humana e no meio ambiente. Além de incentivar práticas restauradoras baseadas no princípio da mínima intervenção”, explica o coordenador-geral de Saúde Bucal do ministério, Edson Hilan.
Segundo o ministério, desde 2017 o Brasil utiliza exclusivamente amálgama encapsulado, que garante o manuseio seguro e minimizando à exposição ocupacional e ambiental ao mercúrio.
Entre 2019 e 2024, o uso de amálgama no Brasil caiu de cerca de 5% para 2% de todos os procedimentos odontológicos restauradores, resultado da substituição por materiais alternativos, como resinas compostas e ionômero de vidro.
Ministério da Saúde e Museu da Pessoa lançam chamada para coletar relatos de vida sobre aids
Em alusão aos 40 anos da resposta brasileira à aids, o Ministério da Saúde promove diversos eventos em dezembro. Entre eles, destaca-se a mostra virtual “O que vi da história da aids no Brasil”, produzida em parceria com o Museu da Pessoa, para reunir relatos de vidade pessoas que vivenciaram essa trajetória de luta, solidariedade, ciência e cidadania.
Para participar da Mostra, basta acessar o site do Museu da Pessoa entre 5 de novembro e 5 de dezembro de 2025, gravar e enviar um relato conforme as orientações da instituição. Os testemunhos enviados vão passar por curadoria e os selecionados vão integrar a exposição “40 nos da resposta brasileira à aids”, a ser realizada no Sesilab, em Brasília-DF, de 1º de dezembro de 2025 a 30 de janeiro de 2026.
Após o período de visitação ao público, a exposição e a Mostra Virtual vão ficar disponíveis em formato digital, permitindo que memórias pessoais e coletivas componham um acervo vivo sobre a construção da resposta brasileira à aids.
Para o diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do MS, Draurio Barreira, mais do que uma celebração, a iniciativa reafirma os princípios da participação e do controle social que, desde o início da epidemia, foram fundamentais para o sucesso das políticas públicas brasileiras e para o protagonismo das pessoas vivendo com HIV ou aids, movimentos sociais, profissionais de saúde, pesquisadores e gestores. “Ao dar voz às experiências individuais, o Ministério da Saúde reforça o compromisso histórico de construir a política de enfrentamento à epidemia com base na escuta, no diálogo e na valorização da diversidade de trajetórias que marcam esses 40 anos”, afirma Draurio.
A Polícia Civil do Acre (PCAC) participa ativamente do Curso de Investigação Qualificada de Organizações Criminosas (Ciorcrim), promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O evento teve início na última segunda-feira, 3 de novembro, no auditório do Palácio da Justiça, e reúne 40 delegados das polícias Civis e Federal de todo o país, com o objetivo de fortalecer as competências investigativas e integrar práticas modernas de combate ao crime organizado.
Delegado Alcino Ferreira Júnior ministra aula sobre entrevista investigativa para delegados de todo o país. Foto: cedida
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O Acre é representado pelo delegado Erick Macial, coordenador da Regional do Alto Acre, que participa como aluno, e pelo delegado Alcino Ferreira Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que atua como docente, ministrando o módulo de Entrevista Investigativa.
Um dos destaques desta edição é a utilização de inteligência artificial (IA) no processo de ensino, por meio de um avatar interativo que simula entrevistas com investigados. Essa inovação permite aos alunos desenvolverem habilidades práticas em ambiente controlado, aproximando a teoria das situações reais enfrentadas nas investigações policiais.
De acordo com o Ministério da Justiça, o Ciorcrim foi concebido de forma colaborativa, com participação ativa de representantes das Polícias Judiciárias Estaduais, incluindo a Polícia Civil do Acre, o que garantiu que a grade curricular refletisse os desafios concretos enfrentados nas apurações de facções criminosas e delitos complexos.
O curso aborda temas como gestão estratégica da investigação, criptoativos e investigação patrimonial, uso de inteligência artificial no combate ao crime organizado, análise de dados telemáticos, cadeia de custódia de vestígios digitais e comunicação social em operações sensíveis.
Para o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, a presença dos profissionais da instituição no Ciorcrim reforça o compromisso da PCAC com o aprimoramento técnico e a atuação integrada no cenário nacional de segurança pública.
“A participação dos nossos delegados nesse curso é motivo de orgulho e demonstra o empenho da Polícia Civil do Acre em se manter alinhada às práticas mais modernas de investigação. Estamos investindo em capacitação e inovação para que nossas equipes estejam preparadas para enfrentar o crime organizado de forma técnica, ética e eficiente, contribuindo não apenas com o Estado, mas com o fortalecimento da segurança pública em todo o país”, destacou o delegado-geral.
O Ciorcrim segue até o dia 14 de novembro, promovendo a troca de experiências e o desenvolvimento de novas metodologias de investigação, consolidando-se como um marco na formação avançada de delegados e no fortalecimento das ações conjuntas entre as forças policiais brasileiras.
Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), o Sebrae promove uma imersão na região do Baixo Amazonas, no Pará, nesta sexta-feira (7) e sábado (8). Empresários, representantes de governos, parlamentares e especialistas participam com dirigentes do Sebrae da missão, que tem como objetivo fortalecer um modelo de desenvolvimento regional baseado na bioeconomia, um tipo de empreendedorismo que tem o mote da floresta em pé como protagonista.
O Sebrae começou a realizar as missões na região do Baixo Amazonas em 2024. Nesse período, muitas oportunidades foram consolidadas.
O Sebrae está atuando em um conceito que não tem mais volta, que é a sustentabilidade. Os pequenos negócios são essenciais nas mudanças climáticas e sabem que precisam atuar neste modelo. A partir dessas missões estamos levando inclusão e renda para as comunidades ribeirinhas, as verdadeiras guardiãs da floresta em pé.
Décio Lima, presidente do Sebrae
Aliada à preservação do meio ambiente, o Sebrae busca ampliar mercado. “Com as missões, procuramos trazer caminhos para que as comunidades ribeirinhas e os pequenos empreendedores da região de Santarém, Belterra e Mojui dos Campos possam ter acesso a tecnologias, conexões e oportunidades de negócio para manter conhecimentos ancestrais com as tendências do mundo contemporâneo”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.
Foto: AD Produtora.
A missão visitará a Cooperativa Mista da Flona Tapajós (Coomflona), um dos principais exemplos de manejo florestal sustentável no território do Baixo Amazonas. Ao longo do ano, o Sebrae vem apoiando a cooperativa com capacitações, consultorias e parcerias estratégicas, fortalecendo a gestão e o desenvolvimento de novos produtos.
Durante a visita, os integrantes da missão poderão conhecer de perto o trabalho de manejo sustentável da floresta, a movelaria da Coomflona, que hoje já produz peças próprias com design e identidade amazônica e dialogar com os cooperados sobre os desafios e oportunidades da governança territorial, processos de certificação e o acesso a mercados sustentáveis e diferenciados.
No período da tarde, será promovido um debate sobre Economia Verde e Empreendedorismos do Futuro, com o estilista Leandro Costa. Ele mostra como o design regenerativo, com a coleção Gaiafita, valoriza os bioativos e saberes amazônicos.
Presidente Décio Lima conhece empreendedores apoiados pelo projeto Bioma Amazônico, desenvolvido pelo Sebrae no oeste do Pará para estimular a bioeconomia | Foto: AD Produtora
Durante a ocasião, também será apresentado o Portal da Bioeconomia do Sebrae. Além disso, as incubadoras OKA HUB e INTAP apresentarão algumas startups inovadoras como Amazon Cure (biotecnologia), Yara Couro (couro de peixe) e Ekilibre Amazônia (cosméticos naturais), todas trabalham com insumos amazônicos com práticas sustentáveis de convivência com a floresta e seus insumos.
“Esta missão é um convite à transformação. Vemos aqui que a Amazônia não é apenas um recurso, mas uma fonte inesgotável de inovação e um modelo para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Nós, enquanto Sebrae e lideranças, devemos ser agentes dessa transformação, influenciando o futuro da economia verde no país para que este modelo seja replicado em outros biomas”, destaca o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.
No sábado (8), será a vez de visitar o Quintal Produtivo Urbano, em Belterra (PA). O local trabalha com agroecologia e a certificação orgânica, uma ideia apoiada pelo Sebrae que pode transformar espaços urbanos em fontes de segurança alimentar e negócios. Além disso, o grupo participará do Global Citzen, um evento que reúne líderes de diferentes setores para pensar sobre a redução do impacto no meio ambiente.
Culinária do Baixo Amazonas | Foto: AD Produtora
Projeto do Sebrae no bioma amazônico
O Sebrae atua no fortalecimento da bioeconomia no Baixo Amazonas (PA), impulsionando cadeias produtivas sustentáveis que unem inovação, ciência e empreendedorismo, com foco na valorização da floresta em pé.
O projeto-piloto de Bioeconomia em Santarém e nos distritos de Alter do Chão, Belterra e Mojuí dos Campos, tem o objetivo de apoiar o desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade, do turismo de base comunitária, da biotecnologia e de produtos florestais, entre outros segmentos estratégicos do território.
Ao longo desse período, o Sebrae promoveu capacitações, mentorias, ações de abertura de mercado, criação de hubs de inovação e missões técnicas com investidores, fundos e parceiros institucionais, consolidando uma rede de cooperação que estimula o empreendedorismo sustentável e a transição para uma economia de baixo carbono na Amazônia.
Além de ser vitrine de soluções sustentáveis durante a COP30, o projeto estabelece as bases para replicar o modelo em outros biomas brasileiros a partir de 2026. Para estimular conexões e atrair investimentos, o Sebrae tem liderado missões técnicas, reunindo representantes do poder público, investidores e formuladores de políticas públicas.
cop30
O Sebrae na COP30
Com estande de 400 m² instalado na Green Zone, o Sebrae transforma sua presença na COP30 em uma experiência imersiva inspirada na Amazônia e na diversidade do país. Além de vitrine viva de inovação e cultura, é um espaço de diálogo e network, com sala de reuniões, auditório e loja colaborativa de produtos da bioeconomia, conectando lideranças, investidores e empreendedores. De 10 a 21 de novembro, das 9h às 20h, a programação combina conteúdo, cultura e sensorialidade, com atrações como webséries e documentários do “PedaCine do Brasil”, apresentações culturais, degustações e harmonizações com ingredientes regionais.