terça-feira, 24 fevereiro, 2026
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Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar

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Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar


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Os suplementos alimentares de proteína em pó da marca Proteus/Whey Isolate Protein Mix, comercializados pela empresa Unlimited Alimentos e Suplementos SLU Ltda. deverão ser recolhidos do mercado após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (10), por falta de regularização e de licenciamento sanitário.Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar | Cidade AC News – Notícias do AcreAnvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar | Cidade AC News – Notícias do Acre

A comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a divulgação e o consumo dos produtos estão suspensos.

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“Os suplementos vêm sendo divulgados e comercializados em sites de vendas online, como Shopee e Mercado Livre, sem ter regularização sanitária. Além disso, não há identificação de fabricante ou importador nacional”, diz a Anvisa.

A Anvisa determinou também o recolhimento dos suplementos alimentares da Bugroon Raízes Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda. Segundo a agência, a fabricante produz suplementos e óleos da marca sem licenciamento sanitário e comercializa os produtos em seu site oficial. A comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o consumo dos seus produtos não podem ser vendidos.

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Os suplementos suspensos são Óleo de Menta Piperita Bugroon; Óleo de Sucupira Bugroon; Óleo de Copaíba Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Ginkocen Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Calmom Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Catux Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Unaro Moringa Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Neuralfocus Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Contradô Bugroon. Todos os lotes estão incluídos na determinação da Anvisa.

OPINIÃO. Nas fintechs, ponderar a regulação para não matar a inovação

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A Operação Carbono Oculto reabriu um intenso debate sobre a necessidade de aumentar o controle sobre as fintechs. Com sua menor regulamentação, quando comparada com a dos bancos, elas estariam sendo capturadas como porta de entrada do crime organizado no mercado financeiro por meio de estruturas ilícitas.

Sempre é possível rever e melhorar o marco normativo de determinado setor econômico – e não há dúvida de que investigações criminais podem oferecer muitos inputs para o trabalho de aprimoramento da regulamentação do setor financeiro.

A reação do Banco Central na semana passada –  encerrando as contas-bolsão e as contas-laranja e impondo novas exigências de capital mínimo para instituições de pagamento e fintechs – talvez marque uma inflexão institucional relevante: o início de um novo ciclo de maturidade regulatória no Sistema Financeiro Nacional. A ver.

No entanto, precisamente pela importância do trabalho de revisão em curso da regulamentação das fintechs, ele precisa ser feito com cuidado, numa compreensão holística e madura tanto das causas das vulnerabilidades como dos efeitos sistêmicos de eventuais alterações.

É preciso construir uma estrutura de confiança entre a inovação e a estabilidade do sistema, baseada na identificação correta e transparente dos fatores internos e externos ao setor. É equivocado – e disfuncional – pensar que se podem curar todas as variáveis de aumento da criminalidade com um mero arrocho regulatório sobre entes privados.

Deve-se, em primeiro lugar, reconhecer que a menor regulamentação das fintechs não é fruto do acaso, mera inércia dos órgãos reguladores diante das inovações. 

Há um profundo sentido social e econômico na regulamentação diferenciada das fintechs em relação aos bancos tradicionais. A inovação em setores tradicionais e oligopolizados não é um processo endógeno, natural, como às vezes se imagina. Foi necessário construir as condições para a entrada de novos agentes, possibilitando assim a competição, a redução estrutural de custos dos serviços e uma miríade de novas oportunidades ao consumidor. 

É preciso, portanto, calibrar muito bem as mudanças. O desafio do momento é equilibrar a regulação para que a prudência não se transforme em freio à inovação. As novas normas são, a um só tempo, um convite à profissionalização e um teste de governança, o que é positivo, mas seus efeitos sobre os custos precisam ser avaliados de forma contínua.

Parece óbvio – e à primeira vista fácil – pregar e impor às fintechs normas como “Know Your Client” (KYC) nos moldes exigidos às instituições financeiras tradicionais. Tais regras, no entanto, teriam enorme impacto sobre todo o ambiente de inovação, com um imediato aumento de custo para o sistema e, consequentemente, de custos dos serviços, o que seria despejado sobre o consumidor.

No que diz respeito à redução dos limites operacionais e das alçadas, o Banco Central substituiu o antigo capital mínimo fixo de R$ 1 milhão (vigente desde 2013) por um modelo escalonado e baseado em risco, com faixas entre R$ 9,2 milhões e R$ 16 milhões, ajustadas ao perfil de cada instituição.

O cálculo leva em conta o risco operacional, de crédito e de liquidez, além da complexidade tecnológica das operações. Essas restrições retiram a isonomia do sistema, uma vez que tratam uniformemente segmentos diversos, sem estabelecer limites razoáveis às diferentes funções e contribuições de cada um à concorrência.

As vantagens sistêmicas provenientes de um marco regulatório específico para as fintechs são reconhecidas pelos próprios bancos tradicionais. Quando compram fintechs, eles não as incorporam em sua estrutura institucional. Buscam preservar o status jurídico das adquiridas, muito conscientes de seus efeitos positivos também para sua operação enquanto instituição financeira.

A melhoria do marco jurídico das fintechs envolve também compreender as causas das vulnerabilidades. Ao contrário do que pode parecer numa apreciação superficial, muitas das deficiências encontradas, por exemplo, na Operação Carbono Oculto não são fruto propriamente das fintechs ou de sua específica regulamentação.

São problemas que já estavam presentes no sistema e se tornaram visíveis precisamente em função da eficiência proporcionada pelas fintechs. Aqui, a tarefa de fiscalizar cabe essencialmente ao Estado, que também tem de se modernizar para prevenir e identificar a criminalidade.

Por isso, em vez de atacar a causa de vários problemas detectados, simplesmente aumentar a regulamentação das fintechs pode significar colocá-los de volta debaixo do tapete.

Nada disso é teórico.

Uma resposta apressada em meio à comoção momentânea terá seu preço – e quem irá arcar é o consumidor final, que pagará pela nova moldura institucional, ora em implantação.

O aumento das exigências de compliance implica em aumento do custo de transação, sem que se saiba se o novo arcabouço servirá aos objetivos pretendidos de segurança. Sem entender as especificidades das fintechs, este novo compliance pode ser mera burocracia adicionada, sem efetiva redução de risco. A inteligência preventiva deve começar com o Estado, no geral, e com o Banco Central, especificamente.

Não se defende aqui um imobilismo regulatório. Mudanças – quando resultado de um processo sereno de diagnóstico, transparência e diálogo – são bem-vindas. Mas não se deve atuar com pressa e sob comoção, fruto do último escândalo e do momento de debate sobre a criminalidade no País.

É necessário, antes, entender o funcionamento do sistema como um todo e, a partir daí, ponderar as possíveis correções. O Brasil tem um ecossistema financeiro robusto e inovador, que merece ser preservado. A liberdade para inovar demanda prudência de quem governa. As medidas a serem tomadas ainda precisam ser testadas, mas seus custos serão imediatos.

Francisco Petros é advogado, economista e conselheiro de administração.

Nicolau da Rocha Cavalcanti é advogado criminal, mestre e doutorando em direito pela USP.

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Morre Sally Kirkland, atriz vencedora do Globo de Ouro, aos 84 anos

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Morre Sally Kirkland, atriz vencedora do Globo de Ouro, aos 84 anos

A atriz Sally Kirkland morreu nesta terça-feira (11) aos 84 anos, em Palm Springs, na Califórnia, Estados Unidos.

Por Jornal Portal do Paraná em 11/11/2025 às 14:55:54

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Na COP, coalizão pela descarbonização dos transportes tem 121 adesões

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Na COP, coalizão pela descarbonização dos transportes tem 121 adesões


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Pelo menos 121 empresas, concessionárias, secretarias municipais e associações ligadas ao setor de mobilidade urbana aderiram a Coalizão para a Descarbonização dos Transportes. A aliança promete reduzir em até 70% as emissões de gases do efeito estufa até 2050. O número de adesões foi atingido durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontece em Belém.Na COP, coalizão pela descarbonização dos transportes tem 121 adesões | Cidade AC News – Notícias do AcreNa COP, coalizão pela descarbonização dos transportes tem 121 adesões | Cidade AC News – Notícias do Acre

A iniciativa é liderada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), pelo Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável, pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pela Motiva, empresa de serviços de infraestrutura em mobilidade.

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O grupo também mantém interlocução com os ministérios do Meio Ambiente, dos Transportes e de Portos e Aeroportos, e promete levar contribuições ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que será apresentado na COP30.

Criada em 2024, a Coalizão propõe 90 ações para reduzir as emissões do transporte brasileiro, setor responsável por 11% das emissões nacionais — cerca de 260 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) equivalente.

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As medidas prometem reduzir em 70% a pegada de carbono do setor até 2050, o que equivaleria a menos 287 milhões de toneladas de CO₂e na atmosfera.

Um plano de ação foi lançado em maio desse ano com recomendações para avançar na redução das emissões em seis frentes: infraestrutura e interseccionalidades; mobilidade urbana; transporte rodoviário, transporte ferroviário; transporte aéreo e transporte aquaviário e cabotagem.

Entre as principais propostas estão a revisão da matriz logística de transporte, o estímulo ao uso de biocombustíveis e a ampliação da eletrificação de frotas, aproveitando a matriz elétrica limpa e renovável do Brasil.

“Participar do Enem é uma porta que se abre”, afirma aluna de Porto Walter

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Suiane da Silva é aluna da Escola Adalberto Sena II, um anexo da Escola São Francisco da Chagas, que fica localizada na Comunidade Iracema, ao longo do Rio Preto, no município de Porto Walter. Aos 34 anos, é a primeira vez que a estudante concorre ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Participar do Enem é uma porta que se abre”, diz.

O primeiro dia de exames, quando foram aplicadas as provas de Linguagens, Ciências Humanas e Redação, Suiane realizou na Escola Borges de Aquino. “Eu só tenho a agradecer à SEE [Secretaria de Estado de Educação e Cultura, por levar o ensino médio até a nossa comunidade, o que nos motiva de todas as formas”, afirmou.

A aluna não esconde a alegria em participar do Enem. “Estamos realizando um sonho muito grande, de conseguir chegar até onde chegamos, apesar das dificuldades, porque somente em pegar em uma caneta e sentar nessa mesa, para a gente, já é um privilégio; a gente se sente humano, se sente cidadão”, relata, ao descrever a possibilidade de fazer o exame.

E não é pouca coisa. Suiane e outros alunos da zona rural de Porto Walter conseguiram fazer o primeiro dia de prova do Enem graças ao esforço do governo do Estado em levar o ensino médio às comunidades mais distantes.

Alunos da Escola Adalberto Sena II realizaram a prova em Porto Walter. Foto: cedida

Suiane se lembra dos investimentos realizados pelo governo para levar educação a essas comunidades ribeirinhas, como a entrega de kits escolares contendo cadernos, lápis, borracha e caneta, além da distribuição de uniformes e a própria merenda escolar que é servida aos alunos.

“Isso tudo é muito gratificante, porque não temos condições de comprar esses materiais, como os uniformes escolares, então é somente gratidão a esse olhar que a SEE tem conosco. Mesmo morando no seringal, a gente é reconhecido”, destaca a estudante.

Suiane Silva: “Realizando o sonho de chegar até aqui”. Foto: cedida

Para Suiane chegar até a escola não é tarefa fácil. São mais de três horas de barco. “Eu nunca imaginei que ia conseguir terminar, pela dificuldade, pois moramos em um igarapé de difícil acesso, gastamos três horas para chegar na comunidade para poder estudar”, relata.

O segundo dia de provas, com Ciências da Natureza e Matemática, será realizado no próximo domingo, 16 . “Estou ansiosa, esperando. Por isso somos gratos ao governo, por nos ajudar e olhar pela gente”, ressalta.

Oportunidades para todos

A realização do Enem para os alunos do ensino médio moradores das comunidades da zona rural é um trabalho desenvolvido pela SEE, por meio do núcleo local, com as escolas e professores.

A partir de 2024 mais alunos começaram a se inscrever para o Enem, partindo de um trabalho que começou a ser feito. “Agora, em 2025, matriculamos 94 alunos no ensino médio, dos quais 78 se inscreveram para realizar o Enem”, informa.

Porto Walter aumentou número de alunos inscritos no Enem. Foto: José Caminha/Secom

De acordo com a gestora, apesar das dificuldades de acesso e das distâncias das comunidades rurais, o trabalho realizado resultou na inscrição de um número expressivo de estudantes. “Um número bastante significativo na participação dos alunos”, definiu.

Para se ter uma ideia do crescimento na participação dos alunos da zona rural de Porto Walter, de 2023 para 2024 houve um aumento de 51% no número de inscrições e de 2024 para 2025 esse aumento saltou para 83%: “Isso significa que o nosso trabalho está dando certo e sou grata a todos os profissionais envolvidos”, analisa.

“Mesmo diante das dificuldades, nossos estudantes vêm abraçando a oportunidade de participar do Enem, que é um passo extremamente importante, que abre horizontes, de fazer um curso superior, seja em nossa cidade, que também é de difícil acesso, em Rio Branco ou até mesmo em outro estado”, frisa Fabiana.

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Nota pública sobre pagamentos referentes a contratos de prestação de serviços de mão de obra terceirizada

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O governo do Acre esclarece que tem mantido o compromisso de honrar, de forma regular, os pagamentos referentes aos contratos de prestação de serviços de mão de obra terceirizada.

Os órgãos da administração estadual vêm realizando os repasses mensais de acordo com o cronograma estabelecido, assegurando a continuidade dos serviços e a pontualidade no pagamento dos trabalhadores vinculados às empresas contratadas.

Com isso, não há risco de os colaboradores terceirizados não receberem os salários e o 13º.

O governo reforça seu compromisso com a responsabilidade fiscal, a transparência na gestão dos recursos públicos e o respeito aos profissionais que prestam serviços ao Estado.

Governo do Estado do Acre

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Filmes de Sydney Sweeney afundam nas bilheterias após polêmicas

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Filmes de Sydney Sweeney afundam nas bilheterias após polêmicas

O 2025 de Sydney Sweeney foi marcado por polêmicas.

Por Jornal Portal do Paraná em 11/11/2025 às 13:25:50

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Homem-bomba mata 12 pessoas perto de tribunal na capital do Paquistão

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Homem-bomba mata 12 pessoas perto de tribunal na capital do Paquistão

Um homem-bomba matou pelo menos 12 pessoas do lado de fora de um tribunal em Islamabad, capital do Paquistão, nesta terça-feira (11), disse o ministro do Interior, Mohsin Naqvi.Homem-bomba mata 12 pessoas perto de tribunal na capital do Paquistão | Cidade AC News – Notícias do AcreHomem-bomba mata 12 pessoas perto de tribunal na capital do Paquistão | Cidade AC News – Notícias do Acre

Várias pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave, informou fonte de um hospital.

O homem-bomba tentou entrar no prédio do tribunal, mas detonou o dispositivo do lado de fora, perto de um veículo da polícia, depois de esperar por 10 a 15 minutos, disse Naqvi a repórteres no local.

“Estamos investigando esse incidente de diferentes ângulos. Não se trata apenas de outro atentado a bomba. Aconteceu exatamente em Islamabad”, disse o ministro.

A explosão ocorreu perto da entrada do tribunal distrital de Islamabad, que normalmente fica lotado.

Pessoas cobertas de sangue eram vistas ao lado de uma van da polícia, em vídeos e fotos na mídia local.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

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