sexta-feira, 20 fevereiro, 2026
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Brasil joga bem e derrota Senegal por 2 a 0 em amistoso em Londres

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Brasil joga bem e derrota Senegal por 2 a 0 em amistoso em Londres


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A seleção brasileira deu mais uma mostra de que está evoluindo na sua preparação para a Copa do Mundo de 2026 ao jogar bem e derrotar o Senegal pelo placar de 2 a 0 em partida amistosa disputada na tarde deste sábado (15) no Emirates Stadium, em Londres.Brasil joga bem e derrota Senegal por 2 a 0 em amistoso em Londres | Cidade AC News – Notícias do AcreBrasil joga bem e derrota Senegal por 2 a 0 em amistoso em Londres | Cidade AC News – Notícias do Acre

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Diante de um adversário que tem bons valores individuais, em especial o zagueiro Koulibaly, do Al-Hilal (Arábia Saudita), e o atacante Sadio Mané, do Al-Nassr (Arábia Saudita), o técnico italiano Carlo Ancelotti optou por posicionar a equipe brasileira de forma adiantada, para fazer pressão na defesa adversária, e optou nas constantes associações do quarteto ofensivo formado por Estêvão, Vinicius Júnior, Rodrygo e Matheus Cunha.

Esta proposta de jogo se mostrou acertada desde os primeiros movimentos, com a seleção brasileira não demorando a levar perigo ao gol defendido pelo goleiro Édouard Mendy. Logo aos três minutos Estêvão finalizou mal após boa jogada de Vinicius Júnior, e a bola sobrou para Matheus Cunha, que bateu colocado para a bola explodir no pé da trave. O camisa 21 do Brasil queria jogo e voltou a colocar uma bola na trave. Desta vez de cabeça, aos 16 minutos, após o meio-campista Bruno Guimarães levantar na área.

Mas aos 27 minutos não teve jeito. Bruno Guimarães tentou uma tabela, a defesa senegalesa cortou parcialmente e a bola sobrou na entrada da área, onde Estêvão apareceu em velocidade para bater forte de esquerda para abrir o marcador. Este foi o quarto gol do atacante do Chelsea (Inglaterra) pela seleção principal do Brasil.

O time verde-amarelo continuou dominando as ações e não demorou a ampliar. Aos 35 minutos o juiz assinalou falta na entrada da área do Senegal. Rodrygo levantou a bola no capricho, e Casemiro dominou na pequena área para bater colocado e superar o goleiro Édouard Mendy.

Após o intervalo a equipe brasileira passou a dar sinais de que cansou um pouco em razão do esforço para marcar o adversário sob pressão. Assim, o Senegal chegou com perigo ao gol defendido por Ederson. Carlo Ancelotti fez mudanças para oxigenar seu time, que não correu grandes perigos para manter a vantagem até o apito final.

Na próxima terça-feira (18) a equipe de Carlo Ancelotti terá mais uma oportunidade de realizar testes para a Copa do Mundo de 2026, quando enfrentará a Tunísia, a partir das 16h30, no Decathlon Stadium, em Lille (França).

Sesi-SP conquista Campeonato Brasileiro de vôlei sentado feminino

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Sesi-SP conquista Campeonato Brasileiro de vôlei sentado feminino


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O Sesi-SP conquistou o título do Campeonato Brasileiro de vôlei sentado feminino após derrotar o Aspaego-GO pelo placar de 3 sets a 1 (parciais de 25/14, 21/25, 25/18 e 25/15), na última sexta-feira (14) no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. Esta foi a 19ª oportunidade na qual a equipe paulista ficou no lugar mais alto do pódio da competição.Sesi-SP conquista Campeonato Brasileiro de vôlei sentado feminino | Cidade AC News – Notícias do AcreSesi-SP conquista Campeonato Brasileiro de vôlei sentado feminino | Cidade AC News – Notícias do Acre

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“Jogar contra a equipe da Aspaego-GO é sempre um desafio. Sempre querem jogar bem para ganhar de nós. Mas nós tivemos resiliência tanto no primeiro, como no segundo jogo, para construir essa vitória, para conquistar esse título”, declarou o técnico Saulo José da Silva.

Nesta edição do Brasileiro de vôlei sentado, o Sesi-SP fez uma grande campanha, vencendo todas as partidas e perdendo apenas um set, justamente na decisão contra a Aspaego-GO. “É muito importante ver o desenvolvimento da modalidade desde 2006 até agora. Então estou muito feliz. Foi um jogo muito bacana de ser visto, com várias jogadas, ralis e momentos tensos, mas conseguimos sair vitoriosas”, declarou a paulista Suellen Dellangelica Lima, que participou de todas as 19 conquistas da equipe paulista.

Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades

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Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades


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Apesar de indicar a disposição para negociações por parte dos Estados Unidos, a retirada da tarifa de 10% para 238 produtos traz apenas pequeno alívio para a maioria dos setores. Segundo a maior parte das entidades dos setores afetados pelo tarifaço, o principal entrave permanece: a sobretaxa adicional de 40% imposta no fim de julho pelo governo Donald Trump.Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades | Cidade AC News – Notícias do AcreSobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades | Cidade AC News – Notícias do Acre

A medida beneficia diretamente 80 itens que o Brasil vende aos Estados Unidos, mas a sobretaxa de 40% continua a afetar a maior parte dos produtos brasileiros. Na avaliação das entidades, o Brasil precisará intensificar o diálogo diplomático para buscar a eliminação completa das tarifas extras e restaurar condições de competitividade no mercado norte-americano.

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Apenas quatro produtos passam a ter isenção completa de tarifas para os Estados Unidos: três tipos de suco de laranja e a castanha-do-pará. Os outros 76 continuam sujeitos à tarifa de 40%, entre os quais cafés não torrados, cortes de carne bovina, frutas e hortaliças.

Indústria

As entidades industriais brasileiras avaliaram a medida como um gesto positivo, mas insuficiente. Segundo análise da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os 80 itens beneficiados pela suspensão da tarifa de 10% representaram US$ 4,6 bilhões em exportações em 2024, cerca de 11% do total enviado pelo Brasil aos EUA.

A CNI afirma que a manutenção da sobretaxa de 40% mantém o Brasil em desvantagem frente a concorrentes que não enfrentam as mesmas barreiras. A entidade reforça a urgência no avanço das negociações.

“É muito importante negociar o quanto antes um acordo para que o produto brasileiro volte a competir em condições melhores”, declarou em nota o presidente da entidade, Ricardo Alban.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) também considera o corte um avanço limitado.

“É um passo importante, mas ainda insuficiente”, afirmou em comunicado o presidente Flávio Roscoe. A federação reforça que produtos importantes da pauta de exportação do estado, como carnes e café, continuam afetados.

Carne

Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) teve a reação mais favorável, destacando o retorno de previsibilidade ao comércio bilateral. Em nota, a associação afirmou que a redução “reforça a confiança no diálogo técnico entre os dois países.”

“A medida reforça a confiança no diálogo técnico entre os dois países e reconhece a importância da carne do Brasil, marcada pela qualidade, pela regularidade e pela contribuição para a segurança alimentar mundial”, informou a entidade.

“A redução tarifária devolve previsibilidade ao setor e cria condições mais adequadas para o bom funcionamento do comércio”, completou o comunicado da Abiec.

Segundo a entidade, a tarifação sobre carne bovina brasileira caiu de 76,4% para 66,4%, com a retirada da tarifa global de 10%. Antes do governo de Donald Trump, os Estados Unidos taxavam o produto em 26,4%.

Café

O setor cafeeiro mantém cautela e aguarda esclarecimentos sobre o alcance da redução. Em nota emitida na noite de sexta-feira (14), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) considera necessária uma análise técnica adicional. Produtor de metade do café tipo arábicas do planeta, o Brasil fornece cerca de um terço dos grãos aos Estados Unidos.

No caso brasileiro, a concorrência com outros grandes exportadores de café representa o principal obstáculo. A tarifa estadunidense para os grãos brasileiros caiu de 50% para 40%, mas as tarifas foram zeradas para o produto colombiano e praticamente zeradas para o café vietnamita.

“O café também reduziu 10% [pontos percentuais], mas tem concorrente que reduziu 20% [pontos percentuais]. Então esse é o empenho que tem que ser feito agora para melhorar a competitividade”, disse no início da tarde o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

 

Povos indígenas do Acre, seus territórios vivos e soluções climáticas reais são tema de painel de alto nível na COP30

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Povos indígenas do Acre, seus territórios vivos e soluções climáticas reais são tema de painel de alto nível na COP30

O Acre reforça sua posição como referência internacional em políticas climáticas ao apresentar, na COP30, um painel dedicado aos povos indígenas, seus territórios vivos e as soluções reais que emergem de suas práticas tradicionais de manejo e proteção da floresta. O evento de alto nível foi apresentado na Zona Azul, neste sábado, 15, em Belém (PA).

Acre apresentou painel, neste sábado, 15, na COP30, com foco nos povos indígenas e seus territórios. Foto: Pedro Devani/Secom O Estado é pioneiro na construção de um modelo jurisdicional de conservação, iniciado em 2010 com a criação do Sistema Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais (Sisa), que integra florestas, comunidades e desenvolvimento sustentável.

Secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara falou das políticas públicas implementadas no Acre. Foto: Pedro Devani/Secom O painel contou com a participação de autoridades estaduais, representantes do governo federal, lideranças indígenas e especialistas internacionais em clima e florestas. A moderação foi conduzida por Pedro Firmo, profissional com atuação na agenda socioambiental, do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL).

Nedina Yawanawá destacou o assistencialismo prestado pelo governo durante os eventos extremos. Foto: Pedro Devani/Secom Entre os painelistas estavam, Francisca Arara, gestora da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas do Acre (Sepi), e Nedina Yawanawa, também da Sepi, lideranças que levaram ao debate a perspectiva dos territórios e o protagonismo indígena nas políticas públicas do Acre.

“Através de políticas públicas concretas, os recursos estão chegando e estamos aqui para apresentar nossas entregas, ações concretas que estamos fazendo na prática. Temos muitos desafios, principalmente na captação de recursos e a conferência é uma forma de mobilização para a captação desses recursos. Temos os nossos marcos legais que norteiam as políticas públicas. Para conter o desmatamos, nós só usamos a terra para a subsistência. Temos um governador que nos apoia, já visitou 15 terras indígenas, participa na prática das ações. Os indígenas são a solução para conter essas mudanças climáticas, os nossos territórios, são a solução para barrar as queimadas e os ilícitos ambientais. Somos o equilíbrio do planeta, os guardiões da floresta”, falou Francisca Arara.

Presidente do IMC, Jakislande Araújo abordou a temática relacionada ao Sisa. Foto: Pedro Devani/Secom Representando o aparato técnico do governo estavam, ainda Jakislande Araújo, do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Marcos Rocha, da Secretaria de Agricultura (Seagri) e Marta Azevedo, coordenadora do Programa REM Fase 2.

Marcos Rocha, da Seagri, destacou a politica de conservação aliada à produção. Foto: Pedro Devani/Secom Marcos Rocha, da Seagri, falou sobre a contribuição da pasta para que a conservação ambiental seja garantida, mas com foco na produção e geração de renda.

“Com os Manchineri, por exemplo, temos um trabalho com uma parceria com a Sepi a a Funai, com os indígenas do Acre. Temos um trabalho concreto, com foco no manejo sustentável, valorização do cacau nativo e de cultivo, gerando renda para os povos originários, comunidades extrativistas e demais populações. Temos um plano de gestão integrado, que mostra que a floresta tem valor em pé e com ações realizadas na prática, de forma sustentável”, afirmou.

Carlos Aragon, secretário executivo do GCF, elogiou o protagonismo do Acre. Foto: Pedro Devani/Secom O painel também contou com convidados internacionais. Entre eles, Carlos Aragon, secretário executivo da GCF Task Force, Steve Schwartzman, da Environmental Defense Fund (EDF), e Beto Borges, da Forest Trends.

Do governo federal, participou Ceiça Feitosa, secretária do Ministério dos Povos Indígenas, reforçando a articulação nacional em torno da proteção dos territórios e do protagonismo dos povos originários.

“A Sepi dialoga muito bem com o que estamos fazendo a nível federal. Temos que ter as políticas específicas aos povos indígenas e o estado do Acre está no caminho certo, tem seu Plano de Gestão Ambiental e Territorial (PGTA), o Acre está fazendo o seu papel. Nós, do Ministério dos Povos Indígenas, temos que pensar nas diferentes realidades, e é para isso que existe a gestão dos territórios indígenas. Precisa se consolidar entre município, estado e governo federal e o que vemos aqui é esse caminho na gestão do governo estadual”, ressaltou a secretária do Ministério dos Povos Indígenas.

Marta Azevedo, coordenadora do REM Acre Fase 2, falou do apoio do programa às comunidades tradicionais. Foto: Pedro Devani/Secom Territórios e investimentos Ao longo de mais de uma década, o Acre recebeu cerca de 55 milhões de euros em pagamentos por resultados de REDD+, especialmente por meio do Programa REM, fortalecendo cadeias da bioeconomia, iniciativas de conservação e o apoio direto às comunidades indígenas e tradicionais. Esse histórico se soma a avanços recentes: em 2023, foi criada a Sepi, garantindo maior protagonismo indígena nas decisões climáticas e nas políticas públicas estaduais.

Painel foi realizado na Zona Azul, no Hub Amazônia, do CAL. Foto: Pedro Devani/Secom O Acre possui 36 Terras Indígenas, que representam 14,6% do território, inseridas em uma cobertura vegetal que permanece 84% preservada. A população indígena cresceu de 17.578 pessoas em 2010 para 31.694 em 2022, refletindo vitalidade cultural e social e reforçando a importância de políticas de proteção territorial e fortalecimento comunitário.

O governo apresenta na COP30 resultados concretos do modelo jurisdicional, incluindo avanços na bioeconomia indígena, como o cacau nativo e os sistemas agroflorestais, ações de adaptação climática comunitária, como implantação de poços, logística para eventos extremos e fortalecimento da segurança alimentar; além de iniciativas em educação, com 132 escolas indígenas que integram currículos etnoambientais. Também ganharão destaque ações de etnoturismo, artesanato e economia cultural, que ampliam a geração de renda e valorizam a identidade dos povos.

Painel foi prestigiado por autoridades ligadas ao meio ambiente. Foto: Pedro Devani/Secom O painel teve como objetivo consolidar novas parcerias internacionais, acessar financiamentos climáticos de longo prazo e fortalecer a participação indígena na governança ambiental do Estado. Com resultados expressivos, marcos legais sólidos e uma trajetória reconhecida globalmente, o Acre chegou à COP30 reafirmando que as soluções climáticas passam, necessariamente, pela força dos povos indígenas e pela conservação de seus territórios vivos.

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Acre participa de agenda internacional no Peru para fortalecimento da defesa do consumidor

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Acre participa de agenda internacional no Peru para fortalecimento da defesa do consumidor

Representando o governo do Estado, presidente do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon/AC), Alana Albuquerque, participou nesta semana, de uma série de agendas institucionais voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de defesa do consumidor na América Latina, em Lima, Peru.

Reunião no Instituto Nacional de Defesa da Competência e da Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi). Foto: cedida Na última quinta-feira,13, participou da reunião do Instituto Nacional de Defesa da Competência e da Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi), órgão responsável pela política de defesa do consumidor no Peru, na sede da instituição. A agenda faz parte das atividades do Fórum Internacional de 15 anos do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, o evento é realizado pela Comissão de Defesa do Consumidor do Congresso da República do Peru.

Presidente do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon/AC), Alana Albuquerque. Foto: cedida Alana, que também é diretora da região Norte dos Procon’s do Brasil, diretora jurídica do Colegiado Nacional de Procon’s Estaduais (CNPE) e presidente do Fórum Norte de Procon’s, conta que a delegação brasileira esteve reunida com o presidente da instituição peruana responsável pela área de defesa do consumidor, Alberto Villanueva Eslava.

“A reunião teve como objetivo promover uma troca de experiências sobre os modelos adotados no Peru e no Brasil, analisando políticas públicas, ações de fiscalização e iniciativas de educação consumerista. O encontro foi muito importante para o fortalecimento da cooperação bilateral entre os dois países na área de proteção e direitos do consumidor”, ressaltou a presidente.

Durante a reunião, o presidente do Indecopi destacou a importância de consolidar alianças estratégicas entre países latino-americanos, especialmente frente ao avanço do comércio eletrônico, à multiplicidade de plataformas digitais e ao crescimento das transações transfronteiriças.

“A proteção do consumidor é um desafio global, e somente por meio de uma cooperação sólida entre nossas instituições poderemos oferecer respostas mais eficazes aos problemas que afetam os cidadãos. O Peru e o Brasil compartilham realidades semelhantes, e trabalhar juntos nos permitirá desenvolver soluções mais modernas, ágeis e harmonizadas”, destacou Alberto Eslava.

Reunião no Congresso da República do Peru. Foto: cedida A delegação brasileira apresentou iniciativas recentes adotadas no Brasil, como ações educativas, reforço da fiscalização, modernização dos sistemas de atendimento e estratégias de enfrentamento a práticas abusivas em períodos de alta movimentação comercial. Temas como prevenção, harmonização normativa e compartilhamento de dados e metodologias também estiveram em pauta.

O encontro que reuniu autoridades, especialistas e instituições de diversos países foi concluído com o compromisso de avançar na construção de uma agenda conjunta, incluindo novos fóruns, capacitações técnicas e possíveis projetos de integração que tragam benefícios diretos aos consumidores dos países da américa latina.

Reunião com a presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Jhakeline Katy Mamani. Foto: cedida Nesta sexta-feira, 14, a agenda incluiu uma reunião no Congresso entre a presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Jhakeline Katy Mamani, e as delegações do Brasil e do Chile.

Ricardo Morishita Wada, advogado e professor universitário de Direito do Consumidor, fez parte da delegação brasileira e ressaltou a importância de uma agenda internacional conjunta.

“A troca de experiências fortalece não apenas nossas instituições, mas a efetividade dos direitos do consumidor em toda a América Latina. Uma agenda integrada permite respostas mais robustas aos desafios atuais, especialmente no ambiente digital”, destacou Morishita.

Fizeram parte da delegação brasileira: Ricardo Morishita Wada, advogado e professor universitário; Alana Albuquerque, presidente do Procon/AC; Vicente Lopes da Rocha Júnior, desembargador do TJ do Estado de Goiás; Tatiana Parmeggiani Gomes, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Foto: cedida O encontro buscou reforçar o diálogo e ampliar a cooperação internacional na defesa do consumidor. Foram debatidas boas práticas, fiscalização, uso de tecnologia, políticas de prevenção de conflitos e ações conjuntas para lidar com desafios do mercado digital. Também houve discussões sobre integração entre instituições, aprimoramento das leis de proteção ao consumidor e novas possibilidades de parceria entre os países.

De acordo com Alana, o encontro permitiu conhecer mais de perto a realidade peruana e, ao mesmo tempo, apresentar os avanços implementados no Brasil e no Acre, destacando o papel dos Procon’s como instrumentos essenciais de proteção ao cidadão.

“A defesa do consumidor é um compromisso que ultrapassa fronteiras. Ao aproximarmos nossas instituições, fortalecemos a capacidade de proteger nossos cidadãos diante de novos desafios, especialmente no comércio digital e nas relações de consumo internacionais. Esta cooperação é fundamental para que possamos avançar em soluções conjuntas, mais modernas e eficientes”, afirmou Alana.

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Acre se destaca na Mostra Nacional de Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho em Saúde e conquista duas premiações

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Acre se destaca na Mostra Nacional de Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho em Saúde e conquista duas premiações

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) participou, nos dias 13 e 14 de novembro de 2025, da Mostra Nacional de Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho em Saúde (MNPDFTS), realizada em Brasília (DF). O evento, promovido pelo Ministério da Saúde, reuniu profissionais de todas as regiões do país para apresentar experiências, debater metodologias e fortalecer estratégias voltadas ao planejamento da força de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS).

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Representantes da Saúde do Acre presentes na Mostra Nacional. Foto: cedida

Durante a Mostra, o Acre apresentou relatos desenvolvidos no âmbito do Curso de Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho no SUS, destacando análises e soluções aplicadas à realidade estadual. Entre os trabalhos expostos, esteve o estudo sobre o dimensionamento da força de trabalho na Atenção Primária à Saúde em Rio Branco, com foco na organização e distribuição dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O material abordou a estruturação das equipes, a produtividade das visitas domiciliares e a integração dos registros nos sistemas oficiais, demonstrando contribuições práticas para o aprimoramento da cobertura territorial e para o fortalecimento da Estratégia Saúde da Família.

De acordo com a relatora do trabalho, Domisy Vieira, o processo reforça a importância de uma gestão orientada por evidências e construída de forma participativa. “O dimensionamento permite organizar melhor as equipes, identificar necessidades reais e fortalecer o vínculo com a comunidade. A Mostra demonstrou que, quando essa metodologia é aplicada de maneira coletiva, os resultados são mais consistentes e beneficiam diretamente a assistência em saúde”, afirmou.

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Domisy é do Departamento de Vigilância em Saúde/Epidemiológica e Nucleo de ISTs. Foto: cedida

A enfermeira Érica Fabíola Araújo da Silva, que também integrou a delegação acreana, destacou que o evento reafirma a relevância do planejamento da força de trabalho como ferramenta estratégica para os serviços de saúde. “Participar de um espaço nacional onde diferentes realidades são compartilhadas fortalece a gestão e amplia o aprendizado técnico. É uma oportunidade de demonstrar o que o Acre tem desenvolvido e, ao mesmo tempo, integrar experiências que podem qualificar ainda mais nossa atuação”, declarou.

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Érica é responsável pelo Vigidesastres do Departamento de Vigilância em Saúde. Foto: cedida

A participação do Acre foi marcada por reconhecimento nacional. Dois dos trabalhos apresentados foram premiados na Mostra, nos temas “Dimensionamento da Força de Trabalho na UTI: Integração do Sistema de Escalas e Plantões (GEP) como Metodologia do PDFT no SUS” e “Dimensionamento da Força de Trabalho do SUS como Ferramenta para Otimizar Recursos Públicos”, ambos avaliados como experiências de alto impacto, aplicabilidade e potencial de replicação em diferentes contextos da rede de saúde.

Além das profissionais que concederam declarações, compuseram a delegação acreana no evento as servidoras Artenizia de Souza, Ana Rayelle Lima, Stelita Nogueira, Aleyne Lins, Marielle Silva e Rafaela Bonfim, que contribuíram para a apresentação dos trabalhos técnicos e para o fortalecimento institucional do estado na Mostra Nacional.

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Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo

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Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo

Com cafés de qualidade comprovada por especialistas e florestas preservadas, o Acre tem se destacado na produção agrícola do grão. Impulsionada pelo incentivo do governo do Estado, a região vem se consolidando como potência regional dessa cultura, registrando um crescimento de 146,6%  entre 2018 e 2024 no Valor Bruto de Produção (VBP), indicador econômico usado para medir a riqueza gerada pela produção.

No Brasil, o VBP é calculado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e secretarias de agriculturas estaduais. O VBP do café no Acre saltou de R$ 26,4 milhões em 2018, para 65,1 milhões em 2024, representando um salto histórico do setor.

Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Gráfico: Secom

Além disso, o IBGE coloca o estado também como o segundo maior produtor do grão da Região Norte, atrás apenas de Rondônia, e o décimo maior produtor do Brasil.

A produção acreana é especializada no café canéfora (robusta), variedade que tem se adaptado bem ao clima e solo da região. O Baixo Acre, especialmente o município de Acrelândia, concentra a maior parte das áreas plantadas.

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Plantação de café ao lado de floresta nativa. Foto: Marcos Vincetti/Secom

A região do Vale do Juruá também merece destaque no crescimento da lavoura. Os produtores estão organizados por meio da cooperativa Coopercafé e contam com o Complexo Industrial do Café do Acre, uma indústria de beneficiamento recém-inaugurada em Mâncio Lima, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Café como propulsor econômico e social

O café tem mudado a vida de muitos acreanos. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), a cafeicultura acreana gera cerca de 1.500 empregos diretos e indiretos, abrangendo desde a produção de mudas e o plantio até o beneficiamento e a comercialização do grão.

Entre as histórias que simbolizam esse avanço está a do produtor Bruno Oliveira, de Mâncio Lima, que iniciou sua trajetória com o café em 2018, logo após se formar em engenharia agronômica. Inspirado por professores e políticas públicas de incentivo, Bruno começou como técnico da cultura e logo se tornou empreendedor, abrindo um viveiro credenciado pelo Ministério da Agricultura para atender à demanda local por mudas. 

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Produtor Bruno Oliveira fala do trabalho com o café com entusiasmo. Foto: Cleiton Lopes/Secom

Com o tempo, o produtor expandiu seu trabalho e montou uma indústria de beneficiamento e empacotamento, consolidando o café como o principal negócio da família, ao criar a marca Vô Raimundo. O café produzido pela família de Bruno ficou em 13º lugar no Qualicafé, alcançando a marca de 83,8 pontos, na primeira vez que participou do concurso. Além disso, Oliveira fez parte da comitiva de produtores que foi a Turim, na Itália, e também à Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG). 

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Marca de café Vô Raimundo vem se consolidando no mercado. Foto: cedida

“Hoje, o café é o nosso sustento e o nosso propósito. A gente trabalha desde a muda até a xícara, e tudo o que conquistamos veio dessa cultura que transformou a nossa vida”, afirma.

Ações do governo fortalecem a cadeia produtiva

Para fortalecer a cadeia produtiva do café, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), tem promovido diversas iniciativas que incentivam a qualidade e a valorização do produto local, como o Concurso de Qualidade do Café Robusta Amazônico do Estado do Acre (Qualicafé), que chegou à sua 3ª edição em 2025 e vem estimulando a produção de cafés de excelência.

Por meio de convênio firmado com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), produtores acreanos também têm participado da SIC, em Belo Horizonte, pelo segundo ano consecutivo.

Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Caravana do Acre participou da Semana Internacional do Café.  Foto: Ingrid Kelly/Secom

Os resultados já são expressivos: no concurso Coffee of the Year 2025, quatro produtores acreanos ficaram entre os 30 melhores do Brasil e dois ficaram entre os 15 finalistas, um marco que consolida a qualidade e o potencial da produção local.

“Os grandes protagonistas, que merecem todo o destaque para o sucesso do crescimento da produção do café no Acre, são os nossos produtores e produtoras. São eles que realmente fazem essa história ser grande, que vivem o café todos os dias, que plantam, colhem e se dedicam com amor naquilo que é mais do que um trabalho: é o propósito de vida deles”, ressalta o secretário de Agricultura, Luís Tchê.

Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Lideradas pelo titular da pasta, Luís Tchê, ações da Secretaria de Agricultura têm fortalecido a produção cafeeira no Acre. Foto: Ingrid Kelly/Secom

A engenheira agrônoma e coordenadora do Núcleo de Cafeicultura da Seagri, Michelma Lima, destaca que os avanços recentes são fruto direto do trabalho conjunto entre governo, instituições e produtores.

“Nos últimos anos tivemos uma elevação, tanto em área plantada de café como na qualidade dos grãos, devido aos investimentos em capacitação dos produtores e ao incentivo com mudas clonais para a substituição das lavouras. Isso é fruto de um trabalho de muitas mãos, com parcerias como o Sebrae e a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], além de empresas privadas que patrocinam o concurso de qualidade. Um dos fatores mais positivos vem justamente do Qualicafé, que incentiva a produção de cafés de qualidade superior. O concurso é um marco dessa gestão”, observa.

Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Coordenadora do Núcleo de Cafeicultura da Seagri, Michelma Lima, destaca importância do concurso Qualicafé. Foto: Diego Gurgel/Secom

O crescimento da cafeicultura no Acre tem sido notável, com aumento da área plantada e da produtividade, especialmente entre os agricultores familiares. Os cafés robusta amazônicos são cultivados com respeito à Floresta Amazônica e às terras indígenas, reforçando o compromisso do Estado com a produção sustentável, com 84% das florestas preservadas.

O resultado dos investimentos do governo do Acre vem com resultados concretos. Durante a gestão do governo Gladson Camelí, a produção do café no Acre teve um crescimento substancial de 56%, demonstrando que o café impulsiona oportunidades para o homem do campo e traz prosperidade para o estado.

Café acreano cresce 146% em 7 anos e muda realidade do homem do campo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Gráfico: Secom

Os cafés do Acre carregam histórias e características únicas, que agregam valor ao produto e projetam o estado como uma nova fronteira de excelência no cenário nacional da cafeicultura.

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Morador de Senador Guiomard é salvo após infarto, com apoio do programa Conecta Coração

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Morador de Senador Guiomard é salvo após infarto, com apoio do programa Conecta Coração

O que começou como uma manhã comum acabou se transformando em um susto para Paulo Rogge, 57 anos, morador de Senador Guiomard. Por volta das 5h30 da quarta-feira, 12, ele acordou sentindo uma dor leve no peito. Levantou, foi ao banheiro e, ao retornar para a varanda, percebeu que o incômodo piorava rapidamente.

“Começou a apertar, a dor desceu para o braço esquerdo e eu fiquei com medo. Já tinha sentido algo parecido antes”, relata. Sem conseguir dirigir, Paulo pediu ajuda ao vizinho, que o levou imediatamente ao Hospital Geral Dr. Ary Rodrigues, no próprio município.

A partir daí o atendimento ganhou velocidade graças ao programa Conecta Coração, que integra a linha de cuidado para infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em todo o Acre. Ao chegar à unidade, Paulo foi prontamente avaliado pela equipe. A médica Sabrina Medeiros, que estava no plantão, explica: “Ele relatava dor torácica e seguimos o protocolo. Em menos de dez minutos já tínhamos o eletrocardiograma, e ficou claro que se tratava de um infarto. Acionamos imediatamente o Conecta Coração para discutir o caso com o cardiologista”.

Morador de Senador Guiomard é salvo após infarto, com apoio do programa Conecta Coração | Cidade AC News – Notícias do Acre
Paulo Rogge, 57 anos, foi atendido pelo programa Conecta Coração. Foto: Tiago Araújo/Sesacre

O suporte especializado confirmou a gravidade. Paulo estava diante de um infarto agudo do miocárdio com supra, quadro que exige intervenção rápida para evitar sequelas ou até mesmo a morte. As medicações foram iniciadas e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para a transferência imediata à unidade especializada em Rio Branco.

Na capital, ele passou por cateterismo e angioplastia, procedimento no qual foram implantados dois stents para desobstruir as artérias. “Graças a Deus estou bem. Fiquei consciente o tempo todo e fui muito bem atendido. Hoje, 24 horas após o ocorrido, não sinto mais nada”, afirmou.

Para o analista do programa, Pablo Germano, o caso de Paulo exemplifica exatamente o propósito da iniciativa. “O programa Conecta Coração foi criado para dar celeridade ao atendimento, oferecendo suporte especializado 24 horas por dia. Cada minuto conta. No caso do seu Paulo, o diagnóstico foi confirmado rapidamente e ele pôde ser transferido com segurança para fazer o procedimento logo em seguida”, relata. Ele reforça a importância de reconhecer os sinais: “Dor no peito que irradia para o braço, mandíbula, pescoço ou região gástrica é sinal de alerta. A população precisa procurar atendimento imediatamente”.

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Programa foi lançado pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde. Foto: Tiago Araújo/Sesacre

Lançado em abril deste ano pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), o programa conta com investimento superior a R$ 4 milhões. Ele permite que profissionais de saúde da capital e do interior tenham acesso, em tempo real, ao suporte de especialistas, compartilhando exames e orientações clínicas com rapidez.

O Acre é o primeiro estado da região Norte a disponibilizar esse tipo de assistência em toda a rede pública, garantindo maior agilidade no atendimento a pacientes com AVC e infarto, condições em que cada segundo pode significar a diferença entre sobreviver ou ter sequelas.

“Quando a gente fala do Conecta Coração, a gente está falando de vidas que continuam. O caso do seu Paulo mostra exatamente por que esse programa existe: para garantir que ninguém fique desassistido no momento mais crítico. Cada profissional envolvido, do interior à capital, trabalha conectado por um único propósito, que é dar a resposta certa, no tempo certo. Esse é um compromisso que o governo do Estado assumiu com todo acreano: levar cuidado especializado para perto das pessoas, independente de onde elas vivem. É emocionante ver que a tecnologia, unida ao esforço das nossas equipes, está salvando histórias como a dele. E isso é só o começo do que ainda vamos avançar na saúde do nosso estado”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal.

Hoje, recuperado e aliviado, Paulo agradece por ter buscado ajuda a tempo. “O atendimento foi maravilhoso. Se eu tivesse esperado mais, podia ter sido diferente. Sou muito grato a todos”.

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Na COP30, Acre integra painel sobre consulta livre prévia e informada dos programas de REDD+ da Amazônia Legal

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Na COP30, Acre integra painel sobre consulta livre prévia e informada dos programas de REDD+ da Amazônia Legal

O Acre integrou o painel sobre os desafios dos processos de Consulta Livre Prévia e Informada (CLPI), dos Programas de REDD+ Jurisdicional na garantia da Justiça Climática, proposto pelo governo de Tocantins, no estande do Consórcio Amazônia Legal, na Zona Azul, da COP30, em Belém.

Representaram o governo do Acre, a presidente do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), Jaksilande Araújo, e a secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara.

Na COP30, Acre integra painel sobre consulta livre prévia e informada dos programas de REDD+ da Amazônia Legal | Cidade AC News – Notícias do AcreFoto: Pedro Devani/Secom

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Na COP30, Acre íntegra painel sobre consulta livre prévia e informada dos programas de REDD+ da Amazônia Legal. Foto: Pedro Devani/Secom

A superintendente de Gestão de Políticas Públicas Ambientais das Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Marli Santos, moderou o painel e convidou a presidente do IMC, Jaksilande Araújo, para falar dos desafios no processo de atualização da nova repartição de benefícios do Programa de REDD+ Jurisdicional do Acre, o Isa Carbono, do Sistema de Incentivo a Serviços Ambientais (Sisa).

Ao abrir sua fala, a gestora destacou a importância da integração entre as instituições de governo, como um dos pontos positivos na condução do processo. Ela citou ainda a participação dos membros da governança do Sisa, que auxiliaram o governo na condução do processo participativo das consultas.

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Gestores do Acre reforçam a importância da governança e participação social nas consultas. Foto: Pedro Devani/Secom

Outro importante fator foi a integração com a secretária dos Povos Indígenas, que atuou junto ao IMC na mobilização e diálogo com lideranças dos territórios.

Por fim, a presidente destacou a importante parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Earth Innovation Institute (EII), que contribuíram com apoio financeiro e técnico para o desenvolvimento das ações.

“Uma das lições aprendidas que trouxemos foi sem dúvida a escuta qualificada para que o estado possa compreender as necessidades de cada segmento, de cada comunidade. E também a relevância de uma governança fortalecida foi essencial para avançarmos nesse processo tão bonito e histórico para o Acre”.

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Presidente do IMC, Jaksilande Araújo contou os desafios no processo de atualização da nova repartição de benefícios do Programa de REDD+ Jurisdicional do Acre, o Isa Carbono. Foto: Pedro Devani/Secom

A secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara, reforçou a importância do fortalecimento das instâncias de governança do Sisa, considerado essencial para boa condução do processo das consultas no Acre.

Segundo a gestora, o pleno funcionamento da Comissão Estadual de Validação e Acompanhamento (Ceva) e as Câmaras Temáticas Indígenas (CTI) e de Mulheres (CTM) foram fundamentais para garantir a transparência e cumprimento das salvaguardas socioambientais.

“Nosso desafio é garantir que as decisões sobre clima e floresta tenham o olhar e a voz dos povos indígenas e das comunidades tradicionais e o Acre tem essa expertise de diálogo e respeito aos povos indígenas e comunidades tradicionais.”

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Secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara destacou que o fortalecimento das instâncias de governança do Sisa foi decisivo para a condução das consultas no Acre. Foto: Pedro Devani/Secom

Também participaram do painel, a secretária adjunta de Gestão de Águas e Clima da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Renata Nobre; a coordenadora do Earth Innovation Institute no Brasil, Mônica de los Rios; e a assessora de Apoio à Gestão de Políticas Públicas Ambientais da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Isabel Acker.

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Governo fecha parceria para expandir energia renovável na Amazônia

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Governo fecha parceria para expandir energia renovável na Amazônia


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O governo brasileiro e a Global Energy Alliance for People and Planet (GEAPP) firmaram neste sábado (15), em Belém, uma parceria de cinco anos para expandir o acesso à energia renovável nas regiões mais isoladas da Amazônia. O anúncio ocorre em meio à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).Governo fecha parceria para expandir energia renovável na Amazônia | Cidade AC News – Notícias do AcreGoverno fecha parceria para expandir energia renovável na Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre

O acordo tem como objetivo eliminar a pobreza energética, além de fortalecer a bioeconomia e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

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Uma fase piloto do projeto começou este ano com o investimento da GEAPP de US$ 3 milhões. A meta é triplicar esse valor nos próximos três anos através de captação adicional de fundos.

A parceria com o governo federal tem duas frentes: apoiar políticas públicas para ampliar o acesso à energia e à geração de renda; financiar projetos piloto e oferecer suporte técnico e regulatório.

>> Acompanhe a cobertura da EBC na COP30

Tecnologia

Na prática, o sistema de energia renovável funciona a partir de microgrids, que são uma rede de distribuição de energia com uma ou mais fontes de geração.

No caso do projeto na Amazônia, serão plataformas solares comunitárias com baterias. A equipe do GEAPP realiza estudos prévios, como o diagnóstico energético da comunidade, para dimensionar corretamente as demandas e que tipo de equipamentos são necessários.

“Vamos construir e instalar sistemas solares com baterias, um pouco maiores que os sistemas individuais. Assim, eles poderão abastecer atividades geradoras de renda, dia e noite. A energia excedente será armazenada para permitir que a produção continue mesmo no período noturno”, explica Luisa Valetim Barros, que lidera a GEAPP no Brasil.

Depois da instalação, o controle dos microgrids fica totalmente com a comunidade. Líderes comunitários recebem treinamento técnico básico de manutenção.

A equipe da GEAPP, junto com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), visitou diferentes comunidades para entender necessidades locais e identificar potenciais produtivos.

“A ideia é que o sistema seja associado à comunidade. Eles serão treinados para fazer manutenção básica. O que for mais avançado contará com apoio técnico das distribuidoras”, disse Luisa Barros.

“Havia comunidades sem necessidade de uso produtivo comunitário, então seguimos para outra. Perguntamos se queriam ampliar a produção de açaí, colocar no mercado, ou se havia áreas para irrigação agrícola”, complementou

O foco principal está na chamada Amazônia profunda — áreas sem acesso à rede elétrica — especialmente nos estados de Amazonas, Pará e Roraima, incluindo comunidades indígenas.

Inclusão social

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silva, destacou que a parceria representa um marco na combinação entre inclusão social e compromisso climático.

“O Brasil está mostrando que é possível combinar inclusão energética, responsabilidade climática e oportunidade econômica. Esta parceria com a Global Energy Alliance reforça o compromisso nacional de levar energia renovável e universal a todas as famílias brasileiras. Estamos transformando a ambição climática em ação concreta”, disse o ministro.

O diretor-executivo da GEAPP, Woochong Um, reforçou que o acordo vai muito além da infraestrutura elétrica.

“Temos orgulho de firmar esta parceria para transformar energia limpa em oportunidade para comunidades em toda a Amazônia. Isso vai além da eletricidade — trata-se de dignidade, meios de subsistência e um futuro justo para cada família. O que construirmos na Amazônia pode se tornar um modelo de eletrificação equitativa e crescimento inclusivo em toda a América Latina e além”, disse.

Após a COP30, o tema seguirá em destaque no 2º Workshop Energias da Amazônia, previsto para dezembro em Manaus. O encontro reunirá autoridades, concessionárias e parceiros internacionais para discutir resultados dos leilões de sistemas isolados e novos projetos de eletrificação limpa em comunidades remotas.

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