Fez a limpa! Zé Felipe apaga quase todas as publicações do Instagram após término com Ana Castela
Os fãs de Zé Felipe e Ana Castela foram pegos de surpresa na segunda-feira (29/12) com o fim do namoro deles. Desde então, o ex-casal virou um dos principais assuntos na imprensa e nas redes sociais. Diversas hipóteses sobre o motivo do término foram levantadas, mas o cantor limitou-se a dizer que ama a cantora e que eles não brigaram. Nesta quarta (31/12), no entanto, uma atitude do filho de Leonardo chamou atenção do portal LeoDias: ele apagou centenas de fotos e vídeos do Instagram e deixou só três publicações. Os registros são álbuns dele sozinho e com Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo, frutos de sua relação com Virginia Fonseca.
A rede social do artista, que conta com mais de 34,2 milhões de seguidores, tinha mais de mil fotos e vídeos. Muitos detalhes da vida profissional e pessoal de Zé Felipe eram compartilhados no Instagram. No feed havia, inclusive, publicações ao lado de Virginia Fonseca e de Ana Castela. Agora, apenas o cantor e os filhos aparecem nos álbuns.
Veja as fotos
Capas do únicos álbuns que Zé Felipe manteve no Instagram após término com Ana CastelaCrédito: Reprodução Instagram @zefelipe
Zé Felipe apagou quase todas as publicações do Instagram após fim do namoro com Ana CastelaCrédito: Reprodução Instagram @zefelipe
Zé Felipe apagou quase todas as publicações do Instagram após fim do namoro com Ana CastelaCrédito: Reprodução Instagram @zefelipe
Zé Felipe apagou quase todas as publicações do Instagram após fim do namoro com Ana CastelaCrédito: Reprodução Instagram @zefelipe
O artista e Ana Castela namoraram por cerca de dois meses. Ao informar seus seguidores que o relacionamento havia acabado, Zé Felipe disse que era muito grato por tudo o que viveu com ela. “Aprendi muito com ela. Fez eu enxergar outro Zé Felipe que existia em mim, coisa que eu não fazia há muito tempo. Eu e minha família temos um grande carinho pela família Castela. Sou muito grato por ter tido como sogros Michelle e Rodrigo – vocês fazem parte da minha vida. Assim como Dorico, Duda e Vetuche. Vocês sempre podem contar comigo para tudo. Amo vocês!”, destacou.
Por fim, o cantor deixou claro que ama Ana Castela e que o término não foi por briga. “Conversamos e vimos que o melhor era cada um seguir o seu caminho. Eu a amo e sei que ela também me ama, mas decidimos seguir caminhos diferentes em busca de nossos objetivos individuais. Desejo a ela toda a felicidade do mundo. Sei que na internet criam verdades que não existem, e sei o quanto isso pesa para a Ana e para a família dela. Se forem inventar mentiras, falem de mim, porque tô f*dá-se. Peço a compreensão e o respeito de todos neste momento”, completou.
Início do ano terá chuvas acima da média no Norte e no Sul, diz Inmet
Chuva acima da média em grande parte das regiões Norte e Sul e temperaturas acima da média em quase todo o país no começo do ano. A previsão do Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia, também aponta precipitações abaixo do esperado no centro-sul da região Nordeste, no centro-norte da região Sudeste e na faixa leste do Centro-Oeste.
Para a região Norte, os volumes podem chegar até 50 mm acima da média em partes de Amazonas, Amapá, Rondônia e Pará. Em Tocantins e no sul de Roraima, chove menos.
Na região Nordeste, chove pouco na Bahia, no centro-sul do Piauí, na faixa central do Maranhão e no oeste de Pernambuco. Em áreas isoladas de Paraíba, Alagoas, Ceará, Piauí e Maranhão, há previsão de chuva acima da média.
No Centro-Oeste, são esperados acumulados acima da média nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e em parte de Goiás. Nas demais áreas da região, deve chover perto ou abaixo da média.
No Sudeste, deve chover bastante em São Paulo e no sul de Minas Gerais. Já no centro-norte do Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e em parte do estado mineiro, a previsão é de precipitações abaixo da média.
Na região Sul, todos os estados devem ter acumulados de até 50 mm acima da média, com exceção do centro-oeste de Santa Catarina e do sul do Rio Grande do Sul, onde está previsto chover perto ou abaixo da média.
Quanto às temperaturas, os termômetros devem marcar 1 °C acima da média em Tocantins, em Minas Gerais, no sul do Piauí, no centro-leste de Goiás, no Distrito Federal, no centro-oeste de Mato Grosso do Sul, no noroeste de Mato Grosso e nas faixas oeste e nordeste de São Paulo.
O Tribunal de Justiça registrou 71.762 novos casos de violência doméstica de janeiro a novembro de 2025 no estado do Rio de Janeiro. As estatísticas de anos anteriores apontam que os casos tendem a aumentar durante as festas de fim de ano. Diante desse cenário, foram reforçadas estruturas de acolhimento e atendimento às vítimas para garantir serviços essenciais mesmo durante o recesso judiciário, que começou em 20 de dezembro e vai até 6 de janeiro.
O que fazer em caso de violência doméstica?
Em caso de urgência, a vítima deve ligar para a Polícia Militar pelo número 190, para que uma viatura vá até o local, ou para a Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180. Esses serviços funcionam 24 horaspor dia. A mulher também pode fazer o registro de ocorrência nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) ou na Polícia Civil pelo número 197 ou on-line.
O Observatório de Violência contra a Mulher da Justiça do Rio destaca que a medida protetiva deve ser solicitada quando a vítima for agredida fisicamente, ameaçada ou obrigada a manter relação sexual contra a sua vontade. E ainda se teve seu dinheiro, cartão de banco ou celular tomados pelo agressor ou se ele teve outras atitudes que sejam consideradas violentas.
Para a coordenadora Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem), desembargadora Adriana Ramos de Mello, a atuação do TJRJ durante as festas de fim de ano reforça a importância do combate contínuo à violência.
“Toda mulher tem direito a atendimento imediato e humanizado. A violência doméstica não é problema privado; é questão de direitos humanos e de responsabilidade social. Durante o recesso, o TJRJ funciona em regime de plantão, conforme diretrizes da Administração Superior. Embora haja redução da equipe, os serviços de acolhimento permanecem em funcionamento em busca de uma resposta rápida às situações urgentes”, afirmou.
Entre os serviços disponibilizados pelo TJRJ, estão:
– Aplicativo Maria da Penha Virtual, que permite a solicitação de medidas protetivas de urgência por celular de forma ágil e segura por meio de um formulário, sem precisar ir até uma delegacia (acesse aqui);
– Central Judiciária de Abrigamento Provisório (Cejuvida), que acolhe as vítimas e, se necessário, as encaminha para abrigos sigilosos;
– Projeto Violeta, que promove a garantia da segurança e da proteção às mulheres que estão com a integridade física e a vida em risco.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, manteve, nesta terça-feira (30), a prisão preventiva de Alan Diego dos Santos Rodrigues, condenado por tentativa de ataque ao instalar uma bomba no eixo de um caminhão-tanque estacionado nas imediações do Aeroporto Internacional de Brasília, em 24 de dezembro de 2022.
Na decisão, proferida na Petição (Pet) 12445, Moraes explica que existe o risco real de que, se for solto, o réu possa cometer novos crimes. Ele relembrou que Alan Diego fugiu de Brasília logo após o atentado frustrado no aeroporto e somente foi preso em junho deste ano, em Mato Grosso, após ser procurado pela polícia.
“Há, portanto, fortes e graves indícios do risco concreto da reiteração delitiva e à aplicação de lei penal, em razão da fuga após a prática dos crimes, considerando o início da instrução criminal, após o recebimento da denúncia”, escreveu.
O magistrado destacou, na decisão publicada nesta quarta-feira (31), não haver qualquer fato novo que mude a atual situação.
“Destaca-se a necessidade de resguardar a ordem pública e da instrução criminal, inexistindo qualquer fato superveniente que possa afastar a necessidade de manutenção da custódia cautelar.”
Em outubro, o ministro já havia negado o pedido de soltura feito pela defesa do condenado.
Tentativa de golpe
Alan está preso desde junho deste ano por decisão do ministro, após a Procuradoria Geral da República (PGR) apresentar denúncia contra ele e outras duas pessoas pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa armada, além de requerer sua prisão preventiva.
Outros dois envolvidos no mesmo episódio da bomba no caminhão, na véspera do Natal de 2022, são: o blogueiro Wellington Macedo de Souza, condenado a 6 anos de prisão por planejar o atentado e dar carona a Alan no dia do ocorrido; e George Washington de Oliveira Sousa, que admitiu ter comprado um arsenal adotado na tentativa de atentado, como explosivos e munições.
De acordo com os autos, Alan Diego dos Santos Rodrigues instalou a bomba em um caminhão-tanque estacionado nas imediações do aeroporto da capital federal e confessou ter recebido o artefato no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde pessoas defendiam um golpe de Estado.
Em maio de 2023, a 10ª Vara Federal do Distrito Federal condenou Alan Diego e outros dois acusados a cinco anos e quatro meses de prisão em regime fechado pelos crimes de explosão e incêndio.
A investigação foi então encaminhada ao STF para análise de eventuais crimes contra o Estado Democrático de Direito.
Em dezembro de 2025, em sessão virtual, a Primeira Turma da Corte Suprema decidiu, por unanimidade, tornar Alan Diego réu por crimes mais graves relacionados ao Estado Democrático de Direito, como tentativa de golpe de Estado e associação criminosa armada. Portanto, aceitando a denúncia da PGR.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou na manhã desta quarta-feira (31) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber seu sogro, Vicente Reinaldo, no hospital privado DF Star, em Brasília, onde está internado desde a véspera de Natal para realização de procedimentos cirúrgicos. O pedido de visita do pai de Michelle Bolsonaro foi apresentado ao STF nesta terça-feira (30).
Na última semana, o ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por condenar a trama da tentativa de golpe de Estado.
Na decisão publicada nesta manhã, o ministro justificou por que o apenado não pode receber visitas extras, mesmo estando em um hospital, e não em uma unidade prisional, o que gera um regime excepcional de custódia. O motivo é a “necessidade de garantir a segurança e a disciplina”.
“No caso concreto, o apenado encontra-se internado em unidade hospitalar, circunstância que impõe regime excepcional de custódia, distinto daquele existente no estabelecimento prisional, submetido às normas próprias do ambiente hospitalar e às orientações médicas. Dessa forma, diante das circunstâncias excepcionais da internação hospitalar, da necessidade de garantir a segurança e a disciplina, indefiro o pedido formulado.”
Em decisão de 24 de dezembro, o ministro Moraes já autorizava a internação e as visitas de todos os cinco filhos do ex-presidente, desde que observadas as regras gerais estabelecidas pelo Hospital DF Star para todos os pacientes e com a proibição expressa de ingresso no quarto hospitalar de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos.
O ministro também autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro permaneça no hospital como acompanhante de Jair Bolsonaro durante todo o período de internação, para recuperação cirúrgica do cônjuge.
O último boletim médico, no início da noite de terça, não cita previsão de alta do ex-presidente, que segue em cuidados pós-operatórios.
Moraes pede que Filipe Martins explique uso de rede social
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, se manifeste sobre um possível descumprimento de medidas cautelares impostas ao réu, que foi condenado à pena de 21 anos de prisão por participação na trama golpista e, atualmente, está em prisão domiciliar. A decisão de Moraes foi publicada nesta segunda-feira (29), e o prazo fixado para a manifestação dos advogados é de 24 horas.
Em seu despacho, o ministro informou que foi juntada aos autos a notícia de que Martins teria utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros, prática vedada pelo magistrado no regime de prisão domiciliar.
Além de não poder usar redes sociais próprias ou de terceiros, outras medidas cautelares da prisão domiciliar incluem, por exemplo, proibição de comunicar-se com os demais investigados, entrega de todos os passaportes e suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo em nome do réu. Se descumpridas, as medidas podem levar à decretação de detenção preventiva em unidade prisional.
Apesar de já condenado, Martins ainda não está cumprindo a pena porque o acórdão condenatório emitido pela Primeira Turma do STF está pendente de publicação.
Na semana passada, Moraes havia decretado a prisão domiciliar de Martins e mais nove condenados. As prisões domiciliares foram determinadas para evitar novas fugas. Isso porque, na sexta-feira (26), o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi detido por autoridades locais após fugir para o Paraguai e tentar embarcar para El Salvador com passaporte falso.
No entendimento de Moraes, há uma estratégia dos condenados pelos atos golpistas para fugir do país.
Vice-governadora Mailza Assis visita Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre
A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, esteve na sede da Direção-Geral da Polícia Civil, nesta terça-feira, 30, onde foi recebida pelo delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel Ferreira, e pelo delegado-geral adjunto, Dr. Cleylton Videira. No encontro, a vice-governadora aproveitou o momento para agradecer e reconhecer o trabalho que a instituição realizou durante o ano de 2025, em prol da segurança pública.
Mailza Assis enalteceu o trabalho dos policiais civis e dos colaboradores administrativos e, consequentemente, o resultado operacional da instituição, tais como a prisão de criminosos de alta periculosidade e a elucidação de diversos crimes em todo o Estado.
Por sua vez, o delegado-geral, Dr. Henrique Maciel, agradeceu o apoio do governo, citando o governador Gladson Camelí e a vice-governadora Mailza Assis como fundamentais para o avanço da instituição e das políticas de segurança pública do Estado.
Sem cair, sem recuar e sem temer: Polícia Civil do Acre encerra 2025 com avanços históricos na segurança pública
O ano de 2025 foi marcado por um trabalho intenso, estratégico e contínuo da Polícia Civil do Acre (PCAC) em todo o estado. Sob o lema “Sem Cair, Sem Recuar e Sem Temer”, a instituição atuou de forma firme tanto na capital quanto no interior, fortalecendo investigações, ampliando serviços à população e consolidando políticas públicas voltadas à segurança, cidadania e valorização dos servidores.
Ao longo do ano, a PCAC esteve presente em todas as regiões do Acre, com atuação integrada entre delegacias regionais e unidades especializadas, reafirmando seu papel fundamental no enfrentamento ao crime e na promoção da justiça social.
O governo Gladson Camelí segue fortalecendo a Polícia Civil do Acre com investimentos e valorização institucional.Foto: arquivo/ PCAC
“2025 foi um ano de muito trabalho, planejamento e resultados concretos. Atuamos com firmeza no combate à criminalidade, mas também avançamos em projetos de cidadania, mediação de conflitos e valorização humana. A Polícia Civil do Acre segue forte, preparada e comprometida com a sociedade”, destacou o delegado-geral José Henrique Maciel.
Programa Pacificar: diálogo como instrumento de justiça
Entre os principais destaques do ano está o Programa Pacificar, uma iniciativa da Polícia Civil voltada à resolução de conflitos por meio da conciliação e mediação, evitando a judicialização desnecessária de demandas e promovendo soluções mais rápidas e humanizadas.
Implantado em várias regionais, o Pacificar se consolidou como uma importante ferramenta de pacificação social e justiça humanizada em 2025. Foto: arquivo/ PCAC
De janeiro a novembro de 2025, o Pacificar realizou 869 acordos por meio de audiências de conciliação em todo o estado. Atualmente, o programa está implantado nas regionais de Rio Branco, Senador Guiomar, Capixaba, Xapuri, Feijó e Porto Acre.
“O Pacificar representa uma mudança de paradigma na atuação policial, priorizando o diálogo, a pacificação social e a resolução consensual de conflitos. Os números mostram que é possível fazer segurança pública com empatia, responsabilidade e eficiência”, afirmou o delegado-geral.
Identidade e cidadania: avanço na emissão da CIN
Outro marco importante de 2025 foi o avanço na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). De janeiro até 17 de dezembro de 2025, o Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo, vinculado à PCAC, imprimiu 85.446 CINs.
Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre avançou na emissão da Carteira de Identidade Nacional, ampliando o acesso à cidadania em todo o estado. Foto: arquivo/ PCAC
Desde a implantação do novo documento, em agosto de 2022, já foram emitidas mais de 300 mil carteiras, alcançando aproximadamente 33% da população do Estado do Acre, fortalecendo o acesso à cidadania e à identificação segura.
“A CIN é muito mais que um documento. Ela garante cidadania, acesso a políticas públicas e dignidade. A Polícia Civil tem orgulho de contribuir diretamente para esse avanço social”, ressaltou Maciel.
Combate firme ao crime e resultados expressivos
No enfrentamento direto à criminalidade, a Polícia Civil apresentou números expressivos em 2025. De acordo com dados do Departamento de Inteligência da PCAC, foram 230 armas de fogo apreendidas ao longo do ano, entre operações policiais e registros de Boletins de Ocorrência. No mesmo período, foram registrados mais de 20 mil Boletins de Ocorrências (BO) em todo o estado.
Atuação da Polícia Civil assegura acolhimento, investigação qualificada e responsabilização dos autores de crimes. Foto: arquivo/ PCAC
As resultaram na apreensão de 526 celulares, e em ações de repressão ao tráfico de drogas, mais de 700 quilos de entorpecentes foram apreendidos, com valor estimado superior a R$ 2,5 milhões, além da incineração de mais de uma tonelada e meia de drogas, apreendidas pelas forças de segurança.
Também foram apreendidos 240 veículos, entre carros e motocicletas, dos quais 215 foram recuperados e restituídos às vítimas, o que representa aproximadamente 89,6% de restituição, reforçando o compromisso da PCAC com a reparação dos danos causados pelo crime.
Proteção às vítimas e fortalecimento da investigação
Durante o ano, a Polícia Civil também atuou de forma decisiva na proteção de vítimas, especialmente em casos de violência doméstica. Foram concedidas 1.051 medidas protetivas, instrumentos legais que visam garantir a segurança de vítimas, impondo restrições ao agressor, como afastamento do lar e proibição de contato.
Medidas protetivas concedidas em 2025 garantiram segurança e amparo a vítimas de violência, especialmente mulheres em situação de vulnerabilidade. Foto: arquivo/ PCAC
Além disso, a PCAC recuperou e restituiu mais de 140 veículos às vítimas, instaurou mais de 1.300 inquéritos policiais, todos devidamente remetidos ao Poder Judiciário, e recuperou 453 celulares oriundos de furtos e roubos.
No âmbito da persecução penal, também foram registrados Autos de Investigação de Ato Infracional, procedimento equivalente ao inquérito policial quando o autor é menor de idade, 57 Boletins de Ocorrência Circunstanciados e 291 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).
“Esses números refletem o esforço diário de cada policial civil, que trabalha incansavelmente para proteger vítimas, responsabilizar criminosos e garantir que a Justiça seja alcançada”, enfatizou o delegado-geral.
Infraestrutura e cuidado com quem cuida
O ano de 2025 também foi marcado por importantes investimentos em infraestrutura. Um dos destaques foi a entrega da delegacia de Polícia Civil de Rodrigues Alves, que passou por uma reestruturação completa, com investimento de aproximadamente R$ 550 mil.
Delegacia de Polícia Civil de Rodrigues Alves passou por ampla reforma, garantindo melhores condições de trabalho aos servidores e atendimento mais digno à população. Foto: arquivo/ Secom
A unidade recebeu novas salas, alojamentos, espaço reservado à Polícia Militar, sala do Projeto Bem-Me-Quer, além de pavimentação interna e externa, nova fiação elétrica, pintura, instalação de muros, inexistentes anteriormente, novos pisos, tetos e forros.
Outro avanço significativo foi a entrega do Núcleo Qualivida da Polícia Civil do Acre, um espaço moderno e humanizado voltado exclusivamente ao cuidado com a saúde mental e emocional dos servidores.
“Investir em estrutura é essencial, mas investir nas pessoas é indispensável. O Núcleo Qualivida simboliza nosso compromisso com o bem-estar dos servidores, porque policiais valorizados e cuidados prestam um serviço ainda melhor à sociedade”, concluiu José Henrique Maciel.
Investir nas pessoas é uma das marcas da atual gestão da Polícia Civil do Acre. Foto: arquivo/ Secom
Compromisso renovado com o futuro
Encerrando 2025 com resultados expressivos, a Polícia Civil do Acre reafirma seu compromisso com a segurança pública, a cidadania e a valorização humana. Com planejamento, integração e dedicação, a instituição segue firme em sua missão de proteger a sociedade acreana.
Polícia Civil do Acre avança no combate ao crime organizado e prende investigada no bairro Taquari
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), cumpriu nesta terça-feira, 30, um mandado de prisão no bairro Taquari, em Rio Branco. A ação é um desdobramento de uma operação de âmbito nacional coordenada pela Polícia Civil e integra uma investigação que se estendeu por cerca de três anos com foco no enfrentamento ao crime organizado no estado.
Investigação da Polícia Civil do Acre culmina em prisão por crime organizado no Segundo Distrito. Foto: cedida
O mandado é resultado de um inquérito policial que reuniu provas robustas sobre a atuação de uma organização criminosa no Acre. As investigações apontaram o envolvimento de A. F. dos S., conhecida como “Soberana”, em atividades relacionadas ao tráfico de entorpecentes, além da participação direta em invasões de áreas conflagradas na região do Segundo Distrito da capital.
Ao longo do trabalho investigativo, a Polícia Civil mapeou a estrutura da organização criminosa, identificando integrantes, funções e áreas de atuação, o que permitiu avançar de forma estratégica no desmantelamento do grupo. A prisão desta terça-feira representa mais um passo no enfraquecimento das ações criminosas na região.
A investigada foi encaminhada à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização penal dos integrantes da organização criminosa.
Atuação da Polícia Civil do Acre resulta em condenação de idoso a mais de 70 anos de prisão por estupro de vulnerável em Epitaciolândia
O trabalho investigativo da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral e da Delegacia de Polícia de Epitaciolândia, foi decisivo para a condenação de um idoso a 70 anos e 10 meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra quatro irmãs bolivianas. As vítimas tinham entre 11 e 12 anos à época dos abusos. A sentença, proferida pela Vara Única da Comarca de Epitaciolândia e divulgada nesta segunda-feira (29), também determinou o pagamento de R$ 60 mil em custas processuais.
As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontaram que os crimes ocorreram de forma reiterada entre os anos de 2021 e dezembro de 2023. O acusado se aproveitava da situação de vulnerabilidade econômica e social das vítimas, realizando pagamentos à mãe das crianças e oferecendo presentes às meninas para atraí-las até seu apartamento, onde praticava os abusos sexuais.
Durante a apuração, os policiais civis colheram depoimentos detalhados das vítimas, que relataram toques íntimos recorrentes, exibição de vídeos pornográficos e sucessivas violências sexuais. As declarações foram corroboradas por laudos médicos e demais provas técnicas reunidas ao longo da investigação, que sustentaram a denúncia apresentada ao Poder Judiciário.
O flagrante ocorreu após ação da Polícia Civil, quando o acusado foi encontrado em seu apartamento na companhia de uma das vítimas. No local, os investigadores apreenderam dinheiro, DVDs infantis, grande quantidade de doces, além de preservativos e lubrificantes, evidenciando a preparação e a habitualidade dos abusos.
Com base no robusto conjunto probatório produzido pela Polícia Civil do Acre, o Juízo da Comarca de Epitaciolândia reconheceu a materialidade e autoria dos crimes, bem como a premeditação das condutas. Na sentença, a magistrada destacou que o réu tinha plena consciência da ilicitude de seus atos e, ainda assim, optou por violar de forma sistemática a dignidade sexual de crianças vulneráveis.
“Esse foi um trabalho extremamente sensível e complexo, conduzido com responsabilidade, técnica e compromisso com a proteção das vítimas. Desde o primeiro momento, nossa prioridade foi garantir a segurança das crianças, reunir provas consistentes e interromper um ciclo de violência que se estendia há anos. A prisão em flagrante e a robustez da investigação refletem o empenho da equipe da Delegacia de Epitaciolândia e o compromisso da Polícia Civil do Acre em combater com rigor crimes dessa natureza, especialmente quando envolvem crianças e adolescentes. Não há tolerância para esse tipo de crime”, enfatizou o delegado Eustáquio Nomerg, que coordenava a Delegacia de Epitaciolândia à época da prisão.