domingo, 22 março, 2026
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Prio: lucro líquido soma US$ 272 milhões no 2º trimestre

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A Prio (PRIO3) reportou lucro líquido de US$ 272 milhões no segundo trimestre de 2024, um aumento de 48% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou US$ 584,78 milhões entre abril e junho deste ano, uma alta de 76% na base anual. Já o Ebitda ajustado, que desconsidera os efeitos não recorrentes, subiu 64% no segundo trimestre em comparação ao mesmo intervalo do ano passado, para US$ 546,08 milhões. A margem Ebtida ajustada, por sua vez, subiu 4 pontos porcentuais (p.p.), alcançando 78%.

A receita líquida foi de US$ 727,56 milhões no trimestre, valor 37% superior a igual período de 2023, reflexo do aumento de 19% das vendas da companhia, assim como do petróleo tipo Brent, que apresentou alta anual de 9%. Ainda segundo a Prio, em release de resultados, o campo de Frade foi responsável por 47% da receita total, enquanto Albacora Leste contribuiu com 35% e o cluster Polvo e TBMT com 18%.

No encerramento de junho, a dívida líquida da petrolífera era de US$ 740 milhões, resultado menor em US$ 235 milhões quando comparado ao primeiro trimestre deste ano. A alavancagem, medida pela dívida líquida por Ebitda ajustado, encerrou o período em 0,4 vez, 0,2 p.p. menor que no trimestre imediatamente anterior, quando ficou em 0,6 vez.

Operacional

A produção total da Prio entre abril de junho foi de 89.886 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd), queda de 1,3% ante o mesmo trimestre de 2023. Do total, a maior produção foi no Campo de Frade, onde a companhia possui 100%, com 47.222 mil boepd, recuo de 7,1% na mesma base de comparação.

O custo de produção, conhecido como lifting cost, encerrou junho em US$ 7,6 por barril, uma alta de 3,4% quando comparado ao mesmo intervalo do ano anterior.

No segundo trimestre, a Prio vendeu 8,5 milhões de barris, sendo 4,027 milhões de Frade, 2,948 milhões de Albacora Leste, além de 1,575 milhão do cluster Polvo e Tubarão Martelo. O preço médio do Brent de referência no período foi de US$ 85,03, 9,4% acima do registrado um ano antes.

Projeto dá isenção de IR sobre premiação para medalhistas olímpicos

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Na reta final das Olimpíadas de Paris, o senador senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apresentou um projeto de lei que prevê, para os atletas brasileiros medalhistas olímpicos, isenção de Imposto de Renda sobre os valores recebidos como premiação.

O projeto (PL 3.047/2024) altera o artigo 6º da Lei 7.713, de 1988, para criar essa isenção fiscal. De acordo com a proposta, os valores pagos pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), pelo governo federal ou por qualquer de seus órgãos aos atletas brasileiros medalhistas em Jogos Olímpicos serão isentos do Imposto de Renda.

Nelsinho argumenta que a isenção seria uma forma de reconhecer e valorizar o esforço desses atletas, além de motivá-los a buscar a excelência em suas modalidades. Também seria, acrescenta ele, uma forma de atrair jovens talentos e estimular maior participação em competições de alto nível.

“Atletas que conquistam medalhas em Jogos Olímpicos realizam um esforço excepcional ao longo de anos de treinamento intensivo e dedicação. A conquista de uma medalha olímpica é um reflexo não apenas do talento, mas também da perseverança e do compromisso com o esporte. A isenção do Imposto de Renda sobre as premiações se configura como uma forma de reconhecimento e valorização desse esforço singular”, afirma ele.

O senador destaca que sua proposta está alinhada com práticas comuns em diversos países, “onde há reconhecimento fiscal para conquistas esportivas significativas”. Ele ressalta que muitos atletas enfrentam altos custos pessoais relacionados ao treinamento e à preparação.

Nelsinho também lembra que o sucesso em eventos internacionais como os Jogos Olímpicos promove a imagem do Brasil no cenário global. Por isso, argumente ele, ao apoiar e valorizar os atletas, o governo reforça seu compromisso com o esporte e com a promoção da imagem do país.

Vinícius Gonçalves, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Sena Madureira conquista o Campeonato Estadual de Futsal Sub-17 com vitória em todos os jogos

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O time sub-17 de Sena Madureira sagrou-se campeão estadual ao vencer três jogos decisivos no Ginásio Álvaro Dantas, em Rio Branco, na tarde desta terça-feira (6). A equipe mostrou um…

Festival Katxá Nawá Hô Hô Ika fortalece tradições e intercâmbio de culturas na Aldeia Boa União, em Feijó

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Descendo alguns quilômetros pelas águas do rio Envira, a partir de Feijó, na margem esquerda, algumas embarcações de madeira indicam que há grupos de visitantes chegando para o Festival Katxá Nawá Hô Hô Ika, do povo Huni Kuî, na Aldeia Boa União. Antes de ancorar, praias de areia branca, barrancos e galhos de árvores revelam que o Envira está mais seco que o costume neste verão amazônico. Mas isto não foi impedimento para a chegada de grupos que somaram entre 500 e mil pessoas, segundo estimativa das lideranças locais, no festival que aconteceu neste último final de semana.

“Os jovens fazem a festa acontecer”, conta o cacique Josimar Matos Kupi Huni Kuî sobre o fortalecimento da cultura do povo, durante a décima edição do Festival Katxá Nawá Hô Hô Ika. A festividade que entrou em janeiro, pela primeira vez, no calendário oficial de eventos do Estado, tem um significado único para os Huni Kuî da Aldeia Boa União. O evento recebeu apoio do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete) e Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) para sua realização.

Festival Katxá Nawá Hô Hô Ika compôs, pela primeira vez, o calendário de eventos oficiais do Estado. Foto: Karolini Oliveira/Sete

“No cenário geral, o festival é o chamamento do espírito dos legumes, para fortalecer a agricultura familiar dentro da própria aldeia. E não deixa de ser uma forma de concentrar todo o povo, onde você vai ver seu amigo, seu parente, ter uma relação de intercâmbio”, apontou um dos líderes locais, Décio Biná Huni Kuî.

Festival celebra o chamamento de espírito para fortalecer a agricultura familiar. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Para quem chega, o portal de entrada da festa com palhas ainda verdes mostra o cuidado de quem pensou em cada detalhe. Atravessando o pórtico, o caminho de terra em meio à grama verde leva ao terreirão, no centro da aldeia, onde os principais pontos da programação do festival acontecem, dia, noite e madrugada à dentro até o próximo nascer do sol.

Festividades e cerimônias de ayahuasca acontecem até o raiar do sol. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Na chegada, cada visitante recebe o entrelaçamento de braços de dois membros da comunidade, levando-o ao centro, onde a dança tradicional acontece embalada pelo entoamento de Hô Hô, a canção dos músicos que comandam a festa. Os brincantes vão dançando ao redor da canoa e montagem de frutas e palhas de bananeira no centro da aldeia, até que os entrelaçados começam a oferecer banana prata e da terra aos visitantes, seguido da famosa matxú – ou caiçuma, bebida fermentada da macaxeira. E segue o baile.

Comunidade celebra com danças tradicionais noite à dentro, na Aldeia Boa União, em Feijó. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Das celebrações que acontecem para cada novo grupo que chega, o cacique Josimar Matos Kupi Huni Kuî destaca a importância de fortalecer os costumes e tradições: “Na época do meu pai, não tinha a aldeia da forma que a gente vive hoje. Agora, através de pesquisa, nós temos livros construídos, da música, dos kenês, [como estudos] do professor Joaquim Maná. E as escolas estão dando incentivo para que as cantorias e as histórias não sejam extintas”.

Cacique Josimar Matos Kupi Huni Kuî destaca a importância de fortalecer os costumes e tradições do povo. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Perguntado sobre como os anciãos contribuem para o fortalecimento das tradições, o cacique revela: “Aqui fazemos o contrário: ao invés de os velhos fazerem, são os jovens que fazem a festa acontecer”, pontua.

No centro da aldeia, o Katxá – a canoa onde foram colocados alimentos, tem uma representatividade única para o povo que compartilha diversas tradições e brincadeiras. “E aí tem várias competições de jogos tradicionais, do arco e flecha, da lança, do artesanato”, conta Décio Huni Kuî. Entre elas, também estão a do mamão e da macaxeira.

Brincadeira tradicional da macaxeira em que as mulheres precisam arrancar as macaxeiras (homens) da terra. FotoFoto: Karolini Oliveira/Sete

Na brincadeira da macaxeira, as mulheres precisam arrancar as macaxeiras (homens) plantadas na terra. Na do mamão, homens e mulheres disputam qual grupo está no comando com a posse do fruto, enquanto o outro tenta tomá-lo.

Brincadeira do mamão disputa qual grupo está no comando com a posse do fruto, enquanto o outro tenta tomá-lo. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Nesta edição do festival, o governo do Acre, por meio da Sete e Secom, apoiou o evento com artes gráficas, impressão de banner e camisetas, além de divulgação e envio da representante da Sete, Adalgisa Bandeira e dos jornalistas Carlos Minuano e Ana Paula Nogueira, de São Paulo, para cobertura e conhecimento da cultura e medicinas tradicionais da comunidade, com foco principal na ayahuasca.

“A inclusão dos festivais indígenas no calendário oficial do Estado e o apoio do governo, por meio da Sete, vem exatamente com esse propósito de fortalecer as festividades tradicionais que já acontecem. No que pudermos ajudar, a Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo vai contribuir”, destacou o titular da Sete, Marcelo Messias.

Pela primeira vez no calendário oficial de eventos do Estado, o Festival Katxá Nawá Hô Hô IKA recebeu apoio do governo, por meio da Sete e Secom, para sua realização com materiais gráficos e divulgação. Foto: Karolini Oliveira/Sete

“Eu estou me sentindo ótimo, agora ainda mais incorporado na força indígena Huni Kuî”, relata Carlos Minuano durante experiência com as pinturas tradicionais. O jornalista estuda a ayahuasca há mais de duas décadas, desde quando teve a primeira experiência com o chá há 25 anos. Desde então, tem como missão escrever sobre o tema desmistificando tabus.

Minuano escreve sobre o tema há mais de dez anos no portal UOL e em outras publicações nacionais e estrangeiras e é autor do blog Psicodelicamente da revista CartaCapital, que recentemente publicou uma reportagem sobre os festivais indígenas do Acre.

Fotógrafa Ana Paula Nogueira e jornalista Carlos Minuano participaram das festividades na Aldeia Boa União. Foto: Karolini Oliveira/Sete

“A ayahuasca, para nós, é uma internet viva, porque através da internet você pesquisa tudo o que você quiser e a ayahuasca ensina o que você pretende aprender”, explica o cacique Josimar Kupi.

Na Aldeia Boa União há pajés especialistas para cada tradição. Na foto acima, representação do pajé que retorna objetos perdidos. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Nascida em Rio Branco, Samira Silva conta que os avós são da etnia Huni Kuî. Para manter a proximidade com a família, a jovem faz questão de visitar os parentes sempre que pode na aldeia Paroá, além de apreciar as festividades e aprender mais da cultura, como as pinturas. “Eu sou de Rio Branco, mas tenho parente na última aldeia e sempre a gente vem visitar aqui”, disse.

À esquerda, Txaná Shã Kuan retrata as voltas da dança indígena nos braços de Samira Silva. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Ao lado de Samira, a pajé da medicina Aldenira Lima – Txaná Shã Kuan, na língua indígena – costuma fazer as curas e rezas, mas naquele momento, o seu trabalho principal era fazer os traços das voltas da dança indígena nos braços de Samira, revelando uma tradição passada de geração em geração: “A minha mãe fazia também. Eu aprendi com ela”, lembrou.

Amiga de Parã (filha do cacique Josimar Kupi), a carioca Luana Medeiros também foi uma das visitantes do festival Katxá Nawá Hô Hô Iká. Ela explica que participa e estuda trabalhos com a ayahuasca na cidade de Alto Paraíso, em Goiás, e que está no Acre desenvolvendo projetos de audiovisual, fotografia e estudo das medicinas da floresta.

Luana Medeiros participou do Festival Katxá Nawá Hô Hô Ika à convite de amiga da comunidade. Foto: Karolini Oliveira/Sete

“Nesses últimos quatro anos tenho trabalhado bastante com os povos daqui das etnias Huni Kui, Shanenawa e Yawanawá. Ano passado eu vim a primeira vez aqui para o Acre, fiquei dois meses com o povo Yawanawá, fiz dieta com eles e estudo um pouco maior das medicinas e aí estou retornando este ano. Semana passada eu vim conhecer a aldeia, fiquei hospedada na casa da família da Parã e ajudei um pouquinho nos preparativos do festival. E eles me convidaram para estar aqui junto, no festejo. Nesse meio tempo fui para outras aldeias, e retornei hoje para estar aqui celebrando”, explicou.

As medicinas da floresta foram essenciais para Vicente Alves Ferreira tomar a decisão de vir morar no Acre, há cinco anos. Natural de Riberão Preto, no interior de São Paulo, Vicente teve uma experiência profunda com a ayahuasca. A intenção era ajudar uma pessoa importante para ele e que estava precisando de ajuda. “Eu tomei pensando [em ajudar outra pessoa] e o recado foi para mim. Tomei a medicina […] e depois que passou tudo aquilo [as mirações e sensações], você vê que se aquilo ali não curasse, nada mais ia curar, e realmente curou”, relatou.

Vicente Alves e a amiga Luana Medeiros na Aldeia Boa União, em Feijó. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Depois da experiência inicial, Vicente procurou outras orientações para o uso da medicina da ayahuasca, até chegar um momento decisivo nos rumos da sua vida. “Chegou um ponto que eu falei: ‘eu quero aprender mais, eu tenho que ir para a fonte’. E eu sempre que senti que São Paulo não tinha nada para mim. Aí eu comprei as passagens e vim recomeçar no Acre”, contou.

Da Aldeia Nova Olinda, o cacique Carlos Robeni Shanê Huni Kuin e mais de trinta parentes foram os primeiros da comunidade a chegarem na Aldeia Boa União, após três dias de viagem. “Somos parentes de sangue, somos primos, eles vão para a nossa aldeia quando a gente convida e quando eles convidam, a gente faz o mesmo intercâmbio. Mais parentes vêm para a festa”, explicou.

Cacique Carlos Robeni Shanê Huni Kuin, da Aldeia Nova Olinda, levou parentes e amigos para o festival na Aldeia Boa União. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Na Aldeia Nova Olinda o Festival da Troca de Sementes e Comidas Típicas é uma das festividades tradicionais da comunidade, principalmente em momentos de recuperação pós alagação. “É muito importante esse festival de troca de sementes principalmente depois que perdemos parte da nossa produção na alagação e a gente faz essa festividade para colher todas as novas sementes que cada um traz da sua aldeia e coloca ali e a gente faz a troca”.

Parentes e amigos chegam à Aldeia Boa União, em Feijó, no interior do Acre, pelo rio Envira. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Ainda fora do calendário oficial do Estado, o cacique explica que é de interesse do seu povo ter o apoio do governo estadual: “A gente tem a pretensão de poder encaixar a nossa festividade que a gente sempre faz com nosso próprio esforço da comunidade. E a gente pretende ter apoio do Estado e da Secretaria de Turismo, para nós é muito importante”, conclui Shanê.

Com o apoio do governo do Estado, Décio Huni Kuî acredita que o festival Katxá Nawá Hô Hô Ika deve crescer e receber cada vez mais turistas de fora. “É a primeira vez que recebemos apoio do Estado, mas precisamos de mais para estruturar nosso espaço. Queremos transformar o nosso lago em espaço de passeio, temos uma trilha no meio da floresta, para conhecer e ouvir o que a natureza oferece para quem participa do festival”, explica.

Décio Huni Kuî é uma das lideranças da Aldeia Boa União e vereador do município de Feijó. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Festival fomenta economia da aldeia

Para os membros da Aldeia Boa União, o festival fomenta a economia e fortalece a cultura local, a exemplo do artesanato que representa diversos significados da força e do espírito e dos seres da floresta em colares, brincos, pulseiras, anéis, além de cestarias e vestimentas.

“A gente trabalha com vários artesanatos, usando semente, miçanga e palha. O olho da curica, que é das mulheres, traz a visão, explica a artesã Djane Txima Inani Huni Kuî. Segundo ela, é o primeiro ‘kenê’ [desenhos indígenas] que as mulheres têm que aprender a fazer, o formato do desenho da folha expressa bom pensamento e traz sabedoria.

Artesã Djane Txima Inani Huni Kuî produz diversos artesanatos com significados especiais para o seu povo. Foto: Karolini Oliveira/Sete

Segundo a artesã, o artesanato é feito para presentear os amigos, vender para os visitantes e, ainda, comercializar fora da aldeia. É uma atividade que ainda pode ser explorada mais, diz ela. “A gente manda para uma pessoa vender fora da aldeia, mas fazemos mais para aqui mesmo”.

 

Itamaraty recomenda precaução a brasileiros no Reino Unido após protestos violentos

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O Ministério das Relações Exteriores recomendou que os brasileiros que estejam no Reino Unido devem tomar precauções por causa da onda de protestos ocorridos no país nos últimos dias.

O Itamaraty pede que os brasileiros sigam as recomendações de segurança das autoridades locais, evitem multidões e protestos e monitorem a mídia local.

Os protestos começaram após o assassinato de três crianças no dia 29 de julho. Elas foram vítimas de um ataque com faca durante uma aula de dança. Oito crianças e dois adultos também ficaram feridos no ato.

Axel Rudakubana, um inglês de 17 anos, foi apontado como o autor do ataque pelas autoridades britânicas. Mas antes de a identidade do suspeito ser confirmada, notícias falsas apontaram incorretamente que um muçulmano foi o autor do ataque.

Grupos de extrema-direita iniciaram protestos anti-imigração, muitas vezes seguidos por vandalismo e violência. Cerca de 400 pessoas já foram presas desde o início dos protestos.

Nesta segunda-feira (5), o premiê Keir Starmer anunciou a criação de um exército permanente para combater os protestos.

Onda de frio promete temperaturas abaixo de 9 °C no Acre

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Preparem-se, pois uma intensa onda de frio está a caminho! O pesquisador Davi Friale, em sua conta no Instagram, alertou que o Acre enfrentará a mais forte e abrangente queda de temperatura do ano neste final de semana. As previsões indicam que várias noites poderão ter sensação térmica inferior a 9 °C, devido aos ventos […]

Em conciliação sobre o Marco Temporal organizada pelo STF, indígenas são minorias

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Determinada pelo ministro Gilmar Mendes, relator de ações sobre o tema, Comissão Especial tenta “mediação”, mas acordo não depende de concordância dos indígenas

Boeing e agência dos EUA não identificam quem removeu plugue de porta do 737 MAX 9

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O Conselho Nacional de Segurança de Transportes (NTSB, na sigla em inglês) e a Boeing não conseguiram determinar quem removeu o plugue de uma porta em um novo avião 737 MAX 9, da Alaska Airlines, que passou por emergência durante voo em janeiro, disse a entidade nesta terça-feira (6).

A presidente do Conselho, Jennifer Homendy, disse a repórteres que a Boeing precisa fazer melhorias significativas em suas práticas de segurança.

“A cultura de segurança precisa de muito trabalho (na Boeing)”, disse. “Ela não está lá pelas evidências, pelo que se vê nas entrevistas. Não há muita confiança, há muita desconfiança dentro da força de trabalho.”

A Administração Federal de Aviação também disse que a Boeing deve melhorar sua cultura e práticas de segurança e orientou a companhia a tratar de questões de qualidade, antes que a agência permita o aumento da produção do 737 MAX.

A Boeing não fez comentários em um primeiro momento.

O Conselho disse que o 737 MAX 9 estava sem quatro parafusos importantes. A Boeing disse que os documentos necessários para detalhar a remoção do plugue da porta durante a produção do 737 MAX 9 nunca foram criados.

A Boeing forneceu uma lista de 52 casos anteriores de remoção do plugue da porta desde 2019.

A vice-presidente sênior de qualidade da Boeing, Elizabeth Lund, disse que a fabricante de aviões agora colocou um sinal azul e amarelo brilhante no plugue da porta quando ele chega à fábrica, que diz em letras grandes, “Não abra”. O objetivo é garantir que “o plugue não seja aberto inadvertidamente”.

PT vai ao STF contra lei do RS que proíbe auxílio a invasores de terra

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O diretório nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou na última segunda-feira, 5, uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul que impede invasores de terras de receberem auxílios. De acordo com o partido, é dever do Estado garantir assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade […]

Salto com vara: Anthony Ammirati recebe proposta de site adulto

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O francês Anthony Ammirati, eliminado na fase de classificação do salto com vara por bater o seu órgão genital no sarrafo, recebeu uma proposta de uma empresa de conteúdo adulto.…

Em São Paulo, governador Gladson Cameli visita agência de atração de investimentos do Estado

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O governador Gladson Cameli foi recebido nesta terça-feira, 6, pelo presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Invest SP), Rui Gomes Junior. O objetivo da visita de cortesia foi estreitar relação e trocar experiências, com foco na condução do programa de atração de investimentos Invista Acre, atualmente, em fase de estruturação pela Agência de Negócios do Estado do Acre (Anac S.A.) em parceria com a Secretaria de Estado de Indústria Ciência e Tecnologia (Seict).

Acompanhado pela diretoria da Anac, Cameli conheceu programas e estratégias da InvestSP voltados para atração de investimentos, ampliação de oportunidades e geração de renda. Na oportunidade, foram discutidas as formas adotadas por São Paulo para atrair investidores e identificadas aquelas que podem ser replicadas em solo acreano.

O governador reforçou o intuito de aumentar as exportações acreanas e tornar o Estado um lugar elegível para os investidores nacionais e internacionais. “A investSP já tem aqui um profissionalismo, há anos, nessa área, e nós do Acre, que estamos em busca de parceiros para investir, para gerar emprego, aquecer economia, aproveitar e demonstrar o potencial que o estado tem, viemos conhecer a Invest SP para que, como Agencia de Negócios possamos mostrar o potencial que o Acre tem a oferecer, não somente para o mercado interno brasileiro, quanto para exportações”, disse o governador.

O representante da Invest São Paulo detalhou o projeto e avanços da Agência Paulista: “Recebemos, com muita satisfação, a comitiva do governo do Estado do Acre, liderada pelo governador Gladson Cameli. Apresentamos nossa atuação e principais resultados, que já ultrapassam os 365 projetos anunciados, R$ 158 bilhões em investimentos e mais de 247 mil empregos gerados. A visita é um reconhecimento ao trabalho que temos desenvolvido na InvestSP e a prova de que estamos no caminho certo. Contem conosco. Estamos sempre abertos ao diálogo e à troca de experiências”, comentou o presidente da InvestSP, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Rui Gomes.

Sobre a Agência de Negócios do Acre

A Agência de Negócios do Estado do Acre é uma sociedade de economia mista, vinculada ao governo do Acre, por meio da Seict, que tem como missão aproximar Estado, empresas e investidores, intermediando o acesso a recursos e oportunidades de negócio.

“O que buscamos é aprimorar nosso trabalho cada vez mais, buscar condições para atrair investidores, fortalecer exportações, fomentar negócios, que é o nosso objetivo”, enfatizou a presidente da Anac, Waleska Bezerra.

 

Em São Paulo, governador Gladson Cameli visita agência de atração de investimentos do Estado

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O governador Gladson Cameli foi recebido nesta terça-feira, 6, pelo presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Invest SP), Rui Gomes Junior. O objetivo da visita de cortesia foi estreitar relação e trocar experiências, com foco na condução do programa de atração de investimentos Invista Acre, atualmente, em fase de estruturação pela Agência de Negócios do Estado do Acre (Anac S.A.) em parceria com a Secretaria de Estado de Indústria Ciência e Tecnologia (Seict).

Acompanhado pela diretoria da Anac, Cameli conheceu programas e estratégias da InvestSP voltados para atração de investimentos, ampliação de oportunidades e geração de renda. Na oportunidade, foram discutidas as formas adotadas por São Paulo para atrair investidores e identificadas aquelas que podem ser replicadas em solo acreano.

O governador reforçou o intuito de aumentar as exportações acreanas e tornar o Estado um lugar elegível para os investidores nacionais e internacionais. “A investSP já tem aqui um profissionalismo, há anos, nessa área, e nós do Acre, que estamos em busca de parceiros para investir, para gerar emprego, aquecer economia, aproveitar e demonstrar o potencial que o estado tem, viemos conhecer a Invest SP para que, como Agencia de Negócios possamos mostrar o potencial que o Acre tem a oferecer, não somente para o mercado interno brasileiro, quanto para exportações”, disse o governador.

O representante da Invest São Paulo detalhou o projeto e avanços da Agência Paulista: “Recebemos, com muita satisfação, a comitiva do governo do Estado do Acre, liderada pelo governador Gladson Cameli. Apresentamos nossa atuação e principais resultados, que já ultrapassam os 365 projetos anunciados, R$ 158 bilhões em investimentos e mais de 247 mil empregos gerados. A visita é um reconhecimento ao trabalho que temos desenvolvido na InvestSP e a prova de que estamos no caminho certo. Contem conosco. Estamos sempre abertos ao diálogo e à troca de experiências”, comentou o presidente da InvestSP, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Rui Gomes.

Sobre a Agência de Negócios do Acre

A Agência de Negócios do Estado do Acre é uma sociedade de economia mista, vinculada ao governo do Acre, por meio da Seict, que tem como missão aproximar Estado, empresas e investidores, intermediando o acesso a recursos e oportunidades de negócio.

“O que buscamos é aprimorar nosso trabalho cada vez mais, buscar condições para atrair investidores, fortalecer exportações, fomentar negócios, que é o nosso objetivo”, enfatizou a presidente da Anac, Waleska Bezerra.

 

Paris 2024: Dora Varella está na final do Skate Park feminino

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A brasileira Dora Varella está na final do Skate Park feminino. Foi realizada na manhã desta terça-feira (6), a fase classificatória da modalidade e ela se classificou para a decisão…

Elenco e autor de Mania de Você antecipam detalhes de “Mania de Você”

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Na manhã desta terça-feira (6), parte do elenco e o autor de “Mania de Você”, João Emanuel Carneiro, se reuniram para adiantar à imprensa alguns detalhes sobre a próxima trama das 9. A novela tem como ponto de partida a história de duas mulheres cuja relação oscila entre amizade e rivalidade: Viola e Luma, interpretadas por Gabz e Agatha Moreira, respectivamente.

Apesar de na ficção as personagens viverem momentos de tensão, as atrizes Gabz e Agatha têm construído uma relação de amizade e parceria fora das câmeras. Gabz comentou sobre essa dinâmica: “Eu e a Agatha nos amamos. Ficamos muito amigas desde o início, o que nos deu a intimidade necessária para amar e odiar em cena, quando preciso”.

A trama central gira em torno das paixões e desejos intensos das protagonistas, que compartilham uma paixão pela gastronomia e, posteriormente, por Rudá (Nicolas Prattes), o amor de infância de Luma que também se encanta por Viola. A relação entre as amigas se complica ainda mais com a entrada de Mavi (Chay Suede), namorado de Viola, que não aceita perder sua amada.

Agatha Moreira destacou a abordagem da rivalidade feminina na novela: “Gosto muito de como o João está trazendo essa rivalidade feminina, de uma forma um pouco fora do clichê. A conexão entre as duas é evidente desde o começo, mas as situações da vida é que vão criando essa rivalidade”.

Adriana Esteves, uma colaboradora de longa data de João Emanuel, também faz parte do elenco como a misteriosa Mércia. A parceria entre os dois começou com o sucesso de “Avenida Brasil” em 2012, onde Adriana interpretou a icônica Carminha. Sobre seu novo papel, Adriana comentou: “A Mércia é um mistério enorme, tanto para a história quanto para mim. Estou me jogando no trabalho e espero entender melhor o personagem quando as gravações terminarem”.

João Emanuel Carneiro prometeu uma novela cheia de viradas intensas, uma característica que se tornou sua marca registrada ao longo de seus 20 anos como autor titular. “Mania de Você é uma história inquieta, que muda rapidamente à medida que os elementos se desenvolvem”, antecipou João, que celebra duas décadas na TV Globo, desde seu primeiro sucesso com “Da Cor do Pecado” em 2004.

“Mania de Você” é uma novela criada e escrita por João Emanuel Carneiro, com colaboração de Eliane Garcia, Marcia Prates, Marina Luísa Silva e Zé Dassilva e pesquisa de texto de Marta Rangel. A novela tem direção artística de Carlos Araújo, direção geral de Noa Bressane e direção de Isabella Teixeira, Philippe Barcinski, Guilherme Azevedo e Igor verde. A produção é de Gustavo Rebelo, Luis Otavio e Lucas Zardo, e a direção de gênero, de José Luiz Villamarim.

Segurança Pública recebe policiais adidos dos Estados Unidos para debater segurança diplomática e fronteiras

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A extensa e densa floresta amazônica torna a fiscalização das fronteiras uma tarefa complexa e desafiadora para as forças de segurança. Para debater políticas de segurança nas fronteiras, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) recebeu, na segunda-feira, 5, policiais adidos da Embaixada dos Estados Unidos. A visita se estende até o dia 8 nos municípios de Brasileia e Assis Brasil.

Segurança Pública recebe policiais adidos dos Estados Unidos para debater segurança diplomática e fronteiras. Foto: Claudia SouzaSejusp

A recepção dos adidos americanos, realizada na sala de situação da Sejusp, contou com apresentações expositivas das forças integrantes do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp), além da Polícia Federal e da Força Nacional, que expuseram o trabalho de segurança realizado nas fronteiras do estado do Acre. Com mais de 2 mil quilômetros de fronteira, destacaram-se dados e estratégias de atuação contra os crimes transfronteiriços.

O estado do Acre, localizado na região norte do Brasil, faz fronteira com o Peru e a Bolívia, posicionando-se estrategicamente nas rotas do tráfico de drogas e outros crimes transfronteiriços. O secretário de Segurança Pública do Estado, coronel José Américo de Souza Gaia, destacou que a visita é uma grande oportunidade de mostrar os desafios de atuação no combate aos crimes de fronteira no Acre, que possui características muito singulares, por haver fronteiras secas (terra) e molhadas (rios) que se estendem pela densa floresta amazônica entre dois dos principais países produtores de cocaína no mundo.

“Essa visita é muito importante para a Segurança Pública do Acre, pois abre caminho para trocas de experiências e tecnologias que nos garantam melhorias no combate aos crimes transfronteiriços. O combate eficaz ao tráfico de drogas e outros crimes de fronteira exige cooperação entre os governos de outros países, que também sentem as consequências da entrada desses ilícitos em seus territórios. Hoje tivemos a oportunidade de mostrar um pouco do trabalho de cada força policial atuante nas divisas do estado”, afirmou o secretário de Segurança Pública.

O diretor operacional da Segurança Pública, coronel Atahualpa Batista Ribera, realizou uma breve apresentação sobre as políticas de segurança da Sejusp contra os crimes de fronteira, destacando que a visita tem como objetivo a troca de experiências a respeito de crimes transfronteiriços e tráfico de pessoas.

“É muito importante porque nós, no futuro, tentaremos trocar informações a respeito de banco de dados sobre a natureza dos crimes procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal [Interpol]”, explicou o coronel Ribera.

O grupo da embaixada é composto por um adido americano, um Policial Federal dos EUA e uma investigadora do serviço de segurança diplomática, que na oportunidade receberam uma moeda institucional da Segurança pelas mãos do secretário de Segurança e o adjunto da pasta, coronel Evandro Bezerra. A moeda é uma honraria dada às autoridades visitantes.

Agenda nas fronteiras

Seguindo a agenda no estado, os adidos ministraram, na tarde de segunda-feira, 5, uma palestra sobre tráfico de pessoas para agentes da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Grupo Especial em Fronteira (Gefron), na Biblioteca Pública.

As atividades continuam na quarta-feira, quando os adidos americanos visitarão as cidades de Brasileia, onde novamente realizarão uma palestra para os agentes locais, e seguirão para a cidade de Assis Brasil, ambos municípios fronteiriços.

 

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