O titular deste portal, Leo Dias, conversou com a rainha de bateria da Unidos da Viradouro, Juliana Paes, que falou sobre maternidade. Ela retornou para o Sambódromo Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último fim de semana, para o ensaio técnico da escola carioca.
Quando a artista desfilava, os filhos Pedro e Antônio eram muito pequenos. “Na época que eu me despedi do Carnaval na Viradouro, que foi… hoje eu postei uma foto, tem 17 anos atrás. 17 anos! O Pedro tem 15. Mas quando eu tive filhos, eu ainda pedi assim: ‘Pessoal, eu preciso sair porque eu quero ter filhos’. Hoje eu vejo a Lore maravilhosa, ela estava ali na minha frente…”
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“Há 17 anos atrás era um pouco tabu essa coisa de ‘ah, eu vou engravidar, preciso me resguardar um pouco’. Eu achava isso também. E aí foi isso, eu saí e logo depois engravidei do Pedro… hoje eu saí de casa, estavam os três assistindo futebol. Aí passo eu com essa roupa: ‘Tchau, gente!’. ‘Mamãe, você está indo para onde?’. ‘A mamãe está indo para o ensaio técnico’. Beijo, eles ficam todos assim, ó… (gesticulando surpresa)”, continuou.
A famosa disse que está tentando convencer os adolescentes a irem vê-la este ano. “Eu queria que meus filhos vissem isso, esse momento… entendessem o que é o Carnaval, essa paixão que para mim sempre foi muito grande”, externalizou.
Mamãe coruja, ela falou até da altura dos meninos: “Estão enormes! Pedro está do meu tamanho, mais alto que eu, e o Antônio está batendo aqui [gesticula a altura no ombro]. 15 e 12 [anos]. Já são adolescentes”. Além disso, ela contou quem é mais parecido com ela e com o marido: “O Pedro é mais parecido com o Dudu, mais na dele”. E falando no marido, reservado, a celebridade falou o quanto ele é tímido:
“Ele não gosta [de dar entrevistas]. Quando vem assim, e às vezes eu peço: ‘Dudu, você vai ter falar’. ‘Não, por favor. Eu fico aqui do seu lado, mas falar eu não vou falar não’. Ele é tímido, ele é tímido, ele é na dele.”. Carlos Eduardo Baptista trabalha como agente FIFA:
“Tem essa coisa do atleta, do jogador de futebol ser muito assediado. Ele está sempre nos bastidores, olhando, cuidando. O Pedro é mais assim. O Antônio é mais parecido comigo. O Antônio já chega, já puxa conversa, já fala, já quer saber. Se ele estivesse aqui, ele já ia te perguntar: ‘Oi, tio, não sei o quê, não sei o quê lá’. Ele puxa assunto”.










