Um vídeo que circula nas redes sociais tem provocado debate ao mostrar mulheres explicando por que não trocam o Bolsa Família por um emprego com carteira assinada (CLT). Nas imagens, elas citam dificuldades enfrentadas no mercado formal, como salários considerados baixos, pouca flexibilidade de horários, cobranças constantes e descontos no pagamento em caso de faltas.
Segundo os relatos apresentados no vídeo, o benefício social garante uma renda mínima mensal e maior previsibilidade financeira, o que, na avaliação das participantes, acaba sendo mais vantajoso do que aceitar empregos que não conseguem cobrir despesas básicas, como aluguel, alimentação e transporte.
A gravação rapidamente se espalhou e dividiu opiniões entre internautas. Enquanto alguns defendem que o conteúdo escancara problemas estruturais do mercado de trabalho, como a baixa remuneração e o alto custo de vida, outros criticam a dependência de programas sociais e questionam o estímulo à formalização do emprego.
Até o momento, não há informações que confirmem se o vídeo foi produzido em tom irônico ou satírico, nem se as falas refletem experiências reais das participantes. Ainda assim, o conteúdo levanta discussões mais amplas sobre políticas de assistência social, condições de trabalho no Brasil e os desafios enfrentados por famílias de baixa renda diante da escolha entre o mercado formal e programas de transferência de renda.
