domingo, 15 março, 2026

SLC Agrícola investirá em áreas de pastagem degradadas para a cultura de grãos

O presidente do grupo, Eduardo Logemann, enfatizou o potencial produtivo dessas áreas para a expansão da produção agrícola no país

“Nós temos um pacto de que não vamos mais derrubar uma árvore no Cerrado”, declarou Logemann

O presidente do Grupo SLC, Eduardo Logemann, foi o palestrante desta quarta-feira (18), durante o tradicional Tá Na Mesa, promovido semanalmente pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande Sul (Federasul) na sede da entidade, em Porto Alegre. Com o tema “SLC 80 anos: fazendo história no campo”, Logemann destacou marcos históricos do conglomerado. Entre eles, a SLC Agrícola ter sido a primeira companhia de commodities a entrar na Bolsa de Valores brasileira e a parceria pioneira com a fabricante John Deere, da qual a SLC Máquinas Agrícolas é revendedora até hoje.

A visão de investimentos para os próximos anos é de intensificar o plantio de soja, milho, algodão e trigo. Para a safra 2025/2026, o potencial de área plantada é de 833,9 mil hectares, total que poderá chegar a 1 milhão de hectares dentro de duas décadas. Somente nos últimos anos, a SLC adquiriu mais de 200 mil hectares. Entre as terras próprias do grupo, que totalizam 360 mil hectares, 130 mil são áreas de preservação. Outra vertical de atuação recente do grupo é o aluguel e arrendamento de máquinas agrícolas durante o período de colheita.

“O Brasil tem clima, tem gente competente e tem área para expandir, principalmente nas áreas de pastagens degradadas. Nós temos um pacto de que não vamos mais derrubar uma árvore no Cerrado”, declarou, afirmando que a empresa irá crescer em áreas agrícolas já consolidadas, fora da região Amazônica. A área de pastagem corresponde atualmente a 21% do uso da terra no país, de acordo com o Ministério da Agricultura e da Pecuária (Mapa), frente aos 9% ocupados pela produção agrícola.

A pioneira na produção de máquinas agrícolas no país também aposta na tecnologia para continuar crescendo. Entre as principais inovações aplicadas pela SLC estão um avião pulverizador autônomo, que não precisa de piloto, e um robô para detecção de pragas. Segundo Logemann, o aporte em tecnologia permite à empresa uma economia anual entre R$ 80 milhões e R$ 90 milhões.

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