Na noite de 25 de março de 2025, o estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, foi palco de um clássico sul-americano que ficará marcado na memória dos torcedores brasileiros — mas pelos motivos errados. A Seleção Brasileira enfrentou a Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 e sofreu uma derrota acachapante por 4 a 1. O jogo, que começou com expectativas de equilíbrio, terminou com a superioridade argentina evidente, destacada por uma atuação impecável de Lionel Messi e companhia. Confira o relato detalhado dessa partida, com os principais momentos e o tempo no relógio em negrito, em um texto otimizado para SEO com foco em “Brasil x Argentina”, “Eliminatórias 2026” e “goleada histórica”.
Primeiro Tempo: Argentina Abre o Placar e Domina
O apito inicial soou às 21h (horário de Brasília), e o Brasil entrou em campo com uma escalação que prometia solidez defensiva e criatividade no ataque, comandada por nomes como Rodrygo e Lucas Paquetá. No entanto, a Argentina, liderada por Messi, mostrou desde o início que estava em outra sintonia. Aos 12 minutos, o primeiro golpe: após uma troca de passes envolvente, Julián Álvarez recebeu na área e chutou forte, sem chances para o goleiro brasileiro. Argentina 1 x 0 Brasil.
O Brasil tentou responder com jogadas pelas laterais, mas esbarrou na marcação firme de Cristian Romero e Nicolás Otamendi. Aos 28 minutos, veio o segundo gol argentino. Messi, em um lance de genialidade, driblou dois defensores e tocou para Lautaro Martínez, que ampliou o placar com um chute rasteiro. O 2 a 0 no marcador já indicava o domínio albiceleste, enquanto a torcida local vibrava nas arquibancadas. O primeiro tempo terminou com a Argentina controlando a posse de bola (62%) e o Brasil sem conseguir finalizar com perigo, deixando os torcedores brasileiros apreensivos.
Segundo Tempo: A Goleada se Consolida
Na volta do intervalo, o técnico Dorival Júnior fez ajustes, colocando Raphinha e Endrick para tentar mudar o rumo do jogo. A Seleção Brasileira até esboçou uma reação nos primeiros minutos, mas a esperança durou pouco. Aos 53 minutos, Messi cobrou uma falta com perfeição, acertando o ângulo direito do gol brasileiro. O 3 a 0 no placar foi um balde de água fria, e o craque argentino, mesmo aos 37 anos, mostrou por que ainda é o pesadelo dos adversários.
O Brasil conseguiu descontar aos 67 minutos, em um raro momento de inspiração. Após uma tabela entre Paquetá e Rodrygo, o atacante do Real Madrid chutou cruzado e venceu o goleiro Emiliano Martínez. O placar de 3 a 1 trouxe um sopro de ânimo, mas a defesa brasileira seguia vulnerável. Aos 78 minutos, a Argentina selou a goleada. Enzo Fernández, aproveitando um erro de marcação, finalizou de fora da área, colocando o 4 a 1 no marcador. O gol foi o golpe final em uma noite de desorganização tática e falhas individuais do lado brasileiro.
Análise do Jogo: Onde o Brasil Errou?
A derrota por 4 a 1 expôs fragilidades que preocupam os torcedores para as Eliminatórias 2026. A zaga brasileira, formada por novos nomes em teste, não conseguiu conter o ataque argentino, enquanto o meio-campo perdeu a batalha física e técnica para Fernández e Alexis De Paul. Messi, mesmo sem estar em seu auge físico, foi o maestro do jogo, com um gol e uma assistência. O Brasil, por outro lado, sentiu a falta de Neymar, lesionado, e de um plano tático que neutralizasse o adversário.
Repercussão e Próximos Passos
A goleada histórica no clássico Brasil x Argentina já repercute na imprensa e nas redes sociais. Jornais argentinos, como o Olé, exaltaram a “noite mágica” de Messi, enquanto no Brasil as críticas recaem sobre Dorival Júnior e a preparação da equipe. Com 21 pontos, o Brasil segue na zona de classificação para a Copa de 2026, mas o resultado acende o alerta para os próximos desafios, como o jogo contra a Colômbia em abril.
Para os torcedores, resta a esperança de que a Seleção aprenda com os erros e volte mais forte. A goleada de 4 a 1 não apaga a rivalidade entre Brasil e Argentina, mas deixa uma lição: em um clássico desse nível, cada detalhe no relógio faz a diferença. Aos 12 minutos, 28 minutos, 53 minutos e 78 minutos, a Argentina provou isso. Resta ao Brasil se reerguer e mostrar que ainda é o país do futebol.