quarta-feira, 28 janeiro, 2026

Polícia Civil prende mulher apontada como peça-chave em execução de jovem em Brasiléia

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, prendeu na manhã desta terça-feira, 6, uma mulher de 32 anos com as iniciais S.C.M., conhecida como “Humildade”, apontada como peça-chave na execução do jovem Alisson Venício Ribeiro Aquino, de 22 anos. O homicídio ocorreu no dia 30 de novembro de 2025, no Bairro Eldorado.

Polícia Civil prende mulher apontada como peça-chave em execução de jovem em Brasiléia | Cidade AC News – Notícias do Acre
“Humildade” é presa por envolvimento em homicídio ocorrido em bar de Brasiléia. Foto: cedida

A prisão é resultado de um trabalho investigativo minucioso coordenado pelo delegado Erick Ferreira Maciel. Segundo a autoridade policial, “Humildade”  exercia papel estratégico dentro de uma organização criminosa, sendo responsável pela logística do crime. As investigações apontam que ela forneceu a arma de fogo, um revólver calibre .38, além de articular o apoio necessário para a execução da vítima.

De acordo com o inquérito, no dia do crime, a acusada recebeu em sua residência um adolescente envolvido na ação, entregando pessoalmente a arma e a máscara utilizadas pelo atirador. Ainda conforme apurado, foi por meio do telefone de S.C.M., que o mandante do homicídio, identificado pelo vulgo “Capetinha”, repassou as ordens finais. Após a execução, o autor dos disparos retornou ao local para devolver a arma e encaminhar um vídeo do crime, gravado como prova para a facção.

O assassinato ocorreu no “Bar da Diva”, onde Alisson estava sentado quando dois indivíduos chegaram em uma bicicleta. O garupa desceu do veículo e efetuou três disparos contra a vítima, que tentou fugir para o interior do estabelecimento, mas não resistiu. O executor já foi preso e confessou o crime, alegando que agiu sob ameaça de morte.

Além de avançar na elucidação do homicídio, a prisão de “Humildade” trouxe alívio a moradores do Bairro Eldorado, que relataram à polícia um clima de medo e intimidação. Segundo a Polícia Civil, a mulher ameaçava testemunhas e exercia forte controle na comunidade.

A motivação do crime teria sido um boato envolvendo a vítima, versão contestada por familiares. A acusada permanece à disposição da Justiça e deverá responder por homicídio qualificado e integração em organização criminosa, enquanto as investigações seguem para localizar o mandante intelectual.

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