sexta-feira, 13 fevereiro, 2026

Maitê Proença sobre atritos da família: “erros que levaram à morte”

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Maitê Proença, 67 anos, não escondeu que teve uma relação familiar muito conturbada durante a infância e a adolescência, como revelou em uma recente entrevista. Ao ser questionada sobre que nota se daria como filha, a atriz afirmou que, apesar de ter uma “personalidade forte”, era amável e sabia perdoar. E foi exatamente o perdão que a salvou da tragédia envolvendo os pais, Margot e Augusto Carlos.

 

A atriz perdeu a mãe, assassinada pelo pai, quando tinha apenas 12 anos. A história, que era mantida em segredo, foi exposta por Faustão em 2005, durante o quadro Arquivo Confidencial. “Eles erraram muito – e erros que levaram à morte. Cometeram falhas gravíssimas, e eu os perdoei”, disse Maitê.

Emocionada, ela continuou: “Eu precisei perdoar para lidar com tudo que tinha sobrado. Perdoei, e passei anos perdoando, e isso desde o começo. No início [após a morte da mãe], eu não tinha capacidade… não conseguia nem encostar no meu pai fisicamente. Tinha horror daquele monstro, daquela coisa que eu não conseguia tocar. Fui tentando, falando, buscando, conversando… até que me livrei. Essa mala pesada, eu não carrego mais.”

O relato foi dado ao apresentador Marcelo Tas, durante o programa Provoca, da TV Cultura, nesta terça-feira (22). Maitê acredita ser uma excelente avó, mas elege ter sido uma mãe “nota seis” para a filha Maria, fruto do seu relacionamento com Paulo Marinho. “Amadureci e descobri que fui mais severa do que precisava. Fiz e dei o meu melhor. Não poderia ter feito melhor do que aquilo lá atrás porque eu não sabia”.

Maitê ainda compartilhou sua experiência com a ayahuasca, substância utilizada em rituais religiosos e terapêuticos e disse que o contato com a bebida a auxiliou a enfrentar ataques de pânico em um momento delicado de sua vida: “A ayahuasca te leva quase à beira da loucura. Você passa pela loucura, porque todas as suas referências vão embora e você atravessa algo que nunca passou”.

A atriz, que está há nove anos longe das novelas – o último trabalho foi “Liberdade, Liberdade (2016)”-contou que, quando teve crises de ansiedade extrema, já havia vivenciado os efeitos da substância, o que a fez entender que não morreria nem perderia a sanidade durante os episódios.

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