quarta-feira, 28 janeiro, 2026

Otimização da rede de diagnóstico da tuberculose no Espírito Santo é tema de projeto apoiado pelo Ministério da Saúde

Recentemente em Brasília/DF, foi realizado o encerramento do projeto de otimização da rede de diagnóstico da tuberculose no estado do Espírito Santo. O projeto é fruto da parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Foundation for Innovative New Diagnostics (Find), com apoio do Ministério da Saúde.

A iniciativa tem como objetivo utilizar ferramentas de otimização da rede de diagnóstico com vistas a apoiar o aprimoramento da rede de diagnóstico laboratorial da tuberculose no Brasil, utilizando a estrutura do Laboratório de Referência Regional (Lacen-ES).

Durante o evento, foi apresentado um relatório completo com a proposta do plano de otimização e implementação das soluções propostas até 2027, com estimativas de custo e impacto. Entre os cenários avaliados, a proposta contempla ações estratégicas como a possibilidade de criação de laboratórios regionais para descentralização de demandas e maior rapidez na análise de amostras, otimizando o uso de tecnologias como o teste rápido molecular para tuberculose, além de possibilitar a introdução de novas metodologias já incorporadas no âmbito do SUS.

A equipe técnica da Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (CGTM/Dathi/MS) ofereceu suporte técnico durante a produção do relatório e continuará apoiando na fase de pactuação local e alinhamento político para a implementação das propostas.

Fernanda Dockhorn, coordenadora-geral da CGTM/Dathi/MS, afirma que a implementação de novas tecnologias é essencial para o fortalecimento da estratégia contra a tuberculose no Brasil. “Entre 2019 e 2022, foram incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) cinco novos medicamentos e cinco novos métodos de diagnóstico para a tuberculose e para a infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB)”, lembra. “Essas soluções diagnósticas visam simplificar o processo de diagnóstico das pessoas na linha de cuidados, viabilizando maior acesso à população aos serviços e maximizando o impacto na saúde pública”.

A coordenadora também aponta que a detecção rápida e adequada da doença leva ao tratamento precoce, o que, consequentemente, auxilia no controle da tuberculose. Fernanda Dockhorn elogia a iniciativa e afirma que a proposta está alinhada ao Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose e às ações programáticas do Ministério da Saúde no cumprimento das metas de eliminação de infecções e doenças de determinação social, fortalecendo a resposta da saúde pública no Brasil.

Junio Silva

Ministério da Saúde

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