Operação PF Acre cumpre mandados em Rio Branco e interior e revela nova fase de combate digital a crimes de abuso sexual infantil no estado.
Redação – Cidade AC News • Eliton Muniz
24 de fevereiro de 2026 – Rio Branco (AC)
📌 Tabela de conteúdos
- Operação PF Acre cumpre mandados em Rio Branco
- Como a PF identificou a rede suspeita
- Operação PF Acre e os impactos no Acre hoje
- Operação PF Acre repercute em Rio Branco
- Operação PF Acre e os riscos digitais no estado
- O que diz a lei e próximos passos
- O que acontece agora no Acre hoje
- Links internos e externos

A Operação PF Acre cumpriu 5 mandados de busca e apreensão na manhã desta segunda-feira (24) em bairros de Rio Branco e em pontos estratégicos do interior. A ação visa identificar suspeitos de armazenar e distribuir material de abuso sexual infantil em redes privadas e ambientes digitais criptografados.
A investigação da Operação PF Acre começou após alertas de entidades internacionais que monitoram crimes contra menores.
- arquivos circulando em servidores estrangeiros
- compartilhamento em grupos restritos
- transmissão via aplicativos criptografados
- rastreamento por inteligência artificial
A operação expõe uma nova realidade digital: crimes estão migrando para ambientes mais protegidos e difíceis de rastrear.
- aumenta sensação de alerta nas famílias
- pressiona políticas públicas de segurança digital
- reforça atuação em crimes cibernéticos
- expõe fragilidades no monitoramento local
A repercussão em Rio Branco foi imediata. Conselhos tutelares, o Ministério Público e entidades sociais demonstraram preocupação com o crescente número de incidentes digitais envolvendo menores no estado.
- acesso irrestrito de jovens à internet
- uso de aplicativos sem supervisão familiar
- falta de políticas de educação digital no Acre
- necessidade de criar uma Delegacia Digital
Entre os riscos identificados pela operação estão:
- salas de bate-papo clandestinas
- deep web acessada por usuários locais
- compartilhamento por meio de jogos online
- servidores ocultos e criptografia avançada
A legislação prevê:
- penas de até 6 anos de prisão
- apreensão de computadores
- quebra de sigilos digitais
- cooperação internacional
Os investigadores vão:
- identificar conexões internacionais
- buscar novos membros da rede
- acessar servidores criptografados
- cruzar dados com outras operações
- ampliar ações em Rio Branco e interior
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