quarta-feira, 28 janeiro, 2026

Jéssica Sales anuncia candidatura ao Senado, mas enfrenta críticas sobre falta de renovação política

Cidade AC News – Adm. Eliton Muniz

Análise da coluna Perfil do Tom questiona se a entrada da ex-deputada representa mudança real ou reciclagem de antigos grupos de poder

Jéssica quer voltar a Brasília, agora como senadora

A ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB) confirmou publicamente, nesta semana, sua pré-candidatura ao Senado nas eleições de 2026. A declaração, direta e sem rodeios — “Sou candidata ao Senado” — movimentou bastidores políticos no Acre e reposicionou o MDB no tabuleiro eleitoral. A expectativa é que ela componha chapa com Alan Rick (UB), que deve concorrer ao governo, e Mara Rocha, cotada para a outra vaga ao Senado.

Mas enquanto aliados celebram o retorno de Jéssica à cena política, análises críticas emergem, especialmente da coluna Perfil do Tom, publicada nesta segunda (14) pelo CidadeACNews, que questiona: o que há de novo nessa candidatura?

Coluna Perfil do Tom aponta que “a política de clã segue intacta”

Segundo o texto assinado pelo redator freelancer Eliton Muniz, a candidatura de Jéssica reflete uma continuidade da política baseada em sobrenomes familiares e alianças pragmáticas.

“Sua derrota em Cruzeiro do Sul — mesmo que apertada — revelou algo mais profundo: a fadiga da população com a política de clã, onde cargos se alternam, mas os métodos não”, destaca um trecho da coluna.

MDB fragmentado e alianças por conveniência

Embora o MDB seja o partido de origem da pré-candidata, a sigla ainda não definiu suas alianças estaduais. A tendência mais comentada nos bastidores é uma união com o União Brasil, que incluiria Alan Rick ao governo e Jéssica e Mara Rocha ao Senado.

A coluna também faz críticas à chamada “chapa da oposição”, pontuando que os três nomes já têm trajetória política consolidada e que não representam ruptura com o modelo vigente, mas sim uma readaptação das mesmas figuras em novas composições.

A pergunta que fica: renovação ou reciclagem?

A principal provocação da análise é se a entrada de Jéssica representa de fato uma renovação ou apenas um rearranjo de poder entre velhos atores.

“A maquiagem pode ser nova, mas o conteúdo é o mesmo”, conclui o autor.

A repercussão da coluna foi forte nas redes sociais do portal, especialmente entre eleitores jovens e lideranças regionais. A pré-candidata, até o fechamento deste release, ainda não havia se manifestado sobre a crítica.

 

 

 

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