quarta-feira, 11 março, 2026
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Moda sustentável do Acre ultrapassa fronteiras e chega à ONU, Paris e revista Vogue

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Moda sustentável do Acre ultrapassa fronteiras e chega à ONU, Paris e revista Vogue

Semente por semente, cada colar ou pulseira produzido com materiais da floresta pode levar horas – ou até dias – para ser concluído. O trabalho manual e cuidadoso, que remonta ao conhecimento e cultura ancestral dos povos indígenas, deixa a mensagem do quanto uma semente sozinha pode até acabar passando despercebida, mas ganha valor e destaque quando se junta a outras, mostrando uma variedade de cores que formam imagens e significados.

É com esse paralelo do quanto o coletivo tem mais peso que o individual que o artesanato no Acre, em plena Amazônia Legal brasileira, tem avançado e conquistado mais espaço e reconhecimento. Afinal, quem vê as peças em lojas, desfiles e exposições muitas vezes não se dá conta de que cada biojoia traz um pouquinho da história e gera renda com cuidado socioambiental para centenas de jovens e mulheres de comunidades e cooperativas.

É essa reflexão que inspira a artesã Raimunda Nonata, do povo Huni Kuin. Na loja Barí da Amazônia, na capital Rio Branco, que produz parte da peças, mas é também responsável pelas vendas feitas pela Associação das Produtoras de Artesanato das Mulheres Indígenas Kaxinawá de Tarauacá e Jordão (Apaminktaj), como roupas, tiaras, faixas para cabelo e colares feitas de algodão, colhido na aldeia. A pigmentação das cores é natural, feita com açafrão e mogno. As técnicas foram repassadas pelas ancestrais da Artesã.

“Cada desenho, para nós, tem seu significado. Antigamente, o povo Huni Kuin trabalhava com uma peça-tela. Aprendi com minha avó, que era tecelã, mestra nas artes, que ensinou para minha mãe, que passou para mim”, lembra. Ela conta que a associação foi fundada há 25 anos e que hoje conta com mais de 500 mulheres de diferentes aldeias, dos municípios de Tarauacá e Jordão, no interior do Acre.

“Nossa matéria-prima é o algodão. Nós fizemos o plantio, colhemos e produzimos as peças”, diz. A pigmentação das cores é natural, feita com açafrão e mogno. “A gente faz o processo da fiação até se transformar em uma linha para fazer a peça, mas também ainda usamos linhas industrializadas, como o barbante”, diz a artesã.

O artesanato é mais que fonte de renda para essas mulheres. É valorização da cultura e reforço da identidade ancestral. “Eu nasci e me criei dentro dessa arte. A gente vê arte em tudo e colocamos ela da melhor forma possível: nas pinturas corporais, na tecelagem, na cerâmica, nos cantos, no falar”, afirma.

“A vida é uma arte e o indígena é cultura, queremos preservar cada vez mais a nossa identidade, nossa língua materna, os cantos e histórias”

Raimunda Nonata, artesã do povo Huni Kuin

Com planejamento, a arte virou meio de vida. Com capacitação, novas oportunidades foram surgindo e Raimunda relembra a longa trajetória para esse acompanhamento de mais de duas décadas com o Sebrae no Acre. “A associação tinha feito um projeto em que o Sebrae nos apoiou em aplicar técnicas para melhorar o acabamento das peças e ganhar mercado. A partir daí, foi só crescendo e animando mais as mulheres”, conta a artesã, que em 2013 foi a única mulher acreana selecionada para participar da exposição Mulher Artesã Brasileira, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Ainda hoje ela é sempre convidada para rodas de conversa e inspira outras mulheres que buscam seguir o rumo do empreendedorismo feminino.

Caminhos que abrem novas oportunidades

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Maria José de Menezes se dedica ao artesanato há 35 anos, com um trabalho que abrange biojoias, pinturas em camisetas, telas e quadros | Foto: Marcos Rocha

Um outro exemplo da presença das mulheres como líderes de pequenos negócios e que beneficiam outras comunidades por meio do artesanato é Maria José Menezes. Artesã há 35 anos, ao produzir as peças ela relembra o olhar da então menina curiosa e atenta, que se encantava em ver outras mulheres produzindo arte na comunidade do Seringal Flora, no município de Cruzeiro do Sul, onde nasceu. “Observando outras mulheres, com cinco anos eu já queria fazer crochê e depois comecei com a pintura”, diz.

Ainda jovem, crescendo na comunidade, conheceu o trabalho da Coopmave (Cooperativa de Artesãs Mulher Arte de Vencer). “Foi quando me envolvi com essas 20 artesãs. Agora estou mais voltada para a biojoia, mas sigo com a pintura”, conta. Além das biojoias, hoje ela também atua com pinturas em camisetas, telas, quadros e pratos, e vende todas suas peças na loja Cor Amazônia, também localizada no Mercado Velho, no centro histórico de Rio Branco.

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Biojoias e pinturas entre as peças da loja Cor Amazônia | Foto: Marcos Rocha

Maria José explica que o processo da produção das peças ainda ocorre em meio à floresta. “Às vezes eu vou colher na floresta, mas quando eu estou sem tempo, as sementes chegam na minha mão pela nossa cooperativa, que começou a fazer o beneficiamento da semente. Eu trabalho com açaí, paxiubão, jarina e fibra de buriti. Sempre que vou eu mesma colher, é uma experiência muito boa, porque eu gosto da natureza. Muitas vezes as pessoas olham a peça pronta e não entendem o processo, mas não vendemos apenas a semente, o artesanato vende história. O artesão transforma as coisas. Quando ele vê uma peça ele já pensa em alguma coisa. A mente abre”, explica.

Ao olhar para as peças na pequena loja, ela destaca o quanto a atividade ajuda a gerar renda e é uma das formas de manter a floresta em pé. “Eu também passei por dificuldade e foi no artesanato que eu vi que dava para sobreviver. Hoje eu vivo somente da renda do artesanato, porque é sustentável, não agride a natureza. Você vai lá, caminha observando e junta a semente e transforma em uma peça bonita”, conta.

Maria José afirma que atualmente o artesanato ganhou uma nova visão do público. “Antes o artesão era visto como algo alternativo. Mas, hoje, é bem valorizado. Temos nossa carteira de artesão. O artesanato para mim representa tudo”, destaca a artesã e empreendedora, que também participa de eventos e feiras nacionais com apoio do Sebrae. “Sempre foi nosso parceiro, não é de agora. É um espaço de qualificação e de apoio, parceiro mesmo para os artesãos”, comenta.

Visibilidade como motor de impulsionamento

O artesanato acreano tem ganhado cada vez mais espaço em feiras, vitrines e no mercado nacional. Apenas num desses eventos, a 25ª Feira Nacional de Negócios de Artesanato (Fenearte), realizada no mês de julho em Olinda (PE), dez artesãos do Acre faturaram mais de R$ 320 mil, segundo os dados da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo do Acre. É apenas uma parcela dos mais de 2 mil artesãos cadastrados no Acre, o quarto estado da Região Norte com mais profissionais registrados, atrás do Pará (9.287), Amazonas (8.276) e Tocantins (2.839).

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Artesãos no Acre são, em maioria, mulheres, que levam sustento para suas casas a partir de suas artes | Foto: Marcos Rocha

Para Aldemar Maciel, responsável pelo projeto Artesanato no Sebrae Acre, o crescimento é fruto de um trabalho conjunto, que ganhou novo impulso com um programa chamado Programa Sebrae de Artesanato, ainda no final da década de 1990. “Nesse programa havia várias ações e os eixos estruturantes dessas ações eram baseadas em informação, que consiste em saber quem é o artesão, formação, para trabalhar capacitação e reduzir ao máximo as dificuldades no processo de produção, comercialização, gestão e mercado, para auxiliar a colocar o produto no mercado de forma qualificada”, lembra.

Nos últimos anos, o Sebrae notou uma necessidade de reestruturação do programa no Acre. “Fizemos um diagnóstico para identificar quais eram os gargalos e mapear a cadeia produtiva como um todo e entendê-la, como funciona, quais eram as principais dificuldades enquanto cadeia e, aí a partir disso, o Sebrae atuou junto com o governo e prefeitura. Desenvolvemos uma metodologia específica para capacitar os artesãos, baseado nos eixos de planejamento e modelagem de negócio, a parte de gestão financeira, gestão da produção e, por último, gestão da comercialização”, explicou Aldemar.

O gestor de projetos destacou, ainda, que o Sebrae deve retornar com o Projeto Comprador, que reúne empresários de outros estados que compram artesanato em escala e os artesãos. “Convidamos a vir ao Acre e ter um contato direto, um encontro de negócios com os empresários locais. Vamos retomar esse ano”, afirma.

Além disso, o Sebrae conta com ações na área de tecnologia e inovação, para entender a importância de posicionar o produto com logomarca, apresentação e embalagem, como o Sebraetec.

De acordo com Aldemar Maciel, os artesãos no Acre são, em maioria, mulheres, que, por meio da arte, levam sustento para suas casas, fator que transforma o artesanato como uma porta para inclusão.

“É uma porta para o empoderamento feminino, para a liberdade dessas mulheres que muitas vezes sofrem violência de vários lados. Esse trabalho favoreceu, inclusive, o crescimento e o fortalecimento da economia solidária”

Aldemar Maciel, responsável pelo projeto Artesanato no Sebrae Acre

Para Marcelo Messias, que está à frente da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo do Acre (Sete), o setor é estratégico. “O artesanato acreano tem sido uma das grandes referências no país. O artesanato produzido no Acre vai além da produção de peças, é uma forma que as famílias encontram para garantir o seu sustento, além de contribuir significativamente para a economia regional e a preservação da nossa história. Para quem visita o estado, é comum escolher itens do artesanato como lembranças daqui. Já para nós, que somos do Acre, ter uma peça do artesanato acreano reafirma a nossa identidade e ajuda a contar a nossa história, os nossos costumes e tradições, e isso é sensacional”, destaca.

Refugo de marcenaria vira biojoias

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Escultor e entalhador em madeira, Kleder Bezerra também trabalha com barro e, desde 2001, dedica-se à criação de biojoias | Foto: Marcos Rocha

Também percebendo valor no que muitos não notam, o artesão Kleder Bezerra, proprietário da marca Eko Joias, tem na madeira uma de suas matérias de base na produção das peças. O artesão produz anéis, colares, braceletes, materiais decorativos, como colares de parede e de mesa, mas são os brincos a sua marca registrada com matéria-prima 100% da floresta.

“Eu trabalho com sementes e madeira, que são provenientes de refugos de marcenarias, oficinas de madeira, ou até mesmo o que encontro na rua ou na beira do rio. Onde eu encontro uma madeira interessante, eu pego para usar na confecção das peças. Já as sementes chegam até mim por meio dos indígenas e ribeirinhos. Algumas pessoas coletam e, em Rio Branco, há um grupo que beneficia as sementes para que a gente possa trabalhá-las”, conta.

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Para a produção de peças, Kleder usa sementes e madeira | Foto: Marcos Rocha

É na pequena oficina, no fundo do quintal de casa, que surgem as peças produzidas pelo artesão. Vivendo há mais de duas décadas dedicadas ao artesanato, Kleder produz biojoias aproveitando o conhecimento que adquiriu com outras atividades. “Eu sou escultor, entalhador em madeira e também trabalho com barro, mas foi só depois de um certo tempo, a partir de 2001, que comecei a canalizar tudo isso para as biojoias. Comecei fazendo esculturas em jarinas, depois misturei outros materiais e hoje trabalho com sementes, madeiras, pedras e metais”, destaca.

Para Kleder, com participação nas feiras e inserção em catálogos e projetos do Sebrae, a marca passou a ganhar outro destaque. “Naturalmente, com dedicação, as coisas começam a melhorar. Com esse apoio, nosso nome começou a aparecer no cenário nacional de uma forma mais acentuada, mais marcante”, destaca. Ele relembra também o apoio para estruturar e divulgar o seu ofício, com cursos de precificação, marketing e venda. “A questão do empreendedorismo, de uma forma geral, foi o Sebrae quem nos fomentou. Até hoje, o Sebrae é um grande parceiro que sempre auxilia em idas às feiras nacionais”, relembra.

Na Casa do Artesanato Acreano, Márcia Silvia de Lima é outro nome bastante conhecido e trabalha no ramo desde o final da década de 1980. Com apoio do Sebrae, suas vendas não se limitam ao espaço físico. Ele recebe encomendas de diferentes partes do país. “Meu segmento no artesanato são as biojoias, mas também trabalho com peças decorativas. Hoje elas são comercializadas na Casa do Artesanato Acreano e em feiras nacionais. Eu participo de todas as feiras do calendário anual e sempre consigo boas vendas”, destaca.

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Biojoias são o carro-chefe do artesanato acreano | Foto: Marcos Rocha

Assim como outras mulheres, Márcia também usa a atividade para gerar renda para outras artesãs e produtoras. “Encontrei outras pessoas que tinham necessidade de trabalhar nesse segmento, então formamos a Associação Acreana Buriti da Amazônia, composta por 19 mulheres”, explica. Ela tem a expectativa que, através da arte e das sementes, outras mulheres possam conquistar o que hoje ela celebra. Foi com essa renda que ajudou a formar os dois filhos em curso superior, como Engenharia Agrônoma e Administração e, agora, a terceira filha está prestes a ingressar no curso de Medicina. “Eu sou pai e mãe, então, para mim, é o legado que eu vou deixar para os meus filhos.”

Ela celebra os espaços conquistados, como a alegria de quando, junto com outras mulheres, produziu uma alegoria inteira da Escola de Samba Beija-Flor, do Rio de Janeiro. Além disso, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e do Sebrae, foi à Colômbia participar de um evento com oficinas, exposição e comercialização de peças de artesanato.

“Ao retornar, consegui no Brasil um contrato com uma empresa de uma grande lojista em São Paulo, chamada Flavia Aranha, e agora trabalho peças para desfiles de moda, desde cinto, top, colares e pulseiras. Com essa oportunidade, saímos na Revista Vogue e produzimos peças para um desfile com a primeira-dama da França, Brigitte Macron, e a primeira-dama do Brasil, Janja Lula. É um orgulho muito grande”, ressalta Márcia.

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Márcia Silvia de Lima atua no artesanato desde 1989 e teve peças peças publicadas na Revista Vogue e expostas em desfile com a presença das primeiras-damas da França e Brasil | Foto: Marcos Rocha

Márcia reforça o orgulho que sente ao ver o próprio nome batizando as peças que produz em sites de venda reconhecidos. “É bolsa Márcia, colar Márcia, pulseira Márcia. Isso é muito gratificante”, conta.

Ao lembrar da trajetória como artesã, ela destacou que o apoio de instituições como Sebrae e governo estadual fortaleceu a participação de artesãos em grandes feiras e capacitações. “Quando o Sebrae nos encontrou e começou a nos apoiar, junto com o governo do Estado, formalizamos a associação com CNPJ”, ressalta.

“Durante uma exposição em Rio Branco, uma funcionária do Sebrae me convidou para conhecer. Depois disso, juntamos as mãos e nunca mais largamos. As oficinas foram muito importantes, porque antes a gente só confeccionava e vendia, mas fizemos cursos, oficinas e recebemos orientações sobre preços e como se comportar com o cliente. Tudo está avançando, então a gente precisa acompanhar”, continuou.

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Risoleta Queiroz: artesãos do Acre se diferenciam no mercado com o trabalho a partir de sementes e madeiras | Foto: Marcos Rocha

A coordenadora do Artesanato Acreano da Sete, Risoleta Queiroz, reforça que as biojoias são o carro-chefe do artesanato acreano e que o empenho desses artesãos tem sido cada vez mais valorizado, pelo diferencial de unir identidade, trabalho em conjunto com comunidades e cooperativas e respeito à floresta. “Os acreanos sempre estão no topo do ranking de vendas e nossos produtos são sempre muito bem-procurados. Todos os meses os artesãos superam as expectativas de vendas, movimentando a economia local. Nossos artesãos têm cuidados com as sementes e as madeiras, e é por isso que nossas peças são muito bem-vistas. É o diferencial do artesanato acreano”, afirma.

*Conteúdo produzido em parceria com o portal Amazônia Vox. Revisão e edição de Luciene Kaxinawá e Daniel Nardin.

Prefeitura de Rio Branco realiza poda controlada nos cemitérios municipais para o Dia de Finados

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Prefeitura de Rio Branco realiza poda controlada nos cemitérios municipais para o Dia de Finados

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, inicia nesta terça-feira (28) o trabalho de poda controlada nos cemitérios municipais Jardim da Saudade e São João Batista. As ações têm como objetivo garantir que os espaços estejam limpos, organizados e seguros para receber a população durante o feriado de Finados, no próximo dia 2 de novembro.

O serviço começa pelo Cemitério Jardim da Saudade, com a retirada de galhos que apresentam risco de queda e o manejo preventivo da arborização. As podas são realizadas de forma controlada, preservando a saúde das árvores e evitando acidentes com visitantes e trabalhadores durante o grande fluxo de pessoas esperado na data.

De acordo com a Semeia, o trabalho integra as ações rotineiras de manutenção e manejo arbóreo realizadas em diferentes pontos da cidade, com foco na segurança pública e no cuidado com o patrimônio ambiental urbano.

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Prefeitura de Rio Branco prepara um dos maiores Natais da história com tecnologia e inovação

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Prefeitura de Rio Branco prepara um dos maiores Natais da história com tecnologia e inovação

O espírito natalino já começa a tomar conta da capital acreana. A Prefeitura de Rio Branco, que desde o início da atual gestão tem promovido o Natal de Vida, Esperança e Dignidade, promete realizar neste ano uma das edições mais grandiosas de todos os tempos.

Com o uso de tecnologia de última geração, a tradicional Casa do Papai Noel já está em fase de construção e o planejamento das decorações segue em ritmo acelerado. A previsão é que a ornamentação da Praça da Revolução esteja concluída até o dia 20 de novembro.

Foto de Preparativos para o Natal 2025
A data oficial de acendimento das luzes será definida pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

A data oficial de acendimento das luzes será definida pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, conforme informou o secretário municipal de Infraestrutura, Cid Ferreira.

A grande novidade deste ano será o show de luzes sincronizado com músicas natalinas, em que as árvores “dançarão” conforme o ritmo das canções, proporcionando uma experiência única e encantadora para toda a família.

Foto da fonte na Praça da Revolução
A grande novidade deste ano será o show de luzes sincronizado com músicas natalinas, em que as árvores “dançarão” conforme o ritmo das canções. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Outra inovação é o túnel iluminado, que substituirá o tradicional teto de luzes dos anos anteriores, prometendo surpreender o público. Além da Praça da Revolução, todas as regionais de Rio Branco também receberão iluminação especial em LED, garantindo que o clima natalino chegue a todos os cantos da cidade.

Prédios públicos, como a sede da Prefeitura e a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, também serão decorados com luzes e enfeites temáticos, reforçando o ambiente festivo por toda a cidade.

Foto Cid Ferreira
O secretário Cid Ferreira destacou que a determinação do prefeito Tião Bocalom é clara: fazer um Natal ainda mais bonito e tecnológico que os anteriores. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

O secretário Cid Ferreira destacou que a determinação do prefeito Tião Bocalom é clara: fazer um Natal ainda mais bonito e tecnológico que os anteriores.

“A cidade vai ficar muito mais bonita do que nos anos anteriores. Essa é a determinação que o prefeito nos passou: queremos fazer um Natal mais bonito e com muita tecnologia. Então, vai ter muito LED, muitas coisas bonitas, como aqui na Praça da Revolução. Vamos decorar todas essas árvores — elas vão parecer dançar, por assim dizer, graças à tecnologia. Também teremos uma árvore de 22 metros, com conexão Wi-Fi para tocar músicas programadas. Já estamos construindo a Casa do Papai Noel e, neste ano, teremos um túnel diferente: antes era um teto de LEDs, agora será um túnel, que vai deixar tudo ainda mais bonito aqui”, afirmou o secretário.

Foto da Preça da Revolução
Outra inovação é o túnel iluminado, que substituirá o tradicional teto de luzes dos anos anteriores, prometendo surpreender o público. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Com essa iniciativa, a gestão municipal reforça o compromisso de levar alegria, esperança e dignidade à população, celebrando o nascimento de Jesus Cristo com fé, união e muita beleza. O Natal de Rio Branco 2025 promete ser inesquecível, iluminando a cidade e o coração dos rio-branquenses.

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CMN facilita crédito rural para comunidades tradicionais

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CMN facilita crédito rural para comunidades tradicionais

Em alguns casos, a inscrição no CAR deixou de ser obrigatória

As alterações buscam adequar as exigências do crédito rural à realidade das comunidades

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (23), alterações no Manual de Crédito Rural (MCR) com o objetivo de facilitar o acesso ao financiamento por populações tradicionais, extrativistas e pescadores artesanais. As mudanças buscam simplificar os procedimentos para a concessão de crédito rural a esses grupos, promovendo maior inclusão produtiva no campo.

Entre os principais ajustes, o CMN definiu que o recibo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), necessário para o pedido de crédito em unidades de conservação, deve ser emitido pelo órgão responsável pela gestão da área e incluir o nome do solicitante como integrante das famílias beneficiárias da área protegida.

Além disso, para comunidades que vivem ou utilizam regularmente unidades de conservação como Reserva Extrativista, Floresta Nacional e Reserva de Desenvolvimento Sustentável, a exigência de constar no CAR foi dispensada, desde que o nome do solicitante esteja incluído na relação oficial de famílias beneficiárias, divulgada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e acessível às instituições financeiras.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as alterações buscam adequar as exigências do crédito rural à realidade dessas comunidades, considerando formas de ocupação e uso sustentável dos recursos naturais, conforme a legislação ambiental e a Política Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável.

Com ABR

Cafés acreanos estão entre os 30 melhores do Brasil e se destacam em concurso nacional

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Cafés acreanos estão entre os 30 melhores do Brasil e se destacam em concurso nacional

Quatro produtores de café robusta amazônico do Acre conquistaram reconhecimento nacional ao ficarem entre os 30 melhores cafés do Brasil. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira, 24, pelos organizadores do concurso Coffee of the Year, em português, Café do Ano.

Tabela de conteúdos

Os vencedores serão anunciados no dia 7 de novembro, na Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG), um dos mais importantes eventos do setor cafeeiro do mundo.

Para o secretário de Agricultura, Luís Tchê, o reconhecimento é resultado de um trabalho contínuo desenvolvido pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), que há anos vem investindo na cadeia produtiva do café com ações incluem capacitações técnicas, entregas de mudas, calcário, análise do solo e a realização do concurso Qualicafé, que estimula a melhoria da produção e valoriza o produtor rural.

“Esse resultado mostra que o Acre está no caminho certo, valorizando o produtor e mostrando que é possível produzir café de alta qualidade na Amazônia”, destacou secretário de Agricultura Luís Tchê.

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Secretário de Agricultura, Luís Tchê comemora a conquista do Acre. Foto: Diego Gurgel/Secom

Os produtores acreanos que estão na final do concurso por ordem alfabética:

  • Luiz Ferreira das Chagas – Sítio São Francisco, Cruzeiro do Sul
  • Felipe de Lara Caffer – Colônia Simpatia, Acrelândia
  • Vanderlei de Lara – Colônia Lara, Acrelândia
  • Wagner Alvares – Estância Taquarí, Acrelândia
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Luiz Ferreira das Chagas é o representante do vale do Juruá. Foto: Cedida

Entre os finalistas do concurso, está o produtor, Vanderlei de Lara, o resultado, segundo ele, é motivo de orgulho não apenas para sua família, mas para todo o estado, que vem se destacando na produção de café robusta amazônico.

“É um motivo de muita alegria, satisfação, de a gente ter conseguido ficar entre os melhores do Brasil”, comemorou Vanderlei. “Inclusive, não é só para nós, a família, é para o Acre todo. Isso é pra a gente ser reconhecido, que o robusto amazônico tem grande poder, grande potência, e divulgar o nosso estado, pra que possa chegar no nível mais alto possível”, destacou.

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Vanderlei de Lara é um grande produtor de café de Acrelândia. Foto: Diego Gurgel/Secom

O produtor destacou que o reconhecimento é fruto de um trabalho construído ao longo de gerações. “Esse é um mérito familiar, porque nós somos um trabalho familiar. Aqui nós trabalhamos de pai, avô, neto, filho, todos em prol do café. Hoje nós vivemos do café”, explicou.

Vanderlei lembrou ainda que, ano após ano, a família participa dos concursos estaduais e sempre obtém boas notas, resultado de muito empenho e dedicação. “Agora, pela primeira vez, eu participei dos melhores do Brasil e nosso nome apareceu entre os melhores. Isso é muito gratificante para a gente”, afirmou.

Com esses investimentos, o Acre tem se destacado cada vez mais no cenário nacional pela qualidade e sustentabilidade do café produzido na região amazônica.

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Felipe Caffer, juntamente com a sua família, tem tradição na produção de cafés especiais no Acre. Foto: Cedida

Já o produtor Wagner Alvares, é finalista neste concurso pelo segundo ano consecutivo e mostra sua dedicação com a lavoura. “Desde que comecei a plantar café, em 2018, tenho me dedicado ao melhoramento genético das plantas, escolhendo os melhores clones. Em 2023, fomos campeões do primeiro Qualicafé com o Reginaldo, e no ano passado fomos finalistas do Coffee of the Year, pelo segundo ano consecutivo. Este ano, se Deus quiser, estaremos no degrau de cima, levando o nome do Acre e do município de Acrelândia ao topo dos cafés robustos do nosso país”, destacou.

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Produtor Wagner Alvares, é finalista neste concurso pelo segundo ano consecutivo. Foto: Cedida

Sobre o concurso

Produtores de todo o Brasil enviam suas amostras para as categorias arábica e canéfora. Esses cafés são torrados e provados por profissionais licenciados Q-Graders e R-Graders do Coffee Quality Institute (CQI).

As 180 melhores amostras, sendo 150 de arábica e 30 de canéfora, são disponibilizadas nas salas de cupping (onde provam os cafés) durante os três dias de SIC.

Lá, os compradores nacionais e internacionais podem provar os cafés e conhecer seus produtores. Em paralelo, os 10 mais bem pontuados de arábica e os 5 de canéfora (robustas) são apresentados ao público do evento em uma degustação às cegas, no método filtrado. A votação dos visitantes complementa a pontuação final e ajuda a eleger os grandes vencedores da edição.

A cerimônia de premiação acontece no último dia de SIC, no grande auditório, onde serão conhecidos quem são os grandes destaques do ano.

História

Criado em 2012, o Coffee of the Year, em Português, Café do Ano, tem como missão reunir os melhores cafés do Brasil, reconhecer os grandes destaques do ano e valorizar novas origens que estão transformando a produção nacional.

Ao premiar a qualidade e a diversidade do café brasileiro, o concurso incentiva o aprimoramento das lavouras, fortalece o posicionamento do país no cenário global e conecta produtores às principais oportunidades de mercado.

O Coffee of the Year  também se consolidou como pioneiro ao incluir, desde o início, as duas espécies produzidas no Brasil –  arábica e canéfora (conilon/robusta) estimulando a qualidade e dando visibilidade a diferentes perfis sensoriais e regiões produtoras.

 

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Governador Gladson Camelí celebra recuperação de bebê acreano após cirurgia em São Paulo

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Governador Gladson Camelí celebra recuperação de bebê acreano após cirurgia em São Paulo

Cuidar das pessoas é uma das principais prioridades do governador Gladson Camelí. Com esse compromisso, o governo do Acre vem transformando vidas e reescrevendo histórias de cidadãos que precisam de maior atenção e assistência. Um exemplo disso é o pequeno Nicolas Bernardo Barbosa, de apenas 1 ano, que recentemente passou por uma cirurgia em São Paulo. Todo o processo contou com o acompanhamento e o suporte integral da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

A mãe de Nicolas, Maria Vitória Farias, conta que, aos dois meses de idade, o filho foi diagnosticado com uma cardiopatia congênita (falha na comunicação interventricular), em Cruzeiro do Sul, município onde residem. Ele foi encaminhado, por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), para acompanhamento na Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e, a cada retorno, devido à evolução do quadro, tornava-se mais evidente a necessidade de intervenção cirúrgica.

“Mesmo com excelente acompanhamento e medicação, ele teve uma crise e um agravamento do quadro enquanto estávamos em Cruzeiro do Sul. No retorno para o acompanhamento em Rio Branco, o médico Ricardo Ribeira, que atende na Fundação Hospitalar, identificou a urgência da cirurgia e não aconselhou mais o retorno a Cruzeiro”, relatou Maria Vitória.

Governador Gladson Camelí celebra recuperação de bebê acreano após cirurgia em São Paulo | Cidade AC News – Notícias do AcreMaria Vitória e Nicolas no Hospital de São Foto: cedida

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Maria Vitória e Nicolas no hospital, em São José do Rio Preto. Foto: cedida

De maneira rápida e eficiente, toda a equipe se mobilizou para encaminhar a família à cidade de São José do Rio Preto (SP), ao Hospital da Criança e Maternidade (HCM). Segundo Maria, o atendimento na unidade foi de excelência, com agilidade na realização da cirurgia e total sucesso na recuperação de Nicolas.

“Agradecemos a Deus, em primeiro lugar, pela vida do Nicolas, e por ter colocado em nosso caminho profissionais, tanto no Acre quanto em São José do Rio Preto, que foram, acima de tudo, humanos, acolhedores e essenciais para que fôssemos bem assistidos. Agradeço também à família e a todos que conheciam a história e torciam por ele”, ressaltou.

Governador Gladson Camelí celebra recuperação de bebê acreano após cirurgia em São Paulo | Cidade AC News – Notícias do AcreNicolas realizou a cirurgia em São Pualo, no Hospital . Foto: cedida

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Nicolas Barbosa realizou a cirurgia em São Pualo, no Hospital da Criança e Maternidade. Foto: cedida

Sentimento de gratidão

Durante o retorno de uma agenda oficial, o governador Gladson Camelí teve a surpresa ao encontrar o pequeno Nicolas e sua família no aeroporto, que voltavam para casa após a realização de uma cirurgia bem-sucedida em São Paulo. O encontro simbolizou o resultado positivo dos esforços do governo em garantir assistência e cuidado às famílias acreanas.

O chefe do Executivo estadual aproveitou o momento para reforçar que a saúde pública do Acre tem avançado de forma constante, garantindo que os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) tenham acesso a serviços de qualidade e possam viver com mais dignidade.

“Minha maior política enquanto governador é cuidar das pessoas, e isso posso garantir que tenho feito com muita eficiência. É muito gratificante saber que, todos os dias, a saúde pública do Acre pode contar essas histórias e mostrar à população que nosso trabalho caminha sempre em prol de todos. Foi muito emocionante poder encontrar o pequeno Nicolas recuperado e bem”, afirmou Camelí.

Governador Gladson Camelí celebra recuperação de bebê acreano após cirurgia em São Paulo | Cidade AC News – Notícias do AcreGovernador encontrou Nicolas e a família durante retorno ao ACre. Foto: cedida

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Governador encontrou Nicolas e a família durante retorno ao Acre. Foto: cedida

Depois de 30 dias fora do Acre, Nicolas, a mãe e o pai, Islan Barbosa, puderam finalmente retornar para casa. Agora, com o coração cheio de gratidão pelo apoio e suporte oferecidos pelo Estado.

“Tivemos o privilégio de encontrar, coincidentemente, o governador Gladson Camelí, e aproveitei para agradecer pessoalmente a ele e a toda a equipe da Sesacre pelo apoio recebido. Nicolas seguirá em acompanhamento e, como mãe, repito mais uma vez: obrigada”, declarou a jovem.

Impacto da saúde pública

O SUS tem papel fundamental na vida de milhões de brasileiros, garantindo acesso a tratamentos, cirurgias e cuidados essenciais que muitas vezes salvam vidas. Casos como o de Nicolas Bernardo Barbosa, que precisou de uma cirurgia delicada fora do estado, evidenciam como o sistema público de saúde atua de forma humanizada.

Além disso, o sistema de saúde público atua, em diversas situações, de forma integrada a unidades de atendimento privadas. Essa parceria evidencia o empenho do governo estadual em garantir que todos os serviços de saúde necessários estejam à disposição da população acreana.

“Saber que pude contar com o Estado, com o sistema público de saúde, que não mediu esforços para ajudar o Nicolas, foi algo que me encheu de esperança. Ver a mobilização, desde o atendimento aqui no Acre até o suporte para levá-lo para fora do estado, me fez perceber o quanto é importante termos um sistema de saúde que realmente funciona e se preocupa com as pessoas, principalmente com quem é do interior”, completou a mãe.

Assim como Nicolas, centenas de acreanos têm suas vidas transformadas diariamente graças ao trabalho e à dedicação da Sesacre. Seja no próprio estado ou em outros centros de referência do país, o governo estadual tem intensificado os esforços para assegurar que a população tenha acesso a todos os serviços de saúde necessários, garantindo o bem-estar a todos.

“Nicolas, que sua recuperação seja rápida e que Deus continue te abençoando. É o que sempre digo: um minuto salva uma vida e não podemos perder tempo. Gratidão a todos os envolvidos”, finalizou o governador.

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Estudo revela alto índice de satisfação de MEI com suas atividades empresariais

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Estudo revela alto índice de satisfação de MEI com suas atividades empresariais

A figura do Microempreendedor Individual (MEI) não é tão somente o maior movimento de formalização empresarial do mundo, mas também uma oportunidade de satisfação entre aqueles que se lançam no mundo do empreendedorismo. É o que revela um novo estudo que o Sebrae acaba de concluir, a Sondagem Econômica MEI.

Segundo o levantamento, referente ao terceiro trimestre do ano, a grande maioria dos microempreendedores individuais do país, independentemente do campo de atuação, está satisfeita ou muito satisfeita com suas vivências empresariais. A maior parte avalia a experiência como satisfatória ou muito satisfatória, com índices que variam entre 64% e 67%, de acordo com o setor de atuação.

Os MEI que trabalham com serviços estão entre os mais realizados, com 52,5% satisfeitos e 14% muito satisfeitos. Somente cerca de 10% dos MEI se dizem insatisfeitos ou muito insatisfeitos. A sondagem aponta ainda um grupo próximo de 24% que não se considera satisfeito, mas que também não está insatisfeito.

Há 15 anos, o Brasil testemunhava a implementação de uma das políticas públicas mais significativas de sua história: o Microempreendedor Individual (MEI). Criado por Lei sancionada pelo presidente Lula, em seu primeiro mandato, o MEI se revelou não apenas um recurso para legalizar atividades informais, mas um poderoso instrumento para impulsionar a economia e a inclusão social.

Décio Lima, presidente do Sebrae

Ele lembrou que a pesquisa GEM, maior monitor de empreendedorismo do mundo, aponta que 66% dos brasileiros e brasileiras estão empreendendo por oportunidade.

“O Brasil se consolida, cada vez mais, como uma nação empreendedora por oportunidade, criativa e inovadora. E essa força não nasce nos grandes centros de poder, mas no coração das comunidades, nos municípios e nos bairros, graças a pessoas que lutam para realizar seus sonhos de trabalhar com o que gostam e de gerar renda com isso, melhorando a própria qualidade de vida, de sua família e toda a sociedade”, acrescenta Décio.

Estudo revela alto índice de satisfação de MEI com suas atividades empresariais | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Divulgação

Autonomia

Em todos os setores sondados, a autonomia no trabalho é o aspecto mais valorizado pelos MEI, variando entre 48,1% e 55,4%. Simplicidade, acesso a benefícios e emissão de Nota Fiscal também aparecem como prioridades, com diferenças setoriais menores.

Além de ser, em todo o país, o principal aspecto positivo de ser MEI, a autonomia no trabalho é também unanimidade em todas as regiões, variando de 48,7% a 57,8%. Os demais fatores de satisfação, contudo, vão variar em termos de importância, de acordo com a região. Ter acesso aos benefícios previdenciários é o segundo item mais relevante para o empreendedor do Nordeste, enquanto no Norte e Centro-Oeste, esse ponto aparece em quinto lugar.

Já entre os principais aspectos negativos estão a dificuldade de acesso a crédito (Nordeste 44,1%; Norte e Centro-Oeste 39,2%) e a instabilidade financeira (Sudeste 32,7%). Outros fatores relevantes incluem pouca orientação (Norte e Centro-Oeste 27,8%) e ausência de direitos trabalhistas (Sudeste 21,3%; Sul 18,1%).

Estudo revela alto índice de satisfação de MEI com suas atividades empresariais | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Divulgação

A criação da figura do MEI simplificou o processo para trabalhadores informais se tornarem empreendedores legais, garantindo acesso a direitos e benefícios sociais, como aposentadoria, auxílio-doença e seguro-maternidade. Além disso, a formalização como MEI permite a empresas emitirem nota fiscal, obterem acesso a crédito e serviços financeiros, venderem para o governo e terem maior poder de negociação, impulsionando a economia do país.

Em todas as regiões, a maioria dos MEIs está satisfeita com a experiência, como nas regiões Norte e Centro-Oeste, que juntas apresentam o maior índice de aprovação (70,7%). As avaliações positivas variam de 64,2% a 65,6% no Sudeste/Nordeste/Sul.

Estudo revela alto índice de satisfação de MEI com suas atividades empresariais | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Divulgação

Desafios

A sondagem revelou também os pontos negativos mais relevantes para os microempreendedores individuais. O difícil acesso a crédito e a instabilidade financeira são os pontos mais destacados pelos respondentes. Um ponto considerado negativo é o fato de que MEI não conta com os mesmos direitos de quem trabalha com carteira assinada. Esse item responde por 15% dos pontos negativos apontados pelos respondentes do setor do comércio e 21% entre aqueles de serviço.

Mais confiança

Os MEIs estão mais confiantes na economia do país. É o que mostra o boletim mensal da Sondagem Econômica MEI realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. O levantamento, referente ao quadro de agosto, mostra um avanço de um ponto e meio no Índice de Confiança (IC-MEI) em relação a julho, com variação positiva mais forte entre os que atuam na indústria de transformação (mais 2,9 pontos).

Quando analisado nos recortes regionais, na comparação de agosto com o mês anterior, o IC-MEI do Nordeste aparece com melhores avaliações, apontando um aumento de 4,5 pontos, seguido do IC-MEI do Sul, de mais 3,6 pontos.

O Índice de Confiança do MEI é calculado através de pesquisas qualitativas mensais feitas pelo Sebrae e FGV, que aplicam questionários junto aos microempreendedores individuais para avaliar o humor dos respondentes sobre a situação atual e as expectativas futuras do seu negócio. As respostas são pontuadas e usadas para gerar o Índice da Situação Atual e o Índice de Expectativas, que são comparados para formar o índice final.

Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30

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Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30

Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30 | Cidade AC News – Notícias do Acre

O Sebrae vai mostrar ao mundo, durante a COP30, ações de sucesso realizadas pela instituição por meio de programas, premiações e pelo Centro de Sustentabilidade do Sebrae (CSS), que vêm produzindo impactos positivos e mensuráveis sobre a melhoria da qualidade de vida, a preservação ambiental e o fortalecimento da economia local.

Em quatro painéis, previstos para 13 de novembro, o Sebrae irá mostrar um conjunto diversificado de trabalhos que vão desde a gestão eficiente de resíduos sólidos e educação ambiental até práticas inovadoras de bioeconomia, inclusão socioprodutiva e empreendedorismo sustentável.

Segundo o gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, Jeconias Rosendo, a economia dos pequenos negócios depende da resiliência climática.

A COP30 será um palco importante para destacar como a resiliência climática e a economia circular têm fortalecido os pequenos negócios.

Jeconias Rosendo, gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae

Resiliência climática é a capacidade de comunidades e economias tem para se adaptar e se recuperar dos impactos das mudanças climáticas, minimizando danos e garantindo um desenvolvimento sustentável. Já a economia circular é um sistema para diminuir o desperdício e o uso de recursos naturais, promovendo a reutilização, reparo, remanufatura e reciclagem de materiais.

Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30 | Cidade AC News – Notícias do Acre
Centro Sebrae de Sustentabilidade, em Cuiabá (MT) | Foto: Divulgação

O engajamento das prefeituras, organizações da sociedade civil, empreendedores e comunidades, segundo Rosendo, tem demonstrado que a agenda climática, quando aliada ao desenvolvimento territorial, gera ações efetivas de combate à crise ambiental, ao mesmo tempo que promove o fortalecimento da economia local.

Para Jeconias, quando articulados de forma estratégica, os esforços locais se convertem em ganhos expressivos. “Como a redução de emissões de gases de efeito estufa, a recuperação de áreas degradadas, o aumento da renda das famílias, a formalização de empreendedores e a mobilização comunitária em torno de causas ambientais”, exemplifica.

Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30 | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Vinícius Correia

Painéis

As ações que contribuem com a resiliência climática e economia circular estão em curso nos municípios brasileiros por meio dos programas Cidade Empreendedora, Territórios Empreendedores e Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora. Foram selecionadas 19 iniciativas alinhadas à pauta da sustentabilidade e às temáticas discutidas na COP 30.

Elas farão parte de um catálogo digital, a ser divulgado durante o evento. O mapeamento abrange 14 unidades da federação e contempla os seguintes eixos temáticos:

  • Resíduos sólidos – iniciativas voltadas à gestão adequada, reciclagem, logística reversa e economia circular;
  • Educação ambiental – ações de sensibilização e formação para práticas sustentáveis em escolas, comunidades e empresas;
  • Recuperação ambiental e reflorestamento – projetos de regeneração de áreas degradadas e soluções baseadas na natureza;
  • Turismo sustentável – desenvolvimento de experiências integradas à cultura local e à conservação ambiental;
  • Inclusão socioprodutiva e empreendedorismo sustentável – fomento a atividades econômicas inclusivas;
  • Governança e lideranças locais – fortalecimento da capacidade institucional e da articulação entre atores locais.

Coordenação e cooperação

“A COP30 se configura em uma oportunidade singular para o aperfeiçoamento do trabalho que já vem sendo desenvolvido pelo Sebrae, a partir da articulação com outras instituições que possuem atuação nessa temática. A conexão com experiências internacionais potencializa ações que já estão em curso no Brasil, uma vez que podem ser replicadas em outros países”, avalia o gerente.

Desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios será destaque na COP30 | Cidade AC News – Notícias do Acre

O Sebrae na COP30

O Sebrae lidera movimento para posicionar as micro e pequenas empresas no centro da inovação sustentável. Para os empreendedores interessados em ficar por dentro das oportunidades de negócios geradas pela realização da COP30, já é possível acessar um ambiente criado pelo Sebrae para os donos de pequenos negócios de todo o Brasil.

O portal Sebrae COP30 reúne conteúdos exclusivos para quem quer se preparar para as oportunidades que o evento trará para o país e tornar seus negócios mais sustentáveis. São informações de empreendedorismo internacional, de inserção na agenda global de desenvolvimento sustentável e muitos exemplos de soluções criativas, inovadoras e responsáveis.

Prefeitura de Rio Branco realiza limpeza nas ETAs para garantir qualidade da água distribuída à população

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Prefeitura de Rio Branco realiza limpeza nas ETAs para garantir qualidade da água distribuída à população

Com o objetivo de assegurar a qualidade da água consumida pelos moradores da capital, a Prefeitura de Rio Branco, por meio do Departamento de Água e Esgoto (Saerb), realizou esta semana, uma limpeza completa nas Estações de Tratamento de Água (ETAs) I e II.

De acordo com Éder Franco, engenheiro de manutenção da autarquia, o procedimento foi necessário devido ao acúmulo de sedimentos nas etapas de decantação, canaletas e colmeias, estruturas fundamentais no processo de purificação da água.

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“O procedimento foi necessário devido ao acúmulo de sedimentos nas etapas de decantação, canaletas e colmeias, estruturas fundamentais no processo de purificação da água”, explicou Éder. (Foto: Val Fernandes/Secom)

“A gente faz essa limpeza porque a turbidez alta traz muito sedimento, as partículas suspensas, aí vai acumulando sujeira lá. Mesmo reduzindo a vazão, vai acumulando sedimento nas duas ETAs. Então, os nossos técnicos observam a turbidez. O primeiro procedimento é reduzir a vazão, tentando equilibrar o tratamento e manter a qualidade. Se mesmo assim não for suficiente, os químicos e técnicos calculam o ajuste ideal para garantir a eficiência do processo”, explicou o engenheiro.

As equipes enfrentaram cerca de dez dias consecutivos de alta turbidez na água bruta, provocada pelas chuvas que atingiram os principais afluentes, como o Riozinho do Rola e o Rio Xapuri. Esses rios acabam carregando uma grande quantidade de material orgânico e partículas em suspensão, o que exige maior controle no processo de tratamento.

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As equipes enfrentaram cerca de dez dias consecutivos de alta turbidez na água bruta, provocada pelas chuvas que atingiram os principais afluentes. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Durante a limpeza, foi feita a retirada completa dos resíduos acumulados nas estruturas internas das ETAs, especialmente nos decantadores, colmeias e canaletas, locais onde ocorre a separação dos sedimentos da água.

“Quando nós terminamos a limpeza da ETA I, imediatamente colocamos a vazão para 600, que é o limite máximo dessa unidade. A ETA II trabalha com vazão de até 1.050 litros por segundo. No entanto, só atingimos a capacidade máxima quando o manancial está com a água menos turva. Se houver muitos sedimentos, precisamos reduzir a vazão, pois o nosso objetivo é ofertar água com qualidade, não apenas quantidade. A aparência da turbidez é um indicativo, mas também existem fatores químicos que precisam ser controlados”, destacou Éder Franco.

A ação faz parte das medidas contínuas adotadas pela Prefeitura de Rio Branco para garantir o abastecimento seguro e a qualidade da água distribuída à população.

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Prefeitura de Rio Branco realiza limpeza nas ETAs para garantir qualidade da água na cidade

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Prefeitura de Rio Branco realiza limpeza nas ETAs para garantir qualidade da água na cidade

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