domingo, 8 março, 2026
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Acre participa do 2º Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia em Curitiba

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Acre participa do 2º Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia em Curitiba

Pensando em fortalecer os laços entre as centrais, compartilhar iniciativas bem-sucedidas e inspirar novas práticas no combate ao crime e na proteção ao cidadão, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, por meio Centro Integrado de Comando e Controle (Cicc), participa do 2º Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia, em Curitiba, nesta terça-feira, 28. 

Acre participa do 2º Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia em Curitiba | Cidade AC News – Notícias do Acre
Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia é realizado em Curitiba. Foto: cedida

Objetivo é proporcionar um espaço técnico e colaborativo para capacitação, troca de experiências, alinhamento de estratégias e construção conjunta de soluções para os desafios enfrentados pelas Centrais Disque Denúncia em todo o país.

Acre participa do 2º Workshop Nacional das Centrais Disque Denúncia em Curitiba | Cidade AC News – Notícias do Acre
Coordenadora do Disque Denúncia 181 do Cicc explica como o encontro é importante para o centro, pois realiza uma troca de experiência com outros estados em relação ao Disque Denúncia. Foto: cedida

A coordenadora do Disque Denúncia 181 do Cicc explica como o encontro é importante para o centro, pois realiza uma troca de experiência com outros estados em relação ao Disque Denúncia. “A participação do Acre é muito importante porque, quando a gente começa a entender o funcionamento das outras centrais, percebemos que não somos muito diferentes. E esses encontros são para isso, a gente vem, observa, anota o trabalho que é desenvolvido, os fluxos, como funcionam as centrais do Disque Denúncia dos outros estados e vai buscando aprimorar o nosso.”

 

 

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Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia

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Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia

Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Tu te entregas até o caroço (…) Tens o dom de seres muito, onde muitos não têm nada”. Os versos dos poetas Nilson Chaves e Joãozinho Gomes, na canção “Sabor açaí”, de 1989, resumem bem a presença do fruto na Amazônia e sua versatilidade, sendo matéria-prima de inovações que estão ganhando cada vez mais espaço no mercado nacional e internacional, indo além do consumo tradicional.

Apenas em 2024, o Brasil produziu cerca de 1,7 milhão de toneladas do produto, sendo que os Estados da Amazônia Legal somaram 99,6% de toda a produção. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o Pará lidera a maior fatia, com 92,5%, mas é com inovação e criatividade que empreendedores de outros Estados, como o Amapá e Roraima, têm também avançado na versatilidade e aplicação de tecnologia na cadeia produtiva do açaí.

A cerca de 30 minutos do centro de Macapá (AP), o ritmo de trabalho tem sido intenso no sítio Torrão Bonito, às margens do Rio Curiaú Mirim. Em novembro, durante a realização da Conferência das Partes  (COP30) em Belém, a empresa Flor de Samaúma vai lançar o sétimo rótulo do vinho de açaí, que leva o nome da entidade protetora das florestas em boa parte da cultura indígena e ribeirinha: Curupira, escolhido também como mascote do evento.

Será uma edição limitada da bebida, com apenas 700 unidades. “Este vinho, com garrafas numeradas e rótulo criado por uma artista indígena Palikur, do Norte do Amapá, será lançado no mercado com o intuito de conscientizar sobre a importância da preservação da floresta. A sobrevivência na Amazônia depende da floresta”, diz João Alberto Capiberibe, ou simplesmente Capi, ativista político e social, que já foi governador do Amapá (1995-2001) e hoje é o gerente do empreendimento.

Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre
O vinho de açaí nasceu de mais de 70 experiências de fermentação até alcançar aromas e sabores únicos | Foto: Rogério Lameira/Amazônia Vox

O local de produção do vinho de açaí, batizado de “açaícola”, é também um espaço de ecoturismo e conscientização, onde turistas podem conhecer um pouco da floresta Amazônica, os açaizais, e entender como é produzida a polpa que serve de base para o vinho tinto feito com açaí.

Capiberibe conta que a ideia de produzir a bebida fermentada aflorou no período mais agudo da pandemia, entre 2020 e 2022, quando pensava em diversificar e aproveitar melhor a produção dos açaizais no sítio da família. Como todo empreendedor, o caminho foi de testes e tentativas antes de chegar ao produto.

Nós passamos a fazer experiências de fermentação com açaí e fizemos uma, duas, dez, trinta, quarenta… chegamos a 76 experiências. Descobrimos que o açaí nos oferecia a possibilidade de produzir um fermentado de excelente qualidade e uma diversidade de aromas e sabores.

João Alberto Capiberibe, ativista social

Em contato com pesquisadores, o vinho foi reconhecido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Quando recebi o relatório em janeiro de 2023, tive um susto: os vinhos que fazíamos eram excelentes. A análise físico-química mostrou uma enorme semelhança entre o fermentado de açaí e o de uva, com as mesmas substâncias benéficas à saúde, como as antocianinas e os polifenóis, tão valorizados no mercado global”, afirma Capiberibe.

Em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Amapá, a Flor de Samaúma realizou um curso teórico e prático para consumo e técnicas básicas de produção do vinho de açaí. Abebida precisa de até 30 dias para fermentar e chegar ao ponto de comercialização, conta a assistente de produção Miriam Corrêa. Um litro de açaí pode render até três garrafas de 750 ml.

“Quando a polpa do açaí chega, coloco nos tonéis de 300 litros, misturo com água e levedura e, a partir daí, decidimos se será suave, seco ou meio seco. O processo dura de 15 a 30 dias, dependendo do tipo, e em alguns casos pode ser envelhecido em lascas de carvalho francês ou cumaru, que é conhecido como a baunilha da Amazônia”, explica Miriam.

Vai um ‘cafezinho’ de açaí aí?

Foi na pandemia da Covid-19 que a empreendedora Valda Gonçalves viu o restaurante e uma escola de música que gerenciava ter que fechar as portas. Com experiência de quem trabalha com vendas e serviços para o público desde a adolescência, o jargão de criar na crise não foi uma opção, mas uma necessidade.

Para garantir o básico para casa, passou a trabalhar como motorista de aplicativo. Foi na garagem onde estacionava o carro após um dia de trabalho que ela começou a experimentar um produto inovador: o “café” de açaí. Torrou caroço de açaí do consumo da polpa do produto e começou a produção de maneira artesanal e pedindo opinião e sugestão dos passageiros.

Ela lembra que até corrida fazia de graça e o passageiro pagava apenas pacote do café, caso gostasse do produto. “Foi assim que consegui as primeiras opiniões e os primeiros pedidos. Quando percebi o retorno positivo, decidi vender meus outros negócios que estavam parados e mergulhar totalmente no café de açaí”, lembra a fundadora do “Engenho Café de Açaí”.

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Valda Gonçalves apresenta os dois principais produtos da Engenho: o café de açaí, inovação que nasceu na garagem de casa e hoje cruza fronteiras | Foto: Rogério Lameira/Amazônia Vox

No mercado tradicional, muitos comerciantes e consumidores olhavam com desconfiança para a novidade. Valda conta que as pessoas achavam estranho tomar uma bebida parecida com café feita do caroço do açaí, e que precisou insistir para provar que era um produto de qualidade. A transição para a produção em maior escala veio aos poucos: de um quilo, passou para dez quilos, até chegar a 600 quilos por ano.

A virada de chave aconteceu após a participação no programa Inova Amazônia, promovido pelo Sebrae e que já apoiou 409 empresas e 660 ideias com impacto real: 62% dos participantes cresceram em receita e 31% expandiram internacionalmente. Desde 2024, esse modelo está sendo replicado no Cerrado e Pantanal, com mais de 330 iniciativas de bioeconomia apoiadas.

Apoiada pelo Inova Amazônia, Valda começou a ser projetada para o exterior, de onde surgiu interesse pelo seu produto, enquanto enfrentava resistência em Macapá.

A Alemanha foi o primeiro país a receber o nosso café. Depois vieram os Estados Unidos, com um contrato de 2,5 toneladas, e mais recentemente a Austrália.

Valda Gonçalves, empreendedora

Na fábrica da “Engenho”, os caroços são torrados e posteriormente moídos. O processo é artesanal, e não exige a participação de muitos funcionários. Porém, Valda garante que tudo é feito com muito amor, bom humor e energia positiva, para que mais e mais portas se abram.

A empresa quer ampliar a produção de 12 para 30 toneladas mensais até 2026, e lançar novos produtos. Uma das novidades já tem data para lançamento: dezembro de 2025, em parceria com uma empresa norte-americana, de Nova York. A nova bebida, também derivada do açaí, promete ganhar destaque começando internacionalmente. “O Brasil precisa investir no que é nosso. O ‘café’ de açaí nasceu para mostrar que é possível transformar a floresta em oportunidade, sem destruí-la”, concluiu Valda.

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O agrônomo Wesley Resplande, sócio-fundador da Amazon BioFert, idealizou a solução que já retira das ruas mais de 5 mil toneladas de caroço de açaí por ano | Foto: Rogério Lameira/Amazônia Vox

Da terra para melhorar a terra: o biofertilizante de açaí

Passando pelas ruas de Macapá em seu carro, o agrônomo Wesley Resplande sempre se incomodou com a grande quantidade de resíduos gerados pela produção da polpa de açaí consumida diariamente na capital amapaense. Cerca de 70% do fruto é descartado – muitas vezes inadequadamente – incluindo o caroço. O incômodo se somou às reflexões de como melhorar a produção nas plantações que apoiava e em sua própria roça, evitando o uso de fertilizantes químicos, que causam danos ao meio ambiente e tem também alto custo.

Foi então que em 2019 começou a testar o uso do caroço de açaí como base para um novo tipo de biocarvão – também chamado de biochar – que é produzido da biomassa, passa por um processo de aquecimento em alta temperatura (pirólise) e serve para melhorar a estrutura do solo para o plantio de diferentes espécies. Logo nas primeiras produções, o agrônomo percebeu que era possível reduzir em até 50% a necessidade de adubação química. E o que começou como solução pessoal logo se transformou em negócio.

Assim nasceu a Amazon BioFert, a primeira empresa da Amazônia brasileira a produzir biochar a partir de resíduos amazônicos, e a segunda em todo o país. Segundo Wesley, os benefícios do biochar vão além do aumento da produtividade agrícola: reduzem a irrigação em até 50% e ajudam a mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Afinal, ao invés de liberar dióxido de carbono e metano – gases de efeito estufa – pela decomposição natural ou queima aberta do caroço de açaí, esse carbono fica “preso” no biochar por centenas ou milhares de anos no solo, melhorando também a composição do terreno para receber outras plantações.

“Hoje a nossa fábrica tem potencial de produção de mais de 1.200 toneladas de biochar por ano, retirando das ruas mais de 5 mil toneladas de caroços de açaí que poderiam estar poluindo o ambiente. Isso significa também mitigar mais de 3.200 toneladas de CO₂ da atmosfera e gerar 1.800 litros de bio-óleo, que pode ser usado tanto na agricultura quanto para biodiesel”, destaca.

O produto da Amazon BioFert já conquistou parcerias com indústrias no Pará e Bahia, mas no mercado local ainda enfrenta certa resistência. “A cada dez produtores que experimentam, os dez querem continuar. O desafio é divulgar, mostrar que o biochar é seguro, eficiente e pode mudar a forma de produzir na Amazônia”, afirma.

Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre
Seleção do açaí realizada por robô preserva a qualidade do produto | Foto: Rogério Lameira/Amazônia Vox

Robô colhe açaís evitando acidentes e aumentando produtividade

Também no extremo norte da Amazônia Legal, em Roraima, o Carlos Johnatan Coutinho observou as possíveis soluções para um problema recorrente na colheita do açaí. Quem vê a polpa na tigela ou no supermercado, nem imagina o esforço de ribeirinhos que precisam subir nos pés de açaí para colher os cachos do fruto, usando uma peconha feita de folhas da palmeira para avançar alguns metros e, com um facão, cortar o cacho.

“Meu pai veio do Pará, então, durante a infância e a adolescência ele viveu na área rural colhendo o açaí por ser uma base alimentar. Ele sempre comentava que havia acidentes e que era sofrido o jeito de fazer a colheita”, relata Carlos Johnatan Coutinho, criador do Climbot, um robô capaz de escalar as palmeiras, fazer o corte de cachos e descer com a colheita. “Então, quando eu tive a oportunidade de pensar em uma solução, criei este equipamento que pode salvar vidas e aumentar a produtividade”, relata Coutinho, que cursou  Agroecologia da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

O robô é o principal produto da Startup do jovem, a Agranus. A máquina foi responsável por fazer o empreendimento alcançar o top 100 no Prêmio Sebrae Startups 2025. A parceria da iniciativa de Coutinho com o Sebrae começou em 2019, quando ele concorreu ao edital da Bolsa de Inovação de Inovação Tecnológica de Roraima (BITERR), uma parceria do Sebrae com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Ainda em fase de testes, a previsão de lançamento para venda comercial do equipamento para venda é no primeiro semestre de 2026. “Agora, em 2025, conseguimos essa conquista de estar no Top 100 do Brasil, o que trouxe muita visibilidade para a Agranus, abriu possibilidades de novas parcerias e reforçou a importância da inovação desenvolvida aqui em Roraima. Estamos confiantes de que no próximo ano iremos ainda mais longe, levando o nome da nossa startup e do nosso estado cada vez mais à frente”, explicou o empreendedor que, com apoio do Sebrae, já participou de missões empresariais em outros estados, capacitações e exposições.

Vinho, café, fertilizante e tecnologia na colheita: versatilidade do açaí inspira empreendedores da Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Rogério Lameira/Amazônia Vox

Como funciona

O Climbot funciona à combustão com um motor de dois tempos – de pequeno porte e o direcionamento é feito do chão, por controle remoto. “Este equipamento tem menos partes elétricas e mais partes mecânicas para ser mais fácil de fazer manutenção em campo. Pensamos no equipamento para o extrativismo, para estar inserido na floresta em ambiente com chuva e que seja alagadiço”, explica Coutinho.

“Ele foi feito para colher palmeira em geral, pensamos no açaí, mas também pode colher a bacaba, por exemplo, que tem o dobro do tamanho do cacho do açaí. Foi pensando em colher palmeiras com frutos da cultura de Roraima: açaí, bacaba e patauá”, explica, acrescentando que o equipamento possui ajuste para pegar desde as palmeiras mais finas até as mais grossas.

O Climbot conta ainda com um sistema de engrenagem para a subida e descida. Pelo controle, o “piloto” do robô troca de marcha e permite a movimentação na planta para cortar o cacho. O equipamento também possui uma mola a gás que permite a tração na planta, o que gera o atrito para segurar e se movimentar na planta.

Segundo ele, a tecnologia não substitui a mão de obra humana, pois precisa do controle e conhecimento de quem está todos os dias na floresta. Mas evita que os coletores se arrisquem subindo palmeiras. Acidentes com animais peçonhentos em altura, quebra de palmeiras e quedas são acidentes recorrentes neste tipo de trabalho.

“Além disso, sem o desgaste físico da subida, o trabalhador consegue aumentar a produtividade. O robô não tira a necessidade de haver um trabalhador, a mudança é só que passa a ser de um peconheiro para um operador. Quem colhia no manual pode receber um treinamento e passar a colher automatizado”, acrescenta.

*Conteúdo produzido em parceria com o portal Amazônia Vox. Revisão e edição de Luciene Kaxinawá e Daniel Nardin.

Do campo à mesa: produtores familiares levam sabor e identidade ao Mesa SP

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Do campo à mesa: produtores familiares levam sabor e identidade ao Mesa SP

O Sebrae vai proporcionar uma experiência única a 13 produtores familiares finalistas do Prêmio CNA Artesanal 2025. Os selecionados terão a oportunidade de levar seus produtos premiados e suas histórias até o Mesa SP, uma das maiores vitrines de pequenos produtores para o Brasil e o mundo.

Para muitos, será a primeira vivência em um palco dessa importância, um marco na trajetória de quem transforma tradição e talento em sabor. “A presença de produtores familiares em um evento como o Mesa SP é uma oportunidade estratégica de valorização da origem, da qualidade e da identidade do alimento brasileiro”, destaca Jane Blandina, analista de Competitividade do Sebrae.

Segundo ela, estar no evento pode representar um marco de transformação para esses pequenos produtores. Além da visibilidade, eles terão acesso direto a tendências de mercado, novos canais de comercialização e oportunidades de conexões e parcerias com chefs e distribuidores. “Essa vivência amplia o repertório, inspira melhorias de gestão e qualidade e proporciona um espaço de aprendizado e reposicionamento estratégico”, reforça Jane.

Do campo à mesa: produtores familiares levam sabor e identidade ao Mesa SP | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Divulgação

Abrindo portas para produtoras de geleias

Entre os produtores convidados pelo Sebrae para participar do evento está Léia Fardin, doceira de Santa Rita do Passa Quatro (SP), cuja trajetória é marcada pelo cuidado artesanal e pela valorização da tradição familiar.

Desde 1985, Léia transforma frutas selecionadas em doces e geleias premiadas, mantendo o sabor da memória afetiva e o compromisso com a qualidade. Com apoio do Sebrae-SP, ela aprimorou a gestão, modernizou embalagens e ampliou sua produção em 60%. Sua geleia de laranja, inspirada em uma receita da mãe, conquistou o 3º lugar no Prêmio CNA Brasil Artesanal – Geleias.

O Sebrae me ajudou a entender que, além de cozinhar, eu também podia empreender. Nossa a expectativa é muito grande, estamos contando os dias para participar desta Feira com grandes nomes da nossa gastronomia.

Léia Fardin, empreendedora

As geleias e doces também são a principal fonte de renda de Joelma Costa, uma empreendedora de Estreito, no Maranhão. A convite do Sebrae ela será mais uma das produtoras que terão a oportunidade de integrar a comitiva que vai para o Mesa SP.

Ela conquistou o 3º lugar no Prêmio CNA Artesanal 2025 na categoria Geleia Mista com um produto feito a base de abacaxi e pimenta. “O concurso nos trouxe muita visibilidade, muitos contatos e aprendizado. Foi uma porta que eu não esperava que fosse ser aberta pra mim algum dia”, celebra.

Do campo à mesa: produtores familiares levam sabor e identidade ao Mesa SP | Cidade AC News – Notícias do Acre
Foto: Divulgação

Nessa jornada, o Sebrae foi um grande aliado da Geleias da Jô. Segundo a empreendedora, além dos cursos e capacitações que teve a oportunidade de participar, foi por meio da instituição que ela se inscreveu no Prêmio. “Agora a expectativa quanto ao Mesa São Paulo é a melhor possível, divulgação, vendas, networking e conexões com empresas locais”, revela Joelma.

A experiência de ter o contato direto com profissionais de destaque do setor gastronômico abre portas para conexões que dificilmente aconteceriam fora desse ambiente. “Esse evento é o momento em que o campo e a cidade se encontram para celebrar o melhor da nossa produção com propósito e identidade”, conclui a especialista do Sebrae.

Mesa SP 2025
Datas: 30 e 31 de Outubro, e 01 de Novembro
Informações e inscrições no site do evento

Prefeitura de Rio Branco valoriza servidores com programação especial na Semana do Servidor Público

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Prefeitura de Rio Branco valoriza servidores com programação especial na Semana do Servidor Público

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Prefeito de Rio Branco abre XVII Fórum Internacional em Saúde e debate políticas ambientais

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Prefeito de Rio Branco abre XVII Fórum Internacional em Saúde e debate políticas ambientais

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“Enquanto um recém-nascido quase é enterrado vivo, a resposta do Palácio é criar cargo comissionado”, diz Emerson Jarude

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“Enquanto um recém-nascido quase é enterrado vivo, a resposta do Palácio é criar cargo comissionado”, diz Emerson Jarude

Durante a sessão desta terça-feira (28) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Emerson Jarude (Novo) saiu em defesa dos servidores públicos e criticou a postura do governo do Estado em relação à criação de novos cargos e secretarias. O parlamentar classificou como “vergonhoso” o projeto encaminhado pelo Executivo que cria a Secretaria Adjunta de Turismo, afirmando que a proposta chega “a toque de caixa”, sem representar benefícios reais à população.

 

“Este projeto que acabou de chegar aqui na Assembleia, e como todos os outros que beneficiam o governo e não a população, vem a toque de caixa. É a maior demonstração de que quem quer faz acontecer”, disse o deputado, ao criticar a priorização de pautas administrativas em detrimento das demandas dos servidores públicos.

 

Jarude destacou que o governo estadual alega constantemente falta de recursos quando o assunto é reajuste salarial ou convocação de concursados, mas encontra meios de criar novas estruturas administrativas. “Essa é a resposta do governo do Estado do Acre para os servidores públicos, que muitas vezes dão a sua própria vida pelo nosso Estado, mas não têm de volta o devido reconhecimento”, afirmou.

 

O parlamentar ressaltou ainda que o funcionalismo público acreano convive com promessas e homenagens simbólicas, mas sem avanços concretos. “Muitas vezes tem uma postagem nas redes sociais, uma conversa aqui, uma promessa acolá, mas a grande verdade é que, quando querem, dão um jeito. E tanto dão um jeito, que mandaram mais um projeto vergonhoso para essa Casa”, declarou.

 

Em tom de indignação, Jarude criticou a falta de prioridades do governo diante de crises reais enfrentadas pela população. “Enquanto um recém-nascido quase é enterrado vivo, a resposta do Palácio é criar cargo comissionado”, lamentou.

 

Ele lembrou outros episódios recentes que expõem falhas graves na gestão pública, como o caso de um bebê queimado após o parto e a morte da jovem Kailine, de 17 anos, que lutava contra o câncer e teve o fornecimento de um medicamento negado pelo Estado, mesmo após decisão judicial.

 

“Infelizmente, não conseguimos salvar essa vida. Perdemos a batalha. Mas eu, sinceramente, estou cansado de perder essas batalhas, assim como todos os servidores públicos que estão aqui presentes”, desabafou.

 

Ao final do discurso, Jarude defendeu que a Assembleia Legislativa cumpra seu papel de frear os excessos do Executivo e conclamou os acreanos a lutarem por mudanças. “Cabe a cada um de nós, acreanos que amamos essa terra, mudar essa realidade. E o ano de mudar tudo isso é o ano que vem”, finalizou.

 

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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Michelle Melo critica falta de sensibilidade do governo e cobra valorização dos servidores públicos

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Michelle Melo critica falta de sensibilidade do governo e cobra valorização dos servidores públicos

Durante a sessão ordinária realizada na manhã desta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a deputada Michelle Melo (PDT) discursou em defesa dos servidores públicos e criticou o que classificou como a falta de sensibilidade do Governo do Estado em relação às reivindicações da categoria. A parlamentar afirmou que, desde o início do seu mandato, vem lutando pela valorização dos trabalhadores e lembrou das promessas feitas pelo governo que, segundo ela, não foram cumpridas.

“Desde 2023, quando assumi o mandato e fui convidada para ser líder do governo, sentei com cada representante do serviço público estadual para ouvir suas dores e buscar soluções. Mas encontrei um governo de coração muito frio com o servidor público”, declarou. Michelle criticou o reajuste de apenas 5% concedido aos servidores, afirmando que o percentual “não cobre sequer a inflação e foi propagado como um grande feito por marqueteiros que desconhecem a realidade de quem vive com um salário mínimo”.

A deputada também destacou o cansaço e a frustração da categoria diante de anos de promessas não cumpridas. “Os servidores estão cansados de ouvir as mesmas promessas, cansados de ver projetos que beneficiam apenas o poder e os amigos do poder, enquanto o trabalhador segue desvalorizado. Quando é para beneficiar o governo, tudo entra em regime de urgência, mas quando é para ouvir os servidores, o silêncio prevalece”, afirmou.

Em tom emocionado, Michelle citou situações recentes que demonstram a precariedade dos serviços públicos e a sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores. “É revoltante ver pessoas morrendo por falta de estrutura, recém-nascidos perdendo a vida, pacientes com câncer tendo que comprar morfina porque o Estado não fornece. É desolador”, disse.

Ao concluir, a parlamentar reafirmou sua solidariedade aos servidores e denunciou o abandono das categorias essenciais do Estado. “Os trabalhadores do Acre são os verdadeiros sustentadores do nosso Estado. Não é o governador, são os servidores públicos que mantêm o Acre de pé. São eles que tiram do próprio bolso para fazer a festinha das crianças, para comprar o remédio da pressão, para garantir que o serviço funcione mesmo quando o governo falha”, finalizou.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Assembleia Legislativa do Acre doa kits de higiene e mantimentos à Polícia Civil para acolhimento de vítimas de violência

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Assembleia Legislativa do Acre doa kits de higiene e mantimentos à Polícia Civil para acolhimento de vítimas de violência

Em um gesto de solidariedade e acolhimento às vítimas de violência doméstica, sexual e física, a Escola do Legislativo Acreano, da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), realizou nesta terça-feira, 28, a entrega de mais de 100 kits de higiene pessoal, além de biscoitos, achocolatados e fraldas descartáveis, à Polícia Civil do Acre.

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Aleac doa mais de 100 kits à DEAM, reforçando o cuidado e o acolhimento às mulheres vítimas de violência. Foto: cedida

O material foi entregue pelo presidente da Aleac, deputado estadual Nicolau Júnior, à delegada Juliana De Angelis, que repassou os donativos à coordenação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), sob titularidade da delegada Elenice Frez.

Os recursos para aquisição dos kits foram arrecadados durante o espetáculo “Mulheres em Cena”, realizado no dia 2 de setembro na Usina de Artes João Donato, em Rio Branco. O evento integrou as ações do Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, e proporcionou uma noite de música, arte e reflexão com grandes vozes femininas acreanas.

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Delegada Juliana De Angelis recebeu os materiais doados pela Aleac e os repassou à titular da DEAM, delegada Elenice Frez, reforçando o compromisso com um acolhimento mais humano. Foto: Emerson Lima/ PCAC

Durante a entrega, o presidente Nicolau Júnior destacou o compromisso da Aleac em promover ações de conscientização e apoio às mulheres vítimas de violência. “A Assembleia tem atuado fortemente, por meio de suas campanhas, para conscientizar a sociedade sobre a importância de combater o feminicídio e toda forma de violência. Como presidente da Aleac, reafirmo nosso compromisso em apoiar e fortalecer ações que garantam respeito, dignidade e segurança às mulheres acreanas,” afirmou Nicolau Júnior.

A delegada Juliana De Angelis, que recebeu as doações em nome da Polícia Civil, agradeceu à Assembleia Legislativa pelo gesto e destacou a importância da iniciativa.

“Esses materiais farão diferença no acolhimento das mulheres que chegam até a delegacia em situação de vulnerabilidade. Agradecemos à Aleac e à Escola do Legislativo por essa demonstração de empatia e solidariedade, que reforça o compromisso de todos nós em cuidar das vítimas de violência,” ressaltou De Angelis.

A Polícia Civil e a Assembleia Legislativa reforçam, por meio dessa parceria, a importância de unir esforços para garantir um atendimento mais humano, digno e acolhedor às mulheres acreanas que buscam amparo e justiça.

Polícia Civil prende homem condenado por abuso sexual de criança em Assis Brasil

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Polícia Civil prende homem condenado por abuso sexual de criança em Assis Brasil

Na manhã da última segunda-feira, 27, a Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Assis Brasil, efetuou a prisão de um homem condenado por abusar sexualmente de uma criança de 8 anos. O indivíduo, que cumpria pena em regime semiaberto, foi recapturado após descumprir as condições estabelecidas pelo juiz da execução penal.

Polícia Civil prende homem condenado por abuso sexual de criança em Assis Brasil | Cidade AC News – Notícias do Acre
Homem condenado por abusar de criança de 8 anos é preso novamente após descumprir regras do regime semiaberto. Foto: cedida

De acordo com as investigações, o condenado utilizava tornozeleira eletrônica para monitoramento, mas teve a progressão de regime revogada em razão do descumprimento das medidas impostas pela Justiça. Diante da decisão judicial, a equipe da Polícia Civil localizou e prendeu novamente o indivíduo, que retornará ao sistema prisional para dar continuidade ao cumprimento da pena em regime fechado.

A Polícia Civil do Acre reforça que continua atuando com firmeza e responsabilidade para garantir a aplicação da justiça e a segurança da comunidade de Assis Brasil, reafirmando o compromisso de combater crimes graves, especialmente aqueles que atingem crianças e adolescentes.

Sessão ordinária é suspensa para receber servidores públicos

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Sessão ordinária é suspensa para receber servidores públicos

Antes de suspender os trabalhos para a reunião das comissões, na manhã desta terça-feira (28), o presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Pedro Longo (PDT), fez questão de reafirmar o compromisso do Parlamento com a valorização dos servidores públicos. O parlamentar ressaltou que a Casa está unida em torno das pautas da categoria e destacou a importância de atender à sugestão apresentada pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), que pediu a abertura de espaço para representantes sindicais se manifestarem.

“Em gesto de consideração e respeito pelos nossos amigos servidores públicos, vamos atender à sugestão do deputado Edvaldo. Aqui nesta Casa, todos nós estamos unidos defendendo as pautas dos servidores, o aumento do auxílio-alimentação e o reajuste salarial”, afirmou Longo. Ele garantiu que qualquer proposta voltada à melhoria das condições dos trabalhadores do Estado terá tramitação imediata no Legislativo. “Assim que chegar qualquer matéria nesse sentido, certamente será aprovada no mesmo dia por esta Casa”, afirmou.

O deputado encerrou sua fala anunciando que dois representantes da Frente Sindical teriam a palavra para registrar oficialmente as reivindicações das categorias, em reconhecimento à luta dos trabalhadores acreanos e à importância de manter o diálogo aberto com o Poder Legislativo.

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O representante do Sindicato dos Gestores de Políticas Públicas (Sintegesp), Gerliano Nunes, foi o primeiro a fazer uso da palavra em nome da Frente dos Servidores Públicos. Ele destacou que o movimento é formado por 23 entidades sindicais que representam aproximadamente 40 mil trabalhadores de diversas categorias do serviço público estadual. Em sua fala, o sindicalista parabenizou os servidores pelo seu dia e ressaltou que são eles que fazem a máquina pública funcionar, garantindo o atendimento à população acreana.

“Nós estamos aqui em nome de todos os servidores do Estado, reivindicando pleitos justos, que não impactam a Lei de Responsabilidade Fiscal, como a revisão geral anual complementar de 2023, a majoração do auxílio-alimentação para mil reais e a criação do auxílio-saúde, que também contemple os inativos”, afirmou.

Gerliano lembrou que as categorias estão há mais de cem dias aguardando uma resposta do governo, mesmo após reuniões realizadas ainda em junho, quando foi prometido um prazo de 45 dias para apresentação dos estudos de impacto financeiro. “De lá para cá, fizemos várias reiterações, inclusive oficiais, e até agora nenhuma resposta foi apresentada. Enquanto isso, as receitas do Estado continuam crescendo. Só entre janeiro e setembro deste ano, o Acre arrecadou cerca de 800 milhões a mais do que no mesmo período de 2024”, destacou. O sindicalista encerrou pedindo mais respeito e compromisso do governo com os trabalhadores. “O que está faltando não é recurso, é vontade política e gestão financeira eficiente para valorizar quem realmente faz o Estado funcionar.”

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O presidente do Sindicato dos Especialistas Executivos do Estado do Acre, Fábio Macedo, também se pronunciou em nome da Frente Unida dos Sindicatos. Ele iniciou sua fala denunciando tentativas de boicote à mobilização dos servidores, relatando que o governo teria promovido um café da manhã paralelo para enfraquecer o ato e divulgado informações falsas sobre o cancelamento do movimento.

“Ontem, no calar da noite, o governo criou um café da manhã para os servidores e espalhou em redes sociais que a nossa manifestação havia sido cancelada. Isso é uma afronta à democracia, ao direito de livre expressão e de manifestação dos trabalhadores”, afirmou. Fábio ressaltou que o Dia do Servidor Público deveria ser de celebração e conquistas, mas acabou marcado pela indignação diante da criação de novos cargos de alto escalão. “Enquanto pedimos um reajuste e melhores condições de trabalho, o governo envia para esta Casa um projeto para criação de cargos adjuntos de 30 mil reais. Esse valor poderia beneficiar dezenas de famílias com o auxílio-alimentação que reivindicamos”, protestou.

O sindicalista também apresentou dados econômicos para reforçar o argumento de que há recursos disponíveis para valorizar os servidores. Segundo ele, o orçamento estadual cresceu significativamente nos últimos anos, passando de R$ 6,5 bilhões em 2018 para R$ 13 bilhões em 2025, mas os trabalhadores continuam desvalorizados. “Nós temos secretarias que mais do que dobraram o número de cargos comissionados, enquanto o servidor efetivo sofre com reajustes irrisórios. Há servidores ganhando R$ 90 mil, R$ 110 mil, e outros que tiveram aumento de apenas R$ 25. Isso é vergonhoso”, disse.

Texto: Andressa Oliveira

Fotos: Sérgio Vale

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