segunda-feira, 16 fevereiro, 2026
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Paulo Augusto se pronuncia pela 1ª vez após expulsão do “BBB26”: “Grato por tudo”

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Paulo Augusto se pronuncia pela 1ª vez após expulsão do “BBB26”: “Grato por tudo”

O agora ex-BBB Paulo Augusto publicou um vídeo na manhã deste sábado (31/1) para agradecer o apoio que tem recebido de fãs após a expulsão do “BBB26” nesta última sexta-feira (30/1) após empurrar Jonas quando o Big Fone tocou. Apesar de parte da web apontar a expulsão como injusta, PA afirmou se sentir “grato pela oportunidade” e que “aconteceu o que tinha que acontecer”.

“Já cheguei aqui em Goiânia hoje pela manhã e quero agradecer todo apoio e carinho que vocês tiveram por mim desde a casa de vidro, o apoio da minha cidade, Itaguaru, onde eu moro, Anápolis, minha cidade natal, Itauçu, quero agradecer todo mundo que tava na torcida. É só o começo pra mim e eu tô muito grato pela oportunidade, e é isso aí, aconteceu o que tinha que acontecer, mas tamo firme”, afirmou o ex-BBB.

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No Raio-X, Paulo Augusto admitiu “contato”, enquanto Jonas reclamou de doresReprodução / BBB
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Paulo Augusto, da Casa de Vidro do “BBB26” da Região Centro-OesteCrédito: Divulgação Globo

PA foi expulso após a produção do “BBB26” avaliar que o brother teria colocado a integridade física de Jonas Sulzbach “em risco” após empurra-lo durante a corrida pelo BigFone.

Apesar da expulsão, Paulo Augusto foi recebido por fãs no aeroporto de Goiânia na manhã deste sábado (31/1). O ex-BBB, no entanto, vai sofrer a perda do pagamento do cachê e de um prêmio que havia ganhado dentro da casa por conta da expulsão do reality.

PA se junto a Pedro Henrique e Henri Castelli como saídas inesperadas da casa. Henri acabou saindo do programa após sofrer com duas convulsões após a realização da primeira prova do líder, enquanto Pedro Henrique acabou desistindo do reality ao assediar Jordana. Outro participante que também desistiu foi Marcel, que sequer chegou a entrar no reality.

Janeiro teve 4,3 mil focos de calor, aumento de 46% em relação a 2025

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Janeiro teve 4,3 mil focos de calor, aumento de 46% em relação a 2025

O ano de 2026 começou com um alerta vermelho para o clima: o mês de janeiro teve duas vezes mais focos de calor do que a média. Dados do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, revelam um aumento preocupante no número de queimadas.Janeiro teve 4,3 mil focos de calor, aumento de 46% em relação a 2025 | Cidade AC News – Notícias do AcreJaneiro teve 4,3 mil focos de calor, aumento de 46% em relação a 2025 | Cidade AC News – Notícias do Acre

Somente nos primeiros 29 dias do ano, foram detectados mais de 4,3 mil focos de calor em todo o país. O número é o dobro da média histórica para o mês e representa um aumento de 46% em comparação a janeiro do ano passado. É o sexto pior início de ano desde que o levantamento começou, em 1999, e o segundo pior da década, atrás apenas do que foi registrado em 2024.

A situação é mais crítica nas regiões Norte e Nordeste, impulsionada por uma seca severa. O Pará lidera o ranking negativo com 985 focos, seguido de perto pelo Maranhão, que vive o mês de janeiro com mais incêndios em toda a série histórica do estado. Ceará e Piauí também aparecem na lista dos mais afetados.

Especialistas explicam que a quantidade de focos de calor nem sempre significa um incêndio florestal de grandes proporções, até porque um ponto quente detectado pelo satélite não é, necessariamente, uma floresta inteira em chamas. Os peritos também alertam que, segundo o histórico de registros, anos que começam com janeiros quentes tendem a terminar com índices de queimadas acima da média nacional.

*Com informações da Agência Brasil

 

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Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes

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Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes


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Três em cada dez casos de desaparecimento registrados no Brasil, durante o ano de 2025, envolveram crianças e adolescentes. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), das 84.760 ocorrências gerais, 23.919, ou 28% do total, envolviam vítimas com menos de 18 anos de idade.Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes | Cidade AC News – Notícias do AcreTrês em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes | Cidade AC News – Notícias do Acre

O resultado também significa que, em média, as delegacias de polícia de todo o país registraram, diariamente, 66 boletins de ocorrência sobre o sumiço de crianças e adolescentes. Um aumento de 8% em comparação aos 22.092 desaparecimentos notificados às Polícias Civis em 2024. Percentual duas vezes superior aos 4% de aumento dos casos gerais, que saltaram de 81.406 para 84.760 no mesmo período.

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Comparado às 27.730 ocorrências de 2019, ano em que a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas entrou em vigor, o total de casos do último ano é quase 14% inferior, mas mantém a curva de crescimento gradual iniciada em 2023 (20.445 denúncias).

Outro fato que chama a atenção é que, enquanto os homens representam 64% do total de pessoas desaparecidas, entre o público infantojuvenil, a maioria (62%) das ocorrências envolve meninas.

Desde 2019, a legislação brasileira reconhece como desaparecido qualquer “ser humano cujo paradeiro é desconhecido, não importando a causa de seu desaparecimento, até que sua recuperação e identificação tenham sido confirmadas por vias físicas ou científicas”.

Tipos de desaparecimentos

Para alguns especialistas, seria importante diferenciar as circunstâncias em que o sumiço ocorre, havendo aqueles que propõem haver ao menos três distintas categorias: o desaparecimento voluntário; o involuntário, no qual não há emprego de violência, e o forçado.

“Eu ainda trabalho com outra categoria, não muito usual, que é a do que chamamos de desaparecimento estratégico, para se referir à pessoa que desaparece para sobreviver. Caso de uma mulher que foge de um marido abusivo e de uma criança vítima de maus-tratos”, disse à Agência Brasil, a coordenadora do Observatório de Desaparecimento de Pessoas no Brasil (ObDes), da Universidade de Brasília (UnB), Simone Rodrigues, explicando que as causas do problema são “complexas e diversas”.

Dados do Mapa dos Desaparecidos no Brasil, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontam que a maior parte dos desaparecimentos acontecem entre sexta-feira e domingo.

Caso do jovem I.S.B, 10 anos, que deixou a casa do pai, o pintor Leandro Barboza, em Curitiba (PR), no dia 27 de dezembro do ano passado. O garoto foi localizado três dias depois, não muito distante, por um idoso que viu nas redes sociais o alerta de desaparecimento. Ele levou o menino para sua casa e acionou a polícia.

Segundo o pai, o menino disse ter saído para brincar com outras crianças da vizinhança. Entretido, afastou-se de casa, passou o dia todo na rua e, ao ver que já era noite, ficou com receio de apanhar.

“Isso foi o que ele me contou depois, mas a verdade é que a gente nunca sabe o que de fato se passou na cabeça da pessoa, ainda mais de uma criança”, contou Leandro à reportagem da Agência Brasil, revelando que o menino já tinha “dado um susto” semelhante na família pouco tempo antes.

“Desta vez ele disse que chegou a vir até a nossa rua mais de uma vez, mas teve medo de castigo e foi ficando pela rua. A primeira noite ele diz que dormiu sobre um papelão, atrás de um carro, não muito longe de casa. Enquanto eu estava o procurando pelo bairro, batendo de porta em porta; indo à delegacia registrar o desaparecimento”, acrescentou o pintor, lamentando o desencontro.

Ao lembrar dos dias perambulando em busca do filho, Leandro disse “não desejar isso para nenhuma mãe ou pai”.

“É uma agonia que só quem passa dá conta de dizer. Eu pensava o pior: que alguém tinha raptado meu filho; que tinham matado ele; que eu nunca mais ia vê-lo. Na primeira noite, eu tinha chegado do trabalho cansado, no fim da tarde, e fiquei quase a madrugada inteira o procurando. Só parei quando o corpo já não aguentava mais e eu não sabia mais onde procurar”.

Com o menino já seguro, em casa, ouvindo-o conceder esta entrevista, Leandro admitiu temer que o filho volte a lhe dar um novo susto. “Eu alerto sobre os riscos, digo que há crianças que, ao contrário dele, são levadas [sequestradas] e nunca mais são vistas, o aconselho a não dar ouvido às ideias erradas e digo que ele não tem motivos para fazer isso, mas, sabe como é”, explicou o pai. Ele conta que enquanto ele passa o dia trabalhando fora, a esposa (que é madrasta do menino), se desdobra para cuidar dos outros dois filhos do casal – um deles diagnosticado com autismo – e dos afazeres domésticos.

“A gente se desdobra para dar aos filhos aquilo que podemos. Cuidamos deles e procuramos os ensinar o melhor. Aí acontece algo assim e você vê nas redes sociais muita gente te criticando; chamando os pais de irresponsáveis; dizendo que você não cuida, não dá atenção”, queixou-se Leandro, concordando com a máxima popular de que se há muitos para julgar, existem poucos para ajudar.

“Até na delegacia, um policial me disse que eu e minha esposa poderíamos ser responsabilizados pelo sumiço do meu filho. Sendo que eu estava ali fazendo a ocorrência, pedindo ajuda para encontrá-lo depois de um dia inteiro trabalhando e o procurando”, lembrou Leandro, acrescentando que, de forma geral, foi bem atendido na delegacia.

Ele acrescenta que seria importante às famílias que passam pelo desaparecimento de um filho receberem o apoio de um especialista, como um psicólogo, para saber como conversar e orientar pais e filhos. O pintor disse que, por enquanto, o menino o acompanha enquanto ele trabalha.

Brasil registrou 84,7 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia

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Brasil registrou 84,7 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia

O Brasil registrou 84.760 casos de desaparecimento de pessoas em 2025. O número equivale a 232 sumiços diários e o resultado é 4,1% superior ao de 2024, quando foram registrados 81.406 desaparecimentos.Brasil registrou 84,7 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia | Cidade AC News – Notícias do AcreBrasil registrou 84,7 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia | Cidade AC News – Notícias do Acre

Os dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) indicam que nem a criação da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, em 2019, foi capaz de conter a escalada do problema. Naquele ano, foram contabilizados 81.306 ocorrências – resultado 4,2% inferior ao do ano passado. A legislação estabelece um conjunto de diretrizes e ações integradas com o objetivo de agilizar e articular a localização de pessoas desaparecidas no país, com foco na cooperação entre órgãos de segurança, saúde e assistência social.

Desde 2015 (75.916), o total de pessoas desaparecidas no Brasil só recuou em 2020 (63.151) e 2021 (67.362). Segundo especialistas, devido às restrições decorrentes da pandemia da covid-19 que, entre outras coisas, dificultaram o acesso às delegacias, ampliando a subnotificação.

“Há um consenso de que esta queda momentânea foi causada pela pandemia, pelo fato das pessoas terem que ficar em casa”, afirmou à Agência Brasil a coordenadora do Observatório de Desaparecimento de Pessoas no Brasil (ObDes), da Universidade de Brasília (UnB), Simone Rodrigues.

Pessoas localizadas

O total de pessoas localizadas também vem aumentando desde o início desta década. Em 2020, 37.561 pessoas dadas como desaparecidas reapareceram ou foram localizadas. Em 2025, este número saltou para 56.688 – alta de 51% no período e de 2% em relação a 2024, quando foram localizadas 55.530 pessoas.

De acordo com Simone, o avanço reflete tanto o crescente número de casos, quanto um aprimoramento das estratégias e ferramentas de busca.

“Tenho visto um maior empenho, principalmente nos últimos dois anos, em promover a interoperabilidade dos dados, a comunicação entre as instituições [federais, estaduais e municipais]”, disse a advogada e doutora em ciência política.

Para Simone, os dados oficiais não dão conta da real complexidade do problema. Inclusive porque, segundo ela, muitos desaparecimentos estão associados a crimes não esclarecidos. A exemplo do recente caso da corretora Daiane Alves de Souza, 43 anos, em Caldas Novas (GO).

Desaparecida em 17 de dezembro do ano passado, após ser filmada no elevador do condomínio onde morava, seu corpo foi encontrado na última quarta-feira (28), abandonado em uma área de mata, em avançado estado de decomposição. Acusado de ter cometido o crime junto com seu filho, o síndico do prédio onde Daiana morava, Cléber Rosa de Oliveira, confessou ter assassinado a corretora e indicou o local onde o corpo dela estava.

“As dinâmicas dos casos de desaparecimento são complexas e diversas. Para compreendê-las, é preciso levar em conta as várias formas de violência que muitas vezes estão envolvidas, como o feminicídio, tráfico de pessoas, trabalho análogo à escravidão, LGBTQfobia e a ocultação de cadáveres”, ponderou Simone. Ela destaca que, em muitos casos, parentes ou conhecidos das vítimas evitam ou não conseguem registrar um boletim de ocorrência.

“Em contextos envolvendo a atuação de milícias ou outros grupos criminosos, por exemplo, é comum as pessoas próximas deixarem de notificar as autoridades. Indígenas também não costumam registrar boletins de ocorrências nestes casos. Para não falarmos das pessoas em situação de rua. Daí que, mesmo que surpreendentes, os números não são fidedignos, pois há subnotificação”, pontuou Simone.

Política Nacional 

Para a coordenadora do ObDes/UnB, a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas foi uma resposta inicial importante ao problema, mas que, após quase sete anos, “ainda engatinha” no país.

“Ela está sendo implementada pouco a pouco. E já necessita de ajustes. Basta ver que o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que é o coração da política, só foi criado em 2025, com uma baixa adesão dos estados”, comentou.

De acordo com Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), os registros de ocorrência de desaparecimentos e localizações de 12 das 27 unidades da federação estão integrados ao cadastro nacional, criado sete anos após a sanção da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas para auxiliar o cruzamento de informações e apoiar as investigações. Fazem parte hoje do cadastro Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. 

“Apesar de alguns avanços, ainda é tudo muito fragmentado. Não temos uma carteira de identidade nacional e nossos dados biométricos são separados por estados, mas as delegacias não conversam entre si; o Ministério Público não conversa com outro estado. Quando se localiza um corpo, é preciso enviar cópia de suas digitais para os 27 entes da federação a fim de saber se ele tem uma carteira de identidade [emitida por outra unidade]”, explica Simone.

Segundo a especialista, ainda é comum pessoas que buscam a ajuda do Estado para localizar parentes ou conhecidos desaparecidos terem que enfrentar o “preconceito institucional” ou a falta de conhecimento adequado.

“Apesar das campanhas em sentido contrário, persiste o mito, o erro, de que é necessário esperar 24 horas ou 48 horas para registrar um desaparecimento. Além de uma série de estereótipos, principalmente em torno do desaparecimento de crianças e adolescentes, como o de que uma menina ou um menino escapou à vigilância dos pais ou responsáveis para namorar ou ir a um baile e logo vai voltar. Isso tudo acaba atrapalhando o processo de busca”.

 

Menores de idade 


São Paulo (SP) 30/08/2024 - Uma ação destinada à conscientizar a população sobre pessoas desaparecidas, foi organizada na Praça da  Sé. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

São Paulo (SP) 30/08/2024 – Uma ação destinada à conscientizar a população sobre pessoas desaparecidas, foi organizada na Praça da Sé. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

Assim como as crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, em uma busca que mobiliza centenas de pessoas e comove o país, 28% dos desaparecidos em 2025 tinham menos de 18 anos de idade. Enquanto o percentual de desaparecimentos gerais aumentou 4% entre 2024 e 2025, os casos envolvendo crianças e adolescentes saltaram 8%, passando de 22.092 a 23.919. Comparadas às ocorrências de 2019 (27.730), quando a política nacional foi instituída, o resultado do ano passado é quase 14% inferior.

Outro fato que chama a atenção é que, enquanto os homens representam 64% do total de pessoas desaparecidas em 2025, entre o público infantojuvenil, a maioria (62%) das ocorrências envolve meninas.

“Muitas dessas crianças e adolescentes estão fugindo de contextos de violência intra-familiar e, nestes casos, os agentes do Estado precisam ter a sensibilidade de não voltar a expor elas a este contexto. Ao mesmo tempo, não podem generalizar,
porque nem todos os casos são assim. Não importa a causa. O Estado tem a obrigação de buscar a qualquer pessoa desaparecida, principalmente crianças e adolescentes. Sem incorrer em estereótipos ou prejulgar o responsável que vai registrar o desaparecimento”, explica a especialista. 

Aperfeiçoamentos 

Consultado pela reportagem, o Ministério da Justiça e Segurança Pública reconheceu a subnotificação dos registros oficiais, mas ponderou que, até por isso, “o aumento de 4% em relação ao ano anterior não significa, necessariamente, um crescimento real dos casos”, afirmou em nota.

Segundo a pasta, classificar as diferentes causas dos desaparecimentos é “um desafio estatístico” que depende da “apuração minuciosa de cada caso de localização e da padronização rigorosa” das informações coletadas.

Além disso, o ministério garante que, nos últimos anos, tem se empenhado para, junto com estados e com o Distrito Federal, estruturar os pilares da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. O que inclui o lançamento do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas; a capacitação de profissionais das polícias civis; campanhas de coleta de material genético (DNA) de parentes de pessoas desaparecidas e campanhas de comunicação.

Sobre a adesão de menos da metade das unidades federativas ao Cadastro Nacional, o ministério manifestou a “expectativa de integrar os demais entes ainda no primeiro semestre de 2026”.

Polícia apura linchamento de jovem acusado injustamente de homicídio

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Polícia apura linchamento de jovem acusado injustamente de homicídio


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O jovem Deivison Andrade de Lima, de 23 anos, morreu na última segunda (26), em Ponta Grossa, no Paraná, uma semana depois de ter sido alvo de um linchamento.Polícia apura linchamento de jovem acusado injustamente de homicídio | Cidade AC News – Notícias do AcrePolícia apura linchamento de jovem acusado injustamente de homicídio | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ele foi acusado injustamente do assassinato de Kelly Cristine Ferreira de Quadros, de 42 anos. Kelly foi encontrada morta no dia 16 de janeiro, com sinais de agressão, e o responsável pelo crime foi preso e confessou o assassinato um dia após a agressão ao rapaz. 

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Deivison chegou a ser socorrido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ponta Grossa, mas não resistiu aos ferimentos causados pelo espancamento.

Em entrevista à TVCI, emissora de televisão local, a mãe do jovem, Viviane Andrade, disse que ouviu do próprio filho que ele havia sido confundido com outra pessoa. Ela conta que, na noite do dia 18 de janeiro, recebeu uma ligação da UPA porque seu filho estava lá.

“Quando eu cheguei, o meu filho ainda estava consciente e falou que três homens colocaram ele dentro de um carro e estavam levando ele para o matagal. E, na caminhada, eles falavam que ‘iam fazer com ele exatamente o que ele teria feito com essa moça’”

Um dia depois do linchamento, um homem de 43 anos foi preso em flagrante pelo assassinato e confessou que teria matado a mulher com uma pedrada em função de um desentendimento. Os dois teriam feito uso de drogas.  

Segundo o delegado que investiga o caso, Luis Timossi, o jovem não teve qualquer envolvimento com o homicídio

“Deivison não teve envolvimento com a morte da mulher. Inclusive, no caso da Kelly, um outro suspeito foi preso pela prática deste homicídio e acabou por confessar o crime”, explicou Timossi. 

A polícia abriu um inquérito para investigar a morte de Deivison, mas não confirma se já identificou os supeitos de envolvimento no linchamento, nem quantas pessoas participaram das agressões.  

“Eu espero que a justiça encontre os culpados e que eles paguem na justiça o que eles fizeram para o meu filho. Que isso não fique impune”, pede Viviane.

Justiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins

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Justiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins


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A Justiça do Trabalho inicia a partir do dia 4 ações de Justiça Itinerante com foco no acesso das pessoas que não conseguem chegar a uma vara trabalhista. O municipio escolhido como primeiro ponto de parada é Araguatins, no Tocantins. O objetivo é atender trabalhadores e comunidades em territórios remotos, como ribeirinhos, indígenas, quilombolas e populações de periferias urbanas, especialmente em exclusão digital.Justiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins | Cidade AC News – Notícias do AcreJustiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins | Cidade AC News – Notícias do Acre

A iniciativa, chamada Cidadania aqui com você, promove um mutirão de atendimentos, com orientações e recebimento de denúncias sobre questões trabalhistas; solução de conflitos na área do trabalho; emissão de documentos como carteira de trabalho, identidade, título de eleitor e orientações jurídicas diversas.

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O projeto, que se estende até o dia 8, tem parceria nas áreas federal, estadual e municipal, incluindo atendimento com médicos e dentistas, previdenciário e cerimônia de casamento coletivo. Os serviços são gratuitos. A expectativa é que o programa beneficie entre 700 a 1.000 pessoas diariamente.

“A ideia do casamento comunitário é para que as famílias possam ter uma situação regularizada perante o Estado e isso gere proteção aos filhos. A ação também é voltada à proteção da infância e adolescência com atendimento de 7 a 10 mil pessoas durante o período”, disse à Agência Brasil o coordenador do programa  e juiz auxiliar da Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), Otávio Ferreira.

Política nacional 

As ações integram a Política Nacional de Justiça Itinerante e Inclusão Digital da Justiça do Trabalho (PNJIID), aprovada pelo CSJT, em dezembro do ano passado e que determina que a itinerância passe a ter caráter obrigatório na Justiça do Trabalho em todo o território nacional.

Nas itinerâncias, magistrados e servidores da Justiça do Trabalho ficam inseridos na comunidade e à disposição dos cidadãos para, além de oferecer atendimento jurídico, prestar informações, tirar dúvidas, realizar palestras, colher sugestões. 

Araguatins, que fica na região do Bico do Papagaio, divisa do Tocantins, Pará e Maranhão, foi escolhida a partir de um processo que identificou uma série de vulnerabilidades socioeconômicas no município, o mais populoso da região.

“Fizemos um mapeamento da situaçãoe identificamos que Araguatins tem mais de 70% da mão de obra em um mercado informal, alto risco de exploração do trabalho infantil, alta possibilidade de aliciamento de pessoas para o trabalho escravo contemporâneo. Há déficit de cidadania em virtude da ausência de determinados órgãos que possam prestar serviço diretamente à população no local”, disse o coordenador.

De acordo com Ferreira, o cenário na área é de populações tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e que merece atenção do Estado. 

Primeira ação

Nesta primeira ação, juntamente com a Justiça do Trabalho, participam Exército Brasileiro, Justiça Estadual, Justiça Federal, Defensoria Pública, Ministério Público Estadual e Federal, Advocacia Geral da União, Cartórios, INSS, Caixa Econômica Federal, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. 

Além disso, representantes do Ministério do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e do INCRA também farão parte do mutirão da cidadania.

Para os atendimentos, os interessados devem levar os documentos de identificação que estiverem disponíveis, além de outros que possam auxiliar nos atendimentos jurídicos, sociais e de saúde. Na programação ainda constam palestras e momentos de escuta com alunos e professores de escolas locais e público em geral. 

A cerimônia de casamento coletivo será no dia 8 de fevereiro, pela manhã, é destinada a casais com renda de até três salários mínimos que ainda não formalizaram a união civil. 

O juiz trabalhista destacou ainda que o processo para chegar a um “verdadeiro acesso amplo e substancial à justiça”, também passa por informar as pessoas sobre seus direitos e, por isso, a importância de que a Justiça vá para os territórios.

“Isso gera na população atendida a confiança de que o Estado está presente, de que o Estado pode ser acionado. O distanciamento do Estado com a população gera situação de insegurança, de insensibilidade e falta de confiança na instituição.” 

Pelo calendário, a próxima ação do programa será em abril, no Oiapoque, no Amapá. Em maio, será a vez da região da Ilha de Marajó (Melgaço e Portel), no Pará, em maio. Em junho a itinerância vai aportar em Pacaraima, em Roraima.

Veja abaixo os atendimentos que serão oferecidos

Jurídicos

  • • Atendimentos 
  • • Formalização de pedido judicial
  • • Audiências
  • • Acompanhamento de processos
  • • Decisões

Orientações

  • • Carteira de trabalho (CTPS)
  • • Vínculo empregatício
  • • Salário mínimo
  • • Hora extra
  • • Férias 
  • • 13º salário
  • • FGTS
  • • Aviso-prévio
  • • Licenças

Saúde

  • • Atendimentos gerais com dentista 
  • • Atendimentos gerais com médico
  • Emissão e regularização de documentos
  • • Certidões de nascimento, casamento e óbito 
  • • Carteira de identidade
  • • Carteira de trabalho 
  • • Título de eleitor

INSS

  • • Perícias
  • • Atendimento Previdenciário
  • Receita Federal
  • • Orientações sobre Imposto de Renda
  • • Emissão e regularização de CPF
  • • Cadastro e atualização no CadÚnico

Incra e MDA

  • • Emissão de CAF (Cadastro Nacional de Agricultura Familiar)
  • • Serviços financeiros do Pronaf e Desenrola, com Basa e Caixa
  • • Regularização de lotes em projetos de assentamento e emissão de Contratos de Concessão de Uso
  • • Atualização cadastral de beneficiários da reforma agrária
  • • Realização de vistorias ocupacionais de lotes
  • • Informações sobre créditos de instalação
  • • Orientação para  procedimentos de titulação
  • • Esclarecimentos sobre políticas públicas executadas pelo INCRA no âmbito da reforma agrária.

Como participar

As equipes dos diversos órgãos estarão na escola Estadual de Tempo Integral Professora Oneide da Cruz Mousinho de 4 a 8 de fevereiro, das 8h às 17h.  

Polícia prende piloto acusado de espancar jovem em Brasília 

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Polícia prende piloto acusado de espancar jovem em Brasília 


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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta sexta-feira (30) o empresário e piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, em Brasília.Polícia prende piloto acusado de espancar jovem em Brasília  | Cidade AC News – Notícias do AcrePolícia prende piloto acusado de espancar jovem em Brasília  | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ele é acusado de agredir um adolescente de 16 anos, durante uma briga ocorrida na semana passada, no bairro de Vicente Pires, na capital federal. O desentendimento ocorreu por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima.

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O jovem agredido foi gravemente ferido e está internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Águas Claras, onde segue em estado de coma. 

O empresário chegou a ser preso um dia após a agressão, mas pagou fiança de R$ 24 mil e passou a ser responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade.

Após o episódio, Turra também foi desligado da Fórmula Delta, competição de automobilismo na qual atuava como piloto.

Nova prisão 

A nova prisão foi autorizada pela Justiça após a polícia apresentar provas de que Basso está envolvido em outros casos de agressão. Em um deles, ele teria usado um taser (arma de choque) contra uma adolescente de 17 anos para obrigá-la a ingerir bebida alcoólica durante uma festa.  

Além disso, um homem compareceu à delegacia para informar que também foi agredido pelo piloto em junho do ano passado. 

Outro lado

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Pedro Turra. O advogado Eder Fior disse que pretende se manifestar sobre a prisão após a audiência de custódia prevista para às 14h deste sábado (31). 

Na semana passada, Turra prestou depoimento à Polícia Civil e disse que tentou evitar a briga, mas a vítima desferiu um soco nele. Ao revidar, o jovem bateu a cabeça na lataria de um carro que estava próximo do local da briga. 

“Minha intenção não foi machucar ele, mas apartar a briga, porque ele não estava parando, ele estava me batendo também”, afirmou.

Moraes autoriza Bolsonaro a receber visita de aliados na prisão

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Moraes autoriza Bolsonaro a receber visita de aliados na prisão


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (30) o ex-presidente Jair Bolsonaro a receber a vista de aliados na prisão.Moraes autoriza Bolsonaro a receber visita de aliados na prisão | Cidade AC News – Notícias do AcreMoraes autoriza Bolsonaro a receber visita de aliados na prisão | Cidade AC News – Notícias do Acre

No dia 18 de fevereiro, os senadores Bruno Bonetti (PL-RJ) e Carlos Portinho (PL-RJ) poderão visitar o ex-presidente.

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As visitas dos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sanderson (PL-RS) foram autorizadas no dia 21 de fevereiro.

No dia 15 de janeiro, Moraes determinou a transferência de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar tentativa de golpe de estado.

O ministro também autorizou que o ex-presidente receba atendimento médico particular e permitiu o deslocamento a hospitais em caso de emergência. Bolsonaro também está autorizado a receber refeições especiais na prisão. 

TSE recebe até esta sexta sugestões para regras das eleições 2026

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TSE recebe até esta sexta sugestões para regras das eleições 2026


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Esta sexta-feira (30) é o último dia para enviar ao Tribunal Superior Eleitoral sugestões que possam melhorar as regras das Eleições 2026. As contribuições devem ser encaminhadas até as 23h59 de hoje, por meio do formulário eletrônico disponível no portal da corte: tse.jus.br. As versões iniciais das regras também estão no site para consulta.TSE recebe até esta sexta sugestões para regras das eleições 2026 | Cidade AC News – Notícias do AcreTSE recebe até esta sexta sugestões para regras das eleições 2026 | Cidade AC News – Notícias do Acre

Pessoas físicas e jurídicas, incluindo partidos políticos, entidades públicas e privadas, além de associações profissionais e acadêmicas, podem participar com propostas.

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Entre os dias 3 e 5 de fevereiro, o TSE vai realizar audiências públicas para discutir as normas com a sociedade. As audiências serão presenciais e por videoconferência, com até duas horas de transmissão ao vivo no canal da Justiça Eleitoral no YouTube e, também, na TV Justiça.  

No dia 3, às 10 da manhã, começam os debates sobre pesquisas eleitorais, auditoria e fiscalização, sistemas eleitorais e atos gerais do processo eleitoral. No mesmo horário, no dia 4, será discutido o registro de candidaturas, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha e a prestação de contas.  

E, às 11h no dia 5, o debate será sobre propaganda eleitoral, representações e reclamações, ilícitos eleitorais, transporte para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida e a unificação das normas para o cidadão nas eleições.  

IML realiza procedimentos periciais em aldeia indígena após morte de agente de saúde em acidente fluvial em Sena Madureira

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IML realiza procedimentos periciais em aldeia indígena após morte de agente de saúde em acidente fluvial em Sena Madureira

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), com atuação do Instituto Médico Legal (IML) e apoio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), realizou, nesta sexta-feira, 30, todos os procedimentos periciais no local de residência do agente de saúde indígena Isaias Salomão Manchineri, que veio a óbito em um acidente fluvial ocorrido na zona rural de Sena Madureira, no interior do Acre, em uma região de difícil acesso, nas proximidades da fronteira com o Peru.

IML realiza procedimentos periciais em aldeia indígena após morte de agente de saúde em acidente fluvial em Sena Madureira | Cidade AC News – Notícias do Acre
IML atua de forma excepcional em aldeia indígena de Sena Madureira, realizando todos os procedimentos periciais no local após acidente fluvial no rio Iaco. Foto: cedida

O acidente aconteceu no rio Iaco, quando a vítima viajava em uma canoa e, durante o trajeto, um barranco cedeu às margens do rio, provocando a queda de uma árvore de grande porte sobre a embarcação, em decorrência de um desmoronamento. O impacto foi fatal.

Diante das dificuldades de acesso à localidade e das condições adversas do tempo, uma equipe do IML se deslocou de Rio Branco por volta das 9h, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), até a Aldeia Santa Cruz. No local, foi montada uma estrutura provisória para a realização de todos os procedimentos periciais necessários.

De forma excepcional, os exames foram realizados integralmente na própria comunidade, sem a necessidade de remoção do corpo ou de exames complementares, possibilitando a liberação imediata à família. A medida respeitou tanto os protocolos legais quanto as particularidades culturais da comunidade indígena, além de garantir celeridade e dignidade no atendimento.

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IML e CIOPAER atuando lado a lado com a comunidade indígena da Aldeia Santa Cruz, em Sena Madureira. Foto: cedida

Segundo o diretor do Instituto Médico Legal, Dr. Ítalo Maia, a atuação seguiu rigorosamente os critérios técnicos e humanos exigidos pela situação. “Diante das condições de difícil acesso, do mau tempo e da localização remota da comunidade, o Instituto Médico Legal adotou um procedimento excepcional, montando toda a estrutura necessária no próprio local onde a vítima residia. Essa atuação garantiu que todos os exames periciais fossem realizados com segurança, legalidade e respeito à família e à cultura da comunidade indígena, permitindo a liberação imediata do corpo, sem a necessidade de remoção ou exames complementares”, destacou.

Após a conclusão dos trabalhos periciais e a liberação do corpo aos familiares para a realização dos ritos fúnebres, a equipe do IML, com apoio do Ciopaer, retornou à capital por volta das 16h.

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