DETALHES DA PARTIDA
Governo e prefeitura promovem ação social itinerante no bairro São Francisco, em Mâncio Lima
O governo do Estado e a Prefeitura de Mâncio Lima realizaram neste sábado, 1º, uma ação itinerante voltada ao fortalecimento das políticas públicas e ao atendimento direto às famílias do município. A iniciativa teve a participação de algumas secretarias estaduais, dentre elas a Secretaria da Mulher (Semulher), que levou atendimentos e serviços de proteção e orientação às mulheres da comunidade.

Um dos pontos de maior importância no evento foi o “Vestuário Social”, iniciativa do Programa Juntos pelo Acre, que distribuiu gratuitamente kits de roupas e itens essenciais para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A ação garantiu acolhimento, dignidade e mais qualidade de vida aos moradores atendidos.
Para Maria de Fátima Vasconcelos, moradora que recebeu seu kit de roupas, o projeto chegou em boa hora. “Fiquei muito feliz com esse apoio. Nem sempre a gente tem condições de comprar o que precisa, e hoje saio daqui mais confiante e agradecida”, celebrou.

A gestora da Semulher, Anne Monteiro, reiterou o comprometimento do governo em ampliar o alcance das políticas voltadas ao público feminino. “Estamos chegando cada vez mais perto das mulheres que mais precisam. Nosso objetivo é garantir direitos, proteção, oportunidades e serviços que reforcem o protagonismo feminino em todo o Acre”, destacou.

O prefeito de Mâncio Lima, Zé Luís, ressaltou a união de esforços entre as instituições como fundamental para levar benefícios concretos à população. “Quando governo do Estado e prefeitura trabalham juntos, quem ganha é o povo. Essa ação mostra que estamos no caminho certo, cuidando de quem mais precisa e ajudando nossa cidade”, afirmou.
The post Governo e prefeitura promovem ação social itinerante no bairro São Francisco, em Mâncio Lima appeared first on Noticias do Acre.
O “Boa Noite” que virou Boa Sorte

Coluna do Ton — Cidade AC News

Willian Bonner despediu-se da bancada como quem desliga o modo “narrador automático” da própria biografia.
Saiu. De terno, sorriso travado e alma em modo soneca.
O homem do “boa noite” eterno agora se despede do país que já tinha ido dormir há muito tempo.
Durante anos, ele acreditou que falava com o Brasil. Mas a verdade é que falava com o teleprompter — aquele vidro mágico que lhe soprava as certezas e o impedia de pensar alto.
E quando o vidro apagou, o feitiço também quebrou.
Restou só ele, o estúdio vazio e uma equipe de bastidores fingindo emoção.
Os telespectadores cansaram primeiro que ele — Bonner é que não notou.
Achava que ainda era ouvido, quando, na verdade, já dava “boa noite” pro reflexo do próprio cansaço.
Talvez ninguém tenha tido coragem de avisar que do outro lado da tela não tinha mais ninguém.
E quando percebeu, se deu as contas. Literalmente.
Sem o teleprompter, fala o que quer — e fala cada besteira que parece improviso de elevador.
Talvez precise de um modelo de bolso, acoplado ao celular, pra lembrar-lhe que opinião sem roteiro é tiro no pé.
E saiu azedo.
Não como quem encerra um ciclo bonito, mas como quem perde o roteiro da própria importância.
Levou com ele o resto de credibilidade que a mídia nacional ainda fingia ter — aquele fiapo cansado que pendia entre o “ao vivo” e o “gravado”.
Agora, o que sobrou é só eco: manchete sem alma, notícia sem voz e público sem fé.
Mas se a emissora quisesse dar um toque de humor, dava pra fazer melhor.
Podia ter chamado o Bial pra anunciar a saída.
Imagina a cena: luz baixa, trilha de reality show, plateia invisível — e Bial entrando com aquele tom de sabedoria de bar:
“Está na hora de sair, Bonner… o mundo real te espera.”
E na sequência, o bordão:
“Vem pra cá, Willian Bonner!”
O país inteiro ia parar pra ver.
Um ex-âncora despedindo outro, ao vivo, no reality da própria decadência.
Um “brother” ruim, um “boa noite” sem ibope, e o Brasil trocando de canal — outra vez.
No fim, é isso.
O “boa noite” virou “boa sorte”.
E a TV continua no automático, esperando o próximo rosto pra narrar o vazio.
📍 Coluna do Ton | Cidade AC News
🔗 Leia também
- O “Mestre dos Magos” do Acre, Binho Marques, ressurge nas redes.
- Política do Acre: não se herda — se conquista e se prova
🌐 Fonte externa DoFollow:
Estudo da Universidade de Oxford sobre confiança na mídia global
📲 Contato: [email protected]
🎙️ Rádio Cidade FM 107.1 — Cidade Play
📍 Rio Branco — Acre | acre jornal, jornais do acre
Messi ou CR7? Veja quem deve fazer o milésimo gol antes e entenda projeções
(UOL/FOLHAPRESS) – Lionel Messi e Cristiano Ronaldo seguem em contagem regressiva rumo à marca de mil gols. Quem deve chegar ao milésimo primeiro?…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Com lombalgia, ‘novo João’ deve voltar só em janeiro como cabeça-de-chave na Austrália
(FOLHAPRESS) – As dores nas costas que incomodaram João Fonseca nos últimos dias levaram o tenista brasileiro a anunciar que não jogará mais na tem…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Celtics vencem 76ers com ajuda de Neemias. Bulls e Spurs fazem história
Os Boston Celtics venceram o Philadelphia 76ers por 109 a 108, na madrugada deste sábado (1º), em um jogo equilibrado que contou com mais uma boa a…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Goiás e Athletico-PR fazem duelo direto por acesso na Série B em dia de briga de opostos
A emoção vai tomar conta da 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro neste sábado, quando dois jogos dão sequência à reta final da competição…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Cidade Partida, Coração Inteiro

A operação policial no Rio de Janeiro divide opiniões, mas a maioria apoia a ação. Entenda o medo, o custo e a rotina de quem vive entre o caveirão e o caos — acre jornal.

📍 Rio de Janeiro – RJ | Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
Cidade Partida, Coração Inteiro – A pátria do medo
O Rio amanhece de farda.
As janelas se abrem como se abrissem trincheiras.
Lá fora, o sol tenta dourar a bala, mas o chumbo vence.
Sete em cada dez cariocas dizem “sim” à polícia.
Não por orgulho — por medo.
É o povo que aplaude o tiro porque nunca recebeu o aplauso da justiça.
Até quem votou em Lula agora sussurra:
“Tem que descer o caveirão.”
Não por amor à guerra — por fome de paz.
O pão e o fuzil
O carioca compra pão com o mesmo olhar de quem entra em zona de guerra.
Cada esquina tem um altar invisível, onde mães rezam por filhos vivos.
E cada casa é uma fortaleza financiada com o salário do medo:
muros altos, câmeras, portões elétricos, alarmes que não tocam, mas gritam em silêncio.
Os ricos blindam carros.
Os pobres blindam o peito.
E todos, ricos e pobres, desaprendem a viver.
A esquerda cala, a direita sorri, o povo sangra
A esquerda discursa sobre humanidade.
A direita distribui medalhas.
E o povo, entre uma lágrima e uma bala perdida, só quer atravessar a rua.
Quem pode fala de “excesso”.
Quem não pode, fala de “luto”.
E o Rio continua refém de dois exércitos:
um sem farda e outro sem alma.
O retrato do abandono
O que se sabe até agora?
Que a favela apoia o fuzil porque nunca conheceu o livro.
Que o Estado entra uma vez por mês — e o tráfico, todos os dias.
Que a infância do Rio aprende a distinguir estampido de fogos e de bala
antes de aprender a ler.
E que o silêncio de uma mãe na laje vale mais do que mil discursos no plenário.
Cidade Partida, Coração Inteiro: a pátria que ainda sonha
Bilac escreveu sobre o amor à pátria.
Mas que pátria é essa que mata seus filhos e chama de limpeza?
Que celebra o caveirão e esquece o professor?
Que transforma a bala em oração e o medo em rotina?
O Rio continua lindo — mas é um belo de luto,
um cartão-postal com cheiro de pólvora.
E se o povo aplaude o tiro,
é porque ainda crê que o som da bala
é menos doloroso que o silêncio da omissão.
✍️ Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
📱 Baixe os apps do grupo: Apple Store | Android Store
🔗 Leia em: https://cidadeacnews.com.br
🎧 Rádio ao vivo: https://www.radiocidadeac.com.br
📍 Editorial Institucional — Cidade AC News
Global Citizen Amazônia levanta show e dúvidas sobre gastos públicos

Global Citizen Amazônia transparência sem dados oficiais, evento milionário deixa vazio na transparência do Pará

📍 Belém — PA ⏱ Leitura: 4 min
Global Citizen Amazônia transparência é o tema que domina o pós-festival em Belém (PA). Realizado neste sábado (1º) no estádio Mangueirão, o evento que reuniu Anitta, Chris Martin e Gilberto Gil terminou sem o básico que se espera de qualquer parceria com poder público: clareza sobre os gastos. Nenhum órgão estadual divulgou até agora quanto foi gasto com estrutura, segurança, logística e uso do estádio, levantando dúvidas sobre a aplicação de recursos.
Festa global, contas locais
O megafestival Global Citizen Amazônia reuniu estrelas e discursos de mudança, mas deixou sem resposta quanto custou ao Pará. Nenhum contrato, gasto ou convênio foi divulgado até agora. O evento expõe o déficit de transparência e reforça a importância da Lei de Acesso à Informação.
Belém virou vitrine internacional por um dia. O festival gratuito, transmitido pela Globo, Multishow e Globoplay, contou com patrocínio do Banco do Brasil e apoio do governo estadual.
Mas ao contrário de outros grandes eventos, não há registro público de contratos, convênios ou empenhos relacionados ao festival no Diário Oficial do Estado nem no Portal da Transparência do Pará.
Sem esses dados, o público não sabe se o aluguel do Mangueirão foi pago, se o Estado arcou com energia, limpeza, segurança e ambulâncias, ou se houve isenção de taxas.
Pela Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), todos os atos administrativos com uso de recurso público devem ser tornados públicos.
O que se sabe até agora
-
Ingressos gratuitos, limitados a moradores de Belém via app Global Citizen.
-
Banco do Brasil como apresentador oficial.
-
Nenhum contrato público publicado até o momento.
-
Produção internacional com Re:wild e Teneo.
-
Estrutura de megafestival: palco, telões, logística e transmissão global.
Sem cifras, o evento se torna um marco cultural cercado por silêncio contábil.
Perguntas que o público merece ver respondidas
-
Quanto custou o uso e a montagem no Mangueirão?
-
Houve cachês pagos com dinheiro público?
-
Quais secretarias participaram formalmente da produção?
-
O Estado do Pará arcou com diárias, hospedagem ou transporte?
-
Quem assinou os termos de cooperação e quais valores estão envolvidos?
A lacuna da transparência
A Global Citizen divulga relatórios de “impacto social”, mas não detalha custos operacionais.
No Pará, o silêncio institucional amplia a dúvida. Até 1º de novembro, nenhum documento estava publicado sobre valores, contratos ou fornecedores.
Especialistas em controle público afirmam que cessão de espaço, isenção ou apoio logístico já configuram uso de recurso público e exigem divulgação completa.
“Quando há apoio estrutural do Estado, a transparência não é opcional — é obrigatória”, diz um auditor consultado pela reportagem.
O que diz a lei
A Lei de Acesso à Informação (art. 8º, §1º, IV) obriga órgãos públicos a divulgar “informações sobre repasses e transferências de recursos financeiros”, inclusive quando indiretos.
O descumprimento pode gerar responsabilização administrativa e ação de improbidade.
FAQ — Perguntas frequentes
O evento teve verba pública confirmada?
Não há documentos publicados comprovando repasses.
O festival arrecadou recursos?
A Global Citizen atua com doações, mas não divulgou planilha financeira do evento de Belém.
Quem pode divulgar os gastos?
Governo do Pará, Secult, Seel, Segup e Administração do Mangueirão.
Quanto pode ter custado?
Eventos semelhantes no Brasil costumam ultrapassar R$ 10 milhões em estrutura, segurança e logística.
🌍 Resumo — O que é a Global Citizen
A Global Citizen é uma plataforma mundial de ação social criada para acabar com a pobreza extrema e defender o planeta. Reúne milhões de pessoas, artistas, governos, empresas e instituições que acreditam que um mundo mais justo é possível quando há mobilização coletiva e ações concretas.
Ser um Global Citizen é acreditar que a pobreza pode ser erradicada, entender as desigualdades raciais, econômicas e sociais que a sustentam e agir de forma sustentável para superá-las. A organização nasceu em 2008, tem sede em Nova York e escritórios em vários países, incluindo África do Sul, Nigéria, Alemanha e Reino Unido.
A plataforma promove:
-
Campanhas e mobilizações globais;
-
Eventos e transmissões que unem cultura pop e política;
-
Prêmios e apoio a empreendedores sociais;
-
Parcerias com marcas e artistas para inspirar engajamento.
Com o lema “Derrote a pobreza. Defenda o planeta.”, a Global Citizen atua em duas frentes principais:
-
Erradicação da pobreza extrema (que ainda afeta mais de 700 milhões de pessoas);
-
Proteção do meio ambiente, destacando que os mais pobres são os que mais sofrem com as mudanças climáticas.
O movimento parte de uma ideia central: quando milhões de vozes se unem, governos e empresas são pressionados a agir — e pequenas ações individuais podem gerar impactos globais duradouros.
Conclusão
O Global Citizen Amazônia foi um marco artístico e ambiental, mas também um teste de transparência.
Em tempos de responsabilidade fiscal, a arte não pode brilhar às custas do silêncio.
📢 Cidadão, cobre as respostas.
Acesse o Portal da Transparência do Pará, protocole pedidos de informação e compartilhe esta reportagem para que o dinheiro público — se houve — tenha nome, nota e valor.
Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
🎙️ Jornalista multimídia | Editor-chefe do Cidade AC News
📩 contato: [email protected]
📱 Baixe os apps oficiais:
App Apple Store | App Android Store
🌐 Leia mais: https://cidadeacnews.com.br
📻 Rádio Ao Vivo: https://www.radiocidadeac.com.br
📰 Editorial Institucional — Cidade AC News
O Cidade AC News reafirma seu compromisso com o jornalismo público, ético e transparente, exercido com clareza, velocidade e confiança.
Nosso papel é informar com precisão, questionar com responsabilidade e defender o interesse coletivo em cada matéria publicada.
Acreditamos que a transparência é o alicerce da democracia e que todo cidadão tem o direito de saber como e onde o dinheiro público é aplicado.
Seguimos firmes em nossa missão: ser a voz da verdade do Acre para o Brasil e do Brasil para o mundo.
📍 Cidade AC | News — Rio Branco — Acre / Brasil
Polícia Civil do Acre realiza palestra sobre crime organizado para a Polícia Nacional da Bolívia e reforça cooperação na fronteira

A Polícia Civil do Acre (PCAC) ministrou uma palestra com o tema “Organização Criminosa” para integrantes da Polícia Nacional da Bolívia, na última sexta-feira, 31, em um encontro voltado ao alinhamento de informações de inteligência e ao fortalecimento do combate à criminalidade organizada na fronteira entre Brasil e Bolívia.
Integração entre forças policiais do Brasil e Bolívia reforça combate ao crime na fronteira. Foto: cedidaA iniciativa faz parte da estreita cooperação entre as forças policiais dos dois países, que já tem rendido resultados expressivos, como a elucidação do homicídio do professor Régis e a entrega de diversos foragidos da justiça brasileira pelas autoridades bolivianas.
O evento reuniu altos oficiais da Polícia Nacional da Bolívia que atuam no Departamento de Pando, além de membros da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC) e do Grupo Delta, unidade especial de resposta rápida. Durante a palestra, foram discutidos aspectos operacionais e estratégicos relacionados à atuação das organizações criminosas transnacionais, destacando-se a importância do compartilhamento de informações e da integração entre as forças de segurança.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou o compromisso do governo do Estado no enfrentamento à criminalidade na região de fronteira. “A gestão do governador Gladson Camelí tem se comprometido com o combate ao crime organizado, em especial na atuação das facções na fronteira, havendo grande troca de informações entre a Polícia Civil e a Polícia Nacional da Bolívia”, destacou o delegado-geral.
O delegado de Polícia Civil e diretor de Inteligência, Nilton César Boscaro, reforçou a relevância da integração entre as forças policiais dos dois países para conter o avanço das facções. “A atuação das organizações criminosas afeta diretamente a segurança da fronteira dos dois países, sendo extremamente necessária essa permanente troca de informações de inteligência, o desencadeamento de operações e as atuações conjuntas nas investigações criminais”, enfatizou Boscaro.
A PCAC reforça que seguirá fortalecendo a cooperação internacional com as autoridades bolivianas, visando garantir mais segurança à população fronteiriça e enfraquecer as estruturas das organizações criminosas que atuam na região.
The post Polícia Civil do Acre realiza palestra sobre crime organizado para a Polícia Nacional da Bolívia e reforça cooperação na fronteira appeared first on Noticias do Acre.




