quarta-feira, 4 março, 2026
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Audiência na Aleac debate segurança e políticas públicas voltadas ao ciclismo acreano

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Audiência na Aleac debate segurança e políticas públicas voltadas ao ciclismo acreano

Audiência na Aleac debate segurança e políticas públicas voltadas ao ciclismo acreano | Cidade AC News – Notícias do Acre

A Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) realizou, na manhã desta segunda-feira (3), uma audiência pública para discutir as políticas públicas voltadas à mobilidade urbana e a aplicação da Política Nacional de Mobilidade Urbana no estado, com foco especial nas demandas dos ciclistas acreanos. O encontro, fruto do requerimento nº 116/2025 apresentado pelo deputado estadual Afonso Fernandes (PL), reuniu autoridades, representantes de órgãos de trânsito, associações de ciclistas e sociedade civil no plenário do Poder Legislativo.

O deputado Afonso Fernandes abriu a audiência pública destacando a importância do diálogo permanente entre o poder público e a sociedade civil sobre temas de grande relevância social. Em seu pronunciamento, o parlamentar ressaltou que a Aleac tem promovido debates sobre diversos temas que impactam a população, como o feminicídio, assunto debatido recentemente na Casa, e agora a segurança dos ciclistas. “Temos visto, no dia a dia, tragédias que envolvem ciclistas em todo o país, e precisamos buscar juntos formas de garantir mais segurança para esses praticantes. Essas audiências servem justamente para atrair a atenção das autoridades responsáveis pela mobilidade urbana, tanto em Rio Branco quanto nos demais municípios do Acre”, enfatizou.

Em continuação à sua fala, o deputado ressaltou que a audiência também marca um momento de valorização e reconhecimento do ciclismo acreano, movimento que cresce e se consolida como símbolo de saúde, mobilidade e cidadania. “Esta sessão solene é mais do que uma homenagem, é um ato de compromisso com as políticas públicas voltadas à segurança, à inclusão e ao respeito ao ciclismo no nosso estado”, afirmou. O parlamentar destacou ainda, que o ciclismo deixou de ser apenas uma prática esportiva para se tornar parte de uma pauta global de desenvolvimento sustentável, contribuindo para a redução da poluição, a melhoria da mobilidade urbana e o fortalecimento da convivência comunitária. Em seu pronunciamento, Afonso Fernandes anunciou a apresentação do Projeto de Lei nº 126/2025, que altera a Lei nº 4.298/23 e institui oficialmente o Dia Estadual do Ciclista, celebrado em 19 de agosto, em consonância com a Lei Federal nº 13.508/2017. Segundo ele, a proposta busca ir além de uma data comemorativa, criando o Mês Estadual do Ciclismo, com campanhas educativas, atividades esportivas e ações permanentes de conscientização e segurança no trânsito.

Audiência na Aleac debate segurança e políticas públicas voltadas ao ciclismo acreano | Cidade AC News – Notícias do Acre

A diretora do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AC), Taynara Martins Barbosa, iniciou sua fala agradecendo o convite e destacando a importância da parceria entre os órgãos públicos e a sociedade para fortalecer as ações de segurança no trânsito. Agestora lembrou que o Dia Nacional do Ciclista é celebrado em 19 de agosto e parabenizou a Aleac pela iniciativa de instituir também o Dia Estadual do Ciclista. “Como representante do Departamento de Trânsito, faço questão de estar presente em audiências como esta, para prestar esclarecimentos e reforçar que estamos à disposição para avançar ainda mais. Essa é uma engrenagem: o Detran sozinho não consegue resolver todas as demandas, mas, junto com a Aleac, a PRF, a RBTrans, o Deracre e todos os demais parceiros, podemos fazer muito mais, todos os dias um pouco”, afirmou.

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RBTrans apresenta diagnóstico e planos para revitalização da malha cicloviária de Rio Branco

Representando a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), o coordenador de Acessibilidade e Mobilidade Urbana, Rômulo Ariel, destacou durante a audiência pública que o município de Rio Branco conta atualmente com uma malha cicloviária de aproximadamente 89 quilômetros, sendo 79 sob responsabilidade da gestão municipal. Ele explicou que há um plano de revitalização em andamento para melhorar as condições das ciclovias e ciclofaixas da capital, reconhecendo as dificuldades estruturais e a necessidade de investimentos contínuos. “Sabemos que há uma carência grande de revitalização e pavimentação das nossas ciclovias, mas não depende apenas da RBTrans. Trabalhamos em conjunto com a Seinfra e a Emurb, responsáveis pela implantação e sinalização horizontal e vertical, e colocamos sempre o ciclista como prioridade”, afirmou.

O representante da RBTrans também ressaltou os desafios enfrentados na implantação de ciclovias em novos empreendimentos urbanos e condomínios particulares, lembrando que essa exigência está prevista no Código de Trânsito Brasileiro e nas normas de classificação viária. Segundo ele, é preciso mudar a mentalidade de que construir ciclovias é um gasto desnecessário. “Muitos questionam o porquê de incluir ciclovias nos projetos, mas é uma obrigação técnica e legal. Nosso desafio é mostrar que o espaço do ciclista precisa ser respeitado e que investir em mobilidade cicloviária é investir em segurança, qualidade de vida e sustentabilidade para a cidade”, concluiu.

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PRF alerta para aumento de acidentes com ciclistas e defende mais conscientização nas rodovias

O chefe do Grupo de Educação para o Trânsito da Polícia Rodoviária Federal no Acre (PRF/AC), Ezequiel Moura, participou da audiência pública destacando a relevância do tema e parabenizando a Assembleia Legislativa pela iniciativa de discutir a segurança dos ciclistas nas rodovias. Ele explicou que, além da função de fiscalização, a PRF desenvolve ações educativas voltadas à conscientização dos condutores e ciclistas, por meio do projeto “Ação Pedal Legal”, que orienta sobre boas práticas e condutas seguras no trânsito. “Nós levamos aos participantes, informações sobre como o ciclista deve se comportar na via, suas responsabilidades, mas também reforçamos o papel dos motoristas e caminhoneiros, que muitas vezes representam maior risco para os ciclistas”, afirmou.

Durante sua fala, Ezequiel Moura apresentou dados que revelam a preocupação da instituição com os índices de acidentes envolvendo ciclistas no Acre. Segundo ele, em 2023 foram registrados 13 acidentes e, em 2024, outros 12, totalizando 37 ocorrências nos últimos anos, sendo quatro delas com mortes. “Esses números, que podem parecer pequenos, representam vidas e refletem a urgência de medidas preventivas. Muitas vezes, esses acidentes decorrem não apenas da falta de infraestrutura, mas também do comportamento humano, da falta de respeito e de consciência no trânsito”, destacou. O representante da PRF reforçou ainda a necessidade de melhorias na sinalização e na iluminação das rodovias, especialmente durante a noite, período em que há maior circulação de ciclistas e, consequentemente, maior vulnerabilidade.

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Presidente da Federação Acreana de Ciclismo faz apelo por respeito e segurança nas estradas”

O presidente da Federação Acreana de Ciclismo, Tuxaua Marques, emocionou os presentes ao relatar as dificuldades enfrentadas pelos atletas que praticam o esporte no estado. Ele iniciou agradecendo ao deputado Afonso Fernandes pela realização da audiência e aos órgãos parceiros, como o Detran e a RBTrans, pelo apoio nas competições. “Tem sido um grande desafio realizar provas no Acre. Nossos atletas estão cansados de competir apenas em circuitos fechados; eles sonham com provas de estrada, mas isso exige uma responsabilidade imensa, porque são mais de 100 quilômetros de percurso e muitos riscos envolvidos”, afirmou.

Em um relato comovente, Tuxaua compartilhou experiências pessoais que ilustram a vulnerabilidade dos ciclistas nas rodovias. “Há 15 dias, durante um treino, um motorista passou muito perto de mim e, ao tentar me defender com palavras, ele parou o carro e puxou uma arma, perguntando se eu queria morrer. Isso mostra o quanto o desrespeito tem crescido”, contou. O dirigente também prestou homenagem ao jovem ciclista Maurinho, morto em um acidente, e pediu que os pais do atleta, presentes à sessão, fossem aplaudidos de pé. “O Maurinho era um garoto de 18 anos, cheio de sonhos, que foi para São Paulo tentar uma vida melhor por meio do ciclismo. Ele se tornou um atleta promissor, disciplinado e exemplo para muitos. A dor da sua perda representa a luta de todos os ciclistas acreanos por mais respeito e segurança nas estradas”, concluiu.

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Mãe de ciclista faz discurso emocionado e pede justiça pela morte do filho

Durante a audiência, uma mãe ciclista fez um discurso emocionado ao relembrar a perda do filho Maurinho, também ciclista, morto em um acidente enquanto pedalava. Ela contou que não fala apenas por si, mas por todas as mães e famílias que perderam pessoas queridas no trânsito. “A minha dor não é só minha, é de várias mães, pais e irmãos que perderam quem amavam. Educação no trânsito começa na escola. Um aluno do Detran sai de lá sabendo a distância que deve manter de um ciclista, mas muitos não respeitam. A lei existe, a multa existe, mas o que vale uma vida diante de R$130 e quatro pontos na carteira? ”, questionou.

Com a voz embargada, ela contou que o motorista que matou seu filho não sofreu qualquer punição e continuou dirigindo normalmente no dia seguinte. “Meu filho tinha 18 anos, era atleta, o primeiro da categoria dele a ganhar uma medalha de ouro no Nordeste. Ele sonhava alto, e eu deixei ele seguir esse sonho porque queria vê-lo feliz. Hoje, peço que lutem pela vida, porque a vida precisa ter valor”, declarou, sob forte comoção do público presente.

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Afonso Fenandes destaca encaminhamentos e lamenta ausência de órgãos responsáveis na audiência

Encerrando a audiência, o deputado Afonso Fernandes reafirmou o compromisso de transformar as discussões em ações práticas que resultem em melhorias reais para a mobilidade urbana e a segurança dos ciclistas. Ele destacou que todas as propostas apresentadas serão analisadas e encaminhadas aos órgãos competentes. “Tudo o que foi dito será encaminhado, porque não basta registrar e guardar numa gaveta. Precisamos agir para resolver os problemas que foram apresentados”, declarou.

O parlamentar lamentou a ausência de um representante do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que havia sido convidado, mas não compareceu. “Fica aqui nossa tristeza pela ausência de órgãos, que são responsáveis pelas rodovias do Estado. Mesmo assim, vamos encaminhar o resumo desta audiência para que tomem conhecimento do que foi discutido”, afirmou. Ao final, agradeceu à Federação Acreana de Ciclismo, em nome do Dr. Charles, e a todos que participaram do debate, reforçando que o tema merece atenção contínua e compromisso conjunto.

A mobilidade urbana é um dos principais desafios das cidades modernas e envolve a integração entre transporte público, ciclovias e segurança viária. De acordo com o Ministério das Cidades, o uso da bicicleta como meio de transporte cresce em todo o país, e políticas públicas voltadas à infraestrutura cicloviária contribuem para a redução de emissões de gases poluentes, melhoria da saúde da população e diminuição do tráfego urbano. No Acre, o debate busca ampliar essas políticas e garantir mais segurança e acessibilidade para os ciclistas.

Texto: Andressa Oliveira

Fotos: Agência Aleac

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AC/DC anuncia show único no Brasil em fevereiro de 2026

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AC/DC anuncia show único no Brasil em fevereiro de 2026

A banda australiana AC/DC anunciou no início da tarde desta segunda-feira (3) que irá se apresentar no Brasil no próximo ano, no dia 24 fevereiro.

Por Jornal Portal do Paraná em 03/11/2025 às 14:00:38

AC/DC anuncia show único no Brasil em fevereiro de 2026 | Cidade AC News – Notícias do Acre

Prefeitura de Rio Branco participa de pesquisa da FGV e consolida avanços na Agenda Climática Municipal

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Prefeitura de Rio Branco participa de pesquisa da FGV e consolida avanços na Agenda Climática Municipal

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), participou nessa quinta-feira (30) de uma pesquisa conduzida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que busca compreender como as cidades brasileiras têm lidado com eventos climáticos extremos, como enchentes, secas e deslizamentos.

Em entrevista concedida à FGV, a secretária municipal de meio ambiente, Flaviane Agustini Stedille, destacou que Rio Branco enfrenta desafios típicos de cidades amazônicas, com eventos extremos cada vez mais intensos, como cheias, estiagens severas e ondas de calor.

“Nos últimos anos, registramos a segunda maior cheia e a pior seca da história. Essa oscilação reforça a urgência de políticas públicas estruturadas e integradas”, afirmou a secretária.

Nesse contexto, o Diagnóstico Climático de 2025, elaborado em parceria com o WRI Brasil e o Instituto Itaúsa, apontou quatro principais ameaças para Rio Branco: alagamentos, inundações, deslizamentos de terra e ondas de calor.

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“Nos últimos anos, registramos a segunda maior cheia e a pior seca da história”, afirmou Flaviane, a segunda da direita para a esquerda na imagem. (Foto: Secom)

Para enfrentar esses desafios, o município vem fortalecendo uma agenda integrada de mitigação e adaptação baseada em evidências técnicas. Entre os principais instrumentos estão:

  • Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima (PMAMC), com 58 ações distribuídas em seis eixos estratégicos;
  • Comitê Intersecretarial de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima (COIMAMC), criado pelo Decreto nº 501/2024, que articula todas as secretarias municipais;
  • 2º Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), lançado em 2025, atualizando dados e subsidiando políticas públicas locais;
  • Diagnóstico de Áreas Críticas e Capacidade de Gestão Climática, que mapeia vulnerabilidades e apoia o planejamento urbano sustentável.

Segundo a chefe da Divisão de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, Aline Martins, o município está consolidando um modelo de governança climática municipal baseado em ciência, tecnologia e participação social.

“O objetivo é reduzir desigualdades, fortalecer a infraestrutura verde e garantir qualidade de vida à população”, destacou Aline.

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Segundo a chefe da Divisão de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o município está consolidando um modelo de governança climática municipal baseado em ciência, tecnologia e participação social.

Rio Branco também participa de programas nacionais e internacionais, como o Programa Cidades Verdes e Resilientes (PCVR), o Programa Cidades Modelo Verdes e Resilientes (PCMVR), o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM) e o ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, o que tem ampliado o intercâmbio técnico e o acesso a ferramentas inovadoras, como a plataforma CityCatalyst.

Além disso, a Semeia vem fortalecendo ações de educação ambiental, arborização participativa e comunicação comunitária, com foco na justiça climática e na proteção de comunidades vulneráveis, reafirmando o compromisso da Prefeitura de Rio Branco com a sustentabilidade e o futuro climático da Amazônia.

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Chuva no Acre: igarapés transbordam e rotina da lama se repete

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chuva no acre igarapé rio branco bairro alagado população com sacolas nos pés
chuva no acre igarapé rio branco bairro alagado população com sacolas nos pés

Chuva no Acre expõe rotina de alagamentos, sacolas nos pés e incerteza de energia e transporte em Rio Branco. Crônica popular sobre o “sempre foi assim”..

📍 Localização Município: Rio Branco – AC Estado: Acre (Norte do Brasil)
Data: 2 de novembro de 2025
Horário local: 21h15 (GMT-5 – America/Rio_Branco)

Moradores de Rio Branco enfrentam mais uma noite de chuva forte e ruas alagadas na capital acreana.
Moradores de Rio Branco enfrentam mais uma noite de chuva forte e ruas alagadas na capital acreana.

Em Rio Branco e em tantas cidades do interior, quando o céu se fecha e a chuva engrossa, o medo vem primeiro. O que para uns é “benção divina”, para milhares de acreanos é sinônimo de lama, energia cortada, internet oscilando e ambulância atolada. O Acre vive esse ritual há décadas, e a frase que ecoa nas varandas é sempre a mesma: “sempre foi assim”.

Quando o temporal anuncia o velho roteiro

A água começa tímida. Dez minutos depois, a rua é igarapé, o bueiro é cachoeira e o cheiro de esgoto sobe como lembrança antiga.
As donas de casa correm, levantam o botijão, a geladeira, o sofá. As crianças observam pela janela a correnteza de embalagens, chinelos e — às vezes — animais mortos.

No bairro Preventório, na Baixada da Sobral, no Triângulo Novo, as cenas se repetem há mais de 20 anos. O mesmo filme, o mesmo roteiro, os mesmos personagens, o mesmo silêncio das autoridades quando a chuva passa.

O Acre do “sempre foi assim”

Há quem diga que o povo se acostumou. É mentira. O povo se defende, não se acostuma.
Sacola nos pés, madeira no chão, fogão sobre tijolos. A adaptação virou sobrevivência.
“Quando começa a relampejar, a gente já sabe onde vai subir a água”, diz o aposentado Raimundinho, morador há 32 anos do bairro Palheiral.
Ele aponta para uma marca na parede — um risco preto deixado pela enchente de 2017. “Dali pra cima, é sorte”, resume.

Essa frase — “sempre foi assim” — serve pra justificar a omissão que virou paisagem.
Enquanto a capital se vende como cidade verde, tem esgoto a céu aberto e famílias que perdem o pouco que têm toda vez que o céu decide lavar o Acre.

Mal cheiro, silêncio e improviso

Quando a água recua, o ar muda. O cheiro de podre toma conta.
Mosquitos voltam antes da limpeza pública, e os caminhões de lixo passam rápido, como quem não quer ver.
O cheiro mistura-se com o do medo.
É o medo de chegar em casa e não ter energia, de precisar ligar pra ambulância e ouvir: “a viatura não chega aí”.
De abrir o aplicativo e ver que nenhum Uber, nenhum táxi, nenhum mototáxi aceita a corrida.
O medo de estar preso dentro do próprio bairro — isolado por uma poça que virou lago.

Soluções que escorrem pelo ralo

Engenheiros e ambientalistas alertam há anos: o problema não é só a chuva, é o descuido crônico.
Sem drenagem adequada, sem limpeza regular, sem planejamento urbano, o Acre vive o colapso a cada temporal.
Há projetos de canalização engavetados desde 2008, promessas de obras milionárias nunca concluídas, e orçamentos que evaporam junto com a água do último verão.
Enquanto isso, os moradores inventam suas próprias “obras”: valas, diques de madeira, pequenas pontes de tábua, extensões elétricas penduradas nos portões.
São engenharias de resistência, soluções da base — invisíveis aos olhos do poder.

Quando chove, a cidade vira denúncia

O rádio silencia, a TV chiando, a internet some.
O Acre desconecta.
Mas a chuva continua — e com ela vem a notícia que nunca é manchete: gente cansada de perder o pouco, mas que ainda não perdeu a esperança.

“Meu filho pergunta se vai chover amanhã e eu respondo que sim, mas que a gente também vai dar um jeito”, diz dona Jucilene, 45 anos, mãe solo e guerreira da baixada.
O “dar um jeito” é filosofia acreana.
E talvez esteja aí o ponto mais forte dessa crônica: um povo que não desiste, mesmo quando o rio sobe dentro de casa.

O que se sabe até agora

  • Desde 1999, as cheias anuais do Acre têm se intensificado com a falta de drenagem urbana e ocupação irregular das margens.
  • Mais de 40 bairros de Rio Branco estão em áreas de risco, segundo a Defesa Civil estadual.
  • O programa de saneamento básico previsto no PAC (2007) teve apenas 60% executado.
  • A cada chuva forte, cerca de 2 mil famílias enfrentam cortes de energia e serviços paralisados.
  • A ausência de políticas contínuas de limpeza e drenagem agrava a contaminação das águas e proliferação de doenças.

FAQ otimizado

Por que o Acre sofre tanto com as chuvas?
Porque o sistema de drenagem é antigo e insuficiente, e a manutenção é irregular. Além disso, o crescimento urbano sem planejamento multiplica o impacto.

O que poderia ser feito de forma imediata?
Mutirões de limpeza preventiva, canalização dos igarapés, reestruturação das galerias e políticas permanentes de saneamento.

Por que isso não é prioridade política?
Porque as enchentes não rendem palanque depois que a lama seca — e o voto, infelizmente, evapora com a água.

Como a população reage?
Com ironia, fé e criatividade. Do improviso nas passarelas de madeira às gambiarras elétricas, a periferia cria a sua própria engenharia da sobrevivência.

Conclusão 

O Acre aprendeu a sobreviver com a chuva, mas não devia.
Enquanto políticos desfilam em carros altos, o povo amarra sacolas nos pés e anda descalço sobre promessas.
É hora de trocar o “sempre foi assim” por “nunca mais será”.
Compartilhe essa história. Que ela chegue aos gabinetes, aos prefeitos, aos engenheiros e, principalmente, a quem ainda acha que isso é “coisa de quem mora na baixada”.

#acrejornal #jornaisdoacre #chuvasnoacre #rioacre #CidadeACNews


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📍 Editorial Institucional — Cidade AC News
Por Eliton Lobato MunizCidade AC News
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Amazônia Legal: Desmatamento no Acre cai 27,6% e estado antecipa metas de preservação ambiental

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Amazônia Legal: desmatamento no Acre mais de dobrou em seis anos
Amazônia Legal: desmatamento no Acre mais de dobrou em seis anos

Amazônia Legal: Relatório do INPE confirma que o Acre reduziu quase um terço da perda florestal antes do prazo previsto.

Relatório do INPE confirma que o Acre reduziu quase um terço da perda florestal antes do prazo previsto.
Relatório do INPE confirma que o Acre reduziu quase um terço da perda florestal antes do prazo previsto.

📍 Rio Branco – AC | Atualizado em 02/11/2025, às 15h40
🕓 Leitura rápida: 3 min

O CIDADE AC | NEWS destaca: o Acre reduziu 27,6 % do desmatamento em 2025. Dados oficiais mostram avanço histórico e jornais do acre repercutem a conquista.


Resumo em 1 minuto

  • Acre reduziu 27,6 % do desmatamento entre 2024 e 2025, segundo INPE.
  • Meta estadual para 2027 foi alcançada dois anos antes.
  • Queda expressiva em Tarauacá, Feijó e Cruzeiro do Sul.
  • Governo amplia programas de manejo e fiscalização integrada.
  • Resultado coloca o estado entre os 3 melhores da Amazônia Legal.

Um recuo que reacende a confiança

Os dados oficiais divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apontam que o Acre reduziu 27,6 % do desmatamento no período 2024-2025.
A área devastada passou de 449 km² para 325 km², superando as metas definidas no Plano Estadual de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas (PEPCDQ).

O resultado representa um avanço ambiental e político: o estado antecipa em dois anos os compromissos assumidos no Acordo de Paris e no Plano Clima 2030.

“O Acre volta a ser exemplo de gestão ambiental responsável”, afirma o secretário de Meio Ambiente, Leonardo Carvalho. “É trabalho conjunto de fiscalização, tecnologia e participação comunitária.”


O que se sabe até agora

  • O INPE validou os dados com imagens Prodes e Deter.
  • Ações de campo integraram Imac, Batalhão Ambiental e prefeituras.
  • Foram apreendidas 68 motocerras e fechadas 22 serrarias ilegais.
  • Mais de 400 famílias aderiram a programas de manejo florestal sustentável.

A floresta em nova fase

O Acre está entre os três estados da Amazônia Legal com melhor desempenho, atrás apenas de Tocantins (-62 %) e Amapá (-48 %).
O governo atribui a melhora a um sistema de monitoramento por satélite em tempo real e ao fortalecimento da Base Integrada de Proteção Florestal de Tarauacá, que atua 24 horas.
Em paralelo, programas de bioeconomia começam a gerar renda legalizada com o cultivo de café, açaí e castanha.


Leia Mais:


🛰️ Dados oficiais

De acordo com a Agência de Notícias do Governo do Acre , a redução também impacta as emissões de CO₂: menos 2,1 milhões de toneladas em 2025.
O Plano de Ação Clima 2026 prevê expansão do sistema de alerta de focos de calor e criação de três novas unidades de conservação.


FAQ

1. O que provocou a queda no desmatamento?
A integração entre fiscalização, tecnologia e incentivos a cadeias sustentáveis.

2. Quais regiões tiveram maior redução?
Tarauacá, Feijó e Cruzeiro do Sul lideraram com quedas acima de 35 %.

3. O Acre já atingiu a meta de desmatamento zero?
Ainda não, mas o plano prevê zerar a perda ilegal até 2030.


Conclusão

O Acre mostra que é possível conciliar desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.
Ao antecipar metas e criar novos instrumentos de controle, o estado volta a ocupar lugar de destaque na Amazônia Legal.
O desafio agora é manter os índices em anos de seca severa e ampliar a participação das comunidades locais na economia verde.

📤 Compartilhe: @CIDADEACNEWS


Assinatura:
✍️ Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
Editorial Institucional — Cidade AC News | Progresso do Acre Comunicações Ltda.

 

Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora

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Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora

A vice-governadora Mailza Assis participou da inauguração da Capela Mortuária Maria Madalena Feitosa e do muro do Cemitério São João Batista, em Porto Acre, neste domingo, 2, Dia de Finados, data dedicada à memória e ao amor que permanece. As obras foram viabilizadas por emenda de quando era senadora e representam um gesto de respeito e dignidade às famílias do município.

Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora | Cidade AC News – Notícias do Acre
Vice-governadora Mailza entregou obras da capela e do muro do cemitério, viabilizadas com recursos de emenda de quando era senadora. Foto: Neto Lucena/Secom

O investimento total foi de R$ 960 mil, e com a economia obtida com as obras, mais de R$ 200 mil, será possível ampliar a estrutura com a construção de mais um muro no local. As obras representam um avanço importante para o município, que carecia de um espaço adequado e digno para cerimônias de despedida.

Participaram da solenidade o prefeito Máximo Costa, a vice-prefeita Edna Cuiabano, os vereadores professor Elizeu, professor Charles, o presidente da Câmara, Lenilson Baquer, a família da homenageada, Maria Madalena Franklin Feitosa, e dezenas de moradores.

Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora | Cidade AC News – Notícias do Acre
Familiares de dona Maria Madalena agradeceram homenagem. Foto: Neto Lucena/Secom

Durante a inauguração, Mailza lembrou que o Dia de Finados é uma data para reflexão e destacou a importância de obras que valorizam a memória e a vida. “É o momento de refletirmos e aprendermos a valorizar a vida, mas também de reconhecer a história daqueles que já se foram. A dona Maria Madalena representa muitas mulheres guerreiras do nosso Acre, mãe, parteira, costureira, mulher de fé e exemplo de amor ao próximo. Essa capela é uma homenagem justa e um gesto de respeito à comunidade de Porto Acre”, disse Mailza.

Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora | Cidade AC News – Notícias do Acre
Mailza disse que obras trazem dignidade e valorizam as famílias de Porto Acre. Foto: Neto Lucena/Secom

A vice-governadora destacou ainda que o pedido pela obra partiu do então prefeito Bené Damasceno, e que a destinação dos recursos teve como base o compromisso de trazer dignidade e valorização às famílias. “Quando o prefeito me procurou, contou da dificuldade de conseguir um parlamentar que colocasse emenda para a construção de uma capela e de um muro. Eu não pensei duas vezes. É uma obra tão importante quanto uma escola, uma ponte ou uma unidade de saúde, porque fala de respeito, acolhimento e humanidade”, enfatizou.

Reconhecimento e continuidade de um legado

O prefeito Máximo Costa ressaltou o empenho da vice-governadora e a importância da obra para a cidade. “Poucos municípios têm uma capela tão bonita e bem estruturada. Nosso agradecimento à vice-governadora Mailza por todo o apoio. É uma obra que traz conforto e respeito às famílias de Porto Acre”, reconheceu.

Vice-governadora Mailza inaugura capela e muro de cemitério em Porto Acre com recursos de emenda de quando era senadora | Cidade AC News – Notícias do Acre
Ex-prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno, foi quem fez o pedido de emenda. Foto: Neto Lucena/Secom

O ex-prefeito Bené Damasceno, que solicitou a emenda à época, reforçou o papel de Mailza no desenvolvimento do município. “Durante o mandato como senadora, Mailza foi uma grande parceira. Temos várias emendas dela que beneficiam Porto Acre, como pavimentação de ruas, equipamentos para a Secretaria de Obras, melhorias na saúde e educação. Ela sempre esteve presente, ouvindo a população”, disse.

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Prefeito de Porto Acre, Máximo Costa, destacou importância das obras para a cidade. Foto: Neto Lucena/Secom

O presidente da Câmara, Lenilson Baquer, autor do projeto de lei que deu o nome da homenageada à capela, destacou a importância da iniciativa e o legado de dona Maria Madalena. “A aprovação foi unânime. Dona Maria Madalena representa fé, trabalho e dedicação. Que este espaço seja um lugar de oração, despedida e amor. Agradeço à vice-governadora Mailza pela emenda e pela sensibilidade de investir em algo que simboliza respeito e humanidade.”

Parteira e costureira, saiba quem foi Maria Madalena

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Filha de dona Madalena, Geni Feitosa, se emocionou ao falar da mãe. Foto: Neto Lucena/Secom

A capela recebeu o nome de Maria Madalena Franklin Feitosa, mulher simples e admirada que deixou uma marca profunda na história do município. Parteira e costureira, ela ajudou a trazer ao mundo centenas de crianças e criou 17 filhos biológicos e dois de criação. Dona Madalena morreu em 2015, aos 74 anos, vítima de um câncer.

Emocionada, Geni Feitosa, filha da homenageada, descreveu a mãe como uma pessoa simples e que estava sempre disposta a ajudar o próximo. “Essa homenagem é um gesto muito especial e significa muito para nós, filhos. Minha mãe merece essa homenagem, não porque foi minha mãe, mas porque era um ser de outro mundo. Uma mãe maravilhosa. Uma mãe exemplar. Simples, mas guerreira e trabalhadora. Muitas vezes, vi ela tirando da feira de casa para dar para quem pedisse no portão. Ela foi uma excelente parteira, fez parto dos seus próprios netos e de muitas outras crianças por aí”, lembrou Geni.

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Comunidade celebra entrega da nova capela e muro do Cemitério São João Batista. Foto: Neto Lucena/Secom

Outro filho de dona Madalena, João de Deus Franklin Feitosa também expressou gratidão e emoção. “Ver o nome da minha mãe eternizado nesta capela é uma honra indescritível. Ela foi uma mulher simples, porém grandiosa, que acreditava na força da união e no dever de servir ao próximo. Sua história se entrelaça com a de Porto Acre, e hoje sentimos que sua presença continua viva, inspirando e acolhendo como sempre fez”, declarou.

Compromisso com Porto Acre

Mailza lembrou que, durante o mandato no Senado, destinou mais de R$ 15 milhões em emendas parlamentares para Porto Acre, contemplando obras em diferentes áreas. “Deixo o meu carinho e o meu compromisso de continuar valorizando, respeitando e investindo nesse município tão querido. Hoje como vice-governadora e, futuramente, como governadora, quero continuar próxima da população, ouvindo e trabalhando por Porto Acre e por todo o Acre”, concluiu.

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