Prefeito de Rio Branco participa da entrega de projeto de eficiência energética ao Hospital de Amor
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, participou na manhã desta sexta-feira (31) da solenidade de entrega do Projeto de Eficiência Energética ao Hospital de Amor, iniciativa patrocinada pela concessionária Energisa Acre, com investimento de R$ 300 mil.
O projeto faz parte das ações de responsabilidade social e sustentabilidade desenvolvidas pela concessionária, que há sete anos atua no estado contribuindo para a melhoria da distribuição de energia e para o incentivo a práticas de energia limpa e renovável.
“Essa linda iniciativa humanitária, irá reduzir os custos de energia elétrica aqui do Hospital de Amor”, destacou o prefeito de Rio Branco (Foto: Val Fernandes/Secom)
Durante o evento, o prefeito Tião Bocalom destacou a importância da parceria entre a iniciativa privada e as instituições de saúde, ressaltando os benefícios que o projeto trará para o hospital e para a população acreana.
“Quero parabenizar a Energisa por essa linda iniciativa humanitária, que vem reduzir os custos de energia elétrica aqui do Hospital de Amor. Parabéns ao diretor-presidente da Energisa, Ricardo Xavier, e a toda sua equipe. Parabenizo também a Ana, diretora do Hospital de Amor, pelo trabalho dedicado às pessoas em tratamento contra o câncer, e a deputada Antônia Sales, que intermediou essa importante parceria”, afirmou o prefeito.
“O Hospital de Amor é uma instituição humanizada, que hoje oferece várias especialidades e tratamentos para salvar vidas, principalmente de mulheres acreanas”, explicou Antonia. (Foto: Val Fernandes/Secom)
A deputada estadual Antônia Sales, presente na cerimônia, ressaltou o impacto positivo da economia gerada pelo projeto, que permitirá a aplicação dos recursos em outras áreas essenciais do hospital.
“Essa iniciativa vai reduzir significativamente as despesas com energia elétrica, liberando recursos que poderão ser utilizados na compra de insumos e na ampliação dos atendimentos. O Hospital de Amor é uma instituição humanizada, que hoje oferece várias especialidades e tratamentos para salvar vidas, principalmente de mulheres acreanas”, destacou a parlamentar.
“Contribuir com a instalação de uma usina de energia solar, que garantirá economia e sustentabilidade, é motivo de grande satisfação para nós”, declarou Ricardo. (Foto: Val Fernandes/Secom)
O diretor-presidente da Energisa Acre, Ricardo Xavier, reforçou o compromisso da empresa com o desenvolvimento do estado e com o apoio a projetos que promovem dignidade e qualidade de vida.
“O Hospital de Amor realiza um trabalho social essencial para o Acre. Contribuir com a instalação de uma usina de energia solar, que garantirá economia e sustentabilidade, é motivo de grande satisfação para nós”, declarou.
“Essa economia vai nos ajudar a continuar cuidando de quem mais precisa”, afirmou Ana, ao centro da imagem.. (Foto: Val Fernandes/Secom)
A diretora do Hospital de Amor, Ana Maria Negreiros, agradeceu a parceria e enfatizou a importância das doações e do apoio de instituições públicas e privadas para a manutenção das atividades da unidade.
“Cada contribuição é essencial para que possamos manter o hospital funcionando e oferecendo atendimento de excelência. Receber esse presente da Energisa, com a instalação das placas solares, é motivo de muita alegria. Essa economia vai nos ajudar a continuar cuidando de quem mais precisa”, afirmou.
Iniciativa patrocinada pela concessionária Energisa Acre, tem investimento de 300 mil reais. (Foto: Val Fernandes/Secom)
A Prefeitura de Rio Branco reconhece e apoia iniciativas que promovem a sustentabilidade, a eficiência energética e o fortalecimento de instituições voltadas à saúde e ao bem-estar da população.
O governo do Estado e a Prefeitura de Mâncio Lima realizaram neste sábado, 1º, uma ação itinerante voltada ao fortalecimento das políticas públicas e ao atendimento direto às famílias do município. A iniciativa teve a participação de algumas secretarias estaduais, dentre elas a Secretaria da Mulher (Semulher), que levou atendimentos e serviços de proteção e orientação às mulheres da comunidade.
Governo e prefeitura promovem a 7ª edição da ação itinerante em Mâncio Lima. Foto: Diego Silva/Secom
Um dos pontos de maior importância no evento foi o “Vestuário Social”, iniciativa do Programa Juntos pelo Acre, que distribuiu gratuitamente kits de roupas e itens essenciais para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A ação garantiu acolhimento, dignidade e mais qualidade de vida aos moradores atendidos.
Para Maria de Fátima Vasconcelos, moradora que recebeu seu kit de roupas, o projeto chegou em boa hora. “Fiquei muito feliz com esse apoio. Nem sempre a gente tem condições de comprar o que precisa, e hoje saio daqui mais confiante e agradecida”, celebrou.
“Que alegria receber o kit pela primeira vez”, disse Fátima. Foto: Édson Fernandes/Secom
A gestora da Semulher, Anne Monteiro, reiterou o comprometimento do governo em ampliar o alcance das políticas voltadas ao público feminino. “Estamos chegando cada vez mais perto das mulheres que mais precisam. Nosso objetivo é garantir direitos, proteção, oportunidades e serviços que reforcem o protagonismo feminino em todo o Acre”, destacou.
Gestora da Semulher em Cruzeiro do Sul, fala da importância da ação para as mulheres da região. Foto: Diego Silva/Secom
O prefeito de Mâncio Lima, Zé Luís, ressaltou a união de esforços entre as instituições como fundamental para levar benefícios concretos à população. “Quando governo do Estado e prefeitura trabalham juntos, quem ganha é o povo. Essa ação mostraque estamos no caminho certo, cuidando de quem mais precisa e ajudando nossa cidade”, afirmou.
Pedro Bial chama Willian Bonner para fora da casa em paródia humorística no cenário colorido do Big Brother Brasil.
Coluna do Ton — Cidade AC News
“Está na hora de sair, Bonner… o mundo real te espera.”
Willian Bonner despediu-se da bancada como quem desliga o modo “narrador automático” da própria biografia. Saiu. De terno, sorriso travado e alma em modo soneca. O homem do “boa noite” eterno agora se despede do país que já tinha ido dormir há muito tempo.
Durante anos, ele acreditou que falava com o Brasil. Mas a verdade é que falava com o teleprompter — aquele vidro mágico que lhe soprava as certezas e o impedia de pensar alto. E quando o vidro apagou, o feitiço também quebrou. Restou só ele, o estúdio vazio e uma equipe de bastidores fingindo emoção.
Os telespectadores cansaram primeiro que ele — Bonner é que não notou. Achava que ainda era ouvido, quando, na verdade, já dava “boa noite” pro reflexo do próprio cansaço. Talvez ninguém tenha tido coragem de avisar que do outro lado da tela não tinha mais ninguém. E quando percebeu, se deu as contas. Literalmente.
Sem o teleprompter, fala o que quer — e fala cada besteira que parece improviso de elevador. Talvez precise de um modelo de bolso, acoplado ao celular, pra lembrar-lhe que opinião sem roteiro é tiro no pé.
E saiu azedo. Não como quem encerra um ciclo bonito, mas como quem perde o roteiro da própria importância. Levou com ele o resto de credibilidade que a mídia nacional ainda fingia ter — aquele fiapo cansado que pendia entre o “ao vivo” e o “gravado”. Agora, o que sobrou é só eco: manchete sem alma, notícia sem voz e público sem fé.
Mas se a emissora quisesse dar um toque de humor, dava pra fazer melhor. Podia ter chamado o Bial pra anunciar a saída. Imagina a cena: luz baixa, trilha de reality show, plateia invisível — e Bial entrando com aquele tom de sabedoria de bar: “Está na hora de sair, Bonner… o mundo real te espera.” E na sequência, o bordão: “Vem pra cá, Willian Bonner!”
O país inteiro ia parar pra ver. Um ex-âncora despedindo outro, ao vivo, no reality da própria decadência. Um “brother” ruim, um “boa noite” sem ibope, e o Brasil trocando de canal — outra vez.
No fim, é isso. O “boa noite” virou “boa sorte”. E a TV continua no automático, esperando o próximo rosto pra narrar o vazio.
Messi ou CR7? Veja quem deve fazer o milésimo gol antes e entenda projeções
(UOL/FOLHAPRESS) – Lionel Messi e Cristiano Ronaldo seguem em contagem regressiva rumo à marca de mil gols. Quem deve chegar ao milésimo primeiro?…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Com lombalgia, ‘novo João’ deve voltar só em janeiro como cabeça-de-chave na Austrália
(FOLHAPRESS) – As dores nas costas que incomodaram João Fonseca nos últimos dias levaram o tenista brasileiro a anunciar que não jogará mais na tem…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Celtics vencem 76ers com ajuda de Neemias. Bulls e Spurs fazem história
Os Boston Celtics venceram o Philadelphia 76ers por 109 a 108, na madrugada deste sábado (1º), em um jogo equilibrado que contou com mais uma boa a…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Goiás e Athletico-PR fazem duelo direto por acesso na Série B em dia de briga de opostos
A emoção vai tomar conta da 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro neste sábado, quando dois jogos dão sequência à reta final da competição…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
"Operação policial no Rio de Janeiro recebe apoio da maioria da população — acre jornal, jornais do Acre"
A operação policial no Rio de Janeiro divide opiniões, mas a maioria apoia a ação. Entenda o medo, o custo e a rotina de quem vive entre o caveirão e o caos — acre jornal.
“Operação policial no Rio de Janeiro recebe apoio da maioria da população — acre jornal, jornais do Acre”
📍 Rio de Janeiro – RJ | Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
Cidade Partida, Coração Inteiro – A pátria do medo
O Rio amanhece de farda. As janelas se abrem como se abrissem trincheiras. Lá fora, o sol tenta dourar a bala, mas o chumbo vence.
Sete em cada dez cariocas dizem “sim” à polícia. Não por orgulho — por medo. É o povo que aplaude o tiro porque nunca recebeu o aplauso da justiça.
Até quem votou em Lula agora sussurra: “Tem que descer o caveirão.” Não por amor à guerra — por fome de paz.
O pão e o fuzil
O carioca compra pão com o mesmo olhar de quem entra em zona de guerra. Cada esquina tem um altar invisível, onde mães rezam por filhos vivos. E cada casa é uma fortaleza financiada com o salário do medo: muros altos, câmeras, portões elétricos, alarmes que não tocam, mas gritam em silêncio.
Os ricos blindam carros. Os pobres blindam o peito. E todos, ricos e pobres, desaprendem a viver.
A esquerda cala, a direita sorri, o povo sangra
A esquerda discursa sobre humanidade. A direita distribui medalhas. E o povo, entre uma lágrima e uma bala perdida, só quer atravessar a rua.
Quem pode fala de “excesso”. Quem não pode, fala de “luto”. E o Rio continua refém de dois exércitos: um sem farda e outro sem alma.
O retrato do abandono
O que se sabe até agora? Que a favela apoia o fuzil porque nunca conheceu o livro. Que o Estado entra uma vez por mês — e o tráfico, todos os dias. Que a infância do Rio aprende a distinguir estampido de fogos e de bala antes de aprender a ler.
E que o silêncio de uma mãe na laje vale mais do que mil discursos no plenário.
Cidade Partida, Coração Inteiro: a pátria que ainda sonha
Bilac escreveu sobre o amor à pátria. Mas que pátria é essa que mata seus filhos e chama de limpeza? Que celebra o caveirão e esquece o professor? Que transforma a bala em oração e o medo em rotina?
O Rio continua lindo — mas é um belo de luto, um cartão-postal com cheiro de pólvora.
E se o povo aplaude o tiro, é porque ainda crê que o som da bala é menos doloroso que o silêncio da omissão.
Global Citizen Amazônia transparência é o tema que domina o pós-festival em Belém (PA). Realizado neste sábado (1º) no estádio Mangueirão, o evento que reuniu Anitta, Chris Martin e Gilberto Gil terminou sem o básico que se espera de qualquer parceria com poder público: clareza sobre os gastos. Nenhum órgão estadual divulgou até agora quanto foi gasto com estrutura, segurança, logística e uso do estádio, levantando dúvidas sobre a aplicação de recursos.
Festa global, contas locais
O megafestival Global Citizen Amazônia reuniu estrelas e discursos de mudança, mas deixou sem resposta quanto custou ao Pará. Nenhum contrato, gasto ou convênio foi divulgado até agora. O evento expõe o déficit de transparência e reforça a importância da Lei de Acesso à Informação.
Belém virou vitrine internacional por um dia. O festival gratuito, transmitido pela Globo, Multishow e Globoplay, contou com patrocínio do Banco do Brasil e apoio do governo estadual. Mas ao contrário de outros grandes eventos, não há registro público de contratos, convênios ou empenhos relacionados ao festival no Diário Oficial do Estado nem no Portal da Transparência do Pará.
Sem esses dados, o público não sabe se o aluguel do Mangueirão foi pago, se o Estado arcou com energia, limpeza, segurança e ambulâncias, ou se houve isenção de taxas. Pela Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), todos os atos administrativos com uso de recurso público devem ser tornados públicos.
O que se sabe até agora
Ingressos gratuitos, limitados a moradores de Belém via app Global Citizen.
Banco do Brasil como apresentador oficial.
Nenhum contrato público publicado até o momento.
Produção internacional com Re:wild e Teneo.
Estrutura de megafestival: palco, telões, logística e transmissão global.
Sem cifras, o evento se torna um marco cultural cercado por silêncio contábil.
Perguntas que o público merece ver respondidas
Quanto custou o uso e a montagem no Mangueirão?
Houve cachês pagos com dinheiro público?
Quais secretarias participaram formalmente da produção?
O Estado do Pará arcou com diárias, hospedagem ou transporte?
Quem assinou os termos de cooperação e quais valores estão envolvidos?
A lacuna da transparência
A Global Citizen divulga relatórios de “impacto social”, mas não detalha custos operacionais. No Pará, o silêncio institucional amplia a dúvida. Até 1º de novembro, nenhum documento estava publicado sobre valores, contratos ou fornecedores.
Especialistas em controle público afirmam que cessão de espaço, isenção ou apoio logístico já configuram uso de recurso público e exigem divulgação completa.
“Quando há apoio estrutural do Estado, a transparência não é opcional — é obrigatória”, diz um auditor consultado pela reportagem.
O que diz a lei
A Lei de Acesso à Informação (art. 8º, §1º, IV) obriga órgãos públicos a divulgar “informações sobre repasses e transferências de recursos financeiros”, inclusive quando indiretos. O descumprimento pode gerar responsabilização administrativa e ação de improbidade.
FAQ — Perguntas frequentes
O evento teve verba pública confirmada? Não há documentos publicados comprovando repasses.
O festival arrecadou recursos? A Global Citizen atua com doações, mas não divulgou planilha financeira do evento de Belém.
Quem pode divulgar os gastos? Governo do Pará, Secult, Seel, Segup e Administração do Mangueirão.
Quanto pode ter custado? Eventos semelhantes no Brasil costumam ultrapassar R$ 10 milhões em estrutura, segurança e logística.
🌍 Resumo — O que é a Global Citizen
A Global Citizen é uma plataforma mundial de ação social criada para acabar com a pobreza extrema e defender o planeta. Reúne milhões de pessoas, artistas, governos, empresas e instituições que acreditam que um mundo mais justo é possível quando há mobilização coletiva e ações concretas.
Ser um Global Citizen é acreditar que a pobreza pode ser erradicada, entender as desigualdades raciais, econômicas e sociais que a sustentam e agir de forma sustentável para superá-las. A organização nasceu em 2008, tem sede em Nova York e escritórios em vários países, incluindo África do Sul, Nigéria, Alemanha e Reino Unido.
A plataforma promove:
Campanhas e mobilizações globais;
Eventos e transmissões que unem cultura pop e política;
Prêmios e apoio a empreendedores sociais;
Parcerias com marcas e artistas para inspirar engajamento.
Com o lema “Derrote a pobreza. Defenda o planeta.”, a Global Citizen atua em duas frentes principais:
Erradicação da pobreza extrema (que ainda afeta mais de 700 milhões de pessoas);
Proteção do meio ambiente, destacando que os mais pobres são os que mais sofrem com as mudanças climáticas.
O movimento parte de uma ideia central: quando milhões de vozes se unem, governos e empresas são pressionados a agir — e pequenas ações individuais podem gerar impactos globais duradouros.
Conclusão
O Global Citizen Amazônia foi um marco artístico e ambiental, mas também um teste de transparência. Em tempos de responsabilidade fiscal, a arte não pode brilhar às custas do silêncio.
📢 Cidadão, cobre as respostas. Acesse o Portal da Transparência do Pará, protocole pedidos de informação e compartilhe esta reportagem para que o dinheiro público — se houve — tenha nome, nota e valor.
Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News 🎙️ Jornalista multimídia | Editor-chefe do Cidade AC News 📩 contato: [email protected]
O Cidade AC News reafirma seu compromisso com o jornalismo público, ético e transparente, exercido com clareza, velocidade e confiança. Nosso papel é informar com precisão, questionar com responsabilidade e defender o interesse coletivo em cada matéria publicada. Acreditamos que a transparência é o alicerce da democracia e que todo cidadão tem o direito de saber como e onde o dinheiro público é aplicado. Seguimos firmes em nossa missão: ser a voz da verdade do Acre para o Brasil e do Brasil para o mundo.