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Polícia Civil prende casal foragido por homicídio ocorrido em Epitaciolândia
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu nesta terça-feira (4) um casal que estava foragido da Justiça pelo crime de homicídio ocorrido no município de Epitaciolândia. A ação foi resultado de uma investigação integrada entre as equipes de Epitaciolândia, Brasiléia e a DHPP, em Rio Branco.

O casal foi localizado e preso em uma residência na Cidade do Povo, na capital, após levantamentos realizados pela equipe de investigação. Contra os dois havia mandados de prisão expedidos pela Justiça em razão do envolvimento na morte de Victor Rafael da Silva Lima, crime ocorrido no dia 5 de abril de 2025, na Rua Ana de Souza Lira, em Epitaciolândia.
De acordo com as investigações, após o crime, os suspeitos fugiram da cidade para evitar a prisão, mas o trabalho conjunto das equipes da Polícia Civil permitiu a localização e a captura dos envolvidos.
O delegado responsável pela DHPP, Alcino Ferreira Júnior, destacou a importância da integração entre as unidades. “Essa prisão demonstra a eficiência do trabalho de cooperação entre as delegacias do interior e da capital. A troca de informações foi fundamental para localizar e prender o casal, que agora responderá perante a Justiça pelo crime cometido”, afirmou.
Acre lidera Encontro Nacional de Corregedores da Polícia Civil em Brasília
Sob a liderança de um representante do Estado do Acre, o Comitê Nacional dos Corregedores-Gerais das Polícias Civis promoveu, na quinta-feira, 30, e sexta, 31, o 1º Encontro Nacional dos Corregedores-Gerais das Polícias Civis, realizado em Brasília (DF). O evento reuniu corregedores de todo o país, autoridades e especialistas da área, consolidando-se como um dos principais fóruns de discussão sobre gestão e controle interno na segurança pública.

A iniciativa foi coordenada pelo delegado Thiago Duarte, que é corregedor-geral da Polícia Civil do Acre e presidente do Comitê Nacional. O encontro teve como objetivo fortalecer a integração entre as corregedorias, compartilhar boas práticas e discutir diretrizes modernas de governança e transparência.
“O papel das corregedorias é essencial para a credibilidade da instituição policial. Fortalecer esses órgãos significa fortalecer toda a estrutura da segurança pública”, destacou o delegado durante a abertura.

Entre os participantes estiveram membros da Corregedoria-Geral da Polícia Federal, da Corregedoria-Geral da União, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Comitê Nacional dos Chefes de Inteligência das Polícias Civis e da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. O encontro contou com palestras e apresentações de experiências bem-sucedidas de corregedorias estaduais.
Durante o evento, Thiago Duarte foi reeleito por aclamação como presidente do Comitê Nacional dos Corregedores-Gerais das Polícias Civis, em reconhecimento à sua liderança e ao trabalho desenvolvido à frente da instituição.

A condução do encontro reafirmou o protagonismo do Acre no cenário nacional da atividade correcional. Segundo Thiago Duarte, o Estado tem demonstrado que é possível liderar com diálogo, técnica e propósito: “Nosso trabalho é construir uma rede de corregedorias fortes, preparadas e alinhadas às melhores práticas de gestão pública”.
Em seu discurso, o corregedor-geral agradeceu o apoio do delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Henrique Maciel, e reconheceu o empenho de toda a equipe da Corregedoria-Geral do estado. O evento foi encerrado com o compromisso coletivo de fortalecer a transparência, a ética e a eficiência das Polícias Civis em todo o Brasil.
Polícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva e ameaça à ex-companheira em Rio Branco

Na manhã desta sexta-feira, 31, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), efetuou a prisão de L. W. P. I., de 31 anos, por descumprimento de medida protetiva de urgência, ameaça e violação de domicílio contra sua ex-companheira, em Rio Branco.

De acordo com a DEAM, o suspeito vinha desrespeitando as determinações impostas pela Justiça, aproximando-se da vítima e ameaçando-a, o que configurou o descumprimento da medida protetiva. Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Judiciária representou imediatamente pela prisão do investigado, cuja ordem judicial foi expedida e cumprida nesta manhã.
O homem foi conduzido à delegacia, onde foram realizados os procedimentos de praxe, e agora permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento e serão concluídas dentro do prazo legal pela equipe da DEAM.
A delegada Michelle Boscaro, responsável pelo caso, destacou o compromisso da Polícia Civil na defesa das vítimas de violência doméstica:
“A Polícia Civil reforça o seu compromisso com a proteção das vítimas de violência doméstica e familiar, e ressalta a importância de comunicação à Polícia acerca dos descumprimentos de medidas protetivas de urgência, a fim de que os autores sejam responsabilizados e, assim, possamos resguardar a integridade física e psicológica das vítimas”, afirmou a delegada.
Polícia Civil prende homem por fraude fiscal e falsidade ideológica em operação conjunta com Sefaz e Idaf

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária (Defaz), em operação conjunta com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), prendeu, na última quinta-feira, 30, um homem suspeito de envolvimento em um esquema de evasão fiscal e falsidade ideológica. A ação ocorreu na região da Tucandeira.

De acordo com as investigações, o suspeito utilizava documentos fiscais verdadeiros, mas com informações falsas, com o objetivo de sonegar tributos estaduais. Em uma das situações apuradas, ele emitiu uma nota fiscal declarando o transporte de gado de Guajará (AM) para Lábrea (AM). Contudo, as verificações realizadas pelos órgãos constataram que os animais jamais estiveram em Guajará, o rebanho, na verdade, era retirado de propriedades no Acre, caracterizando fraude.
Segundo o delegado Igor Brito, titular da Defaz, a investigação é resultado de um trabalho integrado e técnico, que visa proteger os cofres públicos e coibir práticas criminosas que afetam diretamente a arrecadação do estado.
“A ação demonstra a eficiência do trabalho conjunto entre os órgãos de controle e fiscalização. O investigado usava documentação aparentemente regular para mascarar a origem real do gado, buscando escapar do pagamento dos tributos devidos. A Polícia Civil continuará atuando de forma rigorosa contra esse tipo de crime”, afirmou o delegado.
O suspeito foi preso em flagrante e responderá pelos crimes de falsidade ideológica e sonegação fiscal, previstos no Código Penal e na legislação tributária. O caso segue sob investigação para identificar possíveis envolvidos e a extensão do prejuízo aos cofres públicos.
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A PatagonAI quer aposentar os chatbots com seus agentes de AI
A PatagonAI — uma startup que usa agentes de inteligência artificial para aumentar a conversão de vendas — acaba de levantar uma rodada para escalar sua solução, uma espécie de evolução dos chatbots tradicionais.
A captação, de R$ 15 milhões, foi liderada pelo Kfund, um fundo de venture capital europeu, e teve a participação de todos os investidores que já estavam no cap table: 17Sigma, ONEVC, Norte Ventures, Sam Darwish, o controlador da IHS Towers, e o family office Sun Moritz.
A PatagonAI foi fundada há dois anos na Argentina mas já opera em 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que já é seu segundo maior mercado em termos de receita, atrás apenas do Equador.
O fundador, David Grandes, é um argentino que já havia empreendido no Brasil antes. Ele foi um dos fundadores da ZAK, uma startup que chegou a captar com a Tiger Global e Monashees para replicar o modelo da americana Toast na América Latina.
A ZAK acabou não indo para frente e foi fechada recentemente. Antes, Grandes havia sido executivo da OLX e da Restorando em Buenos Aires.
A PatagonAI constrói agentes de AI que interagem com os leads gerados nas campanhas de marketing. Esses agentes conseguem conversar sobre qualquer assunto com os potenciais clientes, tirando as dúvidas iniciais e qualificando esses leads para uma reunião posterior com um vendedor (desta vez, humano).
À primeira vista, a solução ee parece com os tradicionais chatbots de empresas como a Blip — que, inclusive, tem incluído camadas de AI em suas soluções.
Mas Renato Kialka, o head de vendas e country manager da PatagonAI no Brasil, disse que há diferenças fundamentais.
“Um chatbot, mesmo quando tem AI por trás, é treinado como uma árvore de decisão. Quem cria o caminho da jornada do cliente é o fornecedor da solução e a empresa. Então, é uma solução mais engessada. Já com um agente de AI a conversa é 100% aberta: o cliente pode perguntar qualquer coisa, mandar áudio, que ele vai entender,” o executivo disse ao Brazil Journal.
Além disso, o agente de AI vai sendo treinado com todas as conversas que a empresa tem com seus clientes, melhorando suas respostas e interação com o tempo.
A PatagonAI já tem mais de 100 clientes, 30 deles no Brasil. A startup atende, por exemplo, a Pluxee (o novo nome da Sodexo) no Chile e no Brasil, e a Mitsubishi no Equador.
“No Brasil, entramos em abril. Então tem muitos clientes que estão no processo de implementação. Temos alguns bancos e unicórnios de tech que estão nesse processo, que demora de 3 a 6 meses,” disse Kialka.
Essa é a segunda rodada da PatagonAI, que antes havia captado R$ 5,3 milhões.
A rodada de hoje vai ser usada principalmente para o desenvolvimento de uma nova funcionalidade. A empresa quer criar um processo de onboarding automatizado, que vai lhe permitir entrar em clientes de menor porte.
Hoje a startup cobra um setup fee de R$ 10 mil, além de uma taxa mínima mensal, que acabam sendo um impeditivo para as PMEs. Com o ‘self onboarding’, esses custos não existirão.
“Para as grandes empresas, a gente vai continuar tendo um processo de venda consultiva, mas com o ‘self onboarding’ qualquer empresa pequena vai conseguir testar e implementar nossa solução,” disse Nicolás Cereijo, o chief of staff da companhia.
A PatagonAI cobra apenas com base no sucesso. A startup garante um aumento de 30% na conversão dos leads para leads qualificados, e só recebe uma taxa fixa pré-determinada quando essa conversão acontece. No Brasil, essa taxa é de R$ 50 por cada conversa com o agente de AI que leva a uma reunião com um vendedor humano.
Kialka disse que o custo da PatagonAI acaba ficando um pouco acima que o de empresas de chatbot como a Blip, “mas o retorno do investimento é maior.”
“E com o self onboarding tendemos a ser até mais baratos, porque não vai ter mais o custo de setup e a taxa mínima mensal,” disse ele.
Ele dá o exemplo da Mitsubishi no Equador, que conseguiu aumentar em 35% as vendas, com um orçamento de marketing 20% menor usando a solução da startup.
Em termos de receita, a PatagonAI ainda é pequena. A startup fez um ARR, a receita mensal anualizada, de US$ 1 milhão no mês passado, cerca de R$ 5,4 milhões no câmbio de hoje.
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