sábado, 28 fevereiro, 2026
Início Site Página 426

Problemas com descontos eram recorrentes, diz ministro de Bolsonaro

0
problemas-com-descontos-eram-recorrentes,-diz-ministro-de-bolsonaro
Problemas com descontos eram recorrentes, diz ministro de Bolsonaro


Logo Agência Brasil

O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social do governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, disse à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que as suspeitas de irregularidades nos descontos associativos são antigas e atravessam diferentes gestões.Problemas com descontos eram recorrentes, diz ministro de Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do AcreProblemas com descontos eram recorrentes, diz ministro de Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do Acre

“O problema com descontos associativos era recorrente. Tem denúncias de problemas com acordos ou com procedimentos dos mais diferentes governos desde 2010, registrados pela imprensa brasileira”, comentou Lorenzoni ao depor à comissão, na condição de convidado, nesta quinta-feira (6).

Notícias relacionadas:

Lorenzoni comandou a pasta à qual o INSS está vinculado por oito meses, do fim de julho de 2021 a março de 2022. Hoje, ao depor, ele admitiu que já estava ciente do problema ao assumir a pasta. Tanto porque, de acordo com ele, a imprensa vinha noticiando “problemas” relacionados a cobranças não autorizadas em benefícios previdenciários desde ao menos 2010, como porque o pai de um de seus assessores já tinha sido vítima de descontos não autorizados e passou meses tentando reaver os valores devidos.

“Durante a transição [entre as gestões do ex-presidente Michel Temer e Bolsonaro], este assessor me disse que tínhamos a oportunidade de mudar isso. Então, fomos ao grupo de trabalho [que discutia as prioridades do novo governo para a] Previdência, contamos a história [do pai do assessor], lembramos de um episódio de 2018 e pedimos que fossem estudados modelos de aperfeiçoamento e de combate a eventuais fraudes”, contou Lorenzoni.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo o ministro, este foi o motivo para que uma das primeiras iniciativas do governo Bolsonaro tenha sido enviar ao Congresso Nacional, logo no início de 2019, a Medida Provisória (MP) 871, que deu origem a Lei 13.846, aprovada com a justificativa de coibir fraudes em benefícios, “incluindo descontos indevidos”, e conter as despesas previdenciárias.

De acordo com Lorenzoni, a proposta original previa que as entidades responsáveis por solicitar ao INSS o desconto das mensalidades de seus associados comprovassem as validades das autorizações anualmente, mas durante a tramitação da MP, o Congresso Nacional “usou de sua prerrogativa” e derrubou a proposta, aprovando a revalidação em três anos, a partir de 31 de dezembro de 2021.

O então presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 13.846 em junho de 2019, sem vetar este ponto. Posteriormente, ao aprovarem outras MPs, os próprios parlamentares acabaram com a obrigatoriedade da revalidação, só retomada a partir de 2020, ainda no governo Bolsonaro.

Em seu depoimento, Lorenzoni afirmou que, enquanto ministro do Trabalho e da Previdência, não tomou conhecimento de filiações em massa ou mesmo do desbloqueio em lotes de descontos de mensalidades associativas.

“O INSS é uma autarquia autônoma. Isso não era da competência direta do ministro”, comentou, destacando que, já em 2019, o INSS adotou ações administrativas contra entidades denunciadas, cancelando as autorizações para que quatro associações investigadas oferecessem a possibilidade de associados pagarem suas mensalidades mediante descontos nos benefícios previdenciários. No ano seguinte, outras cinco entidades foram punidas.

Questionado pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), Lorenzoni garantiu que jamais recebeu informações de que dirigentes do INSS tenham cometido desvios de conduta ou recebido vantagens indevidas durante o período em que ele esteve à frente do ministério.

Admitiu, contudo, que, em 2022, recebeu R$ 60 mil do empresário Felipe Macedo Gomes, então presidente de umas das entidades investigadas no âmbito da Operação Sem Desconto, a Amar Brasil Clube de Benefícios, mas assegurou que, até então, não conhecia Gomes e que o dinheiro foi doado para sua campanha eleitoral ao governo do Rio Grande do Sul, em 2022.

Gaspar também perguntou sobre o fato do filho do ex-ministro, o advogado Pietro Lorenzoni, ter prestado serviços a outra das entidades investigadas por suposto envolvimento na fraude contra aposentados e pensionistas, a União Brasileira de Aposentados da Previdência (Unibap).

Lorenzoni negou tráfico de influência, afirmando que o escritório do qual o filho é um dos sócios foi contratado pela competência da equipe, e que desconhecia os negócios do filho.

Ao fazerem uma pausa para o almoço, o relator da comissão disse que as informações prestadas por Lorenzoni serão confrontadas com as de outros depoentes e com toda a documentação já disponível.

“[Ainda] não consigo fazer um juízo de valor se ele falou ou não a verdade. Vamos confrontar isto com os documentos. Ele passou oito meses à frente do ministério e estas fraudes já existiam. [Por isso] vamos analisar as condutas de todos os ministros para saber quais providências foram tomadas”, comentou Gaspar, destacando que, embora não tenha se esquivado das perguntas, não esclareceu a questão do dinheiro que recebeu do ex-presidente da Amar Brasil, nem o fato de seu filho advogar para uma das entidades investigadas.

“Poderia ser um depoimento mais aprofundado, mas ele trouxe dados e falou que durante sua gestão, os descontos associativos diminuíram. Ainda vou confrontar isso com os documentos que temos. O que posso dizer é que, durante a gestão dele, foram assinados seis Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com entidades que se mostraram fraudulentas. Mas como ele disse, o INSS é uma autarquia e ele não conhece as entidades e não participou das assinaturas. Temos que analisar até que ponto ele e outros ministros tiveram conduta omissiva diante de tudo aquilo que está posto”.

Convocações

Antes de ouvir Lorenzoni, os integrantes da CPMI do INSS aprovaram as propostas de que o colegiado peça ao ministro André Mendonça, relator da ação sobre os descontos ilegais de mensalidades associativas no Supremo Tribunal Federal (STF), as prisões preventivas de mais cinco investigados:

– Felipe Macedo Gomes, ex-presidente da Amar Brasil Clube de Benefícios;
– Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);
– Silas Vaz, secretário da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer);
– Domingos Sávio de Castro e Rubens Oliveira Costa, ligados ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o chamado Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema

A CPMI também aprovou a acareação entre Antunes e o advogado Eli Cohen, um dos primeiros a apontar as fraudes nos descontos associativos de aposentados e pensionistas do Regime Geral da Previdência Social. A data para que os dois sejam ouvidos, frente a frente, ainda vai ser definida.

Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facção

randolfe:-governo-quer-integrar-policias-e-penas-duras-contra-faccao
Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facção


Logo Agência Brasil

Classificar as facções criminosas ou as milícias que atuam no Brasil de terroristas não combate o crime organizado, ao mesmo tempo que pode servir de pretexto para interferências estrangeiras, argumenta o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facção | Cidade AC News – Notícias do AcreRandolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facção | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Não há nenhum problema em rotular [de terrorismo]. Se querem rotular, deem o nome que tiverem que dar para isso, desde que o rótulo não comprometa a soberania nacional. O que nós não queremos é dar brecha para qualquer nação estrangeira intervir no Brasil. O problema do crime organizado vai ser resolvido por nós, brasileiros”, disse a liderança governista.

Notícias relacionadas:

Randolfe conversou nesta quinta-feira (6) com a Agência Brasil sobre os projetos de lei em tramitação no Legislativo que tratam das organizações criminosas e que viraram motivo de disputa entre governo e oposição.

A liderança governista destacou que o Executivo não tem problema em rotular as organizações criminosas como terroristas, apesar de avaliar que a medida é inócua para avançar no combate ao crime organizado.

“Eu não quero debater rótulo, eu quero debater o conteúdo [das políticas] para derrotar o crime. Não é o rótulo que vai derrotar o crime organizado. Não é chamar o outro de feio que vai derrotá-lo. O horror não se combate chamando-o de horror. Tem que aumentar a pena para membro de facção, tem que combater o fluxo financeiro das facções, tem que ter coordenação de forças policiais”, justificou.  

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O governo e a oposição travam uma disputa na Câmara dos Deputados sobre qual projeto deve prevalecer para combater as organizações criminosas, se o PL das facções, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou se o PL do Terrorismo [1.283/2025], do deputado Danilo Forte (União-CE), que equipara as facções e milícias ao terrorismo. Há ainda a possibilidade de juntar os dois projetos em um só. O presidente da Câmara, Hugo Motta, informou que a Casa deve decidir sobre o tema até o final da próxima semana. 

Prevista para esta semana, a votação do PL do terrorismo foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

“Essa decisão é do presidente [Hugo Motta]. O rito é ele que vai decidir. Pode ser que venha para a CCJ. Pode ser que ele apense [juntando os dois projetos em disputa sob a mesma relatoria]”, explicou à Agência Brasil o presidente da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA).

Especialistas tem alertado que equiparar as fações e milícias ao terrorismo expõe o Brasil à estratégia intervencionista dos Estados Unidos na América Latina. 

Proselitismo

Para o líder do governo Randolfe Rodrigues, o PL que equipara as organizações criminosas ao terrorismo serve a certo discurso político-ideológico.  

“Vamos parar de proselitismo e de ideologização da questão e tratar como uma questão de Estado para ser enfrentada por todos os lados, direita, esquerda, governo e oposição”, afirmou.

Randolfe argumentou que o governo brasileiro apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e o PL Antifacção para combater o crime com aumento de penas para os membros da organização criminosa, integração das polícias e aposta na inteligência das forças de segurança.

“Não basta você ter uma operação contra o crime organizado em uma área de favela e depois deixar a área para que outros recrutados do crime organizado continuem fazendo o que o PCC, o que Comando Vermelho e outras organizações fazem. As medidas que o governo encaminha são baseadas no binômio coordenação das forças de polícia para enfrentar uma guerra e aumento de penas para o combate às facções”, completou.

Terrorismo

O autor do projeto de lei que equipara as facções ao terrorismo, deputado Danilo Fortes, justificou que a medida é importante para dar condições da polícia enfrentar as organizações criminosas sem medo da Corregedoria, que é o órgão responsável por monitorar e aplicar sanções contra policiais que violam as regras.

“O PL dá condição para você criar situações extralegais de poder fazer o enfrentamento, inclusive ações preventivas. Eu não estou entrando na seara política ou ideológica. Eu estou entrando na questão das condutas que o crime organizado está tendo no Brasil, que são condutas de terrorismo. Quando você provoca medo coletivo, são ações de terrorismo”, disse à Agência Brasil.

O deputado ainda rejeitou a tese de que a medida poderia abrir brecha para intervenção estrangeira no Brasil.

“Os Estados Unidos não podem invadir. Isso é [responsabilidade] da ONU. A soberania só é ferida se tiver algum acordo bilateral ou multilateral, o que não existe. E quem vai fazer a definição é o Poder Executivo. Nós estamos perdendo a soberania para o crime, internamente”, disse.

Baixada Santista registra ao menos 44 casos de meningite em 2025

0
baixada-santista-registra-ao-menos-44-casos-de-meningite-em-2025
Baixada Santista registra ao menos 44 casos de meningite em 2025


Logo Agência Brasil

Seis dos nove municípios da Baixada Santista registraram 44 casos de meningite em 2025 e sete mortes decorrentes da doença. As cidades que informaram os dados nesta quinta-feira (6) são: Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá e Itanhaém.   Baixada Santista registra ao menos 44 casos de meningite em 2025 | Cidade AC News – Notícias do AcreBaixada Santista registra ao menos 44 casos de meningite em 2025 | Cidade AC News – Notícias do Acre

De acordo com a prefeitura de Santos, houve seis casos confirmados no município este ano e um óbito. Em 2024, foram 20 casos e duas mortes.

Notícias relacionadas:

Em Cubatão, são três casos e três óbitos em 2025, enquanto no ano passado foram registrados cinco casos e duas mortes. 

Em Praia Grande, em 2025, são 11 casos e três óbitos; no ano passado, foram 13 casos e três mortes. Em Mongaguá, foram registrados este ano três casos, sem óbitos; em 2024, foram três casos e uma morte.

No município de Itanhaém, em 2025, foram registrados quatro casos e nenhum óbito. Em São Vicente, foram 17 casos confirmados neste ano. As prefeituras não informaram os dados de 2024.

As meningites podem ser causadas por vírus ou bactérias e diferem entre si no que diz respeito ao tratamento e prognóstico clínico. Há sintomas que são comuns a todas, como febre alta, dor de cabeça forte, rigidez na nuca (que impede abaixar o queixo até o peito), náuseas ou vômitos e sensibilidade à luz.

As autoridades recomendam procurar o serviço de saúde no aparecimento dos sintomas, para avaliação clínica e adoção de conduta terapêutica.

“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realiza e monitora a investigação epidemiológica dos casos de meningite na região da Baixada Santista, além de acompanhar a evolução dos casos em conjunto com os municípios”, disse a pasta, em nota. 

Para evitar a doença, é recomendado reforçar a higiene das mãos com água e sabão, especialmente antes das refeições e após o uso de sanitários; manter a limpeza e desinfecção regular de superfícies, brinquedos e utensílios compartilhados assim como a boa ventilação dos ambientes; evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal, como copos, talheres e garrafas; e cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar; utilizar lenço descartável e higienizar as mãos após tossir ou espirrar.

Dathi lamenta o falecimento de Wladimir Reis, voz histórica na resposta à aids

0
dathi-lamenta-o-falecimento-de-wladimir-reis,-voz-historica-na-resposta-a-aids
Dathi lamenta o falecimento de Wladimir Reis, voz histórica na resposta à aids

O Departamento de HIV, Aids, Tuberculose e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (Dathi/SVSA/MS), manifesta profundo pesar pelo falecimento de Wladimir Cardoso Reis, na terça-feira (7), aos 65 anos de idade.

Wladimir Reis foi uma referência nacional no ativismo social e uma das mais importantes lideranças na defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e aids em Pernambuco e no Brasil.

Cidadão que viveu com HIV por 36 anos, Wladimir canalizou seu sofrimento e a dor das perdas — incluindo a de seu companheiro e seus amigos — em um impulso inabalável para a organização e o protagonismo das pessoas afetadas pelo HIV e pela aids.

Em dezembro de 2000, ele foi cofundador do Grupo de Trabalho em Prevenção Posithivo (GTP+ PositHIVo), em Recife (PE), dedicando sua vida a enfrentar o estigma e a lutar pelo acesso universal ao tratamento e à dignidade. À frente do GTP+, que em breve completará 25 anos, ele foi uma voz ativa na construção de políticas públicas e em momentos importantes do movimento.

A atuação de Wladimir Reis foi sempre pautada pela coerência, firmeza ética e uma coragem que inspirou gerações de ativistas em todo o país.

O Dathi/SVSA/MS se solidariza com a família, amigos(as) e companheiros(as) de ativismo de Wladimir, reconhecendo sua contribuição inestimável para a saúde pública e para a promoção dos direitos humanos no Brasil. 

Atenciosamente,
Dathi/SVSA/MS

Destaques no Remo, Pedro Rocha e Diego Hernández exaltam confiança na reta final da Série B

0
destaques-no-remo,-pedro-rocha-e-diego-hernandez-exaltam-confianca-na-reta-final-da-serie-b
Destaques no Remo, Pedro Rocha e Diego Hernández exaltam confiança na reta final da Série B

Destaques no Remo, Pedro Rocha e Diego Hernández exaltam confiança na reta final da Série B


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Destaques no Remo, Pedro Rocha e Diego Hernández exaltam confiança na reta final da Série B | Cidade AC News – Notícias do Acre

Paysandu é o 17º time confirmado na Série C 2026; veja outros times que disputarão a competição

0
paysandu-e-o-17o-time-confirmado-na-serie-c-2026;-veja-outros-times-que-disputarao-a-competicao
Paysandu é o 17º time confirmado na Série C 2026; veja outros times que disputarão a competição

Paysandu é o 17º time confirmado na Série C 2026; veja outros times que disputarão a competição


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Paysandu é o 17º time confirmado na Série C 2026; veja outros times que disputarão a competição | Cidade AC News – Notícias do Acre

Paysandu oficializa saída do técnico Márcio Fernandes; Ignácio Neto assume a equipe

0
paysandu-oficializa-saida-do-tecnico-marcio-fernandes;-ignacio-neto-assume-a-equipe
Paysandu oficializa saída do técnico Márcio Fernandes; Ignácio Neto assume a equipe

Paysandu oficializa saída do técnico Márcio Fernandes; Ignácio Neto assume a equipe


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Paysandu oficializa saída do técnico Márcio Fernandes; Ignácio Neto assume a equipe | Cidade AC News – Notícias do Acre

Paraense e ex-Paysandu, meia da Chapecoense provoca Remo após empate: ‘Não tem tradição’

0
paraense-e-ex-paysandu,-meia-da-chapecoense-provoca-remo-apos-empate:-‘nao-tem-tradicao’
Paraense e ex-Paysandu, meia da Chapecoense provoca Remo após empate: ‘Não tem tradição’

Paraense e ex-Paysandu, meia da Chapecoense provoca Remo após empate: ‘Não tem tradição’


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Paraense e ex-Paysandu, meia da Chapecoense provoca Remo após empate: ‘Não tem tradição’ | Cidade AC News – Notícias do Acre

Clube do Remo avança na reestruturação do CT em Outeiro

0
clube-do-remo-avanca-na-reestruturacao-do-ct-em-outeiro
Clube do Remo avança na reestruturação do CT em Outeiro

Clube do Remo avança na reestruturação do CT em Outeiro


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Clube do Remo avança na reestruturação do CT em Outeiro | Cidade AC News – Notícias do Acre

Presidente do Paysandu anuncia dispensa de jogadores e reestruturação para 2026

0
presidente-do-paysandu-anuncia-dispensa-de-jogadores-e-reestruturacao-para-2026
Presidente do Paysandu anuncia dispensa de jogadores e reestruturação para 2026

Presidente do Paysandu anuncia dispensa de jogadores e reestruturação para 2026


[Ads by RSSGenerator] Please try our other product:


What is my IP address? [ One click Chrome ext ]

Presidente do Paysandu anuncia dispensa de jogadores e reestruturação para 2026 | Cidade AC News – Notícias do Acre

[lbg_audio8_html5_shoutcast settings_id='1']