A atriz Sally Kirkland morreu nesta terça-feira (11) aos 84 anos, em Palm Springs, na Califórnia, Estados Unidos.
Por Jornal Portal do Paraná em 11/11/2025 às 14:55:54

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Pelo menos 121 empresas, concessionárias, secretarias municipais e associações ligadas ao setor de mobilidade urbana aderiram a Coalizão para a Descarbonização dos Transportes. A aliança promete reduzir em até 70% as emissões de gases do efeito estufa até 2050. O número de adesões foi atingido durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontece em Belém.

A iniciativa é liderada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), pelo Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável, pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pela Motiva, empresa de serviços de infraestrutura em mobilidade.
O grupo também mantém interlocução com os ministérios do Meio Ambiente, dos Transportes e de Portos e Aeroportos, e promete levar contribuições ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que será apresentado na COP30.
Criada em 2024, a Coalizão propõe 90 ações para reduzir as emissões do transporte brasileiro, setor responsável por 11% das emissões nacionais — cerca de 260 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) equivalente.
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As medidas prometem reduzir em 70% a pegada de carbono do setor até 2050, o que equivaleria a menos 287 milhões de toneladas de CO₂e na atmosfera.
Um plano de ação foi lançado em maio desse ano com recomendações para avançar na redução das emissões em seis frentes: infraestrutura e interseccionalidades; mobilidade urbana; transporte rodoviário, transporte ferroviário; transporte aéreo e transporte aquaviário e cabotagem.
Entre as principais propostas estão a revisão da matriz logística de transporte, o estímulo ao uso de biocombustíveis e a ampliação da eletrificação de frotas, aproveitando a matriz elétrica limpa e renovável do Brasil.
Suiane da Silva é aluna da Escola Adalberto Sena II, um anexo da Escola São Francisco da Chagas, que fica localizada na Comunidade Iracema, ao longo do Rio Preto, no município de Porto Walter. Aos 34 anos, é a primeira vez que a estudante concorre ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Participar do Enem é uma porta que se abre”, diz.
O primeiro dia de exames, quando foram aplicadas as provas de Linguagens, Ciências Humanas e Redação, Suiane realizou na Escola Borges de Aquino. “Eu só tenho a agradecer à SEE [Secretaria de Estado de Educação e Cultura, por levar o ensino médio até a nossa comunidade, o que nos motiva de todas as formas”, afirmou.
A aluna não esconde a alegria em participar do Enem. “Estamos realizando um sonho muito grande, de conseguir chegar até onde chegamos, apesar das dificuldades, porque somente em pegar em uma caneta e sentar nessa mesa, para a gente, já é um privilégio; a gente se sente humano, se sente cidadão”, relata, ao descrever a possibilidade de fazer o exame.
E não é pouca coisa. Suiane e outros alunos da zona rural de Porto Walter conseguiram fazer o primeiro dia de prova do Enem graças ao esforço do governo do Estado em levar o ensino médio às comunidades mais distantes.
Suiane se lembra dos investimentos realizados pelo governo para levar educação a essas comunidades ribeirinhas, como a entrega de kits escolares contendo cadernos, lápis, borracha e caneta, além da distribuição de uniformes e a própria merenda escolar que é servida aos alunos.
“Isso tudo é muito gratificante, porque não temos condições de comprar esses materiais, como os uniformes escolares, então é somente gratidão a esse olhar que a SEE tem conosco. Mesmo morando no seringal, a gente é reconhecido”, destaca a estudante.
Para Suiane chegar até a escola não é tarefa fácil. São mais de três horas de barco. “Eu nunca imaginei que ia conseguir terminar, pela dificuldade, pois moramos em um igarapé de difícil acesso, gastamos três horas para chegar na comunidade para poder estudar”, relata.
O segundo dia de provas, com Ciências da Natureza e Matemática, será realizado no próximo domingo, 16 . “Estou ansiosa, esperando. Por isso somos gratos ao governo, por nos ajudar e olhar pela gente”, ressalta.
A realização do Enem para os alunos do ensino médio moradores das comunidades da zona rural é um trabalho desenvolvido pela SEE, por meio do núcleo local, com as escolas e professores.
A partir de 2024 mais alunos começaram a se inscrever para o Enem, partindo de um trabalho que começou a ser feito. “Agora, em 2025, matriculamos 94 alunos no ensino médio, dos quais 78 se inscreveram para realizar o Enem”, informa.
De acordo com a gestora, apesar das dificuldades de acesso e das distâncias das comunidades rurais, o trabalho realizado resultou na inscrição de um número expressivo de estudantes. “Um número bastante significativo na participação dos alunos”, definiu.
Para se ter uma ideia do crescimento na participação dos alunos da zona rural de Porto Walter, de 2023 para 2024 houve um aumento de 51% no número de inscrições e de 2024 para 2025 esse aumento saltou para 83%: “Isso significa que o nosso trabalho está dando certo e sou grata a todos os profissionais envolvidos”, analisa.
“Mesmo diante das dificuldades, nossos estudantes vêm abraçando a oportunidade de participar do Enem, que é um passo extremamente importante, que abre horizontes, de fazer um curso superior, seja em nossa cidade, que também é de difícil acesso, em Rio Branco ou até mesmo em outro estado”, frisa Fabiana.
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O governo do Acre esclarece que tem mantido o compromisso de honrar, de forma regular, os pagamentos referentes aos contratos de prestação de serviços de mão de obra terceirizada.
Os órgãos da administração estadual vêm realizando os repasses mensais de acordo com o cronograma estabelecido, assegurando a continuidade dos serviços e a pontualidade no pagamento dos trabalhadores vinculados às empresas contratadas.
Com isso, não há risco de os colaboradores terceirizados não receberem os salários e o 13º.
O governo reforça seu compromisso com a responsabilidade fiscal, a transparência na gestão dos recursos públicos e o respeito aos profissionais que prestam serviços ao Estado.
Governo do Estado do Acre
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Por Jornal Portal do Paraná em 11/11/2025 às 13:25:50

Um homem-bomba matou pelo menos 12 pessoas do lado de fora de um tribunal em Islamabad, capital do Paquistão, nesta terça-feira (11), disse o ministro do Interior, Mohsin Naqvi.

Várias pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave, informou fonte de um hospital.
O homem-bomba tentou entrar no prédio do tribunal, mas detonou o dispositivo do lado de fora, perto de um veículo da polícia, depois de esperar por 10 a 15 minutos, disse Naqvi a repórteres no local.
“Estamos investigando esse incidente de diferentes ângulos. Não se trata apenas de outro atentado a bomba. Aconteceu exatamente em Islamabad”, disse o ministro.
A explosão ocorreu perto da entrada do tribunal distrital de Islamabad, que normalmente fica lotado.
Pessoas cobertas de sangue eram vistas ao lado de uma van da polícia, em vídeos e fotos na mídia local.
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (11), às 9h, o julgamento dos réus do núcleo 3 da trama golpista ocorrida durante governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

O núcleo é composto por nove militares do Exército e um policial federal. Eles respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
Os acusados são conhecidos como “kids-pretos”, militares que integraram o grupamento de forças especiais do Exército. Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de planejar “ações táticas” para efetivar o plano golpista.
Fazem parte deste núcleo os seguintes investigados:
Bernardo Romão Correa Netto (coronel);
Estevam Theophilo (general);
Fabrício Moreira de Bastos (coronel);
Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel);
Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel);
Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel);
Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel);
Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel);
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel);
Wladimir Matos Soares (policial federal).
No caso do tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, a PGR pediu que a acusação seja desclassificada para o crime de incitação das Forças Armadas contra os poderes constitucionais. Com a medida, o acusado poderá ter direito a um acordo para se livrar de condenação. Atualmente, ele responde aos cinco crimes imputados a todos os réus.
Até o momento, o STF já condenou 15 réus pela trama golpista. São sete condenados do Núcleo 4 e mais oito acusados que pertencem ao Núcleo 1, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
O grupo 2 será julgado a partir de 9 de dezembro.
O núcleo 5 é formado pelo empresário Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos e não há previsão para o julgamento.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (10) que o governo do Rio de Janeiro envie à Corte todos os laudos técnicos de necrópsia dos corpos e de projéteis, bem como a lista dos policiais que utilizavam câmeras corporais na megaoperação realizada em 28 de outubro, quando 121 pessoas morreram nos complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense. 

Moraes determinou ainda que as imagens das respectivas câmeras sejam preservadas e apontou contradições a respeito dos objetivos da operação, com o governo fluminense indicando 51 alvos enquanto a procuradoria estadual fala no cumprimento de 69 mandados de prisão. Informações divulgadas à imprensa durante e logo após a ação mencionam ainda 100 mandados de prisão, dos quais 20 foram cumpridos e 15 alvos foram mortos.
“Dessa maneira, torna-se necessário esclarecer o número de mandados de prisão e de busca e apreensão efetivamente expedidos pela 42ª Vara Criminal da Capital (Processo nº 0840740-85.2025.8.19.0001) e efetivamente cumpridos durante a ‘Operação Contenção’”, escreveu o ministro.
O ministro afirmou não estar clara a “relação entre os destinatários desses mandados de prisão e as pessoas efetivamente presas ou que faleceram durante a realização da citada operação”.
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Segundo os números oficiais, apresentados pelo governador Cláudio Castro, a operação resultou em 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante, incluindo 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros estados.
Para esclarecer o ponto, Moraes mandou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) envie ao Supremo a lista das pessoas com mandado de prisão expedido pela 42ª Vara Criminal que foram efetivamente presas e também informe se algum dos mandados de busca e apreensão da operação foi de fato cumprido.
Ele também determinou o envio da listagem completa dos presos e as informações sobre a realização das respectivas audiências de custódia, que são obrigatórias e devem acontecer em até 24 horas da prisão.
As medidas foram determinadas na Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, que ficou conhecida como ADPF das Favelas. Moraes é relator temporário do processo, ao menos até que alguém assuma a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.
O Supremo já julgou o mérito dessa ação, estabelecendo ao final uma série de medidas e protocolos que devem ser observados pelas autoridades de segurança para preservar os direitos fundamentais dos moradores de comunidades atingidas pelo crime organizado.
Mesmo após uma decisão final, o Supremo pode continuar a atuar para garantir que as determinações sejam cumpridas.
Moraes ordenou ainda que o delegado responsável pela 22ª Delegacia de Polícia, que fica no bairro carioca da Penha, informe em 48h sobre a abertura de inquérito para investigar os familiares dos mortos, por terem movido os corpos de onde se encontravam na mata até a parte baixa da comunidade.
No encontro, foram relatadas ainda a dificuldade da imprensa e das famílias das vítimas para ter acesso ao teor das perícias do caso, bem como as condições precárias de trabalho da polícia técnico-científica do Rio de Janeiro.
Por último, o ministro suspendeu uma decisão da conselheira Fabiana Costa Oliveira Barreiro, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que havia barrado um pedido de informações feito pelo Ministério Público Federal (MPF) para ter acesso ao orçamento da operação.
Ao suspender a iniciativa do MPF, a conselheira alegou invasão da competência do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) para fiscalizar a atuação da polícia fluminense.
Moraes derrubou a decisão da conselheira e deu 48 horas para que ela se explique.
Alunos da Escola Adalberto Sena II realizaram a prova em Porto Walter. Foto: cedida
Suiane Silva: “Realizando o sonho de chegar até aqui”. Foto: cedida
Porto Walter aumentou número de alunos inscritos no Enem. Foto: José Caminha/Secom