segunda-feira, 23 fevereiro, 2026
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Motta defende relator e nega retirada de poderes da Polícia Federal

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Motta defende relator e nega retirada de poderes da Polícia Federal


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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas.Motta defende relator e nega retirada de poderes da Polícia Federal | Cidade AC News – Notícias do AcreMotta defende relator e nega retirada de poderes da Polícia Federal | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ao chegar à Câmara, Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do relator retiraria as atribuições da Polícia Federal (PF) ao submeter as operações conjuntas com forças estaduais a um pedido do governador.

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“A Câmara não permitirá, em nenhum momento, que a Polícia Federal perca suas prerrogativas. Essa é uma condição inegociável para nós, tanto é que o próprio relator, desde o dia de ontem, por intermédio nosso, conversou com o diretor-geral da Polícia Federal”, disse Motta.

Para o presidente da Casa, o tema já foi “resolvido”. Derrite voltou atrás na segunda-feira (10) e modificou o texto, permitindo ações da PF sem prévia provocação do chefe do Executivo estadual

Especialistas, o governo e a própria Polícia Federal (PF) argumentaram que o primeiro texto do relator era inconstitucional, por condicionar operações conjuntas da PF com forças estaduais a uma provocação do governador, retirando atribuições da organização, ligada à União. 

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Debate desvirtuado 

Segundo o presidente da Câmara, estão querendo “desvirtuar” o debate sobre o PL 5.582 de 2025, ao afirmarem que a Casa quer tirar a competência da PF. 

“Isso não é verdade. Nós vamos pelo contrário, que é fortalecer os meios para que tanto a Polícia Federal, como o Ministério Público, os Ministérios Públicos estaduais, o Ministério Público Federal e as polícias estaduais possam ter mais instrumentos para enfrentar o crime organizado”, completou.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chegou a afirmar que as mudanças feitas pelo relator seriam um “presente para o crime organizado”.

“Na prática, as mudanças que o Secretário de Tarcísio de Freitas propõe vão proteger a bandidagem e as facções, subvertendo totalmente o projeto enviado pelo governo do presidente Lula”, afirmou a ministra em uma rede social.

O deputado Derrite se licenciou do cargo de secretário de segurança de São Paulo apenas para relatar esse projeto. O PL está pautado para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (11), enquanto o governo pede mais tempo para dialogar mudanças no substitutivo do relator.

 


Brasília - 14/10/2025 -  Secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, debate PEC da Segurança Pública na Câmara Foto: Lula Marques/Agência Brasil.

Guilherme Derrite em debate sobre a PEC da Segurança Pública na Câmara Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Apoio a Derrite

O presidente da Câmara vinha manifestando apoio ao parecer de Derrite antes da nova versão do PL que excluiu a exigência de provocação do governador para operações conjuntas.

Ainda no sábado (8), em uma rede social, Motta disse que leu “o relatório do deputado Derrite, que preserva avanços do projeto do Governo Federal e endurece as penas contra o crime”.

A decisão de nomeá-lo foi interpretada por governistas como uma provocação, uma vez que o parlamentar representa o governador Tarcísio de Freitas. 

Terrorismo e Soberania

Questionado se a equiparação das ações de facções criminosas e milícias ao terrorismo não poderia justificar a interferência de países estrangeiros no Brasil, o presidente da Câmara Hugo Motta respondeu que o texto preserva a soberania do país.

“Não permitiremos que nenhuma proposta coloque em risco a soberania nacional. Nós temos como base um preceito de que precisamos, sim, endurecer as penas, precisamos, sim, tipificar os crimes mais atuais, mais modernos, precisamos, sim, ser mais duros e enérgicos com os chefes das facções criminosas, mas sem permitir que haja qualquer questionamento acerca da soberania”, disse Motta.

Por outro lado, o governo ainda entende que o projeto permite que nações estrangeiras possam acusar o Brasil de abrigar grupos terroristas, o que poderia ter repercussões geopolíticas negativas para o país.

A ministra Gleisi Hoffmann argumenta que o relator mantém “com outro nome, a ideia de classificar facções como terroristas, o que não resolve nada, mas é uma grave ameaça à soberania do país e a nossas empresas”.

 


Brasília (DF), 08/04/2025 - A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão  da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e líderes partidários da Casa. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nova versão

Motta acrescentou que novas alterações podem ser apresentadas após conversas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandovisk, nesta terça-feira (11).

“A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator já está em Brasília dialogando. Nós queremos poder, até o final do dia, ter uma proposta mais apurada, para apresentar à sociedade a total disposição da Câmara, do relator, de construir a melhor proposta possível, para que ela possa caminhar bem, não só na Câmara, como no Senado, e dar condições de o Poder Executivo analisar a possível sanção”, finalizou.

 

Manoel Moraes comenta sobre polêmica sobre cargo no Turismo e defende diálogo político equilibrado

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Manoel Moraes comenta sobre polêmica sobre cargo no Turismo e defende diálogo político equilibrado

Na sessão ordinária desta terça-feira (11) o deputado Manoel Moraes (PP), líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre, se pronunciou sobre os debates recentes envolvendo a criação de um cargo na Secretaria de Turismo do Estado e a repercussão em torno da exoneração do marido do prefeito de Feijó, Railson Ferreira, após participação em ato partidário. O parlamentar afirmou que as interpretações políticas em torno do caso foram exageradas e classificou o episódio como um “carnaval fora de época”.

Ao tratar da criação do cargo no Turismo, Manoel Moraes destacou que o objetivo era apenas ajustar a estrutura administrativa, valorizando uma servidora que já exercia suas funções. Ele afirmou que o debate ganhou proporções distorcidas. “É uma profissional exemplar que já atuava na área. Não houve prejuízo, não houve criação de despesa adicional. Transformaram algo administrativo em espetáculo. Isso sim foi um carnaval fora de época e fora de ritmo”, afirmou.

Sobre o episódio envolvendo o prefeito de Feijó, Manoel Moraes elogiou Railson Ferreira e disse que a forma como a exoneração do seu marido ocorreu merece esclarecimentos. “O Railson é uma pessoa extraordinária, alguém com quem sempre dialogamos bem. Eu não concordo com a forma como isso aconteceu. Vou procurar entender. Política se resolve com conversa, não com retaliação”, disse.

O parlamentar afirmou ainda, que o governo está preparado para o processo eleitoral que se aproxima e que cada partido tem autonomia para conduzir suas articulações. Segundo ele, o foco da base governista é fortalecer suas candidaturas. “Cada partido faz suas convenções e escolhe seus caminhos. Nós estamos prontos para a disputa. Estamos trabalhando para eleger nossos candidatos, inclusive os dois senadores. Não estamos preocupados com festa ou agitação artificial”, declarou.

Manoel Moraes encerrou destacando que o calendário político ainda está no início e que muitas definições ocorrerão ao longo dos próximos meses. “Como no futebol, noventa minutos é muito tempo. Imagina onze meses. Vamos seguir trabalhando com responsabilidade e equilíbrio”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Em defesa do prefeito de Feijó, Emerson Jarude critica postura do governo e cita conflitos com instituições

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Em defesa do prefeito de Feijó, Emerson Jarude critica postura do governo e cita conflitos com instituições

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (11) o deputado Emerson Jarude (Novo) se pronunciou sobre a exoneração do marido do prefeito de Feijó, Railson Ferreira, após a participação do gestor em um ato partidário. O parlamentar afirmou que o episódio configurou retaliação política e reforçou solidariedade ao prefeito e à sua base. Jarude também citou outros episódios recentes envolvendo o governo e instituições de controle, destacando o que considerou uma postura de confronto.

Ao iniciar seu discurso, o deputado saudou a presença de candidatos do cadastro de reserva do Iapen que acompanharam a sessão e registrou agradecimentos à imprensa e aos servidores da Assembleia. Em seguida, abordou diretamente o caso que ganhou repercussão estadual. “Primeiro, o governo disse que se tratava apenas de reorganização administrativa. Quando o prefeito afirmou que havia sido retaliação política, o tom mudou. Passou-se a dizer que ele precisava ter palavra e lado. Fica evidente que a decisão teve caráter político”, declarou.

Jarude também criticou o que classificou como um padrão de desrespeito às instituições. Ele lembrou a recomendação do Ministério Público para que o governo não utilizasse nomes de familiares do governador em obras públicas, e a resposta dada pelo Palácio Rio Branco. “Foi dito que os promotores deveriam tirar a bunda da cadeira e sair do ar-condicionado. Isso é inadmissível. Promotores cumprem a lei, fiscalizam a gestão pública e merecem respeito”, afirmou.

Na sequência, o parlamentar citou o caso “escola do curral”, mostrado em rede nacional, quando o Tribunal de Contas do Estado recomendou o afastamento do secretário de Educação, Aberson Carvalho. “A presidente do TCE foi assertiva ao pedir afastamento para garantir apuração séria. E, novamente, a reação do governo foi dizer que a decisão era descabida e política”, observou.

Jarude ainda mencionou o rompimento entre o governo e o senador Alan Rick, que até então integrava a base aliada. Segundo ele, o episódio permanece sem explicações claras. “Nem a população, nem esta Casa, sabe o que motivou esse distanciamento. O que se vê é um governo que tem dificuldade de conviver com posicionamentos independentes, sejam eles de prefeitos, órgãos de controle ou parlamentares”, disse.

Ao concluir, Jarude afirmou que divergências políticas precisam ser tratadas com transparência e diálogo, não com imposição. “Respeitar instituições e lideranças é um princípio básico da democracia. Quando o governo reage com ataque ou retaliação, quem perde é a sociedade. Nós estaremos aqui para cobrar equilíbrio, respeito e responsabilidade”, finalizou.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Digitalização, automação e robótica são os interesses dos visitantes da Agritechnica

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Digitalização, automação e robótica são os interesses dos visitantes da Agritechnica

Digitalização, automação e robótica são os interesses dos visitantes da Agritechnica | Cidade AC News – Notícias do Acre
A Agritechnica 2025, feira de tecnologia agrícola realizada na Alemanha, não é apenas uma vitrine de máquinas e equipamentos, é também um termômetro de investimento global no agronegócio. Segundo o relatório “Tracker Agritechnica 2025”, divulgado pela organização do evento, 76% dos visitantes já chegaram à feira com decisões de investimento tomadas, enquanto outros 22% indicaram que ainda decidirão “em breve”.
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O estudo mostra que os principais temas que movem os recursos financeiros do setor agrícola são: digitalização, automação e robótica.

Entre os visitantes:

50% demonstraram interesse em soluções de digitalização, como softwares de monitoramento, gestão de dados de produção e plataformas de análise preditiva;
42% estão focados em automação, incluindo tratores autônomos, sistemas de plantio automatizados e irrigação inteligente;
21% têm planos de investimento em robótica, especialmente equipamentos para colheita, capina e pulverização.

Além disso, o levantamento reforça que a adoção de tecnologias digitais já é significativa: 69% das fazendas que terão representantes visitando a feira usam GPS ou sistemas assistidos por satélite, enquanto a integração de sensores e Internet das Coisas (IoT) cresce entre produtores de médio e grande porte.
A feira também evidencia novos modelos de negócios: fabricantes não vendem apenas máquinas, mas plataformas de serviços digitais, assinaturas de monitoramento, manutenção remota e soluções “sob demanda”, criando uma nova economia agrícola baseada em dados.
Também segundo a DLG, especialistas apontam que o impacto dessas tecnologias não se limita ao aumento da produtividade. Elas permitem redução de custos operacionais, uso mais eficiente de insumos e sustentabilidade, transformando o modelo de negócio do agronegócio global.
*A jornalista viajou a convite da DLG, que organiza a Agritechnica

Prefeitura de Tarauacá assina cessão de imóveis da União para criação de Centro Administrativo e Centro de Referência para TEA e TDAH

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Prefeitura de Tarauacá assina cessão de imóveis da União para criação de Centro Administrativo e Centro de Referência para TEA e TDAH

Na manhã desta terça-feira (11), a cidade de Tarauacá, no Acre, celebrou um marco histórico com a assinatura dos Termos de Cessão de Uso Gratuito de dois imóveis da União à Prefeitura Municipal. A cerimônia, realizada na Câmara de Vereadores, foi promovida pela Superintendência do Patrimônio da União no Acre (SPU/AC) e contou com a presença de autoridades locais e regionais, incluindo o prefeito Rodrigo Dam

Prefeitura de Tarauacá intensifica monitoramento do Rio Tarauacá com a chegada do período chuvoso

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Prefeitura de Tarauacá intensifica monitoramento do Rio Tarauacá com a chegada do período chuvoso

Com o início do período chuvoso, a Prefeitura de Tarauacá, por meio da Defesa Civil Municipal, reforçou o monitoramento do Rio Tarauacá devido ao risco de cheias repentinas causadas por chuvas intensas. A medida visa garantir a segurança da população e a pronta resposta a possíveis emergências. De acordo com Leandro Simões, diretor da Defesa Civil Municipal, nas últimas 24 horas, o Rio Tarauacá registrou

Governadora em exercício Mailza recebe equipe dos Correios e incentiva adoção de cartinhas da campanha de Natal

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Governadora em exercício Mailza recebe equipe dos Correios e incentiva adoção de cartinhas da campanha de Natal

Um simples gesto pode mudar o Natal de uma criança. Nesta terça-feira, 11, a governadora em exercício, Mailza Assis, recebeu a equipe dos Correios no Acre, que visitou o gabinete da vice-governadoria para entregar quase 300 cartinhas destinadas à adoção por meio da tradicional campanha Papai Noel dos Correios, lançada oficialmente na segunda-feira, 10. A iniciativa, que completa 36 anos, busca realizar sonhos de crianças em situação de vulnerabilidade social em todo o país.

Governadora em exercício recebeu equipe dos Correios e garantiu apoio, com a adoção das cartinhas. Foto: Neto Lucena/Secom Durante a visita, Mailza reforçou o compromisso do governo com a campanha e incentivou todos a participarem. “Estamos aqui com a equipe dos Correios, recebendo as cartinhas e nos comprometendo em ajudar, em atender as crianças que estão pedindo um presentinho de Natal. A campanha foi lançada ontem e vai até o dia 8 de dezembro, então convido todos a participar. É sempre muito bom alegrar o coração de uma criança no Natal. Eu já adotei a minha cartinha e quero que você adote a sua”, reiterou a governadora em exercício.

Este ano, a meta dos Correios é garantir que as 1,2 mil cartinhas enviadas por estudantes de sete escolas públicas e crianças da comunidade sejam integralmente adotadas. Em 2024, o Acre registrou 2,5 mil cartinhas adotadas, demonstrando o engajamento da população com a causa.

O coordenador do projeto, Antônio Carlos Pessoa, agradeceu o apoio institucional do governo e destacou o papel dos padrinhos na campanha. “A expectativa é grande, e o apoio da vice-governadora é fundamental. Nosso objetivo é atender 100% das crianças que manifestarem interesse. A campanha mobiliza escolas indicadas pelo Estado e pela Prefeitura, priorizando alunos em situação de vulnerabilidade social”, afirmou.

Superintendente dos Correios no Acre, Heirivanda Maia, agradeceu apoio de Mailza. Foto: Neto Lucena/Secom A superintendente dos Correios no Acre, Heirivanda Maia, reforçou a importância da campanha que pode mudar o Natal de uma criança. “São 36 anos tirando sonhos do papel. São crianças que não têm condições, os pais muitas vezes não têm como comprar um presente, o mínimo que seja, que pra gente às vezes é irrisório, mas pra eles não. Por isso, convidamos todos a se tornarem ‘noéis’ e ajudarem a realizar esses sonhos”, disse.

De acordo com a vice-coordenadora da campanha, Tatiane Castro, além das escolas selecionadas, os Correios também recebem cartinhas da comunidade até o dia 24 de novembro, escritas por crianças de até 10 anos, sem limite de idade no caso de deficiência.

Vice-coordenadora da campanha, Tatiane Castro explicou critérios para participar da campanha. Foto: Neto Lucena/Secom “As cartinhas devem ser entregues pessoalmente na agência central, com CPF, endereço e telefone para contato. E os pedidos mais comuns continuam sendo bonecas, carrinhos, bolas e materiais escolares”, contou.

As cartinhas adotadas pelo gabinete da vice-governadora são da Escola Aurea Pires Montes de Souza, localizada na Baixada da Sobral, com cerca de 300 alunos do 1º ao 5º ano. As cartinhas da Escola Clínio Brandão também devem ser adotadas pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH).

A campanha Papai Noel dos Correios segue até 8 de dezembro. Quem quiser participar pode adotar uma cartinha na agência central dos Correios, na Rua Epaminondas Jácome, em frente ao Novo Mercado Velho, ou pela plataforma digital, disponível no site da instituição. Os presentes devem ser entregues nas agências participantes, identificados conforme as informações da carta adotada.

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Deracre realiza etapa de drenagem com bocas de lobo e meio-fio na Estrada Dias Martins

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Deracre realiza etapa de drenagem com bocas de lobo e meio-fio na Estrada Dias Martins

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), segue com ritmo intenso nas obras de pavimentação da Estrada Dias Martins, em Rio Branco. As equipes estão executando serviços de drenagem, com a construção de bocas de lobo, meio-fio e sarjetas, etapa essencial para garantir o escoamento da água e a durabilidade do novo pavimento.

Obra de pavimentação da Estrada Dias Martins avança com serviços de drenagem. Foto: Thauã Conde/Deracre Os trabalhos são realizados por meio de uma emenda parlamentar no valor de R$ 6,5 milhões, com contrapartida do Estado. O investimento reforça o compromisso do governo em melhorar a infraestrutura urbana e atender bairros que aguardavam há anos por intervenções.

Trabalhos de drenagem e urbanização seguem em ritmo acelerado na Estrada Dias Martins. Foto: Thauã Conde/Deracre “A gente tem acompanhado de perto o avanço dos serviços. É uma obra importante, que vai melhorar muito o acesso e a qualidade de vida das famílias que moram e trabalham nessa área”, afirmou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

O trecho, de cerca de dois quilômetros, liga a zona industrial ao Conjunto Universitário e deve beneficiar diretamente cerca de 500 famílias. Além do asfaltamento, o projeto prevê calçadas, ciclovia e obras de terraplenagem, ampliando a mobilidade e a segurança de quem transita pela região.

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Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar

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Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar


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Os suplementos alimentares de proteína em pó da marca Proteus/Whey Isolate Protein Mix, comercializados pela empresa Unlimited Alimentos e Suplementos SLU Ltda. deverão ser recolhidos do mercado após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (10), por falta de regularização e de licenciamento sanitário.Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar | Cidade AC News – Notícias do AcreAnvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar | Cidade AC News – Notícias do Acre

A comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a divulgação e o consumo dos produtos estão suspensos.

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“Os suplementos vêm sendo divulgados e comercializados em sites de vendas online, como Shopee e Mercado Livre, sem ter regularização sanitária. Além disso, não há identificação de fabricante ou importador nacional”, diz a Anvisa.

A Anvisa determinou também o recolhimento dos suplementos alimentares da Bugroon Raízes Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda. Segundo a agência, a fabricante produz suplementos e óleos da marca sem licenciamento sanitário e comercializa os produtos em seu site oficial. A comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o consumo dos seus produtos não podem ser vendidos.

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Os suplementos suspensos são Óleo de Menta Piperita Bugroon; Óleo de Sucupira Bugroon; Óleo de Copaíba Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Ginkocen Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Calmom Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Catux Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Unaro Moringa Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Neuralfocus Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Contradô Bugroon. Todos os lotes estão incluídos na determinação da Anvisa.

OPINIÃO. Nas fintechs, ponderar a regulação para não matar a inovação

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A Operação Carbono Oculto reabriu um intenso debate sobre a necessidade de aumentar o controle sobre as fintechs. Com sua menor regulamentação, quando comparada com a dos bancos, elas estariam sendo capturadas como porta de entrada do crime organizado no mercado financeiro por meio de estruturas ilícitas.

Sempre é possível rever e melhorar o marco normativo de determinado setor econômico – e não há dúvida de que investigações criminais podem oferecer muitos inputs para o trabalho de aprimoramento da regulamentação do setor financeiro.

A reação do Banco Central na semana passada –  encerrando as contas-bolsão e as contas-laranja e impondo novas exigências de capital mínimo para instituições de pagamento e fintechs – talvez marque uma inflexão institucional relevante: o início de um novo ciclo de maturidade regulatória no Sistema Financeiro Nacional. A ver.

No entanto, precisamente pela importância do trabalho de revisão em curso da regulamentação das fintechs, ele precisa ser feito com cuidado, numa compreensão holística e madura tanto das causas das vulnerabilidades como dos efeitos sistêmicos de eventuais alterações.

É preciso construir uma estrutura de confiança entre a inovação e a estabilidade do sistema, baseada na identificação correta e transparente dos fatores internos e externos ao setor. É equivocado – e disfuncional – pensar que se podem curar todas as variáveis de aumento da criminalidade com um mero arrocho regulatório sobre entes privados.

Deve-se, em primeiro lugar, reconhecer que a menor regulamentação das fintechs não é fruto do acaso, mera inércia dos órgãos reguladores diante das inovações. 

Há um profundo sentido social e econômico na regulamentação diferenciada das fintechs em relação aos bancos tradicionais. A inovação em setores tradicionais e oligopolizados não é um processo endógeno, natural, como às vezes se imagina. Foi necessário construir as condições para a entrada de novos agentes, possibilitando assim a competição, a redução estrutural de custos dos serviços e uma miríade de novas oportunidades ao consumidor. 

É preciso, portanto, calibrar muito bem as mudanças. O desafio do momento é equilibrar a regulação para que a prudência não se transforme em freio à inovação. As novas normas são, a um só tempo, um convite à profissionalização e um teste de governança, o que é positivo, mas seus efeitos sobre os custos precisam ser avaliados de forma contínua.

Parece óbvio – e à primeira vista fácil – pregar e impor às fintechs normas como “Know Your Client” (KYC) nos moldes exigidos às instituições financeiras tradicionais. Tais regras, no entanto, teriam enorme impacto sobre todo o ambiente de inovação, com um imediato aumento de custo para o sistema e, consequentemente, de custos dos serviços, o que seria despejado sobre o consumidor.

No que diz respeito à redução dos limites operacionais e das alçadas, o Banco Central substituiu o antigo capital mínimo fixo de R$ 1 milhão (vigente desde 2013) por um modelo escalonado e baseado em risco, com faixas entre R$ 9,2 milhões e R$ 16 milhões, ajustadas ao perfil de cada instituição.

O cálculo leva em conta o risco operacional, de crédito e de liquidez, além da complexidade tecnológica das operações. Essas restrições retiram a isonomia do sistema, uma vez que tratam uniformemente segmentos diversos, sem estabelecer limites razoáveis às diferentes funções e contribuições de cada um à concorrência.

As vantagens sistêmicas provenientes de um marco regulatório específico para as fintechs são reconhecidas pelos próprios bancos tradicionais. Quando compram fintechs, eles não as incorporam em sua estrutura institucional. Buscam preservar o status jurídico das adquiridas, muito conscientes de seus efeitos positivos também para sua operação enquanto instituição financeira.

A melhoria do marco jurídico das fintechs envolve também compreender as causas das vulnerabilidades. Ao contrário do que pode parecer numa apreciação superficial, muitas das deficiências encontradas, por exemplo, na Operação Carbono Oculto não são fruto propriamente das fintechs ou de sua específica regulamentação.

São problemas que já estavam presentes no sistema e se tornaram visíveis precisamente em função da eficiência proporcionada pelas fintechs. Aqui, a tarefa de fiscalizar cabe essencialmente ao Estado, que também tem de se modernizar para prevenir e identificar a criminalidade.

Por isso, em vez de atacar a causa de vários problemas detectados, simplesmente aumentar a regulamentação das fintechs pode significar colocá-los de volta debaixo do tapete.

Nada disso é teórico.

Uma resposta apressada em meio à comoção momentânea terá seu preço – e quem irá arcar é o consumidor final, que pagará pela nova moldura institucional, ora em implantação.

O aumento das exigências de compliance implica em aumento do custo de transação, sem que se saiba se o novo arcabouço servirá aos objetivos pretendidos de segurança. Sem entender as especificidades das fintechs, este novo compliance pode ser mera burocracia adicionada, sem efetiva redução de risco. A inteligência preventiva deve começar com o Estado, no geral, e com o Banco Central, especificamente.

Não se defende aqui um imobilismo regulatório. Mudanças – quando resultado de um processo sereno de diagnóstico, transparência e diálogo – são bem-vindas. Mas não se deve atuar com pressa e sob comoção, fruto do último escândalo e do momento de debate sobre a criminalidade no País.

É necessário, antes, entender o funcionamento do sistema como um todo e, a partir daí, ponderar as possíveis correções. O Brasil tem um ecossistema financeiro robusto e inovador, que merece ser preservado. A liberdade para inovar demanda prudência de quem governa. As medidas a serem tomadas ainda precisam ser testadas, mas seus custos serão imediatos.

Francisco Petros é advogado, economista e conselheiro de administração.

Nicolau da Rocha Cavalcanti é advogado criminal, mestre e doutorando em direito pela USP.

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